{"id":13911,"date":"2023-12-26T19:20:06","date_gmt":"2023-12-26T19:20:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=13911"},"modified":"2023-12-26T19:26:58","modified_gmt":"2023-12-26T19:26:58","slug":"26-12-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/12\/26\/26-12-2023\/","title":{"rendered":"26\/12\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 26 de dezembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.052<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b style=\"font-size: 1rem;\">Integra\u00e7\u00e3o com a floresta para amenizar emiss\u00f5es<\/b><\/p>\n<div>\n<div>\n<p>&nbsp;<i>Pecuarista de Augusto Pestana come\u00e7ou a adotar sistema silvipastoril h\u00e1 quatro anos,quando introduziu eucalipto em \u00e1rea de 18 hectares destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite, beneficiando os animais e mitigando os gases de efeito estufa<\/i><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nUma das modalidades da chamada integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria-floresta (ILPF), os sistemas silvipastoris partem do princ\u00edpio de que combinar \u00e1rvores com \u00e1reas de pastagem se traduz em mais renda para as propriedades leiteiras. Os animais t\u00eam sombra no ver\u00e3o, ficam protegidos do vento no inverno e produzem mais. O meio ambiente tamb\u00e9m sai ganhando, pois as florestas fixam o di\u00f3xido de carbono, um dos vil\u00f5es do efeito estufa, compensando ou neutralizando as emiss\u00f5es de metano liberadas pelo gado. O pecuarista Ederson Gehrcke, de Augusto Pestana, come\u00e7ou a implantar a t\u00e9cnica h\u00e1 quatro anos, com a introdu\u00e7\u00e3o do eucalipto na \u00e1rea de 18 hectares destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite na fazenda. Foi a estrat\u00e9gia encontrada pela fam\u00edlia para fazer frente aos custos crescentes da atividade.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n\u201cOu a gente investia em um galp\u00e3o de gado confinado ou abandonaria a profiss\u00e3o, porque n\u00e3o estava mais tendo lucro na propriedade\u201d, relata Gehrcke. A fazenda, que abriga um rebanho de 85 bovinos da ra\u00e7a Jersey, entre os quais 42 vacas em lacta\u00e7\u00e3o, produz 860 litros de leite por dia. No modelo agroflorestal, os animais, antes criados \u00e0 base de silagem, hoje s\u00e3o alimentados com capim tifton e consomem menos concentrados. \u201cT\u00ednhamos uma produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 21 litros por dia por animal e as vacas est\u00e3o produzindo a mesma coisa com o pasto, por\u00e9m com um custo muito mais baixo. A gente vem notando uma diferen\u00e7a enorme na qualidade de sa\u00fade dos animais\u201d, diz o produtor.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara o futuro, Gehrcke planeja diversificar a renda do empreendimento rural com a instala\u00e7\u00e3o de uma queijaria na propriedade, al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de madeira e toras a partir da floresta plantada, hoje com mais de 1,8 mil \u00e1rvores. Os bons resultados trazidos pelo sistema silvipastoril, afirma, tamb\u00e9ms\u00e3o um incentivo para que as filhas Jaine Isabel Gehrcke, de 18 anos, e Nubia Kananda, 15 anos, permane\u00e7am no campo. \u201cNossa m\u00e3o de obra \u00e9 muito menor, a gente consegue uma vida melhor para a nossa fam\u00edlia\u201d, afirma o pecuarista.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNos \u00faltimos seis anos, o Rio Grande do Sul ampliou em 57% a \u00e1rea coberta por t\u00e9cnicas de ILPF, atingindo 2,2 milh\u00f5es de hectares, de acordo com dados da Secretaria de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi-RS).On\u00famero posiciona o Estado como o terceiro do pa\u00eds em \u00e1reas manejadas sob esses sistemas. \u201cMas somos o primeiro em propor\u00e7\u00e3o da \u00e1rea, porque o RS tem 31% das \u00e1reas com agricultura em sistemas integrados\u201d, observa o zootecnista e professor Paulo C\u00e9sar de Faccio Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Esse protagonismo, segundo Carvalho, est\u00e1 fortemente ligado \u00e0 variedade de cultivos de ver\u00e3o e inverno desenvolvidos na regi\u00e3o, o que possibilita uma ampla gama de combina\u00e7\u00f5es de integra\u00e7\u00e3o, e \u00e0s a\u00e7\u00f5es de pesquisa e difus\u00e3o de conhecimento sobre o tema.