{"id":1364,"date":"2016-12-19T18:19:40","date_gmt":"2016-12-19T18:19:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/19\/19-12-2016\/"},"modified":"2016-12-19T18:19:40","modified_gmt":"2016-12-19T18:19:40","slug":"19-12-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/19\/19-12-2016\/","title":{"rendered":"19\/12\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 19 de dezembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.413<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>\u200b\u200bIrlanda: pesquisa aponta que leite de vacas criadas a pasto produz l\u00e1cteos de melhor qualidade<\/strong><\/p>\n<p> Pesquisadores da Irlanda disseram que h\u00e1 evid\u00eancias de que vacas criadas a pasto produzem produtos melhores. A maioria das vacas do mundo s\u00e3o criadas em confinamento, diferente do que ocorre na Irlanda, onde a ind\u00fastria de l\u00e1cteos \u00e9 quase totalmente baseada em pastagem - algo que \u00e9 promovido globalmente por meio da campanha Origin Green, promovida pelo Bord Bia, \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pelo setor aliment\u00edcio irland\u00eas.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, os consumidores geralmente associam que o leite e os produtos l\u00e1cteos produzidos por vacas mantidas a pasto s\u00e3o \"mais saud\u00e1veis\" do que os de vacas confinadas (que consomem ra\u00e7\u00e3o e concentrados). Pesquisadores da cidade irlandesa de Cork disseram que t\u00eam evid\u00eancias cient\u00edficas que mostram os benef\u00edcios do leite produzido a pasto em termos de propriedades nutricionais, apar\u00eancia, sabor e cor.<\/p>\n<p> A pesquisa foi liderada pelo Teagasc e por pesquisadores da University College Cork (UCC), incluindo a professora Catherine Stanton, do APC Microbiome Institute, e pelo professor Paul Ross, da UCC. Os estudos foram publicados em dois trabalhos publicados no Journal of Dairy Science neste m\u00eas. Esse estudo \u00e9 parte de um grande programa colaborativo no Centro de Pesquisa Teagasc Moorepark e no APC Microbiome Institute, chamado \"Profiling Milk From Grass\" (\"Perfil do leite produzido a pasto\", em uma tradu\u00e7\u00e3o livre), que \u00e9 financiado pelo Teagasc, pela Science Foundation Ireland e pelo Dairy Research Trust.<\/p>\n<p> O estudante de PhD da Teagasc, Tom O'Callaghan, que \u00e9 primeiro autor de ambos os estudos, disse que os resultados mostram que o leite e os produtos l\u00e1cteos de vacas criadas a pasto t\u00eam concentra\u00e7\u00f5es maiores de gordura, prote\u00edna e case\u00edna. \"Em particular, o leite de vacas criadas a pasto tem concentra\u00e7\u00f5es significativamente maiores de \u00e1cidos graxos saud\u00e1veis\". Ele disse que as diferen\u00e7as s\u00e3o refletidas na manteiga produzida por vacas criadas a pasto e que ela \u00e9 superior em apar\u00eancia, sabor e cor - conforme confirmado por dados de um painel sensorial.<\/p>\n<p> \"A manteiga produzida com leite oriundo de vacas criadas no pasto tamb\u00e9m \u00e9 nutricionalmente superior para o cora\u00e7\u00e3o, pois apresenta menores escores de aterogenicidade e cont\u00e9m concentra\u00e7\u00f5es significativamente maiores de CLA (\u00e1cido graxo saud\u00e1vel) e betacaroteno, que d\u00e1 \u00e0 manteiga a cor dourada\".<\/p>\n<p> Stanton destacou que a manteiga feita de leite de vacas criadas a pasto era muito mais amarela na cor e mais cremosa do que a feita com leite de animais criados em confinamento. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 mostrar que isso tem uma influ\u00eancia positiva de longo prazo na sa\u00fade humana por meio de estudos cl\u00ednicos.