{"id":1353,"date":"2016-12-08T17:20:27","date_gmt":"2016-12-08T17:20:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/08\/08-12-2016\/"},"modified":"2016-12-08T17:20:27","modified_gmt":"2016-12-08T17:20:27","slug":"08-12-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/08\/08-12-2016\/","title":{"rendered":"08\/12\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 08 de dezembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.406<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>\u200b\u200b &nbsp;Ind\u00fastrias cobram a\u00e7\u00f5es do governo para garantir isonomia entre os estados<\/strong><\/p>\n<p> As ind\u00fastrias de latic\u00ednios ga\u00fachas pediram maior aten\u00e7\u00e3o do governo a pol\u00edticas p\u00fablicas que garantam a isonomia fiscal entre os estados, permitindo, assim, uma concorr\u00eancia mais leal entre as diversas empresas que disputam o mercado nacional. A posi\u00e7\u00e3o foi defendida pelo presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, durante audi\u00eancia p\u00fablica realizada na manh\u00e3 dessa quinta-feira (08\/12) no audit\u00f3rio Dante Barone, na Assembleia Legislativa. Convocada pelo deputado estadual Elton Weber (PSB), a discuss\u00e3o sobre o futuro do leite no Rio Grande do Sul reuniu ind\u00fastrias, mais de 350 produtores, entidades e deputados em uma manh\u00e3 de debate acirrado sobre a remunera\u00e7\u00e3o de atividade. &nbsp;\"Precisamos monitorar a importa\u00e7\u00e3o, incentivar a exporta\u00e7\u00e3o, ter compras governamentais para tirar o excesso da produ\u00e7\u00e3o do mercado e criar a\u00e7\u00f5es conjuntas para melhorar a competitividade. Al\u00e9m disso, h\u00e1 a quest\u00e3o tribut\u00e1ria que precisa ser enfrentada com seriedade\", afirmou Alexandre Guerra, presidente do Sindilat. Para seguir esse caminho, Guerra acredita ser essencial achar uma solu\u00e7\u00e3o para os excedentes que, ano a ano, ocorrer durante o pico &nbsp;da safra. \"Precisamos ter condi\u00e7\u00f5es reais para competir\", destaca.<\/p>\n<p> Guerra argumentou que as importa\u00e7\u00f5es de leite acontecem de forma generalizada porque a lei vigente permite e ampara esse procedimento, a\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 exclusividade das ind\u00fastrias ga\u00fachas. \"H\u00e1 ind\u00fastrias que n\u00e3o s\u00e3o associadas ao sindicato que fazem importa\u00e7\u00e3o, e outras que s\u00e3o oriundas do Uruguai e t\u00eam base aqui s\u00f3 para importar. Somos favor\u00e1veis a uma legisla\u00e7\u00e3o que abranja e regule todas elas\", sugeriu. &nbsp;Quanto \u00e0 pol\u00eamica sobre a reidrata\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3, disse que a quest\u00e3o est\u00e1 resolvida. \"J\u00e1 foi definido que s\u00f3 o leite em p\u00f3 nacional pode ser reidratado, e n\u00e3o o importado. Temos de levar o debate para outros \u00e2mbitos\", concluiu. Sobre os rumos do &nbsp;Fundoleite, Guerra lembrou que o Sindilat, desde o in\u00edcio, n\u00e3o foi favor\u00e1vel \u00e0 cobran\u00e7a de contribui\u00e7\u00e3o nos moldes implementados. \"Entendemos que o setor j\u00e1 tem entidades representativas suficientes. O Fundoleite se torna mais um custo que onera os produtores rurais\", pontua, dizendo que, se \u00e9 necess\u00e1rio recolher fundos para fazer a\u00e7\u00f5es, o melhor \u00e9 deixar a ind\u00fastria faz\u00ea-lo para trabalhar direto com o produtor.