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEntre essas iniciativas decisivas, Carvalho destaca o programa Juntos para Competir, conduzido pela Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado (Farsul), pelo Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e pelo Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RS) com o apoio da UFRGS. A parceria aplica no Rio Grande do Sul o Programa de Produ\u00e7\u00e3o Integrada em Sistemas Agropecu\u00e1rios (PISA), voltado \u00e0 pecu\u00e1ria leiteira, e o Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria (ILP), focado na bovinocultura de corte.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDesde 2014, foram avaliadas 1,4 mil propriedades rurais participantes do projeto, ap\u00f3s receberem consultoria t\u00e9cnica do programa de extens\u00e3o da universidade ao longo de quatro anos. \u201cE 95% delas, depois desse processo, est\u00e3o entre os n\u00edveis bom e \u00f3timo de sustentabilidade em todas as dimens\u00f5es\u201d, afirma Carvalho.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara o professor, o programa ajuda a derrubar uma das grandes barreiras \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o dos sistemas de integra\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a falta de suporte adequado aos produtores. \u201cA trajet\u00f3ria agr\u00edcola, n\u00e3o s\u00f3 no Brasil, como tamb\u00e9m no mundo todo, \u00e9 de especializa\u00e7\u00e3o. O t\u00e9cnico entende de arroz \u2013 ou soja \u2013 ou gado, mas n\u00e3o entende dos dois. (O sistema de integra\u00e7\u00e3o) \u00e9 mais complexo para montar, demanda muito conhecimento, e t\u00e9cnicos que transitem bem nas duas partes, que t\u00eam essa vis\u00e3o sist\u00eamica, s\u00e3o raros\u201d, observa. (Correio do Povo)<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/kOwt58ABF0413\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/kOwt58ABF0413\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/hhuk8eABF0417\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/hhuk8eABF0417\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4hYRa6ABF0470\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4hYRa6ABF0470\"><\/p>\n<hr>\n<p><b>Boas pr\u00e1ticas que favorecem a produ\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>Tecnologias aplicadas pelas fazendas, como o tratamento de res\u00edduos, trazem economia a produtores e ampliam a capacidade do agroneg\u00f3cio de reduzir emiss\u00f5es de gases de efeito estufa e tornar-se cada vez mais sustent\u00e1vel<br \/>\n<\/i><br \/>\nSe, para muitos pecuaristas, o esterco produzido pelos bovinos representa um dilema, para algumas propriedades leiteiras do Estado \u00e9 sin\u00f4nimo de efici\u00eancia ambiental e renda extra. Nessas fazendas, um processo chamado biodigest\u00e3o transforma os dejetos em energia el\u00e9trica e t\u00e9rmica e ainda garante biofertilizante para a lavoura. Em atividade h\u00e1 duas d\u00e9cadas&nbsp;no munic\u00edpio de Farroupilha, a Fazenda Trevisan \u00e9 refer\u00eancia em reaproveitamento de res\u00edduos da cria\u00e7\u00e3o animal. Focada na ra\u00e7a Holandesa, a propriedade de 150 hectares re\u00fane cerca de 750 animais, entre os quais 320 vacas em lacta\u00e7\u00e3o, e produz 13 mil litros de leite por&nbsp;dia. A maior parte \u00e9 processada na agroind\u00fastria de iogurtes e creme de leite que leva seu nome, e o excedente \u2013 em torno de 8 mil litros semanais \u2013 \u00e9 destinado a outro latic\u00ednio da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O produtor Jean Carlos Trevisan, que administra o empreendimento rural com a fam\u00edlia, conta que os primeiros biodigestores foram constru\u00eddos h\u00e1 cerca de 13 anos. Hoje, tr\u00eas equipamentos do tipo geram 25% da energia el\u00e9trica consumida na fazenda e na sua ind\u00fastria de l\u00e1cteos, al\u00e9m de produzir fertilizante para as planta\u00e7\u00f5es de trigo, milho e aveia que fornecem a mat\u00e9ria-prima usada na alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho. \u201cNo in\u00edcio, a gente tinha cria\u00e7\u00e3o a pasto. Com a chegada do inverno, muito rigoroso, os animais ficavam no meio do barro, a gente optou por construir um galp\u00e3o e confinar. Depois, fez uma sala de ordenha nova, ampliou o n\u00famero de animais e tamb\u00e9m o sistema de biodigestores, para comportar o crescimento\u201d, detalha Jean.