{"id":1400,"date":"2017-01-25T17:22:20","date_gmt":"2017-01-25T17:22:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/25\/25-01-2017\/"},"modified":"2017-01-25T17:22:20","modified_gmt":"2017-01-25T17:22:20","slug":"25-01-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/25\/25-01-2017\/","title":{"rendered":"25\/01\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 25 de janeiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.430<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Embrapa apresenta sistema de monitoramento do leite a ministro interino da Agricultura<\/strong><\/p>\n<p> Em visita a Juiz de Fora - MG, nesta segunda-feira (23), onde participou do Encontro Regional da Agropecu\u00e1ria, o ministro interino da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA), Eumar Novacki, esteve na Embrapa Gado de Leite. Novacki falou do plano \"Agro +\", que tem entre os objetivos desburocratizar as a\u00e7\u00f5es do setor agr\u00edcola nacional e investir em cadeias produtivas com potencial de crescimento. Com isso, o MAPA pretende aumentar a participa\u00e7\u00e3o da agricultura brasileira no mercado internacional de 7% para 10% em cinco anos.<\/p>\n<p> Segundo Novacki, um dos produtos com grande potencial \u00e9 o leite. O Brasil \u00e9 o quinto maior produtor mundial, mas atende basicamente ao mercado dom\u00e9stico. No entanto, de acordo com o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, nos \u00faltimos 20 anos, o setor passou por uma grande revolu\u00e7\u00e3o, investindo no aumento da qualidade e da produtividade. Uma das a\u00e7\u00f5es neste sentido \u00e9 o Sistema de Monitoramento da Qualidade do Leite Brasileiro (SIMQL), que visa ampliar o conhecimento a respeito do leite nacional e estabelecer pol\u00edticas para a melhoria da qualidade.<\/p>\n<p> O SIMQL foi apresentado por Martins ao ministro interino durante sua visita \u00e0 Embrapa. O Sistema re\u00fane dados relativos \u00e0 qualidade do produto, como contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem total de bact\u00e9rias. \"Trata-se de um software que j\u00e1 possui mais de 70 milh\u00f5es de dados e fornece informa\u00e7\u00f5es em tempo real sobre a composi\u00e7\u00e3o do leite produzido nas diversas regi\u00f5es do pa\u00eds\", explicou Martins. Em breve, institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas credenciadas poder\u00e3o acessar o Sistema via computador, tablet ou celular.<\/p>\n<p> O SIMQL permite ao usu\u00e1rio gerar informa\u00e7\u00f5es em esfera macrorregional, microrregional e at\u00e9 mesmo municipal. Possibilita, ainda, comparar localidades entre si e identificar as regi\u00f5es mais cr\u00edticas, que demandam a\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 melhoria de qualidade com maior urg\u00eancia. A expectativa \u00e9 que o Sistema possa otimizar a loca\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos e privados e os trabalhos de fiscaliza\u00e7\u00e3o, inspe\u00e7\u00e3o e fomento. O Sistema foi desenvolvido em 2016 pela Embrapa em conjunto com o MAPA por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agr\u00e1rio (SDA) e Secretaria de Integra\u00e7\u00e3o e Mobilidade Social (SIMS). (Embrapa)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong>A cadeia l\u00e1ctea recuperou o otimismo e espera um ano melhor<\/strong><\/p>\n<p> A instabilidade pre\u00e7os dominou o setor l\u00e1cteo mundial durante todo ano de 2016 e 2017 come\u00e7a com algumas incertezas, dentre elas, Como a pol\u00edtica comercial do governo Donald Trump afetar\u00e1 fortes compradores de l\u00e1cteos, como a China? Mas as vacas continuam produzindo leite e \u00e9 preciso ordenh\u00e1-las duas vezes ao dia (existem pa\u00edses que ordenham tr\u00eas vezes) e o produtor sabe muito bem dos sacrif\u00edcios.&nbsp;<\/p>\n<p> No Uruguai, apesar do endividamento de toda a cadeia l\u00e1ctea, estimado em US$ 300 milh\u00f5es, o setor mostra mais otimismo este ano e pouco a pouco, come\u00e7a a ver algumas luzes no horizonte, que esteve bastante sombrio no ano passado. A ind\u00fastria de latic\u00ednios, ou pelo menos algumas ind\u00fastrias, est\u00e3o dando sinais de que falta leite no Uruguai e os produtores est\u00e3o esperan\u00e7osos de que os pre\u00e7os subam mais, para pelo menos, come\u00e7ar a recuperar as perdas de 2016. O Uruguai produz anualmente em torno de 2,3 bilh\u00f5es de litros de leite; s\u00e3o 3.200 produtores que entregam leite para a ind\u00fastria e 950 que fabricam queijo artesanal. \"A impress\u00e3o que se tem \u00e9 que o produtor precisaria receber mais de 10 pesos por litro, para ganhar alguma coisa.