{"id":14010,"date":"2024-01-18T19:58:10","date_gmt":"2024-01-18T19:58:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=14010"},"modified":"2024-01-18T20:05:59","modified_gmt":"2024-01-18T20:05:59","slug":"18-01-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/01\/18\/18-01-2024\/","title":{"rendered":"18\/01\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 18 de janeiro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.068<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>UE \u00e9 solicitada a concluir as negocia\u00e7\u00f5es comerciais do Mercosul<br \/>\n<\/b><br \/>\nUm total de 23 entidades comerciais solicitou a r\u00e1pida aprova\u00e7\u00e3o do acordo de livre com\u00e9rcio UE-Mercosul, que facilitar\u00e1 a exporta\u00e7\u00e3o de produtos agroalimentares da UE, incluindo os principais produtos l\u00e1cteos, para a Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e vice-versa.<\/p>\n<p>De vinhos a queijos, muitos produtos agroalimentares europeus atualmente enfrentam tarifas elevadas quando exportados para pa\u00edses do Mercosul, o que faz com que os produtores da UE e do Mercosul percam oportunidades comerciais. O acordo, cujos termos foram acordados em 2019, ainda n\u00e3o foi ratificado, no entanto, depois que uma resist\u00eancia de sindicatos, ONGs e grupos ambientais fez com que o Parlamento Europeu fizesse uma \"pausa\" na aprova\u00e7\u00e3o final, em vez de aprovar uma resolu\u00e7\u00e3o de que o TLC \"n\u00e3o pode ser ratificado como est\u00e1\".<\/p>\n<p>Mais recentemente, em dezembro de 2023, foi preparado o cen\u00e1rio para que a UE e os quatro pa\u00edses do Mercosul assinassem o TLC no Rio de Janeiro, mas o presidente franc\u00eas Emmanuel Macron declarou que o acordo n\u00e3o oferecia salvaguardas ambientais suficientes, especificamente em rela\u00e7\u00e3o ao desmatamento e \u00e0 sustentabilidade.<\/p>\n<p>O acordo gerou pol\u00eamica ao longo dos anos, inclusive por parte do Ombudsman Europeu, que criticou a Comiss\u00e3o por n\u00e3o ter conclu\u00eddo uma avalia\u00e7\u00e3o de sustentabilidade.<\/p>\n<p>As eurodeputadas verdes Saskia Bricmont e Anna Cavezzini escreveram recentemente um artigo de opini\u00e3o sobre por que o acordo seria \"um retrocesso para as pessoas e o planeta\", explicando que o acordo \"aumentaria o desmatamento e a destrui\u00e7\u00e3o de alguns dos ecossistemas mais singulares e cruciais do nosso planeta, como a Amaz\u00f4nia\".<\/p>\n<p>As oportunidades de com\u00e9rcio para os exportadores da UE e do Mercosul s\u00e3o significativas, pois isso levaria \u00e0 liberaliza\u00e7\u00e3o do mercado para muitos dos principais produtos agroalimentares da UE. O com\u00e9rcio de bebidas alco\u00f3licas, por exemplo, gera 180 milh\u00f5es de euros (US$ 195 milh\u00f5es) por meio do com\u00e9rcio existente, mas os produtos est\u00e3o sujeitos a tarifas de 20 a 35%. Se o TLC entrar em vigor, produtos como azeite de oliva, vinho e chocolates ser\u00e3o isentos de cotas e tarifas.<\/p>\n<p>Os produtores de l\u00e1cteos europeus que exportam queijo, leite em p\u00f3 e f\u00f3rmulas infantis - que atualmente enfrentam tarifas de 28% para queijo e leite em p\u00f3 e 18% para f\u00f3rmulas - estar\u00e3o sujeitos a cotas de direito zero, o que facilitaria significativamente o com\u00e9rcio com os quatro membros do Mercosul.<\/p>\n<p>A carta aberta, endere\u00e7ada aos presidentes do Parlamento Europeu, do Conselho Europeu e da Comiss\u00e3o Europeia e assinada por entidades como The European Dairy Association, spiritsEUROPE, CAOBISCO e 19, afirma que o acordo reduziria a burocracia e abriria o mercado do Mercosul, com mais de 270 milh\u00f5es de consumidores, aos produtores da UE.<\/p>\n<p>\"\u00c9 importante reconhecer as enormes oportunidades que o acordo oferece, o que ajudar\u00e1 a manter uma forte estrutura industrial na UE, inclusive nas \u00e1reas rurais, e, assim, salvaguardar os empregos e o bem-estar de milh\u00f5es de cidad\u00e3os europeus\", diz a carta.