<\/p>\n<p> O professor, Pat Dillon, chefe do programa de Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o Animal e de Pastagem do Teagasc, disse que a pesquisa confirma a qualidade superior dos produtos l\u00e1cteos produzidos a pasto. Ele disse que tamb\u00e9m h\u00e1 benef\u00edcios financeiros, j\u00e1 que os sistemas de confinamento seriam 15 a 20 centavos por litro mais caros do que o sistema a pasto. (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Menos sobressaltos no mercado de l\u00e1cteos&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Depois de um ano marcado por uma nova retra\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil, aumento das importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos \u00ac o que elevou o d\u00e9ficit da balan\u00e7a comercial do setor \u00ac e instabilidade nos pre\u00e7os internacionais, analistas esperam um cen\u00e1rio menos turbulento em 2017. A not\u00edcia positiva \u00e9 que as condi\u00e7\u00f5es para produzir leite no pa\u00eds devem ser mais favor\u00e1veis que no ano que passou, com uma menor press\u00e3o de custos. Esse fator somado \u00e0 perspectiva de pre\u00e7os internacionais mais altos deve limitar as importa\u00e7\u00f5es brasileiras, reduzindo o d\u00e9ficit da balan\u00e7a. Entre janeiro e novembro deste ano, o d\u00e9ficit da balan\u00e7a brasileira de l\u00e1cteos ficou em US$ 436 milh\u00f5es, mais de tr\u00eas vezes o saldo negativo registrado em todo o ano de 2015. O volume importado no per\u00edodo teve alta significativa (100 mil toneladas a mais) em rela\u00e7\u00e3o ao janeiro a novembro de 2015, somando 225,5 mil toneladas. Tudo isso em decorr\u00eancia, sobretudo, da menor oferta de leite no mercado interno. Mas a tend\u00eancia \u00e9 de que as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos percam for\u00e7a, reduzindo o d\u00e9ficit, avalia Valter Galan, analista da MilkPoint, consultoria especializada no segmento. Uma das principais raz\u00f5es \u00e9 que os pre\u00e7os internacionais devem desestimular as compras no exterior no ano que vem. \"Com pre\u00e7os internacionais mais altos e d\u00f3lar mais valorizado, a importa\u00e7\u00e3o pelo Brasil deve cair 25% a 30%\", estima.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2070\" style=\"width: 500px; height: 549px;\" \/><\/p>\n<p> A perspectiva de alta nos pre\u00e7os internacionais se ampara em tr\u00eas fatores, segundo o analista: a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 em queda na Uni\u00e3o Europeia \u00ac ap\u00f3s um per\u00edodo de pre\u00e7os baixos em decorr\u00eancia do fim do sistema de cotas, que estimulou a produ\u00e7\u00e3o no bloco. A oferta tamb\u00e9m est\u00e1 sendo afetada pelo clima na Nova Zel\u00e2ndia e na Austr\u00e1lia. Al\u00e9m disso, a recente alta do petr\u00f3leo no mercado internacional \u00ac resultado da decis\u00e3o de pa\u00edses produtores de reduzirem a produ\u00e7\u00e3o \u00ac deve estimular a demanda por l\u00e1cteos nesses pa\u00edses. Para Galan, a valoriza\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos leil\u00f5es da plataforma Global Dairy Trade (GDT) j\u00e1 reflete esse novo cen\u00e1rio. Embora sempre haja incertezas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 China, a expectativa tamb\u00e9m \u00e9 de alguma recupera\u00e7\u00e3o na demanda, j\u00e1 que houve abate de vacas leiteiras este ano no pa\u00eds, em decorr\u00eancia de pre\u00e7os baixos aos produtores. A China \u00e9 um dos maiores importadores mundiais de l\u00e1cteos, mas seu apetite perdeu for\u00e7a este ano. At\u00e9 outubro, o pa\u00eds importou 516,3 mil toneladas, 9,2% acima de igual per\u00edodo do ano passado.