{"id":1383,"date":"2017-01-12T17:34:59","date_gmt":"2017-01-12T17:34:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/12\/12-01-2017\/"},"modified":"2017-01-12T17:34:59","modified_gmt":"2017-01-12T17:34:59","slug":"12-01-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/12\/12-01-2017\/","title":{"rendered":"12\/01\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 12 de janeiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.421<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>\u200b\u200bLanguiru e parceiros buscam alternativas para pequenos produtores de leite<\/strong><\/p>\n<p> &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2084\" style=\"width: 400px; height: 300px;\" \/><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2085\" style=\"width: 400px; height: 300px;\" \/><\/p>\n<p> Preocupada com a sustentabilidade da pequena propriedade, especialmente dos pequenos produtores de leite com dificuldades de produzir volumes que compensem a capta\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima, a Cooperativa Languiru, com apoio da Emater, de Sindicatos de Trabalhadores Rurais, de Secretarias Municipais da Agricultura e da Sicredi Ouro Branco, estuda alternativas para viabilizar a atividade desses pequenos produtores na sua \u00e1rea de a\u00e7\u00e3o. O projeto est\u00e1 em fase de estudo e, ap\u00f3s estruturado e conclu\u00eddo, os produtores interessados em participar dever\u00e3o efetuar sua inscri\u00e7\u00e3o junto ao Departamento T\u00e9cnico da Languiru. Esta oportunidade de participar do programa ser\u00e1 dada aos produtores associados \u00e0 Languiru, bem como \u00e0queles que queiram se associar t\u00e3o logo o projeto esteja finalizado. Na primeira reuni\u00e3o do grupo, realizada no dia 09 de janeiro na Sede Administrativa da Languiru, o presidente Dirceu Bayer, acompanhado do vice-presidente Renato Kreimeier, do coordenador do Setor de Leite do Departamento T\u00e9cnico da Languiru, Fernando Staggemeier, do gerente do Supermercado Languiru, Vitor Dahmer, e do membro efetivo do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, Fl\u00e1vio Jo\u00e3o Walter, receberam lideran\u00e7as do agroneg\u00f3cio para dar o primeiro passo na elabora\u00e7\u00e3o do projeto. \"Os pequenos produtores n\u00e3o conseguem reagir diante das dificuldades apresentadas pelo setor, enfrentam dificuldades para realizar investimentos e acabam ficando de fora do processo. A Languiru sempre esteve muito comprometida com as comunidades onde est\u00e1 representada e esse projeto vem ao encontro do nosso trabalho de cunho social. Precisamos unir esfor\u00e7os e oferecer alternativas, auxiliando os pequenos produtores rurais, incrementando o quadro social da cooperativa e absorvendo essa produ\u00e7\u00e3o\", justificou Bayer na abertura da reuni\u00e3o.<\/p>\n<p> No que se refere \u00e0 inclus\u00e3o de novos associados, o presidente adiantou que, inclusive, na Assembleia Geral Ordin\u00e1ria, que deve ocorrer no primeiro semestre de 2017, est\u00e1 prevista altera\u00e7\u00e3o estatut\u00e1ria que possa facilitar esse processo. \"\u00c9 uma forma de valorizar o produtor rural, seja ele pequeno, m\u00e9dio ou grande, gerando novas perspectivas de futuro e estimulando a perman\u00eancia dos jovens no campo. Dessa forma a Languiru cumpre seu papel social de dar oportunidades a todos\", acrescentou.<\/p>\n<p> O vice-presidente Renato Kreimeier frisou a voca\u00e7\u00e3o produtiva do Vale do Taquari. \"Devemos aproveitar o que temos e sabemos fazer, produzindo o que o mercado consumidor procura. Contamos com grandes possibilidades, considerando a aptid\u00e3o dos nossos produtores rurais, e um enorme potencial, em especial nas propriedades com a presen\u00e7a de jovens\", mencionou. Durante cerca de duas horas o grupo discutiu diferentes alternativas de incremento na produ\u00e7\u00e3o leiteira de pequenos produtores e discutiu novas possibilidades produtivas, entre elas a cria\u00e7\u00e3o de gado de corte e o plantio de milho. Entre os munic\u00edpios representados estiveram Teut\u00f4nia, Estrela, Bom Retiro do Sul, Po\u00e7o das Antas, Westf\u00e1lia e Imigrante.