&nbsp;<\/p>\n<p> Representando os produtores, o presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, destacou que a crise que o setor atravessa \"n\u00e3o vem de hoje\". Segundo ele, o setor n\u00e3o tem sustentabilidade pr\u00f3pria e cobrou a\u00e7\u00f5es emergenciais de apoio. Durante a audi\u00eancia, o deputado Elton Weber leu o documento com um compilado das reivindica\u00e7\u00f5es dos produtores, de prote\u00e7\u00e3o ao setor leiteiro, e obteve aprova\u00e7\u00e3o da plateia. Entre eles, Weber citou no \u00e2mbito nacional a quest\u00e3o do controle das importa\u00e7\u00f5es, a compra governamental e a aplica\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de pre\u00e7o. Entre as demandas estaduais, est\u00e3o o debate sobre os incentivos fiscais, a taxa\u00e7\u00e3o do leite, contrato com produtores, o Fundoleite e a prorroga\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimos.&nbsp;<\/p>\n<p> A audi\u00eancia contou ainda com as presen\u00e7as do secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o vice-presidente Guilherme Portella, o segundo vice-presidente Raul Amaral, al\u00e9m de representantes de empresas associadas, como o presidente da CCGL, Caio Viana, e o presidente da Languir\u00fa, Dirceu Bayer. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2047\" style=\"width: 600px; height: 349px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2046\" style=\"height: 391px; width: 600px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em>Cr\u00e9dito: Vinicius Reis | Ag\u00eancia ALRS<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Recupera\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o dos l\u00e1cteos \"n\u00e3o \u00e9 suficiente\" para reavivar a produ\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> A recupera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos, que aumentaram 50% desde junho, ainda se mostraram insuficientes para aumentar a produ\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua maior queda em pelo menos meio s\u00e9culo.<\/p>\n<p> O escrit\u00f3rio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Wellington, em sua primeira estimativa para a produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia no pr\u00f3ximo ano, previu um volume de 21,17 milh\u00f5es de toneladas - um decl\u00ednio de 0,6% com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estimativa para 2016. Isso tamb\u00e9m marcaria um terceiro ano sucessivo de decl\u00ednio na produ\u00e7\u00e3o - pela primeira vez registrada desde os anos sessenta.<\/p>\n<p> A previs\u00e3o vem apesar de uma forte recupera\u00e7\u00e3o nos valores dos l\u00e1cteos nesse ano, em parte em resposta ao decl\u00ednio na produ\u00e7\u00e3o de importantes exportadores, como Nova Zel\u00e2ndia e Uni\u00e3o Europeia (UE). Os pre\u00e7os no leil\u00e3o da Fonterra, GlobalDairyTrade, recuperaram-se na segunda metade de 2016, alcan\u00e7ando o maior valor em dois anos.<\/p>\n<p> \"A ind\u00fastria de l\u00e1cteos est\u00e1 esperando que tenha visto o ponto mais baixo desse ciclo de pre\u00e7os dos l\u00e1cteos durante o trimestre de abril a junho. Tamb\u00e9m, que o aumento nos mercados de l\u00e1cteos desde junho \u00e9 sinal de uma tend\u00eancia mais sustentada de pre\u00e7os maiores do que os maiores pre\u00e7os em outubro de 2015. H\u00e1 uma luz no fim do t\u00fanel\".