{"id":14017,"date":"2024-01-19T19:13:01","date_gmt":"2024-01-19T19:13:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=14017"},"modified":"2024-01-19T19:14:38","modified_gmt":"2024-01-19T19:14:38","slug":"19-01-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/01\/19\/19-01-2024\/","title":{"rendered":"19\/01\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 19 de janeiro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.069<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Reflex\u00f5es para o Dia Mundial do Queijo<br \/>\n<\/b><br \/>\nO Dia Mundial do Queijo, celebrado em 20 de janeiro, \u00e9 uma data importante para debater a import\u00e2ncia do bem-estar e da sanidade dos rebanhos para que os produtos l\u00e1cteos cheguem \u00e0 mesa do consumidor com a devida qualidade.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio desafiador da produ\u00e7\u00e3o leiteira, a aten\u00e7\u00e3o meticulosa aos cuidados com a alimenta\u00e7\u00e3o e o controle de doen\u00e7as \u00e9 vital para assegurar a qualidade e a produtividade do leite. Nesse contexto, profissionais como m\u00e9dicos-veterin\u00e1rios e zootecnistas emergem como pe\u00e7as-chave, orientando os produtores rurais em cada etapa do processo e, desta forma, garantindo que o leite, principal mat\u00e9ria-prima do queijo, passou por todas as etapas e testes necess\u00e1rios.<\/p>\n<p>Isso come\u00e7a na fazenda, com o manejo nutricional de rebanhos leiteiros, responsabilidade dos zootecnistas. S\u00e3o eles que proporcionam uma alimenta\u00e7\u00e3o balanceada que resulta em leite de qualidade e rico em nutrientes. Ao melhorar as condi\u00e7\u00f5es de \u00e1reas de sombra e ventila\u00e7\u00e3o onde as vacas s\u00e3o confinadas, contribuem para a redu\u00e7\u00e3o do estresse, aumentando assim a produtividade leiteira, diminuindo o gasto energ\u00e9tico dos animais e garantindo o bem-estar animal.<\/p>\n<p>J\u00e1 aos m\u00e9dicos-veterin\u00e1rios cabe desenvolver programas permanentes voltados ao monitoramento da qualidade do leite produzido e industrializado. Isso inclui aspectos t\u00e9cnicos, como a contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e a contagem bacteriana, por exemplo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, conhecimentos aprofundados em bioqu\u00edmica e microbiologia s\u00e3o essenciais para compreender as transforma\u00e7\u00f5es que ocorrem durante a matura\u00e7\u00e3o dos queijos. Tamb\u00e9m \u00e9 responsabilidade dos profissionais da Medicina Veterin\u00e1ria incentivar boas pr\u00e1ticas da produ\u00e7\u00e3o ao manejo, o que inclui a ordenha, higiene do ordenhador e armazenagem do leite.<\/p>\n<p>A sinergia entre esses profissionais desempenha um papel de total import\u00e2ncia na garantia da sanidade do rebanho, no controle de qualidade e na implementa\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o. Portanto, cada vez que voc\u00ea consumir um queijo, vai lembrar dos profissionais que est\u00e3o por traz desta cadeia produtiva para que o produto chegue at\u00e9 voc\u00ea com o melhor sabor e qualidade.<\/p>\n<p>(Fonte: Artigo para Jornal do Com\u00e9rcio de Mauro Moreira, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterin\u00e1ria do Rio Grande do Sul)<\/p>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p><b>Produtores rurais relatam estragos substanciais em propriedades do Estado<\/b><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<i>Apura\u00e7\u00e3o das perdas<\/i><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDe acordo com dados preliminares da Emater, al\u00e9m de Cruzeiro do Sul, munic\u00edpios como Estrela, Lajeado e Po\u00e7o das Antas tamb\u00e9m tiveram estragos mais substanciais em propriedades rurais. As instala\u00e7\u00f5es de suinocultura foram as mais atingidas na regi\u00e3o, de acordo com Cristiano Laste, gerente do escrit\u00f3rio regional da Emater em Lajeado (RS). \u201cInstala\u00e7\u00f5es desabaram com o vento, implodiram com os animais dentro\u201d, relata.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTamb\u00e9m houve v\u00e1rios casos de quedas de \u00e1rvores e de interrup\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, deixando muitas propriedades sem comunica\u00e7\u00e3o. Outro setor afetado \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de leite, tendo em vista que a falta de energia el\u00e9trica inviabiliza o armazenamento do produto na fazenda. \u201cHoje estamos fechando 48 horas sem energia em algumas localidades, dessa maneira, o produtor tem que descartar o leite\u201d, ressalta Cristiano.