<\/p>\n<p> Sobreviv\u00eancia<br \/> O secret\u00e1rio da Agricultura de Estrela, Jos\u00e9 Ad\u00e3o Braun, enalteceu a iniciativa da Languiru. \"O pequeno produtor tamb\u00e9m precisa sobreviver. Precisamos unir esfor\u00e7os, pensar juntos. H\u00e1 caminhos poss\u00edveis e fico entusiasmado com esta proposta\", disse. O presidente da Sicredi Ouro Branco, Silvo Landmeier, igualmente se mostrou favor\u00e1vel ao projeto. \"Com certeza devemos dar andamento a esta proposta. Como cooperativa de cr\u00e9dito, nos colocamos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para apoiar a iniciativa\", frisou. O economista, consultor em pesquisas e gest\u00e3o empresarial em propriedades rurais, Lucildo Ahlert, reafirmou a necessidade de discuss\u00e3o sobre novas alternativas para a pequena propriedade. \"Precisamos de algo mais e h\u00e1 outras possibilidades, indo al\u00e9m do leite, do frango e do su\u00edno. \u00c9 preciso organiza\u00e7\u00e3o do setor prim\u00e1rio, com planejamento e profissionalismo. Temos muitas alternativas que n\u00e3o necessariamente requerem grandes investimentos. Com cada um fazendo a sua parte, na sua \u00e1rea, este projeto \u00e9 mais uma grande oportunidade do Vale do Taquari mostrar como resolve suas car\u00eancias e necessidades\", avaliou.<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio da Agricultura de Teut\u00f4nia, Gilson Hollmann, citou bons exemplos de outros munic\u00edpios, referindo-se \u00e0 possibilidade de novas fontes de renda no campo. \"O Vale do Taquari possui um enorme potencial de crescimento no agroturismo, na produ\u00e7\u00e3o de carne, de flores, de milho para silagem, na apicultura. Op\u00e7\u00f5es existem e precisam ser estudadas, assim como o incentivo \u00e0s feiras de produtores, aproximando o produto do nosso campo do mercado consumidor, local e de munic\u00edpios vizinhos\", disse.<\/p>\n<p> O gerente regional da Emater\/RS-Ascar, Marcelo Brandoli, refor\u00e7ou a aproxima\u00e7\u00e3o dos profissionais da entidade com o Departamento T\u00e9cnico da Languiru na orienta\u00e7\u00e3o aos produtores rurais. \"Este \u00e9 um diferencial da Cooperativa Languiru, que n\u00e3o abandona o pequeno produtor. O projeto \u00e9 um processo de planejamento do setor prim\u00e1rio, preocupado com a voca\u00e7\u00e3o e a sucess\u00e3o das propriedades familiares. Com a integra\u00e7\u00e3o de todos os envolvidos, tendo na base a Languiru, a Emater, os Sindicatos de Trabalhadores Rurais e as prefeituras, podemos encontrar novas possibilidades\", confirmou.<\/p>\n<p> Em nome da Regional Sindical Vale do Taquari, o coordenador Luciano Carminatti falou dessa realidade da pequena propriedade rural, parabenizando a Languiru pela proposta e pelo Programa de Sucess\u00e3o Familiar, desenvolvido com jovens associados e filhos de associados. \"Paralelamente a essas a\u00e7\u00f5es, \u00e9 essencial a valoriza\u00e7\u00e3o e o pagamento por qualidade da produ\u00e7\u00e3o, uma forma de estimular todos os produtores de leite, independente do volume da mat\u00e9ria-prima entregue. O est\u00edmulo \u00e0 diversidade produtiva nas propriedades tamb\u00e9m \u00e9 uma possibilidade de sustentabilidade na atividade, valorizando o que temos na nossa regi\u00e3o, com acompanhamento t\u00e9cnico e orienta\u00e7\u00e3o aos produtores\", manifestou. Nesta mesma linha foi o pronunciamento do secret\u00e1rio da Agricultura de Westf\u00e1lia, Vitor Ahlert. \"O leite possui uma grande import\u00e2ncia econ\u00f4mica e social, mas tamb\u00e9m \u00e9 preciso pensar em outras alternativas. Nisso se enquadra, por exemplo, a engorda de animais, cuja venda de carne, hoje, est\u00e1 na m\u00e3o de terceiros\", resumiu, reafirmando a import\u00e2ncia dos jovens para a atividade no setor prim\u00e1rio.