<\/p>\n<p> Os maiores valores das commodities foram repassados atrav\u00e9s de maiores pre\u00e7os oferecidos pelos processadores, com a Fonterra aumentando sua estimativa de pre\u00e7o do leite tr\u00eas vezes durante os \u00faltimos cinco meses, em um total de NZ$ 1,75 (US$ 1,24) por quilo de s\u00f3lidos do leite - equivalente a NZ$ 0,14 (US$ 0,09) por quilo de leite -, para NZ$ 6 (US$ 4,27) por quilo de s\u00f3lidos do leite [NZ$ 0,50 (US$ 0,35) por quilo de leite].<\/p>\n<p> \"Isso pressionar\u00e1 mais fazendas para lucros pequenos ou para uma situa\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio [sem ganhos ou perdas]\". A rival da Fonterra, Synlait Milk, tamb\u00e9m aumentou sua previs\u00e3o de pre\u00e7os pagos pelo leite aos produtores em 2016-17, para NZ$ 6 (US$ 4,27) por quilo de s\u00f3lidos do leite. No entanto, esses aumentos \"provavelmente n\u00e3o ser\u00e3o suficientes para estimular um aumento na oferta\" no pr\u00f3ximo ano, gra\u00e7as \u00e0 extens\u00e3o das d\u00edvidas que os produtores contra\u00edram durante o per\u00edodo de queda de pre\u00e7os.&nbsp;<\/p>\n<p> As fazendas leiteiras da Nova Zel\u00e2ndia perderam em m\u00e9dia NZ$ 1,31 (US$ 0,93) por quilo de s\u00f3lidos do leite no ano at\u00e9 maio, o pior resultado em 13 anos, e um fator que provavelmente dissuadir\u00e1 os produtores a aumentar a produ\u00e7\u00e3o novamente agora. \"A maioria dos produtores passaram por um a dois anos de perdas financeiras - principalmente financiado pelas maiores d\u00edvidas dos bancos. \u00c0 medida que a rentabilidade retorna, o apagamento de parte dessas d\u00edvidas se tornar\u00e1 prioridade com rela\u00e7\u00e3o a investimentos para aumentar a produ\u00e7\u00e3o\".<\/p>\n<p> Ainda, em longo prazo, a produ\u00e7\u00e3o de leite se recuperar\u00e1, aumentando em 1-2% ao ano, de 2018 a 2022, ajudada por aumentos na produtividade. No entanto, \"\u00e9 prov\u00e1vel levar dois a tr\u00eas anos antes da produ\u00e7\u00e3o de leite voltar aos n\u00edveis de 2014\".<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, ao mesmo tempo, dever\u00e3o cair 1,3% em 2017, incluindo 0,8% de queda nos envios de leite em p\u00f3 integral, para uma queda de 1,31 milh\u00e3o de toneladas, a menor em quatro anos. De fato, para o crescimento, est\u00e3o sendo buscados produtos de maior valor, com um afastamento dos itens que s\u00e3o commodities.<\/p>\n<p> \"A cara do setor leiteiro da Nova Zel\u00e2ndia est\u00e1 mudando, de uma ind\u00fastria baseada em commodities para um produtor de uma ampla gama de produtos ao consumidor, ingredientes de food service e commodities tradicionais\".<\/p>\n<p> O leite e o creme UHT, al\u00e9m das f\u00f3rmulas infantis, que atualmente representam cerca de 11% dos volumes de exporta\u00e7\u00e3o, \"poder\u00e3o compreender quase 30% do total em cinco anos\" se a atual tend\u00eancia continuar.&nbsp;<\/p>\n<p> Em 07\/12\/16 - 1 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 0,71296&nbsp;<br \/> 1,40223 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 1 (Fonte: Oanda.com). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Agrimoney, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<br \/> &nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> <strong>Governo vai liberar recursos para assist\u00eancia t\u00e9cnica rural<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> O governo vai anunciar hoje a libera\u00e7\u00e3o de R$ 52 milh\u00f5es para a\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural (Ater) previstas em conv\u00eanios com os 26 Estados da Federa\u00e7\u00e3o e o Distrito Federal. Os recursos ser\u00e3o destinados \u00e0 agricultura familiar e poder\u00e3o financiar a compra de