{"id":13944,"date":"2024-01-03T19:50:35","date_gmt":"2024-01-03T19:50:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=13944"},"modified":"2024-01-03T19:52:20","modified_gmt":"2024-01-03T19:52:20","slug":"03-01-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/01\/03\/03-01-2024\/","title":{"rendered":"03\/01\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 03 de janeiro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.057<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>O que esperar do mercado de leite em 2024?<br \/>\n<\/b><br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 disponibilidade de leite, 2024 deve come\u00e7ar com o mercado em situa\u00e7\u00e3o exatamente oposta ao que foi observado no primeiro semestre de 2023; no primeiro semestre de 2023 a produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite come\u00e7ou em queda (-1,2% no primeiro trimestre em rela\u00e7\u00e3o mesmo per\u00edodo de 2022) e acelerou fortemente no segundo trimestre (+4,0% de crescimento vs 2022).<\/p>\n<p>Naquele momento, aos volumes crescentes de produ\u00e7\u00e3o local foram agregados volumes extremamente elevados de leite importado \u2013 observando agora os volumes importados de leite no primeiro semestre de 2023, claramente pode-se dizer que foram pouco coerentes com a situa\u00e7\u00e3o de oferta de leite naquele momento. No primeiro semestre de 2023, tivemos meses de crescimento da disponibilidade per capita da ordem de 11 a 12% em rela\u00e7\u00e3o a 2022.<\/p>\n<p>O ano de 2024 deve come\u00e7ar com a produ\u00e7\u00e3o em desacelera\u00e7\u00e3o, fruto da forte queda de rentabilidade experimentada pelo produtor de leite durante 2023 (observe, no gr\u00e1fico 1, o indicador Receita Menos Custo da Alimenta\u00e7\u00e3o \u2013 RMCA e os patamares bastante diferentes no primeiro e no segundo semestre do ano)<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Evolu\u00e7\u00e3o do Receita Menos Custo da Alimenta\u00e7\u00e3o (RMCA).<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/xk3v81ABF0299\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/xk3v81ABF0299\"><br \/>\nFonte: MilkPoint Mercado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAl\u00e9m da perda de rentabilidade, evidenciada pela evolu\u00e7\u00e3o do RMCA ao longo de 2023, fatores estruturais (como redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de produtores e no n\u00famero de vacas em produ\u00e7\u00e3o) devem comprometer os volumes produzidos no in\u00edcio de 2024.<\/p>\n<p>Adicionalmente, o forte El Ni\u00f1o pelo qual passa o pa\u00eds tende a trazer desafios de produ\u00e7\u00e3o no sul do pa\u00eds (milho plantado para silagem com alguns problemas de qualidade) e na oferta de milho gr\u00e3o em todo o mercado (atrasos no plantio da safra de ver\u00e3o atrasando\/reduzindo a segunda safra, de milho, no Centro Oeste).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, os volumes no primeiro semestre de 2024 tendem a ser menores do que os do mesmo per\u00edodo de 2023, ainda que permane\u00e7am em patamares elevados. V\u00e1rios fatores associados \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o no Uruguai e na Argentina e, principalmente, aos aspectos econ\u00f4micos da cadeia l\u00e1ctea na Argentina, trazem uma s\u00e9rie de incertezas sobre o cen\u00e1rio de exporta\u00e7\u00f5es ao Brasil em 2024 (a figura 1 apresenta um resumo destes fatores)<\/p>\n<p>Figura 1. Fatores que podem fazer crescer ou decrescer o volume de importa\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas no Brasil em 2024.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/u1MccbABF0211\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/u1MccbABF0211\"><br \/>\nFonte: MilkPoint Mercado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAssim, em resumo, teremos menor produ\u00e7\u00e3o e (possivelmente) menores importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos no primeiro semestre de 2024 (em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023), que resultar\u00e3o numa disponibilidade per capita menor do que em 2023.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, teremos um cen\u00e1rio de demanda tamb\u00e9m oposto ao do in\u00edcio de 2023. Os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos no varejo come\u00e7ar\u00e3o 2024 mais baixos do que em 2023 (quando iniciamos o ano com infla\u00e7\u00e3o de 2 d\u00edgitos nos l\u00e1cteos). A figura 2 mostra os pre\u00e7os no varejo da cidade de S\u00e3o Paulo para o leite UHT e para a Mu\u00e7arela e as varia\u00e7\u00f5es pontuais de pre\u00e7os em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p>Figura 2. Pre\u00e7os do leite UHT e da Mu\u00e7arela no varejo da cidade de S\u00e3o Paulo.