&nbsp;<\/p>\n<p> Esse ritmo de crescimento, por\u00e9m, j\u00e1 foi maior. \"Se esse cen\u00e1rio se confirmar, os pre\u00e7os devem ficar nos n\u00edveis atuais ou mais altos\", diz Galan. No \u00faltimo leil\u00e3o GDT, cujos pre\u00e7os s\u00e3o refer\u00eancia para o mercado internacional, a tonelada do leite em p\u00f3 integral ficou em US$ 3.593, j\u00e1 acima dos n\u00edveis hist\u00f3ricos de US$ 3.300 por tonelada. Ainda que considere que n\u00e3o deva ocorrer \"nada de extraordin\u00e1rio\" em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda internacional no pr\u00f3ximo ano, Rafael Ribeiro, analista da Scot Consultoria, afirma que o in\u00edcio da recupera\u00e7\u00e3o da demanda da China \u00e9 um dos fatores que devem fazer os pre\u00e7os internacionais [do leite em p\u00f3 integral] ficar entre US$ 3.500 e US$ 4.000 mil tonelada.&nbsp;<\/p>\n<p> \u00c0 parte a oferta mais ajustada na Europa, o analista da Scot cita ainda a queda na produ\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos como fator que deve sustentar as cota\u00e7\u00f5es internacionais. J\u00e1 para o Brasil, a expectativa \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o comece a se recuperar ap\u00f3s um ano em que os custos mais altos pressionaram as margens do setor durante a maior parte do per\u00edodo, avalia Ribeiro. Os pre\u00e7os mais baixos de milho e soja devem estimular o investimento em alimenta\u00e7\u00e3o do gado leiteiro pelos pecuaristas. O menor custo dos gr\u00e3os tamb\u00e9m deve permitir uma \"recomposi\u00e7\u00e3o de margens\" pelos produtores, afirma o analista. Nesse cen\u00e1rio, \"a produ\u00e7\u00e3o no primeiro semestre do ano que vem deve ser maior que no primeiro semestre de 2016\", avalia Galan. Neste ano, pelas estimativas da MilkPoint, a produ\u00e7\u00e3o de leite inspecionada no Brasil deve ter ca\u00eddo cerca de 4% a 5% em rela\u00e7\u00e3o ao volume de 24,05 bilh\u00f5es de litros de 2015, conforme dados do IBGE em 2015. As previs\u00f5es tamb\u00e9m s\u00e3o de clima \"mais normal\" no segundo semestre do pr\u00f3ximo ano \u00ac per\u00edodo de safra do leite \u00ac, acrescenta Ribeiro. Esse tamb\u00e9m \u00e9 um fator favor\u00e1vel \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda dom\u00e9stica, por\u00e9m, persistem incertezas em decorr\u00eancia da crise econ\u00f4mica, e a expectativa \u00e9 de que os pre\u00e7os aos produtores tenham varia\u00e7\u00f5es mais pr\u00f3ximas \u00e0 infla\u00e7\u00e3o em 2017 ap\u00f3s fortes altas neste ano, concordam Ribeiro e Galan. Em termos nominais, os pre\u00e7os aos produtores subiram 17,4% entre janeiro e novembro, segundo a Scot.&nbsp;<\/p>\n<p> Para Rafael Ribeiro, os volumes de venda de leite longa vida devem seguir crescendo, mas produtos de maior valor agregado, como iogurtes e queijos, devem continuar \"patinando\". Ao mesmo tempo em que h\u00e1 perspectiva de recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil, a menor disponibilidade da mat\u00e9ria\u00acprima na Argentina e no Uruguai \u00ac principais fornecedores de l\u00e1cteos para o Brasil \u00ac tamb\u00e9m deve contribuir para o pa\u00eds importar menos, acredita Marcelo Costa Martins, diretor\u00acexecutivo da Viva L\u00e1cteos, que re\u00fane latic\u00ednios brasileiros. E se os pre\u00e7os internacionais mais elevados s\u00e3o um fator de desest\u00edmulo \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, podem dar alguma competitividade ao produto brasileiro no exterior, observa Martins. Segundo ele, algumas empresas j\u00e1 sinalizam que pre\u00e7os perto de US$ 4 mil a tonelada para o leite em p\u00f3 integral, ao c\u00e2mbio atual, criam um cen\u00e1rio mais favor\u00e1vel \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o pelo Brasil. