{"id":1381,"date":"2017-01-11T17:16:44","date_gmt":"2017-01-11T17:16:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/11\/11-01-2017\/"},"modified":"2017-01-11T17:16:44","modified_gmt":"2017-01-11T17:16:44","slug":"11-01-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/11\/11-01-2017\/","title":{"rendered":"11\/01\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 11 de janeiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.420<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>\u200b\u200b4\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite ocorrer\u00e1 em abril<\/strong><\/p>\n<p> O 4\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite j\u00e1 tem data marcada. O evento est\u00e1 programado para o dia 25 de abril, nas depend\u00eancias da Escola Estadual T\u00e9cnica Celeste Gobbato, na cidade de Palmeira das Miss\u00f5es (RS). O objetivo \u00e9 dar continuidade aos debates sobre os desafios da produ\u00e7\u00e3o leiteira ga\u00facha, englobando pontos de vista de produtores, acad\u00eamicos e representantes industriais. Neste f\u00f3rum o debate pela parte da manh\u00e3 e ter\u00e1 como tema principal \"A versatilidade dos l\u00e1cteos em incorporar mais propriedades funcionais ou de sa\u00fade\".&nbsp;<\/p>\n<p> Tamb\u00e9m est\u00e1 previsto o lan\u00e7amento do livro sobre os 2\u00ba e 3\u00ba f\u00f3runs realizados em Santa Maria e Porto Alegre, respectivamente em outubro e novembro de 2016. J\u00e1 \u00e0 tarde est\u00e3o previstas as oficinas, que j\u00e1 foram abordadas nos primeiros f\u00f3runs como o caminho da inspe\u00e7\u00e3o do leite, evolu\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o; a qualidade do leite na elabora\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos; o bem estar de vacas leiteiras; a alimenta\u00e7\u00e3o animal versus a qualidade do leite; e a sa\u00fade animal versus a qualidade do leite. Ser\u00e3o abordados ainda os seguintes temas nas oficinas: as inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas no setor do leite, as perspectivas para o setor l\u00e1cteo no RS; o projeto sobre compost Barn no RS; e a an\u00e1lise dos primeiros 100 dias da Lei do Leite.&nbsp;<\/p>\n<p> A programa\u00e7\u00e3o completa dever\u00e1 ser divulgada nos primeiros dias de fevereiro, bem como a ades\u00e3o de outras entidades em apoio ao 4\u00ba F\u00f3rum Itinerante do leite em Palmeira das Miss\u00f5es. O evento \u00e9 promovido pelo Sindicato da Ind\u00fastria dos Latic\u00ednios (Sindilat\/RS), em parceria com a SEAPI, Farsul, Fetag, Mapa, Escola Estadual Celeste Celeste Gobbato e UFSM Campus de Palmeira das Miss\u00f5es.<\/p>\n<p> Os detalhes do evento foram definidos em reuni\u00e3o na sexta-feira (06\/01), na Escola Estadual Celeste Gobbato, e contou com a presen\u00e7a de representante do Sindilat e de entidades de Palmeira das Miss\u00f5es. A Lei Estadual do Leite, a competitividade no setor e as proje\u00e7\u00f5es para o futuro do setor foram alguns dos temas abordados nos f\u00f3runs anteriores, que j\u00e1 foram realizados nos munic\u00edpios de Iju\u00ed, Santa Maria e Porto Alegre. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Santa Clara come\u00e7a obras de latic\u00ednio em Casca\/RS<\/strong><\/p>\n<p> A cooperativa Santa Clara iniciou, neste m\u00eas, as obras da unidade industrial de latic\u00ednios que ir\u00e1 operar no munic\u00edpio de Casca. A atividade comercial do complexo est\u00e1 prevista para ocorrer no segundo trimestre de 2018. A estrutura ter\u00e1 uma capacidade instalada para processar at\u00e9 600 mil litros de leite diariamente, por\u00e9m, em um primeiro momento, ir\u00e1 trabalhar com metade desse volume. Inicialmente, o foco ser\u00e1 na produ\u00e7\u00e3o de leite UHT e formulados (achocolatados, creme de leite UHT e bebidas l\u00e1cteas de 200 ml). Em uma pr\u00f3xima etapa, a f\u00e1brica tamb\u00e9m atuar\u00e1 com outros itens, como, por exemplo, queijos. O diretor administrativo e financeiro da Santa Clara, Alexandre Guerra, ressalta que a planta crescer\u00e1 de forma gradativa e dever\u00e1 alcan\u00e7ar a sua produ\u00e7\u00e3o total dentro de seis anos. Posteriormente, a unidade, que possui uma \u00e1rea constru\u00edda de 22 mil metros quadrados, j\u00e1 prev\u00ea amplia\u00e7\u00f5es para chegar a 1 milh\u00e3o de litros industrializados por dia.