<\/p>\n<p>\"Dado que a UE n\u00e3o possui reservas substanciais de mat\u00e9rias-primas essenciais necess\u00e1rias para a transi\u00e7\u00e3o verde e digital e o fato de que uma propor\u00e7\u00e3o substancial do crescimento global dever\u00e1 vir de fora da UE na pr\u00f3xima d\u00e9cada, nossas ind\u00fastrias precisam de mercados de exporta\u00e7\u00e3o abertos para vender bens e servi\u00e7os europeus e adquirir mat\u00e9rias-primas a pre\u00e7os competitivos. O acordo \u00e9, portanto, um imperativo econ\u00f4mico, social e geopol\u00edtico.\"<\/p>\n<p>Os signat\u00e1rios acrescentam que o acordo oferece \"um incentivo muito forte e as ferramentas certas para a colabora\u00e7\u00e3o, a fim de manter as promessas de desenvolvimento sustent\u00e1vel da regi\u00e3o, incluindo a interrup\u00e7\u00e3o do desmatamento ilegal\" e pedem aos l\u00edderes pol\u00edticos que ratifiquem o TLC \"sem mais demora\".<\/p>\n<p>As organiza\u00e7\u00f5es comerciais que apoiam a r\u00e1pida ratifica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m destacam a import\u00e2ncia geopol\u00edtica do acordo, que muitos analistas acreditam que poderia ajudar a promover la\u00e7os ainda mais estreitos entre as empresas sul-americanas e a China, o maior parceiro comercial do Mercosul.<\/p>\n<p>\"A entrada em vigor do acordo UE-Mercosul impulsionar\u00e1 a integra\u00e7\u00e3o de nossas economias e ajudar\u00e1 a diversificar nossas cadeias de valor, tanto para importa\u00e7\u00f5es quanto para exporta\u00e7\u00f5es\", explica a carta.<\/p>\n<p>\"Isso \u00e9 fundamental para a competitividade de nossos setores voltados para a exporta\u00e7\u00e3o, que criam dezenas de milh\u00f5es de empregos na Europa e fornecem uma contribui\u00e7\u00e3o essencial para a prosperidade e os padr\u00f5es de vida dos cidad\u00e3os europeus. Tamb\u00e9m ajuda a promover a autonomia estrat\u00e9gica aberta da UE em tempos de crescentes preocupa\u00e7\u00f5es com a seguran\u00e7a econ\u00f4mica, por meio de parcerias com pa\u00edses que pensam da mesma forma.\"<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAs informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p><b>Presidente da Fedeleche: \"Queremos aumentar a produ\u00e7\u00e3o de leite no Chile\"<br \/>\n<\/b><br \/>\nO presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Produtores de Leite do Chile (Fedeleche), Marcos Winkler, analisou as condi\u00e7\u00f5es para a produ\u00e7\u00e3o leiteira no pa\u00eds, assegurando que \"um ano de grandes incertezas chegou ao fim, desde quest\u00f5es clim\u00e1ticas, com setores com muita chuva e outros com muito pouca, e o mesmo no caso das temperaturas\".<\/p>\n<p>O l\u00edder se referiu ao fato de que, embora tenha havido fortes chuvas no ver\u00e3o passado, as baixas temperaturas n\u00e3o permitiram um bom crescimento do pasto para alimentar o gado na parte sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\"De Temuco para o sul, h\u00e1 a maior concentra\u00e7\u00e3o de animais, com um sistema de pastagem. Portanto, eles s\u00e3o muito dependentes do clima. O in\u00edcio do inverno foi muito bom. Depois, houve chuvas importantes que permitiram que o crescimento do pasto fosse interessante, mas depois fez muito frio. O crescimento que deveria ter ocorrido em outubro n\u00e3o aconteceu e n\u00e3o tivemos o pico da primavera\", explicou ele.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao relacionamento com o setor de processamento de leite, que \u00e9 o ponto de destino da produ\u00e7\u00e3o nos campos, Winkler observou que alguns mantiveram seus pre\u00e7os, enquanto outros diminu\u00edram seu padr\u00e3o de pagamento aos produtores.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m destacou que, sem os incentivos necess\u00e1rios, \"claramente os latic\u00ednios est\u00e3o fechando, os produtores est\u00e3o diminuindo e temos menos produ\u00e7\u00e3o\".<\/p>\n<p>Apesar de tudo, o representante do sindicato disse que \"queremos que a produ\u00e7\u00e3o de leite no Chile aumente, por isso precisamos de condi\u00e7\u00f5es para mais produ\u00e7\u00e3o e para que novas pessoas entrem nesse neg\u00f3cio\".