{"id":13982,"date":"2024-01-12T18:05:35","date_gmt":"2024-01-12T18:05:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=13982"},"modified":"2024-01-12T18:05:35","modified_gmt":"2024-01-12T18:05:35","slug":"12-01-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/01\/12\/12-01-2024\/","title":{"rendered":"12\/01\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 12 de janeiro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.064<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>SINDILAT: Pastoreio Rotat\u00ednuo aumenta produtividade em fazendas leiteiras<br \/>\n<\/b><br \/>\nConsolidado ao longo de 16 anos de aplica\u00e7\u00e3o, o conceito do Pastoreio Rotat\u00ednuo tem devolvido esperan\u00e7a atrav\u00e9s do aumento na produ\u00e7\u00e3o e, consequentemente, na renda para produtores leiteiros ga\u00fachos. \u00c9 o que atesta o zootecnista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Paulo C\u00e9sar de Faccio Carvalho, respons\u00e1vel pelo desenvolvimento do conceito de manejo que consiste na diminui\u00e7\u00e3o do tempo gasto pelas vacas na obten\u00e7\u00e3o de seus requerimentos nutricionais via pastejo. O sistema foi apresentado durante reuni\u00e3o do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat\/RS) aos associados. \u201cO Rotat\u00ednuo permite uma equaliza\u00e7\u00e3o entre o tempo da vaca e o dos produtores. Com duas ordenhas e acesso ao pasto nas horas mais quentes, a chance de uma vaca conseguir, por exemplo, consumir os 19 kg de mat\u00e9ria seca de que precisa para produzir cerca de 30 litros\/dia \u00e9 pequena. Falta-lhe tempo. Desta forma, os produtores acabam tendo que suplementar em n\u00edveis elevados de silagem e concentrado, aumentando os custos. Costumo dizer que temos custo de primeiro mundo com produtividade de terceiro mundo pois, de forma geral, menos de 40% da dieta da vaca \u00e9 constitu\u00edda de pasto\u201d, compara.<\/p>\n<p>Segundo o professor, s\u00e3o feitas adapta\u00e7\u00f5es na forma de uso da pastagem com o objetivo de garantir que mais de 60% da dieta do animal venha do pasto. Para tanto, os animais precisam ter acesso ao pasto no in\u00edcio da manh\u00e3 e no final da tarde e os hor\u00e1rios de ordenha devem ser ajustados. Al\u00e9m disso, a estrutura do pasto tem que favorecer a m\u00e1xima ingest\u00e3o de nutrientes por minuto de pastejo, o que \u00e9 conseguido pelo oferecimento do pasto em alturas especificamente designadas, economizando o tempo de alimenta\u00e7\u00e3o das vaca. Esta \u00e9 a ess\u00eancia do conceito do Pastoreio Rotat\u00ednuo: a exata estrutura do pasto para facilitar o consumo, minimizando o tempo necess\u00e1rio no processo de pastejo. \u201cO ajuste da estrutura do pasto em cerca de um cent\u00edmetro pode significar entre 90 kg a 150 kg de mat\u00e9ria seca (MS) por hectare. Esta diferen\u00e7a \u00e9 crucial para animais de elevada demanda, como vacas lactantes. Pastos com estrutura ideal podem significar incrementos de ingest\u00e3o de pasto superiores a 0,5 kg de MS\/h de pastejo. E, este ritmo de ingest\u00e3o, por sua vez, define se um animal pode se saciar do pasto ou se precisar\u00e1 ainda de muita silagem para complementar seus requerimentos\u201d, detalha o professor.