<\/p>\n<p> Guerra detalha que o planejamento envolvendo equipamentos, como os de tratamento de efluentes e caldeiras, foi feito para atender \u00e0 necessidade de expans\u00e3o mais adiante. \"\u00c9 uma ind\u00fastria projetada para o futuro da Santa Clara\", enfatiza. Hoje, a cooperativa industrializa em torno de 750 mil litros de leite diariamente, que resultam em uma linha de mais de 140 produtos. Durante a constru\u00e7\u00e3o da planta em Casca, a perspectiva \u00e9 que sejam gerados mais de 200 postos de trabalho e na opera\u00e7\u00e3o mais 145 empregos diretos dever\u00e3o ser criados. O investimento no empreendimento \u00e9 estimado em R$ 115 milh\u00f5es, sendo que R$ 70 milh\u00f5es ser\u00e3o financiados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).&nbsp;<\/p>\n<p> A Santa Clara optou por fazer o complexo na regi\u00e3o devido \u00e0 robusta bacia leiteira do entorno. A f\u00e1brica tamb\u00e9m implica uma vantagem log\u00edstica para a companhia, pois o leite industrializado ali pode ir direto para outros estados, e o produto feito na matriz, em Carlos Barbosa, pode abastecer o Rio Grande do Sul. Sobre o potencial de vendas no mercado nacional, Guerra recorda que o Brasil \u00e9 um importador de l\u00e1cteos. \"Ainda vai levar anos para sermos autossuficientes\", frisa. O executivo acrescenta que a expectativa \u00e9 que a popula\u00e7\u00e3o cres\u00e7a e ocorra uma melhora de renda. O diretor informa que o brasileiro consome ao ano, em m\u00e9dia, 176 litros entre leite fluido e inserido em produtos, e a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) recomenda 220 litros.<\/p>\n<p> As obras da f\u00e1brica estavam previstas para come\u00e7ar no ano passado, no entanto Guerra afirma que o atraso deveu-se \u00e0 legaliza\u00e7\u00e3o do processo e \u00e0 terraplanagem, que demorou mais do que se esperava. Atualmente, a Santa Clara capta leite em 105 munic\u00edpios ga\u00fachos, contando com 3,3 mil produtores associados em atividade. A cooperativa possui ind\u00fastrias em Carlos Barbosa e Get\u00falio Vargas, com um mix de produtos de latic\u00ednios e frigor\u00edfico de 320 itens. Em 10 de abril deste ano, a Santa Clara completa 105 anos de exist\u00eancia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<p> <strong>Cinco principais indicadores para as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos em 2017<\/strong><\/p>\n<p> O USDEC projeta o ano novo, identificando os fatores que ter\u00e3o influ\u00eancia nas oportunidades de exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos dos EUA. Depois que a maioria dos progn\u00f3sticos pol\u00edticos viu suas previs\u00f5es ca\u00edrem por terra na elei\u00e7\u00e3o presidencial deste ano, prever o futuro est\u00e1 ainda mais trai\u00e7oeiro do que o habitual. Pensando nisto, ao inv\u00e9s de oferecer uma profecia para as exporta\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas em 2017, relacionamos os cinco pontos-chave que ser\u00e3o tomados como indicadores.<\/p>\n<p> 1. A produ\u00e7\u00e3o da primavera na Uni\u00e3o Europeia (UE). Demorou mais de um ano para que a produ\u00e7\u00e3o leiteira da UE respondesse ao excesso de oferta global. Mesmo quando os pre\u00e7os das commodities europeias atingiram seu n\u00edvel mais baixo em quase uma d\u00e9cada, os produtores mantiveram a produ\u00e7\u00e3o de leite, em muitos casos, reduzidos, temporariamente, quando as ind\u00fastrias bonificavam a manuten\u00e7\u00e3o dos volumes em n\u00edveis da maximiza\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia dos investimentos at\u00e9 \u00e0 remo\u00e7\u00e3o das cotas.