<\/p>\n<p>Sustentabilidade<\/p>\n<p>Por outro lado, o representante do sindicato garantiu que \"estamos trabalhando arduamente na sustentabilidade de nossos rebanhos. H\u00e1 pessoas no mundo que acreditam que as vacas produzem gases de efeito estufa, mas n\u00f3s podemos mitigar o carbono e o metano\".<\/p>\n<p>Nesse contexto, ele disse que, em termos de sustentabilidade, \"as fazendas t\u00eam uma consci\u00eancia social, gerando bons empregos, com sal\u00e1rios adequados. O campo tem que ser rent\u00e1vel, que \u00e9 o que todos n\u00f3s estamos tentando implementar e mostrar ao mundo\".<\/p>\n<p>Pelo mesmo motivo, o presidente da Fedeleche ressaltou que \"estamos trabalhando constantemente para demonstrar que o leite \u00e9 necess\u00e1rio para a nutri\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as, jovens e adultos. Como no mundo h\u00e1 campanhas contra o leite, temos que usar a ci\u00eancia para demonstrar que ele \u00e9 bom\".<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, Marcos Winkler destacou que \"na pandemia, todos n\u00f3s nos fechamos, o que levou a um aumento no consumo de alguns produtos l\u00e1cteos, o que, juntamente com os recalls e b\u00f4nus, permitiu que se comprasse mais\".<\/p>\n<p>\"Infelizmente, o fluxo de caixa acabou, os projetos e o dinheiro diminu\u00edram, diminuindo o consumo de latic\u00ednios\", disse o presidente da Fedeleche.<\/p>\n<p>Nesse contexto, ele garantiu que atualmente est\u00e3o trabalhando em uma nova campanha para promover o consumo de leite e seus derivados.<\/p>\n<p>\"Nosso foco \u00e9 o consumidor final e que ele saiba que o leite \u00e9 chileno. \u00c9 por isso que estamos trabalhando arduamente na Lei de Rotulagem para que eles saibam que o produto \u00e9 do pa\u00eds\". Nesse contexto, o l\u00edder sindical pediu aos consumidores que escolham esses produtos \"de qualidade premium em n\u00edvel global e sustent\u00e1vel\".<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do La Tribuna, adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<p><b>AR \u2013 A produ\u00e7\u00e3o de leite caiu em 2023. Quais as estimativas para 2024?<br \/>\n<\/b><br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o\/AR \u2013 A produ\u00e7\u00e3o argentina de leite em 2023 alcan\u00e7ou 11.326,6 milh\u00f5es de litros, o que representou queda de 2% em rela\u00e7\u00e3o a 2022, devido aos efeitos da seca, das distor\u00e7\u00f5es e dos aumentos de custos verificados durante o ano passado, disse o Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (OCLA).<\/p>\n<p>Para 2024, a entidade projeta uma nova queda, neste caso de 2,8%, com o volume ficando ligeiramente acima de 11 bilh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p>As causas da queda na produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina<\/p>\n<p>Segundo o trabalho do OCLA, a seca que afetou o pa\u00eds durante 2022 e boa parte do ano passado, junto com o aumento generalizado dos custos de produ\u00e7\u00e3o explicam a baixa.<\/p>\n<p>\u201c2023 come\u00e7ou com uma seca generalizada em todas as regi\u00f5es e que se manteve at\u00e9 o final do ano. Isto gerou falta de pastagens e forrageiras tanto em quantidade como em qualidade e teve que recorrer \u00e0 compra de alimentos fora dos estabelecimentos\u201d, diz o relat\u00f3rio do OCLA.<\/p>\n<p>Assim, \u201cas diferentes vers\u00f5es do d\u00f3lar soja produziram eleva\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os dos concentrados e do arrendamento de terras. O forte processo inflacion\u00e1rio e a desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial se uniram aos aspectos anteriores, potencializando de forma extraordin\u00e1ria os custos de produ\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o foram compensados no aumento do pre\u00e7o do leite ao produtor\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o obstante este panorama, \u201ca produ\u00e7\u00e3o teve uma leve queda, que analisada por estrato produtivo mostra que as unidades produtivas maiores sustentaram a produ\u00e7\u00e3o durante todo o ano, acima da produ\u00e7\u00e3o do ano anterior\u201d.