<\/p>\n<p>\u201cVamos a um exemplo de como o manejo sob Rotat\u00ednuo \u00e9 diferente do usual. O azev\u00e9m \u00e9 um pasto frequentemente usado em sistemas com descansos de 30 dias, quatro pastoreios nesses intervalos, cujo tempo de descanso acarreta alturas de entrada superiores a 25 cm. Cada vez que as vacas entram, \u00e9 comum se ter por objetivo aproveitar bem o pasto e n\u00e3o o desperdi\u00e7ar, o que faz com que as alturas na retirada dos animais sejam inferiores a 10 cm. J\u00e1 o conceito do Rotat\u00ednuo muda radicalmente a forma de conduzir esse manejo. Nossos experimentos demonstram que as vacas maximizam sua ingest\u00e3o em pastos com azev\u00e9m a 20 cm de altura, e que n\u00e3o se pode baixar o pasto abaixo de 12 cm. Ao respeitar essas condi\u00e7\u00f5es, o pasto rebrota bem mais r\u00e1pido e o descanso cai para algo em torno de 10 dias, o que faz com que o n\u00famero de pastoreios aumente, chegando a 12 ou mais. Outra consequ\u00eancia \u00e9 que a necessidade de piquetes diminui bastante, pois o per\u00edodo de descanso \u00e9 bem pequeno. \u00c9 muito comum termos mais de 30 piquetes antes de mudar para o Rotat\u00ednuo, e usarmos menos de 10 piquetes depois da transi\u00e7\u00e3o. Diminuem, portanto, os custos com cerca, os problemas na distribui\u00e7\u00e3o de aguadas e o tempo que o produtor dedica na divis\u00e3o dos piquetes\u201d, explica o professor. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s vacas, no Rotat\u00ednuo, ao permitir que se aumente o consumo de pasto por unidade de tempo em pastejo, consegue-se a invers\u00e3o da dieta de 40:60 pasto:silagem para 60:40 pasto:silagem, fazendo cair os custos do leite produzido em&nbsp; mais de 30%.<\/p>\n<p>O manejo de pastagens sob o conceito do Pastoreio Rotat\u00ednuo faz parte das a\u00e7\u00f5es do programa Produ\u00e7\u00e3o Integrada em Sistemas Agropecu\u00e1rios (PISA), oferecido como solu\u00e7\u00e3o para os produtores atrav\u00e9s do Sebrae-RS em parceria com a Alian\u00e7a SIPA. \u201cO PISA \u00e9 uma alternativa, uma terceira via \u00e0queles que n\u00e3o querem, ou n\u00e3o podem, \u201cfechar as vacas\u201d em sistemas mais intensivos. Por\u00e9m, ainda que a base de pasto, as adapta\u00e7\u00f5es sugeridas no PISA, com tecnologias de baixo custo e buscando a efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o, podem fazer mais que dobrar a produ\u00e7\u00e3o de leite atrav\u00e9s do melhor aproveitamento dos recursos j\u00e1 instalados nas fazendas leiteiras, garantindo autonomia e mantendo os produtores na atividade\u201d, destaca Carvalho.<\/p>\n<p>O PISA j\u00e1 foi aplicado em cerca de tr\u00eas mil propriedades rurais nos estados de SC, PR e RS. Em 2023 eram mais de 700 propriedades ativas no programa. Com dura\u00e7\u00e3o de quatro anos, o programa compreende a\u00e7\u00f5es individuais e coletivas de diagn\u00f3stico, treinamento, consultoria, planejamento integrado e monitoramento, dentre outros. O p\u00fablico atendido \u00e9 composto majoritariamente por produtores que t\u00eam, em m\u00e9dia, 18 vacas em lacta\u00e7\u00e3o e rebanho m\u00e9dio de 32 animais, e que produzem menos de 400 litros\/dia, perfil que corresponde a 84% das propriedades leiteiras ga\u00fachas, conforme dados da Emater RS. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p><b>Por que tanta importa\u00e7\u00e3o nos l\u00e1cteos?<br \/>\n<\/b><br \/>\nHistoricamente, os volumes de importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos do Brasil sempre foram bastante correlacionados ao diferencial de pre\u00e7os do leite ao produtor (em d\u00f3lares por litro) pagos aqui no nosso mercado e no Mercosul.<br \/>\nComo mostra o gr\u00e1fico 1, que apresenta esta rela\u00e7\u00e3o, sempre que ela ultrapassa um determinado patamar m\u00e9dio (de 14%, ne m\u00e9dia do per\u00edodo de 2009 a 2023) os volumes de importa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m sobem; a rela\u00e7\u00e3o inversa tamb\u00e9m funciona, isto \u00e9, quando os pre\u00e7os do leite aqui no Brasil ficam mais pr\u00f3ximos (ou at\u00e9 menores) que no Mercosul, os volumes importados caem.