{"id":1377,"date":"2017-01-09T17:05:10","date_gmt":"2017-01-09T17:05:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/09\/09-01-2017\/"},"modified":"2017-01-09T17:05:10","modified_gmt":"2017-01-09T17:05:10","slug":"09-01-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/09\/09-01-2017\/","title":{"rendered":"09\/01\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 09 de janeiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.418<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>\u200b\u200b &nbsp;Leil\u00e3o GDT: pre\u00e7o internacional cai, mas leite em p\u00f3 integral se mant\u00e9m acima de US$ 3 mil\/ton<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> No \u00faltimo leil\u00e3o GDT, ocorrido nesta ter\u00e7a-feira (03\/01), houve queda de 3,9% nos pre\u00e7os m\u00e9dios dos l\u00e1cteos, que fecharam a US$3.463\/tonelada.<\/p>\n<p> O leite em p\u00f3 integral foi o l\u00e1cteo que apresentou maior queda, com varia\u00e7\u00e3o negativa de 7,7% e m\u00e9dia final de US$3.294\/tonelada. J\u00e1 o leite em p\u00f3 desnatado fechou a US$ 2.660\/tonelada, subindo 2,3% em rela\u00e7\u00e3o ao leil\u00e3o anterior.<\/p>\n<p> A quantidade de produtos l\u00e1cteos vendidos aumentou 0,3%, sendo comercializadas 22.396 toneladas. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado a quantidade vendida caiu 33%, 3.275 toneladas a menos.&nbsp;<\/p>\n<p> Os pre\u00e7os futuros dos pr\u00f3ximos leil\u00f5es GDT tamb\u00e9m apresentaram queda e hoje apontam para um primeiro semestre com pre\u00e7os de leite em p\u00f3 integral entre US$3.200\/ton e US$3.400\/ton. (GDT\/Milkpoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2081\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Prote\u00edna animal \u00e9 aposta para incrementar o agroneg\u00f3cio ga\u00facho&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Com o objetivo de auxiliar no incremento dos neg\u00f3cios no segmento, entidades focadas na produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna animal v\u00e3o elaborar um mapeamento do setor para identificar gargalos e elencar pontos que o Estado poder\u00e1 atuar. A decis\u00e3o foi tomada em reuni\u00e3o na \u00faltima quinta-feira (05\/01), no audit\u00f3rio Pery Pinto Diniz, no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), em Porto Alegre, com representantes do setor p\u00fablico e da iniciativa privada. O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat) esteve representado pelo presidente Alexandre Guerra.<\/p>\n<p> Na ocasi\u00e3o, foram estabelecidos cinco Grupos de Trabalho (GT) que definir\u00e3o metas para os setores de aves\/ovos, su\u00ednos, l\u00e1cteos, bovinos\/ovinos e peixes. O grupo respons\u00e1vel pelo setor l\u00e1cteo ser\u00e1 conduzido pelo diretor das C\u00e2maras Setoriais, da Secretaria da Agricultura Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o, Rodrigo Rizzo, e ter\u00e1 relatoria do secret\u00e1rio de Desenvolvimento Rural, Tarcisio Minetto. O objetivo \u00e9 elaborar, em seis meses, um documento final que ser\u00e1 apresentado no dia 1\u00ba de junho de 2017. Os grupos ser\u00e3o coordenados pela Secretaria de Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Ci\u00eancia e Tecnologia (SDECT) e pelo BRDE. &nbsp;O primeiro encontro est\u00e1 marcado para o dia 12 de janeiro, na Seapi, \u00e0s 9h.<\/p>\n<p> A reuni\u00e3o foi convocada pelo presidente do BRDE, Odacir Klein, com o objetivo de discutir aspectos que agreguem valor ao produto ga\u00facho e identificar obst\u00e1culos no segmento de carnes. Estiveram presentes tamb\u00e9m o secret\u00e1rio de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarc\u00edsio Minetto, a secret\u00e1ria do Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, Ana Pellini, e o secret\u00e1rio da SDECT, F\u00e1bio Branco, al\u00e9m de representantes da Emater, da Seapi e do Minist\u00e9rio da Agricultura. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2081\" style=\"width: 720px; height: 434px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Foto: Mauro Moraes\/BRDE<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Secretaria da Fazenda divulga valor da UPF para 2017<\/strong><\/p>\n<p> O novo valor da Unidade Padr\u00e3o Fiscal (UPF), que entrou em vigor dia 01\/01\/2017, est\u00e1 fixado em R$ 18,2722. A UPF serve como indexador para corrigir taxas e tributos cobrados pelo Estado e sofreu corre\u00e7\u00e3o de 6,58% com base na varia\u00e7\u00e3o do IPCA-E (\u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo).&nbsp;<\/p>\n<p> Para a corre\u00e7\u00e3o de impostos, como IPVA e ITCD, o novo valor da UPF passou a valer j\u00e1 no primeiro dia \u00fatil do ano, no caso segunda-feira (2). Em rela\u00e7\u00e3o ao valor de taxas, a nova refer\u00eancia passa a vigorar 30 dias ap\u00f3s a data de publica\u00e7\u00e3o. A UPF\/2017 foi fixada por instru\u00e7\u00e3o normativa da Receita Estadual publicada no DOE (Di\u00e1rio Oficial do Estado) na edi\u00e7\u00e3o da \u00faltima sexta-feira (23). (SEFAZ)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2082\" style=\"width: 480px; height: 381px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>EUA: previs\u00e3o do USDA aponta crescimento na oferta de leite em 2017<\/strong><\/p>\n<p> Os processadores de l\u00e1cteos podem esperar uma expans\u00e3o na oferta de leite, um crescimento nas exporta\u00e7\u00f5es e maiores pre\u00e7os em um futuro pr\u00f3ximo. Para 2017, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) citou um crescimento mais lento no n\u00famero de vacas, mas, um leve aumento na produ\u00e7\u00e3o de leite por animal. A previs\u00e3o do USDA tamb\u00e9m \u00e9 de aumentos anuais na produ\u00e7\u00e3o de leite at\u00e9 2024.<\/p>\n<p> O relat\u00f3rio de dezembro prev\u00ea um aumento nos pre\u00e7os do leite para US$ 37,15 a US$ 38,91 por 100 quilos em 2017. At\u00e9 2020, o departamento previu que os pre\u00e7os do leite alcan\u00e7ar\u00e3o US$ 40,54 por 100 quilos. As exporta\u00e7\u00f5es comerciais de produtos l\u00e1cteos dever\u00e3o aumentar em todos os anos, de 4,04 bilh\u00f5es de quilos (em uma base de gordura do leite) nesse ano para 5,53 bilh\u00f5es de quilos em 2024, mas nem todos os produtos l\u00e1cteos se beneficiar\u00e3o.<\/p>\n<p> O USDA disse que em 2017, \"as exporta\u00e7\u00f5es dever\u00e3o cair devido \u00e0 maior competi\u00e7\u00e3o nos mercados de queijos, mas a for\u00e7a nas exporta\u00e7\u00f5es de lactose e leite desnatado dever\u00e3o apoiar maiores vendas baseadas em s\u00f3lidos desnatados do leite. As previs\u00f5es de importa\u00e7\u00e3o foram reduzidas com rela\u00e7\u00e3o ao relat\u00f3rio do m\u00eas anterior, tanto para produtos baseados em gordura, como para os baseados em s\u00f3lidos desnatados\".<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es representam cerca de 14% de toda a produ\u00e7\u00e3o de leite dos Estados Unidos, comparado com menos de 8% h\u00e1 uma d\u00e9cada, de acordo com o CoBank, de Denver. Isso aumenta a quantidade de exposi\u00e7\u00e3o que as companhias de l\u00e1cteos dos Estados Unidos t\u00eam aos riscos monet\u00e1rios, eventos geopol\u00edticos e outros fatores imprevis\u00edveis. \"A previs\u00e3o para os pr\u00f3ximos anos \u00e9 positiva, mas prec\u00e1ria\", disse o economista s\u00eanior do banco, Ben Laine. A an\u00e1lise do CoBank, divulgada em dezembro, notou que \"um desafio imediato\" \u00e9 a capacidade de processamento n\u00e3o ter acompanhado o crescimento na produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p> \"Novas plantas de processamento e expans\u00f5es de plantas nos pr\u00f3ximos dois anos fornecer\u00e3o algum al\u00edvio. Ao mesmo tempo, a ind\u00fastria de l\u00e1cteos dos Estados Unidos precisa fazer tudo o que puder para manter e desenvolver a demanda dom\u00e9stica e a rela\u00e7\u00e3o com os clientes. Isso inclui o desenvolvimento de produtos inovadores para se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as de gostos dos consumidores\".<\/p>\n<p> Embora o consumo de leite fluido esteja baixo, o n\u00famero de plantas de processamento aumentou, de acordo com o USDA e com o FDA (Food &amp; Drug Administration). Em 2015, havia 456 plantas de leite, enquanto em 2008, esse n\u00famero era de 400. O volume m\u00e9dio por planta caiu para 49,67 milh\u00f5es de quilos em 2015, de 61,78 milh\u00f5es de quilos em 2008.<\/p>\n<p> Os pre\u00e7os do a\u00e7\u00facar, um ingrediente popular no leite, sorvete e iogurte, dever\u00e3o cair, com a oferta total de a\u00e7\u00facar de beterraba e de cana de a\u00e7\u00facar de fontes dom\u00e9sticas e importadas devendo aumentar a cada ano.