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/3XHD04ABF0384\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/3XHD04ABF0384\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9Gu538ABF0310\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9Gu538ABF0310\"><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>IND\u00daSTRIA DE ALIMENTOS BATE RECORDES E SE TORNA MAIOR GERADORA DE EMPREGOS FORMAIS E DIRETOS<br \/>\n<\/b>O Brasil se tornou o maior exportador mundial de alimentos industrializados do mundo, em volume, com 72,1 milh\u00f5es de toneladas, e ultrapassou os Estados Unidos, conforme apontam dados apurados pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Alimentos (ABIA). O que representa um crescimento de 11,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2022 e de 51,8% em rela\u00e7\u00e3o a 2019. Al\u00e9m disso, o segmento gera cerca de 2 milh\u00f5es de empregos formais e diretos e mais 10 milh\u00f5es na cadeia produtiva. Os principais destaques, em valor, foram as prote\u00ednas animais (US$ 23,6 bilh\u00f5es), a\u00e7\u00facares (US$ 16 bilh\u00f5es), farelos de soja (US$ 12,6 bilh\u00f5es), \u00f3leos e gorduras (US$ 3,6 bilh\u00f5es), preparados de vegetais e sucos (US$ 2,9 bilh\u00f5es). Para a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), cabe aos parlamentares trabalhar para que o setor permane\u00e7a em condi\u00e7\u00f5es de colaborar com o pa\u00eds e atuar em pleno desenvolvimento. Bia tamb\u00e9m refor\u00e7a a import\u00e2ncia que o segmento da ind\u00fastria fornece \u00e0 seguran\u00e7a alimentar mundial. \u201cA seguran\u00e7a alimentar \u00e9 um dos principais focos da ind\u00fastria de alimentos e bebidas. A n\u00f3s, Parlamentares, cabe a miss\u00e3o de trabalhar para que o setor permane\u00e7a vi\u00e1vel, com medidas para evitar a perda de postos de trabalho e de produtividade\u201d, disse ela. De acordo com Jo\u00e3o Dornellas, presidente da ABIA, o Brasil vem se sobressaindo desde o in\u00edcio da pandemia como fornecedor global de alimentos. \u201cV\u00e1rios pa\u00edses tomaram a decis\u00e3o de n\u00e3o exportar ou de fazer estoque, e isso foi agravado pelo conflito entre R\u00fassia e Ucr\u00e2nia. O Brasil tem uma ind\u00fastria de alimentos muito forte tamb\u00e9m, com tecnologia e capacidade de investimento. Continuamos expandindo e atendendo \u00e0s demandas dos mercados interno e externo\u201d, ressalta Dornellas. Apesar dos n\u00fameros satisfat\u00f3rios, Dornellas destaca que ainda existe um desafio importante para o segmento. Para ele, esclarecer sobre uma classifica\u00e7\u00e3o de alimentos equivocada que vem sendo utilizada no Brasil \u00e9 uma prioridade. A ind\u00fastria de alimentos brasileira processa 58% do valor da produ\u00e7\u00e3o de alimentos do campo brasileiro e, em 2022, o faturamento alcan\u00e7ou R$ 1,075 trilh\u00e3o, o que correspondeu a uma correla\u00e7\u00e3o de 10,8% com o PIB do Pa\u00eds, quando foram produzidas mais de 250 milh\u00f5es de toneladas de alimentos, das mais diversas categorias. (Edairy News)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de janeiro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.068 UE \u00e9 solicitada a concluir as negocia\u00e7\u00f5es comerciais do Mercosul Um total de 23 entidades comerciais <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/01\/18\/18-01-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/01\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14010","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14010","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14010"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14010\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14014,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14010\/revisions\/14014"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14010"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14010"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14010"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}