{"id":1394,"date":"2017-01-20T16:29:18","date_gmt":"2017-01-20T16:29:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/20\/20-01-2017\/"},"modified":"2017-01-20T16:29:18","modified_gmt":"2017-01-20T16:29:18","slug":"20-01-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/20\/20-01-2017\/","title":{"rendered":"20\/01\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 20 de janeiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.427<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp; <strong>Mercado de leite no Brasil pode se recuperar em 2017<\/strong><\/p>\n<p> Os n\u00fameros de 2016 s\u00f3 ser\u00e3o divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) em 17 de mar\u00e7o, mas a expectativa \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil sofra a maior queda em 55 anos, desde que os \u00edndices passaram a ser registrados.<\/p>\n<p> \"Embora a capta\u00e7\u00e3o formal de leite no terceiro trimestre do ano passado tenha apresentado uma recupera\u00e7\u00e3o de 12,1% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, o volume total captado teve uma quebra de 4,9% quando comparado ao mesmo per\u00edodo de 2015\", informa o pesquisador da Embrapa Gado de Leite Jo\u00e3o C\u00e9sar Resende.<\/p>\n<p> Os dados iniciais sugerem que a recupera\u00e7\u00e3o tenha se mantido no \u00faltimo trimestre, mas o Pa\u00eds deve fechar 2016 com uma produ\u00e7\u00e3o pouco acima dos 23 bilh\u00f5es de litros, uma retra\u00e7\u00e3o acima de 3% em rela\u00e7\u00e3o a 2015, e h\u00e1 entre os analistas quem aposte em um \u00edndice de 4%. Os dois \u00faltimos anos n\u00e3o foram bons para o setor. Desde 2014, quando o Brasil registrou o maior volume de produ\u00e7\u00e3o de leite sob inspe\u00e7\u00e3o (24,7 bilh\u00f5es de litros), os \u00edndices v\u00eam retrocedendo. Em 2015, a queda foi de 2,8%.&nbsp;<\/p>\n<p> Ano de extremos - Um dos fatores que favoreceu o menor volume produzido foi o pre\u00e7o internacional do leite. Nos leil\u00f5es da plataforma Global Dairy Trade (GDT), a tonelada do leite em p\u00f3 chegou a ser vendida em julho por US$ 2,062.00, pre\u00e7o muito abaixo da m\u00e9dia, segundo analistas.<\/p>\n<p> Isso favoreceu a importa\u00e7\u00e3o de leite da Argentina e do Uruguai. \"Importamos o equivalente a 8% da nossa capta\u00e7\u00e3o de leite no ano que passou\", explica Glauco Rodrigues Carvalho, tamb\u00e9m pesquisador da Embrapa Gado de Leite.<\/p>\n<p> Em dezembro, o leil\u00e3o da GDT j\u00e1 estava pagando pela tonelada do leite em p\u00f3 US$ 3,568. A expectativa de Carvalho \u00e9 que essa seja a m\u00e9dia dos pre\u00e7os internacionais ao longo de 2017, reduzindo a competitividade das importa\u00e7\u00f5es, possibilitando uma recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica.<\/p>\n<p> Outro fator que prejudicou o setor foi a quebra de safra do milho. Enquanto a safra do gr\u00e3o em 2014\/2015 foi de 84,3 milh\u00f5es de toneladas, no per\u00edodo de 2015\/2016 houve uma queda de 21% (66,5 milh\u00f5es de toneladas). Isso encareceu a alimenta\u00e7\u00e3o concentrada do rebanho, aumentando os custos para o produtor. \"Vivemos fatos extremos em 2016, o que demonstrou a desorganiza\u00e7\u00e3o e a fragilidade da cadeia produtiva do leite no Brasil\", argumenta Carvalho. O reflexo dessa fragilidade se deu, principalmente, nos pre\u00e7os pagos ao produtor. O ano come\u00e7ou com pre\u00e7os muito baixos, com o pecuarista recebendo R$ 1,06\/litro. A m\u00e9dia do primeiro semestre ficou abaixo de R$ 1,20.