{"id":1407,"date":"2017-01-31T17:30:31","date_gmt":"2017-01-31T17:30:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/31\/31-01-2017\/"},"modified":"2017-01-31T17:30:31","modified_gmt":"2017-01-31T17:30:31","slug":"31-01-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/31\/31-01-2017\/","title":{"rendered":"31\/01\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 31 de janeiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.434<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp; <strong>Lactose dever\u00e1 ser citada com destaque em r\u00f3tulo de produto<\/strong><\/p>\n<p> Depois dos alerg\u00eanicos, a lactose deve ser o pr\u00f3ximo item a ser citado com destaque em r\u00f3tulos de produtos industrializados vendidos no Pa\u00eds. &nbsp;At\u00e9 a primeira quinzena de fevereiro, a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) vai analisar propostas apresentadas por meio de consulta p\u00fablica sobre o tema para, ent\u00e3o, regulamentar a Lei 13.305\/2016, em vigor desde o dia 1.\u00ba, que determina que a presen\u00e7a e a quantidade do a\u00e7\u00facar encontrado no leite, caso ele tenha sido modificado, sejam informados pelos fabricantes.<\/p>\n<p> A inclus\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada uma vit\u00f3ria para as pessoas com intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose. Diagnosticada com a incapacidade de digerir a subst\u00e2ncia aos 21 anos, a enfermeira Fl\u00e1via Regina Georgete, de 35, diz que mesmo os alimentos vendidos como zero lactose n\u00e3o s\u00e3o garantia de que ela n\u00e3o ter\u00e1 rea\u00e7\u00f5es. \"Com algumas marcas, eu passo mal. Tenho gases, diarreia e coceira. Ent\u00e3o, tenho de ir tentando, experimentando. Para facilitar, procuro produtos sem leite nem tra\u00e7os de leite para n\u00e3o ter problemas. \"<\/p>\n<p> A leitura detalhada dos r\u00f3tulos faz parte de sua rotina no supermercado e, quando quer garantir que n\u00e3o ter\u00e1 sintomas, precisa pagar mais. \"Fa\u00e7o compras em um emp\u00f3rio que tem uma prateleira s\u00f3 com produtos sem lactose, mas eles s\u00e3o caros.\" A alternativa \u00e9 consultar diretamente os fabricantes.&nbsp;<\/p>\n<p> A gerente comercial Vera Ribeiro, de 44 anos, demorou para descobrir que o filho Guilherme, hoje com 12, tinha intoler\u00e2ncia. \"Ele tinha muito refluxo quando mamava e, com um ano, ficou 30 dias com diarreia, estava quase com desidrata\u00e7\u00e3o. A m\u00e9dica pediu para tirar o leite, porque, na \u00e9poca, n\u00e3o tinha tantas op\u00e7\u00f5es de produtos sem lactose. Com 4 anos, fez o exame e deu positivo.\"<\/p>\n<p> Ela conta que, por mais ciente que esteja de que n\u00e3o pode consumir produtos com lactose, o garoto acaba ingerindo, principalmente quando n\u00e3o est\u00e1 em casa. \"Sempre aviso que ele tem intoler\u00e2ncia \u00e0s m\u00e3es. Se consome algum produto, tem diarreia e crises de c\u00f3lica.\"<\/p>\n<p> Os sintomas s\u00e3o causados pela incapacidade do organismo de digerir lactose. \"H\u00e1 uma enzima no intestino, a lactase. Se a pessoa tem defici\u00eancia dessa enzima, n\u00e3o consegue digerir lactose. Com isso, bact\u00e9rias intestinais agem em cima do a\u00e7\u00facar, provocando fermenta\u00e7\u00e3o, que resulta na produ\u00e7\u00e3o de gases e \u00e1cidos org\u00e2nicos, causando diarreia, por exemplo\", diz Eduardo Berger, gastroenterologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.<br \/> Avalia\u00e7\u00e3o. Segundo a Anvisa, mais de 400 propostas recebidas est\u00e3o sendo analisadas. A regulamenta\u00e7\u00e3o deve ocorrer ainda neste semestre, mas o processo de adequa\u00e7\u00e3o pode ser conclu\u00eddo em dois anos.<\/p>\n<p> \"A expectativa \u00e9 de que o tema seja pautado nas reuni\u00f5es da Dicol (Diretoria Colegiada) at\u00e9 a primeira quinzena de fevereiro e, t\u00e3o logo seja aprovado, ser\u00e1 publicado\", diz N\u00e9lio C\u00e9zar de Aquino, gerente de registro de alimentos da Anvisa. \"Foi proposto prazo de 12 meses para permitir que os fabricantes fa\u00e7am as adequa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias, especialmente os fabricantes de mat\u00e9rias-primas para fins industriais. E foi estabelecido um prazo adicional de 12 meses para adequa\u00e7\u00e3o dos produtos destinados ao consumidor final\", acrescenta.