<br \/> Depois de 14 meses consecutivos de aumentos da produ\u00e7\u00e3o de leite na compara\u00e7\u00e3o anual, os produtores de leite da UE finalmente se curvaram aos persistentes sinais negativos do mercado, em junho de 2016. A produ\u00e7\u00e3o de leite declinou 1,8% de junho a setembro, em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior. \u00c9 prov\u00e1vel que esta tend\u00eancia se mantenha no quarto trimestre, particularmente porque os produtores aderiram ao regime volunt\u00e1rio de redu\u00e7\u00e3o de leite no bloco, que lhes pagar\u00e3o para produzir menos leite entre outubro e dezembro (com um pequeno intervalo em janeiro). A ades\u00e3o, simplesmente, n\u00e3o os vincula automaticamente em redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, mas muitos j\u00e1 est\u00e3o fazendo isso de qualquer maneira. No entanto, chegando a 2017, o quadro fica menos claro. Os pre\u00e7os aos produtores da UE est\u00e3o subindo - 10% de julho a outubro - e todo esse brilho n\u00e3o desaparecer\u00e1. Os pre\u00e7os europeus da manteiga, do leite em p\u00f3 e do queijo subiram 22-68% desde a depress\u00e3o da primavera. A pergunta \u00e9: Ser\u00e1 que a reviravolta ser\u00e1 suficiente para revigorar os agricultores em 2017? Principalmente nos pa\u00edses que contribu\u00edram com os maiores ganhos nos \u00faltimos dois anos: Dinamarca, Irlanda e Holanda? Enquanto a produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia continuar a ser um importante fator de equil\u00edbrio, a UE tem o poder. Deslocar 1% na produ\u00e7\u00e3o leiteira da UE equivale \u00e0 movimenta\u00e7\u00e3o de 1,5 milh\u00f5es de toneladas de leite. O decl\u00ednio cont\u00ednuo e a diminui\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es globais tornaram menos impactantes as mudan\u00e7as de produ\u00e7\u00e3o na Argentina e na Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p> 2. Demanda. A demanda global de l\u00e1cteos enfrentar\u00e1 algumas dificuldades em 2017, j\u00e1 que os produtos ficar\u00e3o mais caros do que em 2016. Os pre\u00e7os internacionais das commodities est\u00e3o subindo e come\u00e7ar\u00e3o a ser filtrados pelos consumidores ao n\u00edvel de varejo. Os recentes aumentos previstos no valor do d\u00f3lar dos EUA podem exacerbar os aumentos.<br \/> Desde a elei\u00e7\u00e3o presidencial dos EUA, o d\u00f3lar tem se fortalecido consideravelmente, subindo de 2 a 8% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s moedas dos principais compradores de leite dos EUA e principais concorrentes. Para muitos, foi uma mudan\u00e7a de dire\u00e7\u00e3o. Enquanto o renminbi chin\u00eas e o peso mexicano se depreciaram em grande parte do ano, outras moedas realmente ganharam sobre o d\u00f3lar em 2016. O \u00edndice do d\u00f3lar dos EUA alcan\u00e7ou a maior alta em 14 anos logo ap\u00f3s a elei\u00e7\u00e3o, e os economistas acreditam agora que aumentar\u00e1 mais na nova administra\u00e7\u00e3o. A principal \u00e1rea de preocupa\u00e7\u00e3o para um d\u00f3lar forte \u00e9 o impacto potencial que tem sobre a demanda global das principais na\u00e7\u00f5es importadoras. Como o com\u00e9rcio de l\u00e1cteos \u00e9 estabelecido em d\u00f3lares dos EUA, um d\u00f3lar forte poder\u00e1 elevar os pre\u00e7os de importa\u00e7\u00e3o que acabar\u00e3o por chegar aos consumidores e potencialmente deter o consumo. Isso pode conter o crescimento da demanda, e seria ruim para os exportadores de leite de todos os pa\u00edses. Os pre\u00e7os do petr\u00f3leo poderiam restringir ainda mais a demanda em pa\u00edses produtores de petr\u00f3leo. A queda de dois anos nos pre\u00e7os do petr\u00f3leo tem prejudicado as economias em todo o Oriente M\u00e9dio, na Venezuela e em outros lugares, reduzindo a demanda por l\u00e1cteos. Por exemplo, o petr\u00f3leo representa cerca de \u00bc &nbsp;da economia da Venezuela e 95% de suas exporta\u00e7\u00f5es. A na\u00e7\u00e3o, tradicionalmente um grande comprador de