<\/p>\n<p>Com a meta de duplicar a produ\u00e7\u00e3o de leite e de derivados nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos, a propriedade j\u00e1 planeja a aquisi\u00e7\u00e3o de um quarto biodigestor, segundo o pecuarista. A quem deseja investir em um projeto semelhante, ele recomenda a op\u00e7\u00e3o por equipamentos que operem de forma aut\u00f4noma e n\u00e3o exijam m\u00e3o de obra especializada. \u201cN\u00e3o \u00e9 algo t\u00e3o complexo gerar biog\u00e1s. Mas, para gerar energia el\u00e9trica, acaba tendo (a necessidade de) mais compressores, secadores de g\u00e1s, gerador, v\u00e1rios equipamentos\u201d, justifica. O investimento, garante Jean, \u00e9 compensador no longo prazo. \u201cO que \u00e9 bonito de a gente olhar s\u00e3o os n\u00fameros, a parte que d\u00e1 retorno de forma direta. A parte ambiental \u00e9 dif\u00edcil de monetizar, mas acaba sendo algo bem significativo\u201d, avalia.<\/p>\n<p>O manejo de res\u00edduos da produ\u00e7\u00e3o animal que d\u00e1 visibilidade \u00e0 propriedade de Farroupilha est\u00e1 entre as oito tecnologias propostas no Plano ABC+, programa do governo federal lan\u00e7ado em 2021 que visa estimular a chamada agropecu\u00e1ria de baixo carbono. Para reduzir as emiss\u00f5es de gases do efeito estufa do setor em 1,1 bilh\u00e3o de toneladas de di\u00f3xido de carbono equivalente (CO2eq) at\u00e9 2030, a iniciativa prev\u00ea a ado\u00e7\u00e3o de abordagens sustent\u00e1veis em 72,68 milh\u00f5es de hectares no Brasil \u2013 no Rio Grande do Sul, ser\u00e3o mitigadas 75 milh\u00f5es de toneladas de CO2eq em 4,6 milh\u00f5es de hectares no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o sejam novidades, essas t\u00e9cnicas ganham relev\u00e2ncia ainda maior ao final de um ano marcado por impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas que, nas \u00faltimas d\u00e9cadas, foram antecipados em tom de profecia alarmante pelos cientistas. De norte a sul do pa\u00eds, as enchentes dram\u00e1ticas no Rio Grande do Sul, a estiagem recorde na Amaz\u00f4nia e a onda de calor que em novembro fez a sensa\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica na cidade do Rio de Janeiro subir a 59,3 graus \u00b0C geraram o temor de que os fen\u00f4menos extremos se tornem o \u201cnovo normal\u201d, evidenciando a urg\u00eancia urgent\u00edssima de uma reconfigura\u00e7\u00e3o das atividades humanas. A agropecu\u00e1ria \u00e9 pe\u00e7a fundamental nesse contexto, pois carrega parte do peso das emiss\u00f5es com processos como a libera\u00e7\u00e3o de metano e res\u00edduos pelos animais e o uso da terra.<\/p>\n<p>Coordenador do Comit\u00ea Gestor Estadual d o Plano ABC+RS, o engenheiro florestal Jackson Brilhante, da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), diz que o setor agropecu\u00e1rio tem um vasto potencial para a captura de gases causadores do aquecimento global e mitiga\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es. Ele lembra que o Rio Grande do Sul foi pioneiro em a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o do solo, como o sistema de plantio direto, outro dos pilares do programa federal. \u201cTivemos problemas com estiagem na safra de ver\u00e3o e, no inverno, o excesso de chuva na cultura do trigo, com v\u00e1rias doen\u00e7as atacando (as plantas).&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, \u00e9 de interesse da agricultura auxiliar nessa redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es, porque o setor \u00e9 tamb\u00e9m altamente vulner\u00e1vel \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, destaca Brilhante. O coordenador da Comiss\u00e3o do Meio Ambiente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado (Farsul), Domingos Velho Lopes, observa que o tema esteve no centro dos debates da COP 28, a c\u00fapula do clima da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas realizada no m\u00eas passado em Dubai, nos Emirados \u00c1rabes Unidos, e concorda que as t\u00e9cnicas precisam avan\u00e7ar mais. Para Lopes, o momento atual sinaliza uma \u201cgrande oportunidade\u201d ao agroneg\u00f3cio. \u201cDe todas as atividades econ\u00f4micas, s\u00f3 o setor prim\u00e1rio pode sequestrar carbono\u201d, afirma.