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>REDU\u00c7\u00c3O DE INCENTIVOS E GRUPO DE PROTE\u00cdNA ANIMAL<\/strong><\/p>\n<p> Ap\u00f3s propor a redu\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios fiscais a ind\u00fastrias, dentro do pacote que ser\u00e1 votado a partir de hoje na Assembleia Legislativa, o governo do Estado pretende se debru\u00e7ar sobre o setor de prote\u00edna animal. Um grupo de trabalho, formado por tr\u00eas secretarias e coordenado pelo presidente do BRDE, Odacir Klein, pretende identificar os gargalos que envolvem a produ\u00e7\u00e3o de carnes e de leite. Uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es \u00e9 n\u00e3o deixar que a perda de competitividade afaste investimentos tudo o que um Estado com as finan\u00e7as em colapso n\u00e3o precisa.<\/p>\n<p> - Queremos detalhar e aprofundar todo o setor de prote\u00edna animal. Sabemos que existem dificuldades na cadeia, como no abastecimento e na dist\u00e2ncia dos grandes centros consumidores - afirma F\u00e1bio Branco, secret\u00e1rio do Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Ci\u00eancia e Tecnologia.<\/p>\n<p> Nos \u00faltimos anos, com a redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea plantada com milho no Rio Grande do Sul, ind\u00fastrias de aves e su\u00ednos optaram por ampliar seus investimentos em outros Estados - como Mato Grosso e Paran\u00e1, onde a safrinha responde por boa parte da produ\u00e7\u00e3o do cereal no pa\u00eds.<\/p>\n<p> Embora a rela\u00e7\u00e3o da frente de trabalho com o pacote seja negada pelo governo, o grupo ser\u00e1 uma forma de se reaproximar de empres\u00e1rios do agroneg\u00f3cio - ap\u00f3s o projeto de lei de redu\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos presumidos ter sido desengavetado.<\/p>\n<p> Al\u00e9m do Desenvolvimento Econ\u00f4mico, ir\u00e3o formar a frente de prote\u00edna animal as secretarias da Agricultura e do Desenvolvimento Rural. A escolha de Odacir Klein para coordenar os trabalhos se deu pela proximidade com o setor - acumulada em cargos anteriores de secret\u00e1rio da Agricultura e de presidente de entidades como a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e Uni\u00e3o Brasileira de Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio).<\/p>\n<p> A pr\u00f3xima reuni\u00e3o do grupo est\u00e1 marcada para a primeira semana de janeiro, quando entidades representativas de ind\u00fastrias j\u00e1 ser\u00e3o convidadas a participar. O clima do encontro depender\u00e1 do resultado da vota\u00e7\u00e3o do pacote nesta semana - especificamente do projeto de lei que prev\u00ea a redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 30% dos incentivos fiscais.<\/p>\n<p> Com testes a campo em diversas esta\u00e7\u00f5es experimentais do Brasil, a Monsanto prepara a terceira gera\u00e7\u00e3o de soja transg\u00eanica. A nova tecnologia, ainda sem nome, promete maior controle de lagartas e resist\u00eancia a mais um herbicida, o dicamba - al\u00e9m do tradicional glifosato.<\/p>\n<p> - A previs\u00e3o de lan\u00e7amento comercial \u00e9 para 2020, mas isso vai depender da avalia\u00e7\u00e3o de ag\u00eancias regulat\u00f3rias no pa\u00eds - informou Rodrigo dos Santos, presidente da Monsanto na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p> No \u00faltimo dia 8, a Comiss\u00e3o T\u00e9cnica Nacional de Biosseguran\u00e7a (CTNBio) aprovou a libera\u00e7\u00e3o comercial de um dos eventos da nova semente de soja desenvolvida pela Monsanto no Brasil. Como a tecnologia envolve mais de um evento, ainda ser\u00e3o necess\u00e1rias outras libera\u00e7\u00f5es comerciais do \u00f3rg\u00e3o. Em entrevista \u00e0 coluna, o executivo explicou que a terceira gera\u00e7\u00e3o transg\u00eanica, antecedida pela RR1 e Intacta RR2, ter\u00e1 como principal diferencial o controle a plantas daninhas que criaram algum tipo de resist\u00eancia ao glifosato - herbicida mais usado no mundo.