<\/p>\n<p> A consequ\u00eancia foi a queda da atividade industrial, com as ind\u00fastrias chegando a conviver com uma capacidade ociosa em torno de 40%. Para ampliar a capta\u00e7\u00e3o do produto, a rea\u00e7\u00e3o foi aumentar os pre\u00e7os, cuja m\u00e9dia no segundo semestre foi de R$ 1,49\/litro. Carvalho informa que o pico ocorreu em agosto (R$ 1,69), mas teve leite sendo comprado de alguns produtores por mais R$ 2\/litro. \"Com uma amplitude t\u00e3o grande de pre\u00e7os, fica dif\u00edcil para qualquer setor se planejar\", afirma o pesquisador.<\/p>\n<p> Apesar de um ano de t\u00e3o grandes varia\u00e7\u00f5es, desde 2010, o valor pago ao produtor tem mantido uma certa regularidade. A produ\u00e7\u00e3o total do Brasil (leite inspecionado mais leite informal) apresenta uma curva ascendente enquanto os pre\u00e7os caem, o que, segundo Resende, demonstra o potencial da atividade:<\/p>\n<p> \"A longo prazo, a queda dos pre\u00e7os pagos ao produtor reflete a diminui\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o que ocorreu no per\u00edodo. Temos um setor produtivo mais eficiente, que se modernizou tecnologicamente. E os pre\u00e7os para o consumidor tamb\u00e9m acompanham a tend\u00eancia de queda. Se n\u00e3o houvesse essa moderniza\u00e7\u00e3o, estar\u00edamos pagando hoje mais de R$ 4 pelo litro de leite\".<\/p>\n<p> Tend\u00eancias favor\u00e1veis - Carvalho afirma que, para este ano, espera-se um volume de produ\u00e7\u00e3o superior aos registrados em 2015 e 2016, mas sem excesso de oferta. \"Ser\u00e1 um ano de recupera\u00e7\u00e3o de safra, j\u00e1 que a rela\u00e7\u00e3o pre\u00e7o do leite e insumo, na m\u00e9dia, tende a ser melhor\".<\/p>\n<p> O milho, vil\u00e3o do aumento dos custos de concentrado em 2016, tende a ter pre\u00e7os mais amig\u00e1veis. A expectativa \u00e9 que a safra 2016\/2017 do gr\u00e3o gire em torno de 84 milh\u00f5es de toneladas. A previs\u00e3o somente para a safra de inverno \u00e9 de 56 milh\u00f5es de toneladas. O pesquisador espera que a safra de gr\u00e3os no Brasil, capitaneada pela soja, seja recorde este ano.<\/p>\n<p> Como j\u00e1 foi dito, os pre\u00e7os internacionais do leite tendem a subir, dificultando as importa\u00e7\u00f5es, o que favorece o cen\u00e1rio interno. A tend\u00eancia de aumento dos pre\u00e7os internacionais se ancora principalmente na desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o na Europa e na queda recente da oferta na Oceania e na Am\u00e9rica Latina. A manuten\u00e7\u00e3o da cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar em patamares mais elevados tamb\u00e9m \u00e9 um est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o interna, aumentando a competitividade relativa da exporta\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> \"Do ponto de vista do consumo interno, a tend\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 de melhora gradual\", aponta Carvalho. \"A despeito do fr\u00e1gil cen\u00e1rio pol\u00edtico e econ\u00f4mico nacional, os indicadores t\u00eam melhorado e as perspectivas s\u00e3o de que infla\u00e7\u00e3o, taxa de juros e PIB caminhem no sentido de estimular o consumo, promovendo uma retomada do crescimento econ\u00f4mico, ainda que modesto\", conclui. (Embrapa Gado de Leite)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Ex-secret\u00e1rio da agricultura dos EUA presidir\u00e1 Conselho de Exporta\u00e7\u00e3o de L\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p> Na ter\u00e7a-feira, dia 17 de janeiro, o ex-secret\u00e1rio de Agricultura dos Estados Unidos, Tom Vilsack, foi formalmente anunciado como o segundo presidente da hist\u00f3ria do Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos do pa\u00eds (USDEC). Vilsack sucede a Tom Suber, que se aposentou recentemente e presidiu a organiza\u00e7\u00e3o desde seu in\u00edcio.