<\/p>\n<p>As boas pr\u00e1ticas, segundo Lopes, j\u00e1 est\u00e3o no dia a dia do produtor rural, independentemente da cadeia produtiva a que est\u00e1 vinculado ou do seu porte. \u201cS\u00f3 que agora n\u00f3s temos metodologia para quantificar isso. Temos de mostrar, principalmente para a popula\u00e7\u00e3o urbana, que n\u00f3s somos a grande fonte mitigadora\u201d, enfatiza. (Correio do Povo)<\/p>\n<p><b>Leite\/Am\u00e9rica do Sul<br \/>\n<\/b>Tempestades extremas no Uruguai e na Argentina interromperam a atividade portu\u00e1ria em algumas regi\u00f5es no \u00faltimo final e in\u00edcio de semana. Alguns estados brasileiros continuam a enfrentar condi\u00e7\u00f5es extremas de seca. Os agricultores do Cone Sul se deparam com eventos clim\u00e1ticos desafiadores a n\u00edvel regional. Se de um lado o Brasil tenta expandir sua produ\u00e7\u00e3o interna de leite e fabrica\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos, de outro, as proje\u00e7\u00f5es sobre o rendimento das colheitas continuam caindo, fazendo com que o custo da alimenta\u00e7\u00e3o animal v\u00e1 para o sentido oposto, \u00e0 medida que o ver\u00e3o se aproxima.<\/p>\n<p>O com\u00e9rcio de produtos l\u00e1cteos na regi\u00e3o est\u00e1 mais fraco, como projetado para as \u00faltimas semanas do ano. Os compradores j\u00e1 est\u00e3o abastecidos, mas a atividade comercial dever\u00e1 retornar nas primeiras semanas de 2024.<\/p>\n<p>Relat\u00f3rios recentes sugerem que o interesse do Brasil por commodities l\u00e1cteas da regi\u00e3o, especialmente da Argentina, continuaram aumentando ao longo de 2023. Os mercados globais mostram varia\u00e7\u00f5es, dependendo da commodity, mas, regionalmente, a limita\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite decorrente das situa\u00e7\u00f5es de inclem\u00eancias clim\u00e1ticas continua a influenciar as tend\u00eancias do mercado regional. Fonte: Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva<\/p>\n<\/div>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/DvMs9aABF0312\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/DvMs9aABF0312\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/DalYeeABF0378\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/DalYeeABF0378\"><\/p>\n<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ___________________________________________________________________________________<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>C\u00e2mara aprova projeto que regulamenta o mercado de carbono no Brasil<br \/>\n<\/b>Carbono no Brasil - A C\u00e2mara dos Deputados aprovou uma proposta que regulamenta o mercado de carbono no Brasil (PL 2148\/15). O texto cria o Sistema Brasileiro de Com\u00e9rcio de Emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa (SBCE), que estabelece limites para emiss\u00f5es e um mercado de venda de t\u00edtulos. O relator, deputado Aliel Machado (PV-PR), prop\u00f4s um texto que une projetos discutidos na C\u00e2mara a uma proposta j\u00e1 aprovada pelo Senado (PL 412\/22). O projeto retorna ao Senado para an\u00e1lise das mudan\u00e7as feitas pelos deputados. O texto faz parte da pauta verde aprovada neste ano, que inclui a explora\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica no mar (PL 11247\/18) e a produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio verde (PL 2308\/23). (Ag\u00eancia C\u00e2mara)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 26 de dezembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.052 Integra\u00e7\u00e3o com a floresta para amenizar emiss\u00f5es &nbsp;Pecuarista de Augusto Pestana come\u00e7ou a adotar sistema silvipastoril h\u00e1 quatro anos,quando introduziu eucalipto <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/12\/26\/26-12-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/12\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-13911","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13911","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13911"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13911\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13917,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13911\/revisions\/13917"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13911"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13911"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13911"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}