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/KNvNe9ABF0284\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/KNvNe9ABF0284\"><br \/>\nFonte: elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados do IPC da FIPE.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAl\u00e9m disso, o ambiente econ\u00f4mico entra 2024 com indicadores favor\u00e1veis, como menores taxas de juros, menor taxa de desemprego entre outros.<br \/>\nEste cen\u00e1rio de pre\u00e7os e ambiente econ\u00f4mico reflete nos volumes de venda de l\u00e1cteos no varejo. Enquanto 2023 come\u00e7ou com queda de 5% a 7% em rela\u00e7\u00e3o a 2022 (segundo dados da Scanntech), os volumes de venda de muitas categorias l\u00e1cteas v\u00eam apresentando recupera\u00e7\u00e3o, que deve seguir no in\u00edcio de 2024.<\/p>\n<p>Assim, come\u00e7amos o ano com menos leite e demanda em recupera\u00e7\u00e3o. Neste cen\u00e1rio, \u00e9 razo\u00e1vel esperar uma rea\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida de pre\u00e7os de leite ao produtor (que, de fato, segundo o Cepea, j\u00e1 come\u00e7ou no pagamento de dezembro\/2023, pelo leite de novembro\/2023, efeito que raramente se observa no pagamento de dezembro).<\/p>\n<p>Obviamente, muitos desafios devem permear o mercado durante o ano, como o limite de subida de pre\u00e7os (ponto a partir do qual o consumo come\u00e7a a recuar) e o cen\u00e1rio de importa\u00e7\u00f5es (sujeito a todos os fatores que mencionados neste artigo e a eventuais novas vari\u00e1veis que venham influenciar o mercado internacional, os mercados no Mercosul e a competitividade\/disponibilidade de leite importado).<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, n\u00e3o podemos deixar de ser otimistas em rela\u00e7\u00e3o a um ano de 2024, que entra com a perspectiva de recupera\u00e7\u00e3o de consumo de l\u00e1cteos (lembremos que desde 2015 andamos \u201cde lado\u201d ou na \u201cmarcha r\u00e9\u201d em rela\u00e7\u00e3o aos volumes consumidos de l\u00e1cteos no mercado brasileiro). (Valter Galan\/Milkpoint Mercado)<\/p>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<p><b>Gastos federais e perda de incentivos no Estado s\u00e3o alertas para o Cooperativismo<br \/>\n<\/b><br \/>\n\u201cO ano de 2023 foi razo\u00e1vel no que diz respeito ao desempenho do governo federal. Tivemos a aprova\u00e7\u00e3o da reforma tribut\u00e1ria, mas isso n\u00e3o \u00e9 uma pauta exclusiva do governo, mas dos estados brasileiros e do Congresso Nacional. Evidentemente, o governo ajudou tamb\u00e9m. \u00c9 uma reivindica\u00e7\u00e3o de 30 anos. Mesmo n\u00e3o sendo a reforma ideal, era um anseio desobstruir todo esse emaranhado tribut\u00e1rio. A preocupa\u00e7\u00e3o para o ano de 2024 em rela\u00e7\u00e3o ao governo federal s\u00e3o os gastos. O governo quer investir mais do que o or\u00e7amento comporta, e o d\u00e9ficit zero tem que ser uma das metas que ter\u00edamos de buscar.&nbsp;<\/p>\n<p>No n\u00edvel do governo do Rio Grande do Sul, nossa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamentalmente sobre o aumento de tributos que agora virou a ca\u00e7a \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dos incentivos fiscais. Isso nos preocupa muito porque temos muitas empresas que fizeram seus projetos de viabilidade econ\u00f4mica em cima desses incentivos. Era a regra estabelecida e clara, e agora n\u00f3s temos que trabalhar para mitigar isso.<\/p>\n<p>N\u00f3s, cooperativas, vamos nos organizar para buscar entendimento com o governo estadual, para que possamos reduzir a zero ou pelo menos ao m\u00ednimo poss\u00edvel esses decretos que o governo estabeleceu. Para o ano que vai se iniciar, a quest\u00e3o dos tributos gera preocupa\u00e7\u00e3o, porque o Rio Grande do Sul pode perder a sua competitividade. Quando digo Estado, estou me referindo \u00e0s empresas frente a outras de outros estados. Temos que fazer uma avalia\u00e7\u00e3o quanto ao impacto disso.&nbsp;<\/p>\n<p>No setor cooperativista, temos uma expectativa muito boa e acreditamos em um grande ano para o cooperativismo em 2024. A safra tem se mostrado bastante promissora e acreditamos que vamos ter um ano bastante forte, porque se o agro cresce e produz todos os outros ramos da nossa economia tamb\u00e9m acompanham esse processo de crescimento. Temos crescimento vertiginoso nas \u00e1reas dedicadas ao cr\u00e9dito, \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 infraestrutura. Tamb\u00e9m os ramos do transporte, da sa\u00fade e do trabalho t\u00eam crescido.