<\/p>\n<p> Apesar de o an\u00fancio oficial ter sido feito apenas no dia 17, especula\u00e7\u00f5es j\u00e1 vinham sendo feitas sobre a entrada de Vilsack nesse cargo desde outubro, ap\u00f3s a reuni\u00e3o anual conjunta da Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Produtores de Leite dos Estados Unidos (NMPF) com o Dairy Management Inc. Essas conversas tornaram-se mais frequentes ap\u00f3s os resultados da elei\u00e7\u00e3o de novembro.<\/p>\n<p> Vilsack traz muitas experi\u00eancias a sua nova posi\u00e7\u00e3o no USDEC, n\u00e3o somente por ter sido o secret\u00e1rio de Agricultura que atuou por mais tempo em 40 anos, mas tamb\u00e9m, porque ele entende de com\u00e9rcio. \"A agricultura \u00e9 uma das nossas estrelas brilhantes no com\u00e9rcio\", disse Vilsack, ao ser introduzido como novo presidente e CEO do USDEC.<\/p>\n<p> Enquanto ele era secret\u00e1rio de Agricultura do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o pa\u00eds teve os seis anos mais fortes para o com\u00e9rcio agr\u00edcola - 2009 a 2014. Al\u00e9m disso, Vilsack trabalhou com o presidente Obama para criar e assinar acordos comerciais com Col\u00f4mbia, Coreia do Sul e Panam\u00e1. \"Estaremos constantemente atentos para as barreiras comerciais\", disse ele em sua primeira confer\u00eancia como presidente do USDEC. \"Queremos abrir mercados. Estamos felizes por competir, mas queremos condi\u00e7\u00f5es iguais\".<\/p>\n<p> Do ponto de vista dos l\u00e1cteos, Vilsack sabe que a nutri\u00e7\u00e3o e o condicionamento f\u00edsico andam de m\u00e3os dadas. Sob sua lideran\u00e7a, o USDA se uniu com a primeira dama, Michelle Obama, na iniciativa Let's Move! para melhorar a sa\u00fade das crian\u00e7as do pa\u00eds. Vilsack tamb\u00e9m ajudou a aprovar e implementar o Healthy, Hunger Free Kids Act, permitindo que o USDA ajudasse a combater a fome e a obesidade de crian\u00e7as, fazendo algumas das melhoras mais significativas nas refei\u00e7\u00f5es escolares em 30 anos.<\/p>\n<p> Acima de tudo, o ex-governador de Iowa, por dois mandatos, vem de um Estado agr\u00edcola e tem bastante experi\u00eancia no setor. Vilsack trabalhou de forma bipartid\u00e1ria em v\u00e1rias ocasi\u00f5es. Como governador Democr\u00e1tico em Iowa, ele trabalhou com a legislatura Republicada para aprovar leis. Ele fez o mesmo como secret\u00e1rio do USDA para aprovar a Lei Agr\u00edcola.<\/p>\n<p> Ele entende a complexidade do com\u00e9rcio e aprecia os grandes avan\u00e7os leiteiros feitos nos \u00faltimos 21 anos para aumentar as exporta\u00e7\u00f5es de 3% para 16%. Vilsack tamb\u00e9m traz uma credibilidade instant\u00e2nea para impulsionar rela\u00e7\u00f5es com parceiros comerciais ao redor do mundo. \"Aumentar o mercado global para os produtos l\u00e1cteos dos Estados Unidos \u00e9 essencial para o futuro da ind\u00fastria de l\u00e1cteos e dos produtores de leite do pa\u00eds. Passei minha carreira no servi\u00e7o p\u00fablico como um defensor incans\u00e1vel dos produtores rurais e da agricultura americana e n\u00e3o posso pensar em uma forma melhor para continuar esse servi\u00e7o do que liderar o USDEC\", disse ele.<\/p>\n<p> \"Estou ansioso para me associar com a equipe din\u00e2mica do USDEC, bem como do setor agr\u00edcola, da ind\u00fastria de alimentos dos principais membros dom\u00e9sticos e estrangeiros para progredir com a miss\u00e3o do Conselho e fortalecer a confian\u00e7a na ind\u00fastria de l\u00e1cteos americana\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Hoards.com, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p> <strong>33% dos consumidores priorizam marcas engajadas<\/strong><\/p>\n<p> Um novo estudo internacional encomendado pela Unilever e realizado pela Europanel revela que, atualmente, 33% dos consumidores preferem marcas que impactem positivamente a sociedade ou o meio ambiente. O estudo tamb\u00e9m mostra que essa tend\u00eancia \u00e9 mais forte em economias emergentes do que em mercados desenvolvidos. Enquanto 53% de consumidores no Reino