<\/p>\n<p> Altera\u00e7\u00e3o estatut\u00e1ria<br \/> Sobre a altera\u00e7\u00e3o estatut\u00e1ria da Languiru, ampliando o leque de possibilidades de inclus\u00e3o de associados com produ\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma oportunidade que, de fato, depende do interesse desses produtores. \"\u00c9 uma oportunidade que estaremos oferecendo. Estamos iniciando esta caminha com os 'p\u00e9s no ch\u00e3o', mostrando que a pequena propriedade rural \u00e9 vi\u00e1vel, respeitando diferentes pontos de vista. Tenho muita esperan\u00e7a neste projeto\", considera o presidente Bayer. Nesta altera\u00e7\u00e3o do estatuto est\u00e1, por exemplo, a possibilidade de associa\u00e7\u00e3o de produtor de milho, que passaria a ter os mesmos benef\u00edcios dos demais associados produtores, como o Cart\u00e3o Azul, que entre outras vantagens oferece aux\u00edlio escolar, desconto em farm\u00e1cia e aux\u00edlio pec\u00falio. \"Teremos novos encontros para tratar do desenvolvimento do projeto. Acredito que estamos vivendo um novo momento, importante para o agroneg\u00f3cio\", concluiu Bayer.<\/p>\n<p> Perda de pequenos produtores<br \/> O coordenado do Setor de Leite do Departamento T\u00e9cnico da Languiru, Fernando Staggemeier, revelou que do total de aproximadamente 1,5 mil propriedades leiteiras de associados da cooperativa, um ter\u00e7o delas produz at\u00e9 100 litros de leite por dia. \"A pequena propriedade \u00e9 importante. No ano de 2016, 124 associados desistiram da produ\u00e7\u00e3o leiteira. Especificamente em Teut\u00f4nia, foram 32 associados, e em Westf\u00e1lia, outros 10. Precisamos evoluir na cadeia do leite assim como j\u00e1 ocorreu nos setores de aves e su\u00ednos, as propriedades precisam ter condi\u00e7\u00f5es de acompanhar esta evolu\u00e7\u00e3o\", alertou. Entre outros dados, Staggemeier tamb\u00e9m enumerou que atualmente Teut\u00f4nia conta com 94 propriedades com produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 60 litros de leite por dia, onde a idade m\u00e9dia dos produtores associados \u00e9 de 54 anos. Dessas, 25 contam com sucess\u00e3o encaminhada, mas apenas 14 atuantes. Em Westf\u00e1lia o cen\u00e1rio \u00e9 semelhante, com 54 propriedades com m\u00e9dia de produ\u00e7\u00e3o de 55 litros de leite por dia, idade m\u00e9dia dos associados em 52 anos, 34 das propriedades com sucess\u00e3o e apenas nove dessas atuantes. (Assessoria de Imprensa Languiru)&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Franceses driblam crise do leite com cooperativa de queijo especial<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> H\u00e1 pouco mais de um ano, a Uni\u00e3o Europeia (EU) decidiu acabar com as cotas que determinavam limites de produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de leite em todos os pa\u00edses do bloco. Com isso, cada na\u00e7\u00e3o passou a ter liberdade para produzir e vender o quanto quisesse. A medida causou um desequil\u00edbrio no quadro de oferta e demanda local, que mais tarde foi agravado pela redu\u00e7\u00e3o das compras de leite cru europeu por parte de importadores de peso, como a China. Com a demanda fraca e a oferta em alta, os pre\u00e7os pagos aos produtores passaram a despencar no velho continente. Mas h\u00e1 quem veja essa crise passar longe de si. No chamado Maci\u00e7o do Jura, uma regi\u00e3o montanhosa, na fronteira da Fran\u00e7a com a Su\u00ed\u00e7a, onde as vacas pastejam \u00e0 moda antiga, com sinos pendurados no pesco\u00e7o e aos 1.000 metros de altitude, criadores encontraram uma maneira de driblar os pre\u00e7os baixos, manter o mercado sempre equilibrado e rent\u00e1vel. Eles formaram a cooperativa do queijo comt\u00e8, o tipo mais consumido na Fran\u00e7a. O diferencial do produto \u00e9 que ele possui o que os europeus chamam de AOP, sigla que em portugu\u00eas significa 'denomina\u00e7\u00e3o de origem protegida', uma certifica\u00e7\u00e3o nada f\u00e1cil de conseguir. \u00c9 preciso respeitar uma sistem\u00e1tica desde a maneira de criar e alimentar as vacas at\u00e9 o processo de industrializa\u00e7\u00e3o do leite. Com isso, o produto \u00e9 vendido a pre\u00e7os superiores no mercado.