<\/p>\n<p> No geral, a economia crescer\u00e1 lentamente. O USDA assume que o Produto Interno Bruto (PIB) aumentar\u00e1 2,3% em 2017, 2,2% em 2018 e 2,1% em cada ano de 2019 a 2026. A renda per capita dispon\u00edvel crescer\u00e1 ainda mais lentamente. O governo prev\u00ea um crescimento de 1,7% em 2017 (melhor do que 2016) e ent\u00e3o uma queda de 1,5% em 2018 e uma estabilidade de 1,4% de 2019 a 2026. Esses n\u00fameros v\u00eam de previs\u00f5es macroecon\u00f4micas do departamento.<\/p>\n<p> A infla\u00e7\u00e3o permanecer\u00e1 baixa, pairando em torno de 2%. O \u00cdndice de Pre\u00e7o ao Produtor para bens brutos dever\u00e1 aumentar mais r\u00e1pido do que o \u00edndice para bens terminados. Nos pr\u00f3ximos quatro anos, o \u00edndice para bens brutos dever\u00e1 ir de 3,6% em 2017 para 2,9% em 2020. O \u00edndice para bens terminados dever\u00e1 ser de 1,5% em 2017 (ap\u00f3s um decr\u00e9scimo de 1,7% em 2016) e 2,2% em 2020. O pre\u00e7o do petr\u00f3leo bruto dever\u00e1 ser de US$ 49,70 o barril nesse ano, aumentando para US$ 74 o barril em 2020.<\/p>\n<p> Os impostos sobre m\u00e3o de obra aumentar\u00e3o nesse ano e em m\u00e9dio prazo. O governo assume que a taxa hor\u00e1ria de compensa\u00e7\u00e3o n\u00e3o-agr\u00edcola subir\u00e1 3,9% este ano e ficar\u00e1 em uma faixa de 3,6% a 3,8% at\u00e9 2020. A taxa de desemprego ficar\u00e1 em torno de 4,7% nos pr\u00f3ximos quatro anos. A popula\u00e7\u00e3o total dos Estados Unidos crescer\u00e1 lentamente. Os economistas assumem um aumento anual de 0,8% nos pr\u00f3ximos cinco anos. Os processadores de l\u00e1cteos dos Estados Unidos poder\u00e3o ficar de olho em mercados foras do pa\u00eds, onde h\u00e1 mais popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Laine disse que a ind\u00fastria est\u00e1 pronta para se beneficiar da demanda externa na \u00c1sia, Am\u00e9rica Latina e \u00c1frica, impulsionada pelo crescimento da popula\u00e7\u00e3o e pelo aumento do consumo da classe m\u00e9dia. Estat\u00edsticas compiladas pelo USDA mostram que, enquanto as popula\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos e da regi\u00e3o \u00c1sia\/Oceania dever\u00e3o aumentar 0,8% em 2020, a diferen\u00e7a \u00e9 de escala. Um aumento de 0,8% no mercado dom\u00e9stico significa cerca de 26 milh\u00f5es de pessoas a mais. A taxa de crescimento na \u00c1sia\/Oceania resulta em 318 milh\u00f5es de indiv\u00edduos a mais. Prev\u00ea-se que o PIB nessa regi\u00e3o aumente pelo menos 4,3% a cada ano entre 2017 e 2020. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Dairy Foods, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Argentina perde 460 fazendas leiteiras em 2016<\/strong><\/p>\n<p> Em 2016, a Argentina perdeu 460 fazendas leiteiras em produ\u00e7\u00e3o, o que representa uma queda de 4%, \"dado que mais que duplica a taxa m\u00e9dia dos \u00faltimos anos (entre 1,5% e 2%)\", segundo dados do primeiro relat\u00f3rio do Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (OCLA). Esse dado \u00e9 considerado uma estimativa.<\/p>\n<p> O relat\u00f3rio do OCLA indica tamb\u00e9m que ocorreu durante 2016 uma \"forte queda no faturamento (por pre\u00e7o e volume) no final de 2015 e come\u00e7o de 2016, estimada em 600.000 pesos (US$ 37.524,6) para uma fazenda m\u00e9dia em 180 dias\", o que \"tem gerado uma complexa situa\u00e7\u00e3o financeira para muitos produtores que aumentaram notavelmente seu endividamento e a taxas mais altas\".<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de 2016 registraria uma queda entre 10% e 11% com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior (totalizando 10,1 bilh\u00f5es de litros de leite), com uma redu\u00e7\u00e3o na ordem de 8% (considerando n\u00fameros constantes de fazendas leiteiras). O ano se apresentou com per\u00edodos nos quais a produ\u00e7\u00e3o chegou a cair com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior em mais de 20% - devido \u00e0s chuvas ocorridas na bacia leiteira central.<\/p>\n<p> Quanto \u00e0 demanda agregada de l\u00e1cteos, \"a queda com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior foi de 8% e, embora tenha exibido n\u00fameros vermelhos em seus dois componentes (mercado interno e exporta\u00e7\u00f5es), a queda das exporta\u00e7\u00f5es foi quatro vezes maior \u00e0 registrada pelo consumo interno (20% versus 5,3%)\".