Unido e 78% nos EUA afirmam se sentir melhor quando compram produtos fabricados de maneira sustent\u00e1vel, essa porcentagem aumenta para 88% na \u00cdndia e para 85% no Brasil e na Turquia. Foram entrevistadas 20 mil pessoas em cinco pa\u00edses - Brasil, \u00cdndia, Reino Unido, EUA e Turquia. Al\u00e9m de confirmar a expectativa do p\u00fablico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 necessidade das empresas provocarem um impacto social e ambiental positivo, o estudo revela ainda uma oportunidade de neg\u00f3cio para as companhias que investirem nessa tend\u00eancia: 21% dos entrevistados disseram que escolheriam marcas que comuniquem melhor suas credenciais de sustentabilidade em embalagens e campanhas de marketing. Isso representa uma oportunidade potencial inexplorada de \u20ac966 bilh\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a um mercado total de bens sustent\u00e1veis, estimado em \u20ac2,5 trilh\u00f5es. A escala dessa oportunidade \u00e9 confirmada pelo desempenho das marcas sustent\u00e1veis da Unilever - aquelas que tem um prop\u00f3sito social e\/ou ambiental. Marcas como Dove, OMO, Hellmann's, Lifebuoy, VIM e Ben &amp; Jerry's crescem, juntas, 30% mais r\u00e1pido que o restante do neg\u00f3cio e entregaram quase metade do crescimento global da companhia em 2015. Keith Weed, chefe global de Marketing e Comunica\u00e7\u00f5es da Unilever, diz: \"A pesquisa confirma que a sustentabilidade \u00e9, de fato, um incremento desej\u00e1vel para os neg\u00f3cios. Para obter \u00eaxito global, especialmente em economias emergentes, as marcas precisam ir al\u00e9m das \u00e1reas de foco tradicionais como desempenho de produto e acessibilidade. Ao inv\u00e9s disso, precisam agir depressa para demonstrar suas credenciais sociais e ambientais e mostrar aos consumidores que, al\u00e9m de bem geridas, s\u00e3o confi\u00e1veis no que tange ao futuro do planeta e das comunidades\". O estudo identifica dois motivos prov\u00e1veis pelo maior engajamento do consumidor em economias emergentes: a exposi\u00e7\u00e3o direta ao impacto negativo de pr\u00e1ticas empresariais insustent\u00e1veis - como falta de \u00e1gua e energia, escassez de alimentos e qualidade de ar inferior -; e o poder de influ\u00eancia de familiares, amigos e filhos para a compra de produtos mais verdes e socialmente respons\u00e1veis. (Supermercado Moderno)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Avan\u00e7a negocia\u00e7\u00e3o para rastreabilidade da produ\u00e7\u00e3o de alimentos<\/strong><\/p>\n<p> O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) e a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados (Abras) est\u00e3o avan\u00e7ando na parceria, estabelecida em Termo de Coopera\u00e7\u00e3o, que amplia o acesso do agricultor a boas pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o integrada agropecu\u00e1ria. O objetivo \u00e9 reduzir custos de produ\u00e7\u00e3o, com vantagens para o consumidor e o abastecimento de alimentos mais saud\u00e1veis, livres de res\u00edduos que ofere\u00e7am riscos \u00e0 sa\u00fade. Segundo o coordenador de Produ\u00e7\u00e3o Integrada Agropecu\u00e1ria da Secretaria de Mobilidade e Cooperativismo do Mapa, Helinton Rocha, a coopera\u00e7\u00e3o entre o governo e o setor dever\u00e1 expandir o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama). Houve experi\u00eancia piloto bem sucedida em Santa Catarina, envolvendo mais de 30 grandes redes de supermercados.