<\/p>\n<p> Enquanto o leite convencional \u00e9 vendido de 280 euros a 320 euros a cada mil litros (entre 0,28 a 0,32 centavos de euro por litro) o produto certificado vale de 450 euros a 500 euros a cada mil litros (0,45 a 0,50 centavos de euro por litro). \"A particularidade nesta cadeia \u00e9, sobretudo, que n\u00e3o temos problemas econ\u00f4micos, porque conseguimos repartir o valor agregado. Al\u00e9m disso, o volume de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 limitado e negociado entre todas as AOP\u00b4s da regi\u00e3o. Este ano, por exemplo, o aumento permitido foi de 2 mil toneladas\", explica Claude Vermont-Desroche, presidente do Comit\u00ea Interprofissinoal do Comt\u00e8. A prefer\u00eancia pelo queijo produzido nas montanhas \u00e9 compreendida logo numa primeira degusta\u00e7\u00e3o. Cremoso, com casca fina e salgada, o comt\u00e8 conserva o m\u00e1ximo das propriedades do leite cru, coletado de vacas simental ou montbeliarde (n\u00e3o pode haver mistura dos leites dessas ra\u00e7as). Uma das regras de fabrica\u00e7\u00e3o do produto \u00e9 n\u00e3o conter aditivos qu\u00edmicos. \"\u00c9 leite, coalho e sal\", resume Desroche. Al\u00e9m disso, o tempo entre a coleta do leite nas fazendas e a industrializa\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode passar de 30 horas. Tudo isso est\u00e1 especificado na certifica\u00e7\u00e3o. \"Coletamos e fabricamos queijo todos os dias\", afirma o representante dos produtores.<\/p>\n<p> A cooperativa recebe de dez fazendas associadas 40 milh\u00f5es de litros de leite por ano, volume suficiente para render 65 mil toneladas de queijo. O produto \u00e9 distribu\u00eddo para 150 queijarias, respons\u00e1veis pelo atendimento de consumidores que buscam pequenas ou grandes quantidades. De acordo com a organiza\u00e7\u00e3o representativa dos produtores, 52% das fam\u00edlias francesas consomem o queijo comt\u00e8, que est\u00e1 associado \u00e0 classe m\u00e9dia alta do pa\u00eds. Somente 9% s\u00e3o exportados para pa\u00edses vizinhos. A denomina\u00e7\u00e3o de origem protegida foi criada h\u00e1 mais de 80 anos na Fran\u00e7a e come\u00e7ou pela vitivinicultura. Essa pol\u00edtica valoriza a produ\u00e7\u00e3o em regi\u00f5es e condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, tornando os vinhos franceses uns dos mais prest\u00edgiados em todo o mundo. A medida evitou ainda uma desertifica\u00e7\u00e3o da zona rural, especialmente depois da Segunda Guerra, j\u00e1 que oferece alta rentabilidade aos produtores. \"N\u00e3o procuramos receita nem que seja bom pra sa\u00fade. O foco \u00e9 exprimir o terroir [termo sem tradu\u00e7\u00e3o que significa um conjunto de caracter\u00edsticas exclusivas de uma regi\u00e3o]\", dizem os representantes do queijo.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2086\" style=\"width: 500px; height: 614px;\" \/><\/p>\n<p> Na regi\u00e3o do Maci\u00e7o do Jura n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil encontrar vacas simental e montbeliarde no campo, porque uma das tradi\u00e7\u00f5es que a popula\u00e7\u00e3o local n\u00e3o deixa de seguir \u00e9 a de pendurar sinos nos pesco\u00e7os dos animais. Seja em terrenos planos ou grandes altitudes, como nos Alpes. Com isso, as vacas promovem uma verdadeira orquestra de sinos ao se locomoverem e se alimentarem. \"As pessoas que se incomodavam com o barulho j\u00e1 desistiram de brigar conosco para que deixemos essa tradi\u00e7\u00e3o de lado e adotemos o sil\u00eancio\", conta Desroche, que tamb\u00e9m \u00e9 criador. Segundo ele, antigamente os sinos ajudavam os propriet\u00e1rios a encontrar os animais, hoje a ideia \u00e9 