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Rela\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os do leite ao produtor (Brasil\/Mercosul) e volume de importa\u00e7\u00f5es de 2009 a 2023<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/a9LM87ABF0411\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/a9LM87ABF0411\"><br \/>\nNo entanto, no per\u00edodo destacado no quadro vermelho pontilhado do gr\u00e1fico 1, esta rela\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os n\u00e3o determinou os volumes de importa\u00e7\u00e3o. Trata-se do per\u00edodo a partir de agosto de 2022 at\u00e9 o final de 2023 \u2013 a rela\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os do leite baixou consideravelmente e os volumes de importa\u00e7\u00f5es, ao contr\u00e1rio, subiram bastante e se mantiveram bastante elevados at\u00e9 o final de 2023.<\/p>\n<p>A explica\u00e7\u00e3o fica ainda mais complexa quando verificamos as vendas de l\u00e1cteos no primeiro semestre de 2023, quando os volumes ca\u00edram, em m\u00e9dia 3% em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro semestre de 2022; adicionalmente verificou-se um crescimento de 1,3% na produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite no primeiro semestre do ano em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior.<\/p>\n<p>Enfim, tivemos demanda menor e produ\u00e7\u00e3o maior. Por que ent\u00e3o tanta importa\u00e7\u00e3o? Algumas hip\u00f3teses que podem ajudar a entender (e a projetar o que pode acontecer em 2024):<\/p>\n<p>Altas expectativas do setor sobre o cen\u00e1rio de crescimento econ\u00f4mico e demanda num novo governo Lula: sabidamente o nosso setor \u00e9 pr\u00f3digo em avaliar cen\u00e1rios e decidir com base em expectativas (normalmente otimistas). O novo governo Lula, que normalmente toma medidas para a ativa\u00e7\u00e3o da economia e do consumo, gerou expectativas de grande aumento de consumo no in\u00edcio deste ano. Os pre\u00e7os elevados dos l\u00e1cteos na ponta final trataram de \u201cjogar \u00e1gua fria na fervura\u201d do consumo no in\u00edcio de 2023.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTempo entre contratar as importa\u00e7\u00f5es e a chegada dos volumes ao mercado brasileiro: os traders e empresas importadoras mencionam de 45 dias a 2 meses entre fechar o neg\u00f3cio e os volumes efetivamente chegarem ao comprador. Nos \u00faltimos meses de 2023 este \u201clead time\u201d pode ter sido at\u00e9 maior (quase de 3 meses), em fun\u00e7\u00e3o das maiores dificuldades de obten\u00e7\u00e3o de LI\u2019s (Licen\u00e7as de Importa\u00e7\u00e3o) e pela burocratiza\u00e7\u00e3o da entrada de produtos, num ambiente de mercado no qual produtores e muitas ind\u00fastrias j\u00e1 come\u00e7avam a \u201cgrita\u201d contra os produtos importados;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDiferencial de pre\u00e7os do leite em p\u00f3 industrial (LPI) entre o mercado brasileiro e o mercado internacional: este pode ser o motivo que mais explica os volumes ainda elevados de importa\u00e7\u00f5es. Como mostra o gr\u00e1fico 2, a partir de meados de 2022 (mais precisamente, mar\u00e7o de 2022) o diferencial de pre\u00e7os do leite em p\u00f3 industrial no mercado brasileiro e no mercado mundial (representado no gr\u00e1fico pelas cota\u00e7\u00f5es do GDT) cresceu bastante. Ainda que os pre\u00e7os ao produtor tenham se aproximado da m\u00e9dia do Mercosul, o derivado em p\u00f3 seguiu alto, estimulando a manuten\u00e7\u00e3o e o aumento dos volumes importados.