<\/p>\n<p> O Rama ser\u00e1 implantado no Rio Grande do Sul e no Paran\u00e1. As centrais de abastecimento de S\u00e3o Paulo (Ceagesp) e a de Minas Gerais (Ceasa Minas) tamb\u00e9m dever\u00e3o estimular seus fornecedores a produzir alimentos mais seguros e com rastreabilidade. O Rama \u00e9 baseado no monitoramento e rastreabilidade de frutas, de legumes e de verduras (FLV), monitora res\u00edduos de agrot\u00f3xicos utilizados desde a produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 o ponto de venda. O principal objetivo \u00e9 garantir que res\u00edduos de defensivos agr\u00edcolas encontrados nos alimentos n\u00e3o estejam acima de n\u00edveis que ofere\u00e7am riscos \u00e0 sa\u00fade e tamb\u00e9m do n\u00edvel permitido legalmente, estando, portanto, seguros para o consumo humano.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O superintendente da Abras, M\u00e1rcio Milan, disse que a entidade e o Mapa buscam maneiras de incluir todos os envolvidos na produ\u00e7\u00e3o de vegetais e de frutas, at\u00e9 mesmo fabricantes de agrot\u00f3xicos, para que garantam produtos seguros e de qualidade. Agricultores ir\u00e3o receber treinamento para fornecer produtos com maior valor agregado e varejistas para vender alimentos seguros. &nbsp;Milan informou que os produtos que mais preocupam em rela\u00e7\u00e3o ao excesso de agrot\u00f3xicos s\u00e3o o piment\u00e3o, o morango e a laranja. Garantiu que as medidas de prote\u00e7\u00e3o n\u00e3o dever\u00e3o aumentar os custos para os consumidores.<\/p>\n<p> Em reuni\u00e3o realizada nesta ter\u00e7a-feira (17) no Mapa, participaram representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa), da Universidade Federal de Vi\u00e7osa (MG), da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Automa\u00e7\u00e3o (GS1) e da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Sementes (Abrasem).&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A Produ\u00e7\u00e3o Integrada Agropecu\u00e1ria - PI Brasil, que respalda o selo oficial \"Brasil Certificado\" \u00e9 um Sistema de Produ\u00e7\u00e3o capaz de produzir comida segura para o consumo, com menor impacto ambiental, maior responsabilidade social e rastreabilidade garantida, assegurando que a proced\u00eancia do alimento \u00e9 conhecida. Na Europa, mais de 90% das frutas, legumes e verduras s\u00e3o produzidos no sistema integrado. (Mapa)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em>L\u00e1cteos: \u00cdndia precisa melhorar acesso de produtores ao mercado, diz ministro<br \/> O ministro de Agricultura da \u00cdndia, Radha Mohan Singh, destacou que o pa\u00eds precisa de uma conex\u00e3o melhor entre os produtores e o mercado para impulsionar a produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos local. \"\u00c9 necess\u00e1rio que as instala\u00e7\u00f5es de coleta de leite sejam melhoradas e os pecuaristas recebam um pre\u00e7o compat\u00edvel pelos seus produtos. (...) Isso s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel (melhorar a produ\u00e7\u00e3o) quando um sistema de gest\u00e3o eficaz est\u00e1 em vigor para ligar os agricultores ao mercado\", disse o ministro. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dow Jones Newswires, publicadas pelo Estad\u00e3o)<\/em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de janeiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.427 &nbsp; &nbsp; Mercado de leite no Brasil pode se recuperar em 2017 Os n\u00fameros de 2016 s\u00f3 ser\u00e3o divulgados pelo Instituto Brasileiro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/20\/20-01-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/01\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1394","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1394","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1394"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1394\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1394"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1394"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1394"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}