&nbsp;<\/p>\n<p> Pelo menos hoje n\u00e3o estamos perdendo dinheiro, mas, tamb\u00e9m n\u00e3o estarmos recuperando nada do que perdemos\", afirmou a El Pa\u00eds o assessor do setor l\u00e1cteo e secret\u00e1rio da C\u00e2mara Uruguaia de Produtos de Leite, Dario Jorcin. Entre suas fazendas e as que assessora, s\u00e3o mais de 2.500 vacas ordenhadas, diariamente. No ano passado o produtor tinha duas op\u00e7\u00f5es, perder dinheiro ou endividar-se. Na maioria das fazendas ocorreram as duas coisas. Jorcin disse ter a convic\u00e7\u00e3o de que est\u00e1 faltando leite no Uruguai.&nbsp;<\/p>\n<p> \"Neste momento, pelo menos at\u00e9 antes da chuva, havia muitas f\u00e1bricas pequenas buscando leite e pagando 9,50 e 9,60 pesos por litro, sem nunca chegar a 10\", reconhece. Alguns produtores reivindicam \u00e0 Conaprole, a maior ind\u00fastria de latic\u00ednios do Uruguai, que comece a pagar 10 pesos em fevereiro, mas o certo \u00e9 que em 2016 a ind\u00fastria tamb\u00e9m esteve muito mal, com pre\u00e7os internacionais deprimidos, investimentos em curso e menor volume exportado. \"Sa\u00edram do Uruguai duas importantes ind\u00fastrias de latic\u00ednios - A Ecolat e a Schreiber Foods - no ano passado e que demandavam muito leite. Ficaram muitas f\u00e1bricas pequenas que trabalhavam com 3.000 litros\", explicou Jorcin. Do ponto de vista deste assessor e produtor, \"A Indulacsa (Lactalis Uruguai) est\u00e1 precisando de leite, mas n\u00e3o paga muito mais\". A boa not\u00edcia \u00e9 que os investimentos continuam.&nbsp;<\/p>\n<p> \"A Granja Pocha est\u00e1 construindo uma queijaria nova em Juan Lacaze para 200.000 litros e na primavera passada esteve captando quase 100.000\", lembrou Jorcin, mostrando alguns exemplos de que ser\u00e1 necess\u00e1rio mais leite. Mas, al\u00e9m do pre\u00e7o interno para que o produtor uruguaio receba 10 pesos por litro (e a isto precisa descontar o pagamento ao Fundo Leiteiro), sempre haver\u00e1 a depend\u00eancia dos pre\u00e7os internacionais. Pois, mesmo com a excelente temporada tur\u00edstica e as f\u00e1bricas de queijo de Nueva Helv\u00e9cia estejam vendendo bem, isto dura at\u00e9 fevereiro. E depois? Apesar da cadeia l\u00e1ctea uruguaia, Jorc\u00edn, e alguns assessores agr\u00edcolas inclusive autoridades do governo estar mais otimistas em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, o setor sofreu golpes severos no ano passado, e continua \"ca\u00eddo\".<\/p>\n<p> \"O impulso que vinha nos tr\u00eas ou quatro anos anteriores, que todo mundo procurava novas \u00e1reas, e cresciam as fazendas, agora parou\", reconheceu Jorc\u00edn. Hoje n\u00e3o existe capacidade de poupar e se n\u00e3o perde dinheiro, gasta tudo o que ganha. \"A impress\u00e3o que tenho \u00e9 que em 2017 haver\u00e1 mais leite do que em 2016, que foi muito ruim, mas n\u00e3o chegar\u00e1 aos n\u00edveis de 2014 e 2015\", afirmou o secret\u00e1rio da C\u00e2mara Uruguaia de Produtores de Leite. (El Pa\u00eds - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Macro|Cepea: Agroneg\u00f3cio soma 19 milh\u00f5es de pessoas ocupadas, metade dentro da porteira<\/strong><\/p>\n<p> Pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, revela que, atualmente, chega em cerca de 19 milh\u00f5es o n\u00famero de pessoas ocupadas no agroneg\u00f3cio brasileiro, com destaque para o segmento prim\u00e1rio (\"dentro da porteira\"), com 9,09 milh\u00f5es de trabalhadores ou quase metade do total. Agroind\u00fastria e servi\u00e7os empregam, respectivamente, 4,12 milh\u00f5es e 5,67 milh\u00f5es de pessoas, enquanto, no segmento de insumos do agroneg\u00f3cio, est\u00e3o outras 227,9 mil pessoas. Esses n\u00fameros referem-se ao ano de 2015 (dados mais recentes) e n\u00e3o incluem os trabalhadores que produzem exclusivamente para pr\u00f3prio consumo.<br \/> &nbsp;<br \/> No segmento prim\u00e1rio agr\u00edcola do agroneg\u00f3cio, destaca-se a quantidade expressiva de pessoas ocupadas no grupo \"outras lavouras\"*, de 2,9 milh\u00f5es de trabalhadores, correspondentes \u00e0 metade do total empregado, de 5,9 milh\u00f5es. Outros 16% est\u00e3o ligados a atividades com gr\u00e3os e 12%, com caf\u00e9. No segmento prim\u00e1rio da pecu\u00e1ria, por sua vez, a bovinocultura, de corte e leite, predomina no que diz respeito \u00e0 quantidade de pessoas ocupadas, participando com 65% do total, de 3,16 milh\u00f5es de trabalhadores.