<br \/> Para ser considerado sem lactose, a quantidade do a\u00e7\u00facar dever\u00e1 ser inferior ou igual a 10 miligramas por 100 gramas. Esse limite, segundo Aquino, est\u00e1 em vigor nos pa\u00edses n\u00f3rdicos desde a d\u00e9cada de 1990. (Estad\u00e3o)<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Embrapa coordena no Brasil projeto internacional para aproveitamento do soro de leite<\/strong><\/p>\n<p> Com financiamento da Ag\u00eancia Australiana para o Desenvolvimento Internacional (Ausaid), a Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos est\u00e1 coordenando, no Brasil, um projeto internacional que busca dar maior competitividade e sustentabilidade a pequenas queijarias, a partir do aproveitamento do soro de leite gerado pela produ\u00e7\u00e3o de queijos. O projeto re\u00fane pesquisadores do Brasil, da Col\u00f4mbia, do Uruguai, da Argentina e da Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p> A primeira atividade do projeto foi um workshop, feito na semana passada em Buenos Aires, Argentina, no qual as institui\u00e7\u00f5es dos pa\u00edses participantes definiram o planejamento que ser\u00e1 iniciado a partir deste m\u00eas.<\/p>\n<p> No Brasil, ser\u00e1 feito o levantamento da produ\u00e7\u00e3o do soro para elaborar a modelagem da capta\u00e7\u00e3o do produto, visando a definir onde ser\u00e3o instaladas unidades processadoras e o aproveitamento da capacidade ociosa de unidades j\u00e1 existentes. \"Em paralelo, a gente vai estudar alternativas de agrega\u00e7\u00e3o de valor\", disse hoje (2) \u00e0 Ag\u00eancia Brasil o l\u00edder do projeto no Brasil, Amauri Rosenthal.<\/p>\n<p> A proposta da Ausaid \u00e9 incrementar a competitividade e sustentabilidade de comunidades rurais de baixa renda, com prioridade para a Am\u00e9rica do Sul. Por isso o projeto foi focado inicialmente no Brasil, Argentina, Uruguai e Col\u00f4mbia, pa\u00edses que t\u00eam cadeias l\u00e1cteas importantes e com diferentes n\u00edveis de organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Segundo Rosenthal, o soro de leite tem um elevado potencial de agrega\u00e7\u00e3o de valor. Atualmente, o soro ou \u00e9 jogado fora, causando danos ao meio ambiente, por ser altamente poluente, ou \u00e9 destinado \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o animal. \"O soro tem uma prote\u00edna de alto valor biol\u00f3gico, de elevada qualidade, que al\u00e9m de poder contribuir para a melhoria nutricional, tem a quest\u00e3o de agrega\u00e7\u00e3o de valor e competitividade\", salientou.<\/p>\n<p> O aproveitamento do soro do leite inclui desde a melhoria das ra\u00e7\u00f5es animais, com a incorpora\u00e7\u00e3o da prote\u00edna de valor biol\u00f3gico, at\u00e9 a elabora\u00e7\u00e3o de produtos como o queijo ricota e bebidas l\u00e1cteas. Tamb\u00e9m s\u00e3o alterativas econ\u00f4micas o aproveitamento do isolado proteico - conhecido como wheyprotein, muito usado por atletas em academias - at\u00e9 a incorpora\u00e7\u00e3o do soro em outros produtos, como doces, explicou Rosenthal.<\/p>\n<p> O coordenador disse que as alternativas ser\u00e3o definidas \"de acordo com o volume de produ\u00e7\u00e3o, com a capacidade de investimento e tamb\u00e9m levando em considera\u00e7\u00e3o os pr\u00f3prios custos do soro e a agrega\u00e7\u00e3o de valor, ou seja, os pre\u00e7os dos produtos\". Outra aplica\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo considerada \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o do soro de leite para a agroenergia. \"Uma alternativa seria o biog\u00e1s\", disse.<\/p>\n<p> O modelo de tomada de decis\u00e3o envolve estudos sobre alternativas de produtos, al\u00e9m da confec\u00e7\u00e3o de um manual de orienta\u00e7\u00e3o \u00e0s comunidades relativo \u00e0s op\u00e7\u00f5es de produtos de soro de leite. O projeto prev\u00ea envolver as pequenas queijarias no processo e aproveitar o soro para a gera\u00e7\u00e3o de renda adicional para essas unidades produtoras.<\/p>\n<p> Rosenthal estimou que os investimentos poder\u00e3o ser feitos via financiamento de fontes governamentais ou por meio de parcerias p\u00fablico-privadas (PPPs). Os pesquisadores pretendem ainda promover uma aproxima\u00e7\u00e3o com grupos privados para disseminar o projeto.