l\u00e1cteos, cortou o volume de importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos em quase 75% nos \u00faltimos dois anos. Os membros da OPEP chegaram a um acordo para cortar a produ\u00e7\u00e3o no final de novembro, o que poder\u00e1 aumentar os rendimentos nacionais entre muitos importadores de l\u00e1cteos, mas, esse acordo \u00e9 contingente a que os n\u00e3o-membros contribuam para as redu\u00e7\u00f5es, uma proposi\u00e7\u00e3o incerta para realmente reduzir os excedentes globais de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p> 3. Estoques. No final de novembro, a UE tinha 355 mil toneladas de leite em p\u00f3 desnatado (SMP) nos estoques de interven\u00e7\u00e3o, e um adicional de 70 mil toneladas de SMP e 75 mil toneladas de manteiga no \u00e2mbito do programa Private Storage AID (Ajuda de Estoques Privados). Os estoques de manteiga e queijo nos Estados Unidos atingiram &nbsp;os recordes de 122 e 562 mil toneladas, respectivamente, no final de setembro, enquanto os estoques de leite em p\u00f3 desnatado (nonfat dry milk\/skim milk powder) foram de quase 100 mil toneladas. O crescimento da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite pode estar em decl\u00ednio e os pre\u00e7os das commodities subindo, mas, ainda enfrentamos um mercado substancialmente bem abastecido. A pergunta em 2017 \u00e9: Esses volumes poder\u00e3o sair sem afundar a nascente recupera\u00e7\u00e3o do mercado verificada nos \u00faltimos meses? Um teste sobre o apetite global foi feito antes mesmo do Ano Novo. Percebendo os sinais de recupera\u00e7\u00e3o, a Comiss\u00e3o Europeia decidiu testar o apetite com um volume limitado - 22.150 toneladas - dos estoques de interven\u00e7\u00e3o de SMP atrav\u00e9s de um processo de leil\u00e3o. Os lances est\u00e3o sendo recebidos at\u00e9 amanh\u00e3, desde o dia 13 de dezembro.<\/p>\n<p> 4. Pol\u00edtica comercial dos EUA. Sempre que um novo presidente se prepara para assumir o cargo, surgem quest\u00f5es sobre a pol\u00edtica comercial do novo governo. Com o presidente eleito Trump n\u00e3o \u00e9 diferente. Embora o presidente eleito tenha repetidamente criticado os acordos de livre com\u00e9rcio (ALC) anteriores durante a campanha, e traga consigo riscos comerciais potenciais (como amea\u00e7as anteriores para impor tarifas punitivas em mercados essenciais e lan\u00e7ar renegocia\u00e7\u00f5es de ALC), ele tamb\u00e9m traz a potencial perspectiva ben\u00e9fica de novos acordos bilaterais. Na verdade, existem sinais de interesse em explorar um novo conjunto de ALCs bilaterais em curto prazo. Dada esta combina\u00e7\u00e3o de oportunidades potenciais e poss\u00edveis desafios, o USDEC estar\u00e1 fornecendo informa\u00e7\u00f5es para a nova administra\u00e7\u00e3o com o objetivo de assegurar que o com\u00e9rcio atual de l\u00e1cteos continue fluindo sem ser afetado e que aproveitemos o apetite para dar uma nova olhada na pol\u00edtica comercial dos EUA, na dire\u00e7\u00e3o de favorecer a agricultura americana. Um exemplo seria ampliar quest\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o para manter os parceiros comerciais dos EUA em seus compromissos. Muito est\u00e1 em jogo em 2017. Os concorrentes dos EUA n\u00e3o est\u00e3o parados quando se trata de com\u00e9rcio. A UE continua a procurar agressivamente por ACLs e, apesar das press\u00f5es populistas internas em alguns mercados, provavelmente continuar\u00e1. Os pa\u00edses asi\u00e1ticos discutem um poss\u00edvel acordo regional paralelo ou em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 Parceria TransPac\u00edfico. A Austr\u00e1lia e a Nova Zel\u00e2ndia j\u00e1 t\u00eam acordos de livre com\u00e9rcio com a China, e a Nova Zel\u00e2ndia e a China anunciaram recentemente planos de iniciar negocia\u00e7\u00f5es para expandir seus acordos, incluindo disposi\u00e7\u00f5es sobre produtos l\u00e1cteos. Os Estados Unidos precisam ser ativos no avan\u00e7o para n\u00e3o ficarem para tr\u00e1s.