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Qhl788ABF0490\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Qhl788ABF0490\"><\/p>\n<p>No cen\u00e1rio de mercado de 2024, entramos o ano ainda com um significativo diferencial de pre\u00e7os do LPI entre o mercado brasileiro e o mercado internacional (GDT). Eventuais restri\u00e7\u00f5es de oferta no Mercosul (principalmente na Argentina, onde a produ\u00e7\u00e3o no primeiro semestre deste ano deve cair entre 4% e 6%) e as medidas de cortes de benef\u00edcios fiscais adotadas pelo governo brasileiro (e que devem ser efetivas a partir de fevereiro) podem reduzir um pouco o \u00edmpeto importador, mas nada como o bom e velho \u201cpre\u00e7o\u201d para determinar exatamente o que pode acontecer. (Valter Galan\/Milkpoint)<\/p>\n<p><b>Regulamenta\u00e7\u00e3o da reforma ter\u00e1 19 grupos de trabalho<br \/>\n<\/b><br \/>\nO governo deve criar 19 grupos t\u00e9cnicos de trabalho com Estados e munic\u00edpios para regulamentar a reforma tribut\u00e1ria, aprovada e promulgada pelo Congresso Nacional no fim do ano passado. A previs\u00e3o \u00e9 que a portaria saia em breve no \u201cDi\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o\u201d. O Executivo tem at\u00e9 180 dias da promulga\u00e7\u00e3o para enviar os projetos de leis complementares ao Legislativo, mas o presidente da C\u00e2mara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), deseja que os textos cheguem o quanto antes para que haja tempo de os parlamentares discutirem as mat\u00e9rias. No Executivo, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 terminar as propostas at\u00e9 mar\u00e7o. Segundo minuta obtida pelo Valor, os grupos t\u00e9cnicos ser\u00e3o voltados \u00e0 regulamenta\u00e7\u00e3o do Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (IBS) e da Contribui\u00e7\u00e3o sobre Bens e Servi\u00e7os (CBS). O primeiro \u00e9 um tributo de compet\u00eancia da Uni\u00e3o, e o segundo, dos entes.&nbsp;<\/p>\n<p>Os grupos ser\u00e3o tem\u00e1ticos. Entre os assuntos a serem tratados, est\u00e3o regimes espec\u00edficos e especiais; cesta b\u00e1sica e cashback; transi\u00e7\u00e3o; modelo operacional; comit\u00ea gestor; fundos; al\u00edquotas de refer\u00eancia; Imposto Seletivo; e Zona Franca. (ver quadro) Parte dos grupos ter\u00e1 seis representantes titulares, e parte, nove. Em ambos os casos, a participa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 parit\u00e1ria entre Uni\u00e3o, Estados e munic\u00edpios. A minuta diz que compete aos grupos discutir os temas relativos a seu escopo de atua\u00e7\u00e3o e formular a respectiva proposta de texto legal, acompanhada de relat\u00f3rio com fundamenta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica.&nbsp;<\/p>\n<p><u>C\u00fapula da C\u00e2mara quer que projetos sejam enviados antes do prazo legal de 180 dias&nbsp;<\/u><br \/>\nHaver\u00e1, ainda, uma comiss\u00e3o de sistematiza\u00e7\u00e3o, que formular\u00e1 o cronograma e o escopo de inicial de trabalho de cada grupo. Essa comiss\u00e3o ser\u00e1 uma esp\u00e9cie de coordena\u00e7\u00e3o, liderada pela Secretaria Extraordin\u00e1ria da Reforma Tribut\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Fazenda. Haver\u00e1, ainda, uma equipe de quantifica\u00e7\u00e3o que auxiliar\u00e1 no trabalho. A previs\u00e3o \u00e9 que esse \u00f3rg\u00e3o m\u00e1ximo unifique o resultado dos grupos e proponha os anteprojetos de leis. Paralelamente, os Estados formaram 21 subgrupos de trabalho no \u00e2mbito do Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz) tamb\u00e9m para debater a regulamenta\u00e7\u00e3o da reforma tribut\u00e1ria. Nesses subgrupos, somente os Estados t\u00eam participa\u00e7\u00e3o. A ideia \u00e9 chegar a uma converg\u00eancia de interesses das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>As conclus\u00f5es dos subgrupos do Confaz ser\u00e3o levadas para os grupos formados por Uni\u00e3o, Estados e munic\u00edpios e para comiss\u00e3o de sistematiza\u00e7\u00e3o. Uma fonte admite que ser\u00e3o muitos grupos funcionando ao mesmo tempo - diante de um prazo ex\u00edguo de trabalho, mas garante que o objetivo de todos \u00e9 ter textos os mais consensuados o poss\u00edvel. Quando isso n\u00e3o acontecer, as propostas ser\u00e3o levadas \u00e0 comiss\u00e3o, que deve \u201cdeliberar\u201d para criar um documento final que servir\u00e1 de par\u00e2metro para as leis complementares. Conforme mostrou o Valor, pelo menos 71 pontos da reforma precisar\u00e3o ser detalhados em leis complementares.