<\/p>\n<p> Atualmente, o Brasil \u00e9 um grande importador de soro de leite em p\u00f3, em especial da Argentina e do Uruguai, disse o pesquisador da Embrapa. Somente no ano passado, foram importadas 24 mil toneladas de soro em p\u00f3, segundo ele. Rosenthal acredita que o projeto em curso poder\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 permitir ao Brasil ser autossuficiente no produto, como criar fontes de agrega\u00e7\u00e3o de valor para os pequenos produtores, tendo em vista a demanda crescente pelo soro de leito no mercado mundial.<\/p>\n<p> A atua\u00e7\u00e3o inicial ser\u00e1 nas regi\u00f5es Sudeste e Sul, e a expectativa \u00e9 come\u00e7ar o mapeamento da produ\u00e7\u00e3o desse soro entre outubro e novembro pr\u00f3ximos, com perspectiva de ter um panorama dos dados referentes a Minas Gerais at\u00e9 fevereiro de 2014, para apresenta\u00e7\u00e3o no workshop programado para mar\u00e7o do ano que vem, na Austr\u00e1lia. Simultaneamente, ser\u00e1 efetuado o levantamento de uma regi\u00e3o fluminense.<\/p>\n<p> O projeto tem dura\u00e7\u00e3o prevista de um ano e meio, com chance de ser estendido para dois anos. Al\u00e9m da Embrapa Agroind\u00fastria de Alimentos, sediada no Rio de Janeiro, participam da equipe do Brasil pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e de outras duas unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa): a Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora (MG), e a Embrapa Clima Temperado, de Pelotas (RS). (Edairynews)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Mercosul&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> O ministro Marcos Pereira afirmou nesta segunda-feira, durante a abertura da III Reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o Bilateral de Produ\u00e7\u00e3o e Com\u00e9rcio, no MDIC, em Bras\u00edlia, que Brasil e Argentina est\u00e3o empenhados em ampliar a rede de acordos comerciais do Mercosul. \"Em um momento em que o mundo assiste ao retorno do protecionismo, \u00e9 imperioso fortalecer a integra\u00e7\u00e3o regional. Brasil e Argentina t\u00eam papel de lideran\u00e7a no Mercosul, principalmente no que tange ao fortalecimento da dimens\u00e3o comercial do bloco e \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o da sua rede de acordos internacionais\", disse Marcos Pereira, que, antes da reuni\u00e3o, teve um encontro privado com o ministro da Produ\u00e7\u00e3o da Argentina, Francisco Cabrera, que chefia a delega\u00e7\u00e3o argentina.<\/p>\n<p> \"O presidente Temer nos orientou que, juntamente com a lideran\u00e7a na Argentina no Mercosul, possamos trabalhar uma agenda de di\u00e1logo com os pa\u00edses da Bacia do Pac\u00edfico, haja vista a postura do presidente Trump. E que tamb\u00e9m possamos ampliar o di\u00e1logo com outros players, como Canad\u00e1, Jap\u00e3o e pa\u00edses do EFTA\", disse o ministro na abertura da reuni\u00e3o.<\/p>\n<p> \"Estamos vivendo um momento em que h\u00e1 uma converg\u00eancia no Mercosul, sobretudo entre Brasil e Argentina, o que nos d\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de avan\u00e7ar no tema de abertura do Mercosul e reinser\u00e7\u00e3o do bloco no cen\u00e1rio internacional\", completou. O ministro Francisco Cabrera pediu que a reuni\u00e3o sirva n\u00e3o somente para tratar dos temas de conjuntura, mas tamb\u00e9m para tratar de assuntos mais amplos que permitam a Brasil e Argentina, junto com os outros pa\u00edses do Mercosul, ter um aprofundamento institucional de suas rela\u00e7\u00f5es e fa\u00e7am o que for poss\u00edvel para levar adiante uma negocia\u00e7\u00e3o exitosa com a Uni\u00e3o Europeia, Jap\u00e3o, Canad\u00e1, e EFTA.<\/p>\n<p> \"Temos que dar um passo adiante na solidez e na previsibilidade dos acordos entre Argentina e Brasil, em princ\u00edpio, e dentro do pr\u00f3prio Mercosul\", defendeu Cabrera. O ministro tamb\u00e9m destacou a atua\u00e7\u00e3o do embaixador argentino no Brasil, Carlos Magari\u00f1os, que dever\u00e1 se dedicar integralmente ao fortalecimento do Mercosul. Cabrera lembrou que h\u00e1 temas entre Brasil e Argentina sem avan\u00e7os h\u00e1 19 anos. \"Temos pedido ao embaixador Carlos Magari\u00f1os que fique respons\u00e1vel por esse desafio, por esse projeto. Vamos ter algu\u00e9m com sua cabe\u00e7a exclusivamente neste projeto\", anunciou.