\u201d (Darci Hartmann, Presidente do Sistema Ocergs\/Correio do Povo)<\/p>\n<p><b>Taxa de desemprego cai para 7,5%<br \/>\n<\/b><br \/>\nA taxa de desocupa\u00e7\u00e3o no trimestre encerrado em novembro foi de 7,5%. \u00c9omenor \u00edndice desde fevereiro de 2015. Especificamente para trimestres terminados em novembro, o \u00edndice \u00e9 o menor desde 2014, quando alcan\u00e7ou 6,6%. O n\u00famero de desocupados chegou a 8,2 milh\u00f5es, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), divulgada na sexta-feira pelo IBGE. No trimestre encerrado em agosto, a taxa estava em 7,8%. J\u00e1 o o trimestre encerrado em agosto de 2022 marcava 8,1%. O resultado foi influenciado pelo n\u00famero de pessoas ocupadas, estimado em 100,5 milh\u00f5es, o maior desde que a s\u00e9rie hist\u00f3rica foi iniciada, em 2012. O n\u00famero representa crescimento de 0,9% em 3 meses.&nbsp;<\/p>\n<p>A quantidade de desempregados ficou est\u00e1vel, com 8,3 milh\u00f5es de pessoas. Esse \u00e9 o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2015, quando havia 8,15 milh\u00f5es de brasileiros procurando trabalho. A propor\u00e7\u00e3o de pessoas ocupadas em idade de trabalhar subiu 0,4 ponto percentual (p.p.) ante o trimestre m\u00f3vel anterior, alcan\u00e7ando 57%. Das 853 mil pessoas inclu\u00eddas nesse universo, a maioria, 515 mil, foi contratada com carteira assinada. Com o refor\u00e7o, o contingente de trabalhadores com carteira assinada soma 37,7 milh\u00f5es, o segundo maior patamar da s\u00e9rie hist\u00f3rica, perdendo apenas para o trimestre encerrado em junho de 2014, quando eram 37,8 milh\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>O n\u00famero de empregados sem carteira foi de 13,4 milh\u00f5es. Apesar de ter ficado est\u00e1vel no per\u00edodo, \u00e9 o maior apurado na s\u00e9rie hist\u00f3rica. Das dez atividades econ\u00f4micas analisadas pelo IBGE, houve aumento no n\u00famero de ocupados apenas na ind\u00fastria, 369 mil pessoas, e na constru\u00e7\u00e3o, 199 mil. As demais atividades permaneceram est\u00e1veis. \u201cA expans\u00e3o da atividade de constru\u00e7\u00e3o ocorreu principalmente por meio da informalidade, com o aumento do emprego sem carteira assinada e por conta pr\u00f3pria sem CNPJ, enquanto a ind\u00fastria impulsionou os trabalhos formais\u201d, disse a coordenadora de Pnad do IBGE, Adriana Beringuy. No trimestre, a taxa de informalidade foi de 39,2% da popula\u00e7\u00e3o ocupada, o que representa 39,4 milh\u00f5es de trabalhadores informais. Nos tr\u00eas meses anteriores, a taxa tinha sido de 39,1%. O rendimento m\u00e9dio real do trabalhador chegou a R$ 3.034, aumento de 2,3% no trimestre. Em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado,a eleva\u00e7\u00e3o foi de 3,8%. (Correio do Povo)<br \/>\n\u200b<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/bEJC61ABF0415\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/bEJC61ABF0415\"><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Pre\u00e7o do painel solar cai&nbsp;<br \/>\n<\/b>A queda m\u00e9dia de 40% no pre\u00e7o dos pain\u00e9is solares em 2023 no Brasil elevou ainda mais a confian\u00e7a dos consumidores brasileiros e a atratividade da instala\u00e7\u00e3o de sistemas fotovoltaicos em telhados, mesmo com a entrada em vigor das novas regras de cobran\u00e7a pelo uso da rede el\u00e9trica na gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda. A an\u00e1lise \u00e9 do Portal Solar, franqueadora com mais de 200 unidades espalhadas pelo Pa\u00eds e 20 mil sistemas fotovoltaicos instalados. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 03 de janeiro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.057 O que esperar do mercado de leite em 2024? Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 disponibilidade de leite, 2024 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/01\/03\/03-01-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/01\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-13944","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13944","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13944"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13944\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13949,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13944\/revisions\/13949"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13944"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13944"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13944"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}