s\u00f3 de preservar a hist\u00f3ria. O gado nessa regi\u00e3o fica ao menos sete meses por ano se alimentando ao ar livre e somente cinco meses em est\u00e1bulos, comendo feno. A AOP determina que dois ter\u00e7os do pasto precisam ser plantados e o restante deve ser nativo. A produtividade de cada animal \u00e9 de 20 litros ao dia, em m\u00e9dia, e todas t\u00eam direito a f\u00e9rias de 60 dias por ano. (Globo Rural)<\/p>\n<p> <strong>RS: pioneirismo na diversifica\u00e7\u00e3o das atividades da propriedade que deu certo<\/strong><\/p>\n<p> Barros Cassal\/RS<br \/> Diversificar a propriedade rural, gerando renda e qualidade de vida foi o que levou os agricultores Marizete e Volmir de Vargas a investirem na implanta\u00e7\u00e3o de uma agroind\u00fastria familiar. Trabalhando h\u00e1 mais de 20 anos na produ\u00e7\u00e3o leiteira, al\u00e9m do cultivo de soja e milho, os agricultores observaram a necessidade de planejar as a\u00e7\u00f5es na propriedade rural. \"N\u00f3s j\u00e1 t\u00ednhamos a mat\u00e9ria-prima (leite), ent\u00e3o agimos para agregar valor e comercializar um produto diferenciado\", relata Volmir.<\/p>\n<p> Com o apoio da Emater\/RS-Ascar, ainda no ano de 2005, a fam\u00edlia que reside na Linha Cachoeirinha, interior do munic\u00edpio de Barros Cassal, organizou e planejou a implanta\u00e7\u00e3o da agroind\u00fastria familiar \"Todo Dia\", investindo recursos pr\u00f3prios e, com o alvar\u00e1 concedido pela Prefeitura, iniciando a produ\u00e7\u00e3o de leite pasteurizado. Posteriormente, com a cria\u00e7\u00e3o do Programa Estadual de Agroind\u00fastria Familiar da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), a fam\u00edlia legalizou o empreendimento, aderiu ao Sistema de Inspe\u00e7\u00e3o Municipal (SIM) e recebeu o Selo Sabor Ga\u00facho, o que contribuiu para a comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos em feiras apoiadas pela Secretaria e tamb\u00e9m por meio do Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (Pnae).<\/p>\n<p> Atualmente, a fam\u00edlia possu\u00ed 30 vacas em lacta\u00e7\u00e3o, com uma produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 500 litros de leite por dia, o que garante toda a mat\u00e9ria-prima necess\u00e1ria para a produ\u00e7\u00e3o de queijos, bebida l\u00e1ctea e leite pasteurizado. Quanto \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de queijos, os agricultores tamb\u00e9m investiram em diferentes receitas, al\u00e9m do queijo tradicional, como o queijo com or\u00e9gano, ervas finas, vinho, salame, salame e or\u00e9gano, entre outros sabores. \"As pessoas come\u00e7aram a pedir e n\u00f3s come\u00e7amos a testar as receitas, que tiveram boa aceita\u00e7\u00e3o dos consumidores. Hoje eles j\u00e1 nos procuram nas feiras, conhecem o nosso produto\", relata o agricultor, que j\u00e1 se prepara para participar da Expodireto e da Expoagro, feiras que acontecem no m\u00eas de mar\u00e7o em N\u00e3o-Me-Toque e Rio Pardo, respectivamente.<\/p>\n<p> Outra caracter\u00edstica dos produtos \u00e9 o tamanho, comercializados com diferentes pesagens, e a embalagem a v\u00e1cuo que confere maior durabilidade e facilidade de transporte. Todo o empenho dos agricultores em levar tecnologia e renda para a propriedade est\u00e1 em estimular a perman\u00eancia dos filhos, Felipe e Tobias, no meio rural. \"Ambos est\u00e3o estudando na \u00e1rea. O Felipe cursa zootecnia e o Tobias \u00e9 estudante de agronomia, e j\u00e1 relataram o interesse em retornar \u00e0 nossa propriedade ap\u00f3s a conclus\u00e3o dos estudos\", conta Marizete.