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSomente os produtores que possuem gerador pr\u00f3prio de energia est\u00e3o com o andamento normal da produ\u00e7\u00e3o. O escrit\u00f3rio ainda trabalha no levantamento dos dados das perdas. Darlan Palharini, secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat) do Rio Grande do Sul, afirma que o \u00faltimo temporal n\u00e3o chegou a atingir de maneira representativa a capta\u00e7\u00e3o de quase 11 milh\u00f5es de litros de leite por dia no Estado. \u201cH\u00e1 problemas de capta\u00e7\u00e3o pontuais e as perdas devem ser de um percentual muito pequeno, n\u00e3o chegando a 1%\u201d, acredita.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEle destaca que o produtor de leite, hoje, tem infraestrutura, o que inclui gerador pr\u00f3prio de energia. Al\u00e9m disso, a capta\u00e7\u00e3o pode ser feita em at\u00e9 48 horas. Mas admite que o pequeno produtor pode ter perdas mais significativas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n\u201cO produtor de leite j\u00e1 tem uma margem de lucro ajustada, ent\u00e3o, nesse caso, fica dif\u00edcil, porque ele acaba tendo que arcar com o preju\u00edzo\u201d, observa.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA Secretaria de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul informa que a Emater est\u00e1 trabalhando no levantamento das perdas nas propriedades rurais, por meio do sistema de registro de perdas (Sisperdas), no qual os extensionistas rurais do \u00f3rg\u00e3o lan\u00e7am informa\u00e7\u00f5es referentes aos munic\u00edpios de atua\u00e7\u00e3o. \u201cAinda temos situa\u00e7\u00f5es de falta de energia el\u00e9trica e de internet o que prejudica os lan\u00e7amentos\u201d, explicou \u00e0 reportagem a assessoria de imprensa da Emater-RS.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOutro munic\u00edpio ga\u00facho com registros de perdas nas propriedades rurais \u00e9 Ven\u00e2ncio Aires. Orn\u00e9lio Sausen, presidente do Sindicato Rural da cidade, conta que o temporal deixou consequ\u00eancias \u201cdesastrosas\u201d. De acordo com ele, houve danos em lavouras de milho e de fumo e preju\u00edzos em galp\u00f5es de avicultura instalados na regi\u00e3o, incluindo a perda de animais.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSausen calcula em torno de 25% de perdas nas lavouras de milho e de 20% de perdas nas planta\u00e7\u00f5es de fumo, mas adverte que os percentuais ainda ser\u00e3o apurados. \u201cEm algumas lavouras, a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 bem cr\u00edtica\u201d, pontua.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa propriedade de C\u00e1ssio Fernando Hermes, localizada na \u00e1rea rural de Ven\u00e2ncio Aires, o vendaval chegou a arrancar um eucalipto com cerca de 80 anos. \u201cAgora vamos usar a madeira para cerca\u201d, diz. E completa: \u201cfoi aterrorizante o vendaval. S\u00f3 tivemos a dimens\u00e3o exata quando o dia amanheceu\u201d. Na lavoura, onde produz fumo e milho, assim como com a cria\u00e7\u00e3o de gado de corte, o produtor n\u00e3o registrou problemas dessa vez.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nCristiano Laste, do escrit\u00f3rio regional da Emater em Lajeado, enfatiza que o produtor ga\u00facho est\u00e1 passando por um per\u00edodo de adapta\u00e7\u00e3o ao clima. \u201cO produtor ter\u00e1 que se moldar, conforme a necessidade e as adversidades do clima. Daqui para frente, ter\u00e1 que haver uma organiza\u00e7\u00e3o muito grande nas propriedades para evitar preju\u00edzos\u201d, alerta.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO especialista sugere aten\u00e7\u00e3o a fatores como reservas alimentar e financeira nas propriedades e investimentos em equipamentos como gerador pr\u00f3prio de energia. \u201cEle ter\u00e1 que buscar seguran\u00e7a para a produ\u00e7\u00e3o\u201d, afirma. E, ainda, rever o planejamento de \u00e1reas com reflorestamento, considerando um manejo adequado e propondo a substitui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de \u00e1rvores maiores pr\u00f3ximas a redes de energia, por exemplo. \u201cEm alguns casos, \u00e9 indicada a substitui\u00e7\u00e3o por \u00e1rvores de porte menor, com uma estrutura mais adequada\u201d.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n\u200cA Defesa Civil divulgou na manh\u00e3 desta quarta-feira (17\/01) que ao menos 49 cidades do Rio Grande do Sul registraram estragos causados pelo temporal que atingiu o Estado na noite de ter\u00e7a. Os danos s\u00e3o consequ\u00eancia da chuva e vento fortes, queda de granizo e descargas el\u00e9tricas. Em Cachoeirinha, uma pessoa morreu e mais de 100 pessoas ficaram desalojadas. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Teut\u00f4nia o vento chegou a 126,7 km\/h. (Globo Rural adaptado pelo SINDILAT\/RS)<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1798 de 18 de janeiro de 2024<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>BOVINOCULTURA DE LEITE<br \/>\n<\/i><br \/>\nNa regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, a oferta de \u00e1gua para dessedenta\u00e7\u00e3o permanece de boa qualidade nos a\u00e7udes, que est\u00e3o com n\u00edveis elevados. As temperaturas tamb\u00e9m est\u00e3o adequadas para o bem-estar das matrizes.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 na de Caxias do Sul, as altas temperaturas seguem prejudicando o bem-estar animal, reduzindo o consumo e&nbsp; impactando a produtividade dos rebanhos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Frederico Westphalen, os produtores est\u00e3o conseguindo manter sob controle os custos de produ\u00e7\u00e3o gra\u00e7as \u00e0 melhoria na disponibilidade de forragens e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os da ra\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, os animais t\u00eam mantido o volume de produ\u00e7\u00e3o e o escore corporal, assim como o estado sanit\u00e1rio. Os produtores continuam a utilizar alimentos conservados, complementados com ra\u00e7\u00f5es, conforme as necessidades nutricionais.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, as altas temperaturas est\u00e3o causando estresse t\u00e9rmico, afetando a produ\u00e7\u00e3o leiteira e a reprodu\u00e7\u00e3o dos animais.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Maria, a oferta adequada de forrageiras aos animais, complementada por ra\u00e7\u00e3o e silagem, tem garantido produ\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, na temporada de pastagens de ver\u00e3o, os custos de produ\u00e7\u00e3o de bovinos de leite s\u00e3o reduzidos pela maior oferta forrageira, embora seja necess\u00e1rio tratar ectoparasitas devido \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o de mosca-dos-chifres, berne e carrapato nos rebanhos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Soledade, a abund\u00e2ncia de pasto impulsiona a produ\u00e7\u00e3o de leite, diminuindo os custos, mas a necessidade de complementa\u00e7\u00e3o com concentrados mant\u00e9m a lucratividade no setor limitada.&nbsp;<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da EMATER\/RS, adaptadas pelo SINDILAT\/RS<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>PREVIS\u00c3O METEOROL\u00d3GICA (19 A 21 DE JANEIRO DE 2024)<\/b><br \/>\nOs pr\u00f3ximos sete dias permanecer\u00e3o com umidade e calor no RS. Na sexta-feira (19), ainda ocorrer\u00e3o pancadas de chuva nas faixas Norte e Leste, com tempo seco no restante do Estado. No s\u00e1bado (20) e domingo (21), o tempo permanecer\u00e1 firme, com grande varia\u00e7\u00e3o de nuvens e temperaturas pr\u00f3ximas de 30\u00b0C na maioria das regi\u00f5es, apenas nas se\u00e7\u00f5es Noroeste e Norte s\u00e3o esperadas pancadas de chuva. Na segunda (22) e ter\u00e7a-feira (23) as temperaturas estar\u00e3o amenas, com grande varia\u00e7\u00e3o de nuvens e pancadas isoladas de chuva na maioria das regi\u00f5es. Na quarta-feira (24) o tempo seco vai predominar em todo Estado. Os totais previstos dever\u00e3o oscilar entre 35 e 50 mm na maior parte do Centro-Leste do Estado. Na Campanha, Miss\u00f5es e Alto Uruguai, os volumes ser\u00e3o mais elevados e dever\u00e3o oscilar entre 50 e 80 mm. Na Fronteira Oeste os valores estimados dever\u00e3o superar 100 mm e poder\u00e3o alcan\u00e7ar 150 mm em algumas localidades. (SEAPI)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 19 de janeiro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.069 Reflex\u00f5es para o Dia Mundial do Queijo O Dia Mundial do Queijo, celebrado em 20 de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/01\/19\/19-01-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/01\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14017","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14017","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14017"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14017\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14018,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14017\/revisions\/14018"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14017"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14017"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14017"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}