<br \/> &nbsp;<br \/> Apesar do grande n\u00famero de pessoas ocupadas no segmento prim\u00e1rio do agroneg\u00f3cio, ainda \u00e9 elevada a parcela sem carteira assinada neste segmento. Por outro lado, na ind\u00fastria e nos insumos, os trabalhadores com carteira assinada representam a maioria do total. Considerando-se todos os segmentos do agroneg\u00f3cio, 36% dos empregados t\u00eam carteira assinada e 33% atuam por conta pr\u00f3pria. Outros 15% est\u00e3o como empregados sem carteira assinada e apenas 4%, como empregadores. Os demais 12% se distribuem entre as categorias de trabalhadores dom\u00e9sticos, familiares auxiliares ou militares. &nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> O estudo do Cepea aponta, ainda, que, no agroneg\u00f3cio, tem-se elevada concentra\u00e7\u00e3o de pessoas que n\u00e3o chegaram a iniciar o ensino m\u00e9dio, somando quase 60% do total de pessoas ocupadas. Ao mesmo tempo, o percentual de pessoas com ensino superior completo no agroneg\u00f3cio se limita a 8,5%, frente a uma taxa de quase 17% para o mercado de trabalho brasileiro em geral. Esse quadro reflete principalmente os dados verificados no segmento prim\u00e1rio, em que mais de 80% das pessoas ocupadas n\u00e3o iniciaram o ensino m\u00e9dio.<br \/> &nbsp;<br \/> SAL\u00c1RIOS - Empregados** do agroneg\u00f3cio brasileiro recebem, em m\u00e9dia, R$ 1.499 mensais, conforme dados de 2015. O segmento que mais remunera \u00e9 o de insumos, que inclui a produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes, defensivos, ra\u00e7\u00f5es, produtos veterin\u00e1rios e m\u00e1quinas e equipamentos agr\u00edcolas, com rendimento m\u00e9dio mensal habitual de R$ 2.331 (para a mesma categoria de empregados*). O segmento prim\u00e1rio, por sua vez, paga, em m\u00e9dia, R$ 998 mensais na pecu\u00e1ria e R$ 891 por m\u00eas na agricultura, correspondendo aos menores sal\u00e1rios entre os segmentos do agroneg\u00f3cio, ainda considerando-se os dados de 2015. Os empregados na \u00e1rea de servi\u00e7os recebem R$ 2.019 por m\u00eas. Para os trabalhadores da ind\u00fastria agr\u00edcola e pecu\u00e1ria, os sal\u00e1rios s\u00e3o de R$ 1.663 e R$ 1.397, respectivamente. (Agrolink)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>General Mills pede patente para criar produtos alternativos aos latic\u00ednios<\/em><\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>A grande empresa de alimentos General Mills recentemente entrou com um pedido de patente nos Estados Unidos para um projeto que se concentra na cria\u00e7\u00e3o de alternativas a latic\u00ednios a partir de v\u00e1rios feij\u00f5es e leguminosas.A empresa afirmou que ir\u00e1 explorar op\u00e7\u00f5es de ingredientes \u00e0 base de vegetais, como feij\u00e3o fava, gr\u00e3o de bico, lentilha, feij\u00e3o adzuki e outras leguminosas na cria\u00e7\u00e3o de produtos como iogurte, maionese e leites vegetais.A General Mills divulgou que pretende testar v\u00e1rios m\u00e9todos de hidrata\u00e7\u00e3o e aquecimento de leguminosas, adi\u00e7\u00e3o de um agente de acidifica\u00e7\u00e3o (como vinagre), bem como aromatizantes para criar alternativas aos produtos l\u00e1cteos animais e \u00e0 base de soja.\"A prote\u00edna \u00e9 um ingrediente que continua despertando interesse na sa\u00fade do consumidor e \u00e9 necess\u00e1ria no mundo em desenvolvimento\", afirma a aplica\u00e7\u00e3o antes de discutir as tend\u00eancias dos consumidores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s alternativas sem latic\u00ednios, apontando raz\u00f5es \u00e9ticas e ambientais, como tamb\u00e9m a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose. Esta n\u00e3o \u00e9 a primeira vez em que a multinacional tem explorado op\u00e7\u00f5es sem leite. Em maio de 2016, a General Mills fez investimentos de US$ 18 milh\u00f5es na companhia vegana Kite Hill, localizada na Calif\u00f3rnia, por meio de seu fundo de capital de risco, segundo a Veg News. (Fonte: Reda\u00e7\u00e3o ANDA\/Guialat)<\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25 de janeiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.430 &nbsp; Embrapa apresenta sistema de monitoramento do leite a ministro interino da Agricultura Em visita a Juiz de Fora - MG, nesta <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/25\/25-01-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/01\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1400","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1400"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1400\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1400"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1400"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}