<\/p>\n<p> 5. Mix de produtos para a China. As importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos chineses subiram 15%, em equivalente leite, nos primeiros 10 meses de 2016 (em compara\u00e7\u00e3o com janeiro-outubro de 2015). Enquanto o volume de leite em p\u00f3 integral (WMP) - o produto que cimentou o lugar da China como o maior comprador de leite do mundo - subiu 18%, os dados do com\u00e9rcio dos \u00faltimos cinco anos indicam que vemos uma evolu\u00e7\u00e3o da demanda chinesa por l\u00e1cteos.<br \/> As importa\u00e7\u00f5es chinesas de leite fluido, creme, queijo e f\u00f3rmula infantil est\u00e3o bem, a caminho de anos recorde, com volume de 27-51%. Juntos, eles representaram 16% do volume de importa\u00e7\u00e3o de leite da China (em equivalente leite) entre janeiro-outubro de 2016. Isso marca o segundo ano consecutivo que crescem dois d\u00edgitos- uma mudan\u00e7a clara da participa\u00e7\u00e3o na importa\u00e7\u00e3o agregada de 7% apresentada em 2012-2014.<\/p>\n<p> O WMP ainda comanda a maior parte das importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos - 30% (355.128 toneladas) nos primeiros 10 meses. Mas essa participa\u00e7\u00e3o caiu 45%. O volume recorde de 621.010 toneladas ocorreu em 2014.<br \/> Poucos t\u00eam d\u00favidas sobre o futuro brilhante da China como importador de l\u00e1cteos. Mas o mix de produtos parece estar mudando. O pr\u00f3ximo ano fornecer\u00e1 mais dicas sobre os rumos.<br \/> Outros fatores que vale a pena saber A lista completa de fatores que potencialmente influenciam a oportunidade global de l\u00e1cteos \u00e9 virtualmente infinita. E enquanto acreditamos que os cinco fatores acima s\u00e3o os principais, uma por\u00e7\u00e3o de outros not\u00e1veis merecem men\u00e7\u00e3o, incluindo:<br \/> O apetite de l\u00e1cteos dos EUA no M\u00e9xico. Apesar da significativa desvaloriza\u00e7\u00e3o do peso em 2016, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA para o M\u00e9xico apresentaram surpreendente resist\u00eancia. Mais notavelmente, as remessas de leite em p\u00f3 dos Estados Unidos subiram 13% em volume nos primeiros 10 meses em compara\u00e7\u00e3o com janeiro a outubro de 2015, quando o pa\u00eds comprou 46% do total das exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 dos Estados Unidos. As exporta\u00e7\u00f5es de queijos dos EUA para o M\u00e9xico ca\u00edram 4% em outubro, mas, os Estados Unidos aumentaram sua participa\u00e7\u00e3o e o M\u00e9xico continua sendo o maior comprador de queijo dos EUA.<\/p>\n<p> No total, o M\u00e9xico representou 26% do valor total das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos (US$1 bilh\u00e3o) nos primeiros 10 meses, acima da m\u00e9dia anual de 23% de 2010-2015. Em 2017, a quest\u00e3o ser\u00e1 saber se o apetite l\u00e1cteo do M\u00e9xico aumentar\u00e1, particularmente, nos principais setores norte-americanos de leite em p\u00f3 e queijo de servi\u00e7os alimentares, e se os fornecedores dos EUA dedicar\u00e3o foco e recursos para defender e crescer sua participa\u00e7\u00e3o neste importante mercado de cara com a crescente concorr\u00eancia da Europa e da Oceania. Mix de produtos da Nova Zel\u00e2ndia. A bolha chinesa de WMP em 2014 trouxe a Nova Zel\u00e2ndia \u00e0 realidade, havendo se comprometido demasiadamente na produ\u00e7\u00e3o do p\u00f3. O pa\u00eds, e sua mais not\u00e1vel fornecedora de l\u00e1cteos - quase monop\u00f3lio, a Cooperativa Fonterra, voltou a diversificar a produ\u00e7\u00e3o em nutri\u00e7\u00e3o pedi\u00e1trica, queijo, servi\u00e7os alimentares e outros produtos de margem mais alta, por meio de investimentos em f\u00e1bricas e inova\u00e7\u00e3o de produtos. Em outras palavras, a Nova Zel\u00e2ndia buscou canalizar mais leite para produtos que competem diretamente com as exporta\u00e7\u00f5es dos EUA, ao inv\u00e9s do WMP, onde os Estados Unidos \u00e9 apenas um participante menor.