<\/p>\n<p>Ao menos tr\u00eas projetos de lei devem ser enviados ao Congresso: um com a regulamenta\u00e7\u00e3o geral dos novos tributos, outro sobre o comit\u00ea gestor do IBS e um terceiro para o Imposto Seletivo. Os demais temas ser\u00e3o inseridos nesses projetos ou num quarto ou quinto. A movimenta\u00e7\u00e3o na c\u00fapula da C\u00e2mara para que os projetos sejam enviados antes do prazo de 180 dias \u00e9 um esfor\u00e7o para que os textos seja constru\u00eddo um caminho para aprova\u00e7\u00e3o dos textos ainda neste ano. Por ser ano eleitoral, \u00e9 preciso ganhar tempo para aumentar as chances de aprova\u00e7\u00e3o. A ideia \u00e9 escalar um time de parlamentares afiado para dividir as relatorias desses projetos. Com isso, nada ficar\u00e1 concentrado nas m\u00e3os do relator da reforma tribut\u00e1ria, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o que aumenta as chances de avan\u00e7o. Nos bastidores, parlamentares afirmam que a pauta econ\u00f4mica tem grandes chances de continuar prosperando no Legislativo assim como ocorreu em 2023, mas pontuam que isso depender\u00e1 de uma \u201cDR\u201d com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que estremeceu a rela\u00e7\u00e3o ao enviar uma medida provis\u00f3ria (MP) nos \u00faltimos dias do ano passado. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/X3kt5dABF0268\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/X3kt5dABF0268\"><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><b>A pr\u00f3xima semana poder\u00e1 ter elevados volumes de chuva no RS<br \/>\n<\/b>A pr\u00f3xima semana poder\u00e1 ter elevados volumes de chuva no RS. \u00c9 o que prev\u00ea o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia\">Boletim Integrado Agrometeorol\u00f3gico 02\/2024<\/a>, da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), em parceria com a Emater\/RS-Ascar e o Irga. Na quinta (11\/01), a aproxima\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o manter\u00e1 a nebulosidade e as pancadas de chuva na maioria das regi\u00f5es, com possibilidade de temporais isolados principalmente nos setores Oeste e Norte. Na sexta-feira (12\/01), o tempo firme com sol e temperaturas elevadas predominar\u00e1 na maior parte do Estado; na Regi\u00e3o Norte e Nordeste, haver\u00e1 c\u00e9u nublado e pancadas de chuva. No s\u00e1bado (13), o tempo permanecer\u00e1 seco em todo o RS, e o ingresso de ar quente favorecer\u00e1 a eleva\u00e7\u00e3o das temperaturas, que poder\u00e3o ultrapassar 35 \u00b0C em algumas regi\u00f5es, especialmente nas Miss\u00f5es e Alto Uruguai. No domingo (14), a presen\u00e7a do ar quente manter\u00e1 o forte calor, e ocorrer\u00e3o pancadas de chuva no decorrer do dia na maioria das regi\u00f5es com possibilidade de temporais principalmente na Metade Sul. Na segunda-feira (15), o tempo seco com temperaturas elevadas e alto teor de umidade predominar\u00e1 em todo o Estado. Na ter\u00e7a (16) e quarta-feira (17), o deslocamento de uma frente fria provocar\u00e1 chuva em todas as regi\u00f5es com risco de tempestades isoladas. Acompanhe todas as publica\u00e7\u00f5es agrometeorol\u00f3gicas da Secretaria em&nbsp; www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia. 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