<\/p>\n<p> Contudo, o casal ainda possu\u00ed algumas limita\u00e7\u00f5es. A principal delas est\u00e1 em expandir a comercializa\u00e7\u00e3o para outros munic\u00edpios, o que s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel com a ades\u00e3o do munic\u00edpio de Barros Cassal ao Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial, Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf). Hoje, para participar de feiras a fam\u00edlia conta com autoriza\u00e7\u00e3o especial fornecida pela Secretaria Estadual de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi). Volmir ainda destaca o apoio recebido da Emater\/RS-Ascar. \"A Emater sempre esteve nos acompanhando e ajudando desde o in\u00edcio e est\u00e1 presente ainda hoje. Mas, o produtor tamb\u00e9m deve fazer a sua parte e procurar a Emater que l\u00e1 sempre tem ajuda e encaminhamento\", finaliza. (Emater\/RS)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em>EUA e \u00c1sia 'lideram' categoria de iogurte em novos segmentos de sabores<br \/> A categoria de iogurte est\u00e1 se diversificando rapidamente em uma s\u00e9rie de segmentos novos com sabores salgado e picante, com os EUA e \u00c1sia impulsionando a inova\u00e7\u00e3o, de acordo com novo relat\u00f3rio da consultoria de alimentos e bebidas Zenith Global. Segundo a pesquisa, as duas regi\u00f5es est\u00e3o \"buscando inspira\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de culturas e culin\u00e1rias internacionais para ajudar os consumidores que est\u00e3o buscando estilos de vida mais saud\u00e1veis\". A descoberta foi confirmada pelo an\u00fancio de hoje de novos produtos da General Mills, que apresentou novos tipos de iogurte que s\u00e3o mais elevados em teor de prote\u00edna, feitos com leite integral, ou v\u00eam com petiscos apetitosos como pretzels de chocolate e biscoitos de canela. A empresa de alimentos americana tamb\u00e9m trouxe de volta o seu iogurte de creme ap\u00f3s um intervalo de dez anos, dispon\u00edvel em sabores incluindo banana, lim\u00e3o e caramelo. Dos 22 novos produtos lan\u00e7ados pela General Mills, mais de \u00bc eram para mercados fora dos EUA - principalmente Canad\u00e1 e China - enquanto todos, exceto dois, estavam destinados a pa\u00edses da Am\u00e9rica do Norte ou da \u00c1sia. Mas sobretudo, as empresas est\u00e3o colocando legumes nos iogurtes para novas op\u00e7\u00f5es de salgados, como a Arla Big Yogs e Yummia oferecendo suas pr\u00f3prias vers\u00f5es. \"As empresas de latic\u00ednios ampliaram o recurso dos iogurtes saborosos, promovendo-os para variados usos\", disse a diretora de intelig\u00eancia de mercado da Zenith Global, Esther Renfrew. \"As op\u00e7\u00f5es de salgados nas prateleiras dos supermercados oferecem grande versatilidade como lanches, petiscos, salada e ingredientes de cozinha. Eles oferecem formas diferentes que agu\u00e7am o paladar sem excessivas calorias.\" Com um amplo posicionamento que atrai os adultos, os milenares e as crian\u00e7as - bem como uma variedade crescente de combina\u00e7\u00f5es de sabores - a categoria tem sido bem-sucedida em atrair novos clientes, bem como na constru\u00e7\u00e3o de convertidos leais, acrescentou Zenith. Renfrew continuou: \"\u00c0 medida que as preocupa\u00e7\u00f5es com a sa\u00fade se ampliam, o iogurte salgado tem forte potencial de crescimento cont\u00ednuo e desenvolvimento de novos produtos em 2017.\"( FoodBev Media- Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 12 de janeiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.421 &nbsp; \u200b\u200bLanguiru e parceiros buscam alternativas para pequenos produtores de leite &nbsp; &nbsp; Preocupada com a sustentabilidade da pequena propriedade, especialmente dos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/12\/12-01-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/01\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1383","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1383","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1383"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1383\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1383"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1383"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1383"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}