ve\u00edculos e computadores para equipar t\u00e9cnicos da rede das Emater, empresas p\u00fablicas de assist\u00eancia t\u00e9cnica rural espalhadas por todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p> \"Vamos fazer conv\u00eanios com todos os Estados no sentido de apoiar a reestrutura\u00e7\u00e3o da rede p\u00fablica das Emater\", disse ao Valor o secret\u00e1rio de Agricultura Familiar e Reforma Agr\u00e1ria, Jos\u00e9 Ricardo Roseno. A secretaria \u00e9 vinculada \u00e0 Casa Civil e, na pr\u00e1tica, substituiu o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio (MDA), extinto no governo do presidente Michel Temer.<\/p>\n<p> Segundo Roseno, a secretaria tamb\u00e9m vai assinar um termo de coopera\u00e7\u00e3o com a FAO, bra\u00e7o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para alimenta\u00e7\u00e3o e agricultura, para o desenvolvimento de uma plataforma de gest\u00e3o e interc\u00e2mbio entre \u00f3rg\u00e3os de assist\u00eancia t\u00e9cnica das Am\u00e9ricas Latina e Central e do Caribe.<\/p>\n<p> Ao longo deste ano, as libera\u00e7\u00f5es de recursos para a\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural previstos tanto para as Emater quanto para institutos privados de assist\u00eancia t\u00e9cnica ficaram paralisadas ou atrasadas em fun\u00e7\u00e3o da instabilidade pol\u00edtica em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p> Mas o secret\u00e1rio afirmou que desde que assumiu o cargo, em junho, j\u00e1 foram liberados cerca de R$ 700 milh\u00f5es em restos a pagar e em recursos que estavam empenhados. \"Procuramos deixar tudo em dia, mas tamb\u00e9m tivemos que suspender alguns servi\u00e7os por causa de irregularidades, como por exemplo laudos de assist\u00eancia t\u00e9cnica sem assinatura do produtor rural\", disse Roseno. Ele afirmou que a secretaria est\u00e1 descredenciando entidades privadas de Ater que n\u00e3o vinham cumprindo contratos celebrados com o governo federal para a presta\u00e7\u00e3o desses servi\u00e7os.<\/p>\n<p> Para o ano que vem, a expectativa da Secretaria Especial \u00e9 que a \u00e1rea de a\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural conte com cerca de R$ 300 milh\u00f5es, j\u00e1 previstos na proposta de or\u00e7amento para 2017, que tramita no Congresso Nacional. O secret\u00e1rio sabe que esse montante \u00e9 pass\u00edvel de contingenciamentos, mas acredita que a \u00e1rea voltar\u00e1 a receber recursos de maneira sistem\u00e1tica.<\/p>\n<p> Ele prometeu tamb\u00e9m o pleno funcionamento da Ag\u00eancia Nacional de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (Anater), criada em 2013 mas que at\u00e9 hoje n\u00e3o celebrou nenhum contrato com as Emater nem com os Estados. No entanto, Roseno explicou que j\u00e1 h\u00e1 R$ 31 milh\u00f5es garantidos para um primeiro contrato e que, em breve, o \u00f3rg\u00e3o deve ter toda sua diretoria nomeada. \"Esperamos contar com mais R$ 100 milh\u00f5es para a Anater em 2017\", afirmou.<\/p>\n<p> Outros R$ 480 milh\u00f5es tamb\u00e9m j\u00e1 foram encaminhados pelo Congresso para a \u00e1rea de Ater, na forma de emendas individuais de parlamentares na proposta de Lei Or\u00e7ament\u00e1ria 2017, que ainda n\u00e3o foi votada pelo Legislativo. Como emendas individuais agora s\u00e3o impositivas por lei - ou seja, precisam ser executadas e n\u00e3o podem ser contingenciadas -, Roseno tem esperan\u00e7a de que o governo possa ter maior margem para apoio a essa \u00e1rea a partir em 2017. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Iogurte salgado faz sucesso nos EUA<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Os iogurtes salgados v\u00eam fazendo sucesso nos Estados Unidos, ajudados pela enorme onda de popularidade da ind\u00fastria de iogurte grego, que agora contabiliza US$ 8 bilh\u00f5es. Em cima disso, muitos processadores de iogurte est\u00e3o querendo aproveitar essa tend\u00eancia.<\/p>\n<p> A Chobani, por exemplo, lan\u00e7ou sua linha Flip and Meze e a Fage seguiu o exemplo com o lan\u00e7amento dos produtos Crossovers, misturando azeite e tomilho com am\u00eandoas fatiadas. Outras empresas, como Prairie Farms, tamb\u00e9m est\u00e3o entrando no mercado de molhos de iogurte salgados.<br \/> &nbsp;<br \/> Embora esses produtos pare\u00e7am se encaixar diretamente na tend\u00eancia em crescimento de iogurtes salgados, que dever\u00e1 expandir-se em uma taxa significativa at\u00e9 2024, alguns produtos de iogurte salgado no mercado s\u00e3o uma \"falha\" da coisa real, de acordo com o co-fundador e propriet\u00e1rio da Sohha Savory Yogurt, John Fout. \"Eu acho confuso essa quest\u00e3o, porque n\u00e3o \u00e9 realmente salgado e o teor de a\u00e7\u00facar ainda \u00e9 alto\", disse ele. \"H\u00e1 muitas falhas no mercado\".<\/p>\n<p> O sabor doce tem prevalecido quando se fala de iogurte, o que \u00e9 parte da raz\u00e3o da emerg\u00eancia dos salgados. A categoria de salgados abriu um arsenal de novas possibilidades para os processadores de iogurte, permitindo mais espa\u00e7o para inova\u00e7\u00e3o, enquanto mant\u00eam seu r\u00f3tulo limpo de ingredientes.<\/p>\n<p> Sohha foi capaz de capitalizar sobre a tend\u00eancia de iogurtes salgados bem antes das importantes processadoras, como Chobani e Fage, fazerem isso no come\u00e7o de 2014, quando a companhia foi fundada.<\/p>\n<p> A inspira\u00e7\u00e3o por tr\u00e1s do Sohha Savory Yogurt veio da inf\u00e2ncia da co-fundadora, Angela Fout, que cresceu no L\u00edbano, onde o iogurte \u00e9 incorporado em todas as refei\u00e7\u00f5es. \"Com quase todas as refei\u00e7\u00f5es, sempre havia um pote de iogurte com \u00f3leo de oliva nas mesas da cozinha. E isso \u00e9 algo que n\u00e3o foi realmente adotado nos Estados Unidos, mas \u00e9 algo que queremos trazer \u00e0s pessoas\".<\/p>\n<p> Os produtos da Sohha incorporam especiarias tradicionais do Oriente M\u00e9dio, como Za'atar, sumac e sal marinho em seus iogurtes, junto com \u00f3leo de oliva, para criar uma consist\u00eancia salgada e cremosa - o que a companhia acredita que \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o mais aut\u00eantica do que um iogurte salgado pode ser.<\/p>\n<p> Grande parte do potencial do iogurte salgado est\u00e1 em sua versatilidade de uso, algo que os consumidores americanos est\u00e3o apenas come\u00e7ando a perceber, disse Fout. Com rela\u00e7\u00e3o ao momento em que o iogurte deve ser consumido, os americanos s\u00e3o particularmente presos \u00e0 ideia de consumi-lo como um alimento de caf\u00e9 da manh\u00e3 com sabor de fruta ou um lanche, mas a Sohha quer mudar essa percep\u00e7\u00e3o. \"A beleza do iogurte salgado \u00e9 que tem v\u00e1rios usos diferentes. N\u00e3o \u00e9 somente um lanche\".<\/p>\n<p> O iogurte da Sohha e os iogurtes salgados em geral podem ser usados em molhos, marinados, wraps, sandu\u00edches e puros.