<\/p>\n<p> Em consequ\u00eancia, a composi\u00e7\u00e3o mercado interno\/exporta\u00e7\u00e3o passou de 80\/20 nos dez primeiros meses de 2015 para 82\/18 nesse ano, \"bastante abaixo da m\u00e9dia dos \u00faltimos 10 anos que foi de cerca de 24%\".<\/p>\n<p> O volume exportado em outubro foi de 23.200 toneladas, 16,6% a menos que em setembro e 42,3% a menos que no mesmo m\u00eas do ano anterior. \"Algo pior ocorre quando se mede em valor, que subiu para US$ 65,8 milh\u00f5es, 18,7% a menos que em setembro e 46% a menos que em outubro de 2015\".<\/p>\n<p> Nos 10 primeiros meses de 2016, as exporta\u00e7\u00f5es alcan\u00e7aram 247.000 toneladas, por um valor de US$ 655 milh\u00f5es FOB e um pre\u00e7o impl\u00edcito m\u00e9dio de US$ 2.644. \"Esses n\u00fameros representaram quedas de 9% em toneladas, 32% em d\u00f3lares e 25% em pre\u00e7o com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior (janeiro-outubro)\".<\/p>\n<p> Com rela\u00e7\u00e3o ao consumo, \"no acumulado dos dez primeiros meses do ano, essa vari\u00e1vel sofreu um retrocesso de 5,5% com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2015 (ajustado para o crescimento populacional, a queda \u00e9 de mais de 6%)\".&nbsp;<\/p>\n<p> Em 05\/01\/17 - 1 Peso Argentino = US$ 0,06254<br \/> 15,9728 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<br \/> (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal Infortambo, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em>Uruguai: proje\u00e7\u00f5es preliminares apontam aumento de 2% a 4% na produ\u00e7\u00e3o de leite em 2017<br \/> Em 2017, a produ\u00e7\u00e3o de leite no Uruguai aumentar\u00e1 entre 2% a 4%, segundo estimativas preliminares do Instituto Nacional do Leite (Inale). O crescimento esperado n\u00e3o permitiria recuperar uma contra\u00e7\u00e3o de cerca de 10% na produ\u00e7\u00e3o no ano de 2016. O gerente do Inale, Gabriel Bagnato, disse que a firmeza do mercado internacional permite melhores neg\u00f3cios para as ind\u00fastrias locais - o que se transmitiria aos produtores. \"O resultado \u00e9 algo em torno de 9 pesos (US$ 0,30) por litro, podendo haver alguma alta mais para frente. O pre\u00e7o ao produtor poderia subir um pouco mais\". Bagnato foi moderadamente positivo sobre a continuidade da recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os registrada no segundo semestre desse ano. \"Come\u00e7amos 2017 com poss\u00edveis altas moderadas no primeiro semestre do ano e um pouco menos na segunda metade\". A oferta mundial de leite segue em queda. Bagnato destacou a queda de 3% em outubro para a capta\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia (UE). A isso, somam-se baixas em torno de 4% na Nova Zel\u00e2ndia e de cerca de 10% na Austr\u00e1lia e na Argentina com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. \"Os analistas preveem que um aumento nos pre\u00e7os n\u00e3o mudar\u00e1 a oferta no primeiro semestre. Para esse per\u00edodo, se manteria uma in\u00e9rcia para seguir ajustando um pouco os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos, ainda que em menor porcentagem\". Para o segundo semestre, a tend\u00eancia seria mais est\u00e1vel ou com algum ajuste para baixo sobre os valores do primeiro semestre. O endividamento, somado a uma redu\u00e7\u00e3o do rebanho, mant\u00e9m um cen\u00e1rio de desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o\". Em 02\/01\/17 - 1 Peso Uruguaio = US$ 0,03360. 28,6230 Peso Uruguaio = US$ 1 (Fonte: Oanda.com). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Blasina y Asociados, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de janeiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.418 &nbsp; \u200b\u200b &nbsp;Leil\u00e3o GDT: pre\u00e7o internacional cai, mas leite em p\u00f3 integral se mant\u00e9m acima de US$ 3 mil\/ton &nbsp; No \u00faltimo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/01\/09\/09-01-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/01\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1377","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1377","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1377"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1377\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1377"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1377"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1377"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}