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Crescimento<\/span><br \/> O ministro Marcos Pereira afirmou que a reuni\u00e3o se insere em um contexto de necessidade da retomada do crescimento do com\u00e9rcio bilateral e aprofundamento da parceria. Ele lembrou que a recess\u00e3o em ambas as economias e a exist\u00eancia de entraves levou \u00e0 forte contra\u00e7\u00e3o do fluxo comercial entre Brasil e Argentina, mas que j\u00e1 se iniciou um processo de revers\u00e3o deste quadro.<br \/> \"Houve, nos \u00faltimos tr\u00eas meses, aumento das vendas rec\u00edprocas entre Brasil e Argentina - fato que n\u00e3o ocorria desde julho de 2013. Para consolidarmos esse movimento, destaco o singular e fundamental papel desta Comiss\u00e3o Bilateral. Temos pela frente uma agenda intensa de trabalho, reflexo do compromisso que j\u00e1 assumiram os nossos presidentes em avan\u00e7ar na inser\u00e7\u00e3o de nossas economias no cen\u00e1rio regional e global\", disse.<\/p>\n<p> Marcos Pereira disse ainda que o encontro bilateral tem um significado especial porque precede a vinda do presidente Mauricio Macri ao Brasil na pr\u00f3xima semana. \"Brasil e Argentina t\u00eam um papel de lideran\u00e7a no Mercosul. O contexto em que n\u00f3s nos inserimos no presente momento faz com que possamos, n\u00e3o obstante a crise econ\u00f4mica pela qual passaram os dois pa\u00edses, trabalhar pela retomada do crescimento\".<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Resultados<\/span><br \/> Desde a primeira reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o Bilateral de Produ\u00e7\u00e3o e Com\u00e9rcio, em abril do ano passado, Brasil e Argentina assumiram o compromisso de dar impulso efetivo para a solu\u00e7\u00e3o de quest\u00f5es que afetam a fluidez do com\u00e9rcio bilateral. \"Posso assegurar que, em menos de um ano, desde a primeira reuni\u00e3o que tivemos, alcan\u00e7amos resultados significativos no \u00e2mbito bilateral e regional. Cito, apenas a t\u00edtulo de exemplo que, no nosso \u00faltimo encontro em Buenos Aires, registramos ganhos concretos ao firmarmos acordos sobre Facilita\u00e7\u00e3o de Com\u00e9rcio e Certificado de Origem Digital. A\u00e7\u00f5es como essas amenizam a burocracia e criam melhor ambiente de neg\u00f3cios para nossas empresas\", destacou o ministro.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Interc\u00e2mbio Comercial<\/span><br \/> Em 2016, a soma das exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es entre o Brasil e a Argentina atingiu US$ 22,5 bilh\u00f5es, com super\u00e1vit de US$ 4,333 bilh\u00f5es para o Brasil. As empresas brasileiras venderam para a Argentina, no ano passado, principalmente autom\u00f3veis de passageiros (25% do total das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para o pa\u00eds), ve\u00edculos de carga (8,8%) partes e pe\u00e7as de ve\u00edculos (6,5%), e outros produtos manufaturados (4,7%). Entre os produtos que as empresas argentinas vendem para o Brasil em 2015, tiveram destaque ve\u00edculos de carga (16%), autom\u00f3veis de passageiros (16%), e trigo em gr\u00e3os (8,5%). No per\u00edodo em an\u00e1lise, a Argentina foi o terceiro principal destino das vendas externas brasileiras e o quarto mercado de origem de nossas importa\u00e7\u00f5es. (MDIC)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">No radar<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O dia de hoje ser\u00e1 um marco importante para um item tipicamente ga\u00facho: o queijo serrano. O governador Jos\u00e9 Ivo Sartori sanciona a lei que regulamenta a produ\u00e7\u00e3o e a comercializa\u00e7\u00e3o, trazendo ainda uma defini\u00e7\u00e3o do conceito desse produto. (Zero Hora)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 31 de janeiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.434 &nbsp; &nbsp; Lactose dever\u00e1 ser citada com destaque em r\u00f3tulo de produto Depois dos alerg\u00eanicos, a lactose deve ser o pr\u00f3ximo item <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/31\/31-01-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/01\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1407","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1407","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1407"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1407\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}