<br \/> O pr\u00f3ximo ano fornecer\u00e1 mais dicas sobre como o sucesso da ind\u00fastria do pa\u00eds ser\u00e1 na produ\u00e7\u00e3o desses produtos, apesar da natureza altamente sazonal da produ\u00e7\u00e3o de leite Kiwi e a engrenagem de sua fabrica\u00e7\u00e3o de p\u00f3.<\/p>\n<p> Regulamentos da China. A China continua a aperfei\u00e7oar seus regulamentos de seguran\u00e7a alimentar para reduzir a incid\u00eancia de adultera\u00e7\u00e3o, contamina\u00e7\u00e3o e falsifica\u00e7\u00e3o que tem minado a confian\u00e7a na oferta dom\u00e9stico de alimentos. Essas tentativas de refor\u00e7ar o seu sistema de seguran\u00e7a alimentar tem consequ\u00eancias de longo alcance para todos os exportadores de produtos l\u00e1cteos e alimentos que procuram fazer neg\u00f3cios l\u00e1, como evidenciado pelas exig\u00eancias de registro de instala\u00e7\u00f5es da China. Novas regras de com\u00e9rcio eletr\u00f4nico de f\u00f3rmulas infantis e outros produtos l\u00e1cteos devem entrar em vigor na primavera de 2017. Mas a quest\u00e3o mais importante \u00e9: Poderia haver mais mudan\u00e7as nas lojas? (USDEC - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em>Estado publica normativa sobre a Lei do Leite<br \/> O governo do Estado publicou Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) que estabelece os aspectos operacionais relacionados \u00e0 Lei do Leite (Lei Estadual n\u00ba 14.835) e os seus regulamentos. A IN define, por exemplo, a carga hor\u00e1ria do treinamento destinado aos transportadores de leite cru, que inclui atividades pr\u00e1ticas e te\u00f3ricas com o m\u00ednimo de quatro horas, assim como as regras para o repasse de informa\u00e7\u00f5es sobre os fornecedores de leite, as quais devem estar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Local e de auditorias nos estabelecimentos e nos postos de refrigera\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, a normativa prev\u00ea que o ve\u00edculo transportador do produto deve ser cadastrado e contar obrigatoriamente com um adesivo de identifica\u00e7\u00e3o. A lista com o cadastro de transportadores autorizados tamb\u00e9m dever\u00e1 ser publicada no site oficial da SEAPI (Secretaria Estadual de Agricultura), somente ap\u00f3s todos os transportadores terem passado pelo treinamento. A publica\u00e7\u00e3o ocorreu no Di\u00e1rio Oficial do dia 29 de dezembro de 2016. J\u00e1 a Lei do Leite foi sancionada pelo governador Jos\u00e9 Ivo Sartori no dia 24 de junho deste ano, durante o 1\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite, em Iju\u00ed. O evento foi promovido pelo Sindilat. As mudan\u00e7as trazidas pela medida aumentam o compromisso das ind\u00fastrias e dos transportadores de leite sobre a rastreabilidade do produto que chega aos consumidores. Aos produtores, a lei n\u00e3o tem mudan\u00e7a significativa, at\u00e9 porque os mesmos devem cumprir a legisla\u00e7\u00e3o do Rispoa e a IN 62. Documento dispon\u00edvel no site do <a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/index.php\/legislacao\/1139-in-13-2016\">Sindilat<\/a>. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/em>&nbsp;<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 11 de janeiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.420 &nbsp; \u200b\u200b4\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite ocorrer\u00e1 em abril O 4\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite j\u00e1 tem data marcada. O evento est\u00e1 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/11\/11-01-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/01\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1381","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1381","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1381"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1381\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1381"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1381"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1381"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}