<\/p>\n<p> Comprada pela alem\u00e3 Bayer h\u00e1 tr\u00eas meses, em uma transa\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de US$ 66 bilh\u00f5es, a Monsanto aguarda a an\u00e1lise de ag\u00eancias de regula\u00e7\u00e3o de mercado. A negocia\u00e7\u00e3o, que resultar\u00e1 na maior fornecedora de sementes e qu\u00edmicos do mundo, precisa passar pelo crivo de diversos pa\u00edses.<\/p>\n<p> - A pr\u00e9-aprova\u00e7\u00e3o de Brasil, China, \u00cdndia, Uni\u00e3o Europeia e Estados Unidos \u00e9 a mais relevante - destaca Santos, prevendo o fim do processo de an\u00e1lise regulat\u00f3ria para o final de 2017. ((Zero Hora)<\/p>\n<p> <strong>Mais leite no RS<\/strong><\/p>\n<p> Em quatro anos, as pequenas ind\u00fastrias l\u00e1cteas do Rio Grande do Sul investir\u00e3o R$ 130,4 milh\u00f5es. Ap\u00f3s aplicar cerca de R$ 70 milh\u00f5es entre 2015 e 2016, o setor planeja outros R$ 60,8 milh\u00f5es entre 2017 e 2018, segundo a Associa\u00e7\u00e3o das Pequenas Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Apil-RS).<\/p>\n<p> O presidente da entidade, Wlademir Dall'Bosco, informa que os recursos ser\u00e3o aplicados na amplia\u00e7\u00e3o de plantas, moderniza\u00e7\u00e3o de equipamentos e assist\u00eancia t\u00e9cnica para 9,4 mil produtores que fornecem a essas ind\u00fastrias. Somente em qualifica\u00e7\u00e3o, os investimentos mais do que duplicaram entre 2015 e 2016, chegando a R$ 5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> - Temos a preocupa\u00e7\u00e3o em atender os pequenos produtores, por isso ampliamos este investimento em assist\u00eancia e capacita\u00e7\u00e3o - ressaltou Dall'Bosco.<\/p>\n<p> As empresas associadas processaram 730 milh\u00f5es de litros de leite em 2016, representando 18% da produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha. Com os investimentos, devem chegar a 837 milh\u00f5es de litros em 2018. Hoje, s\u00e3o cerca de 2,5 mil empregos, com previs\u00e3o de chegar a 3 mil postos em dois anos. (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em>Embrapa analisa oscila\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do leite nacional para produtores e consumidores&nbsp;<\/em>(G1\/Tri\u00e2ngulo Mineiro)<\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/minas-gerais\/triangulo-mineiro\/mg-rural\/videos\/v\/embrapa-analisa-oscilacao-do-preco-do-leite-no-estado\/5505911\/\">Video<\/a>&nbsp;<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 19 de dezembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.413 &nbsp; \u200b\u200bIrlanda: pesquisa aponta que leite de vacas criadas a pasto produz l\u00e1cteos de melhor qualidade Pesquisadores da Irlanda disseram que <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/19\/19-12-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/12\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1364","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1364","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1364"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1364\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1364"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1364"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1364"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}