&nbsp;A fabricante de iogurtes artesanais testou os conceitos de seu produto em uma loja no Brooklyn com um bar de iogurte, onde os consumidores puderam aprender e experimentar diferentes sabores e usos. Entretanto, a experi\u00eancia que a Sohha fornece em suas lojas n\u00e3o necessariamente se traduz bem em lojas de varejo, disse Fout. \"Acho que uma das coisas que as lojas lutam \u00e9: onde isso fica nos supermercado? No pr\u00f3ximo ano, vamos fazer mais para impulsionar o produto e tentar torn\u00e1-lo mais claro para as pessoas\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<br \/> &nbsp;&nbsp;<br \/> <strong>&nbsp;<br \/> Brasil participar\u00e1 de reuni\u00e3o da OIE sobre aplica\u00e7\u00e3o de recursos do fundo mundial de sa\u00fade animal<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Pela primeira vez, o Brasil ter\u00e1 direito a voz e voto em uma reuni\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) sobre a aplica\u00e7\u00e3o dos recursos e as a\u00e7\u00f5es do Fundo Mundial de Sanidade Animal e Bem-Estar. O diretor de Sa\u00fade Animal do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) e presidente da Comiss\u00e3o da OIE para as Am\u00e9ricas, Guilherme Marques, representar\u00e1 o pa\u00eds no encontro, nos dias 15 e 16 deste m\u00eas, em Paris.<\/p>\n<p> O fundo \u00e9 mantido com recursos p\u00fablico e privados e suas a\u00e7\u00f5es globais s\u00e3o voltadas \u00e0 erradica\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as animais, como a febre aftosa. A reuni\u00e3o na capital francesa definir\u00e1 a destina\u00e7\u00e3o das verbas e estabelecer\u00e1 as a\u00e7\u00f5es do fundo para o pr\u00f3ximo ano nas Am\u00e9ricas e em outras partes do mundo.<\/p>\n<p> O Brasil sempre participou das reuni\u00f5es do fundo na condi\u00e7\u00e3o de observador, mas passou a ter voz e voto por causa de sua experi\u00eancia no desenvolvimento de programas de sa\u00fade animal e pelo fato de ser um doador relevante. Neste ano, o setor produtivo agropecu\u00e1rio brasileiro destinou um milh\u00e3o de euros (cerca de R$ 3,56 milh\u00f5es) ao fundo da OIE.<\/p>\n<p> De acordo com Marques, parte da verba dever\u00e1 ser aplicada na erradica\u00e7\u00e3o da febre aftosa e mormo (doen\u00e7a infecto-contagiosa dos equ\u00eddeos), na vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria nas fronteiras com a Bol\u00edvia e Venezuela, no reconhecimento de laborat\u00f3rios do governo federal e na otimiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os veterin\u00e1rios oficiais. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Argentina: em enquete, produ\u00e7\u00e3o leiteira \u00e9 apontada como a atividade de pior desempenho em 2016<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Como forma de realizar um balan\u00e7o de final de ano, o site argentino Infocampo.com.ar colocou no ar em suas redes sociais uma enquete para conhecer a opini\u00e3o dos leitores sobre o ano agr\u00edcola do pa\u00eds em 2016. A maioria dos leitores considerou que o setor que mais cresceu no pa\u00eds foi o de m\u00e1quinas agr\u00edcolas, seguido pelas exporta\u00e7\u00f5es, vendas de insumos e pelos pr\u00f3prios produtores agr\u00edcolas. No entanto, ao perguntar aos seus leitores qual o setor com maiores perdas durante o ano, 66% dos leitores no Twitter e 61% no Facebook responderam \u00e0 enquete que a produ\u00e7\u00e3o de leite havia tido o pior desempenho do ano. Em seguida, os leitores tamb\u00e9m escolheram \"p\u00earas e ma\u00e7\u00e3s\", com 21% no Twitter e 30% no Facebook, vinicultura, com 7% no Twitter e 1% no Facebook e su\u00ednos, com 6% no Twitter e 8% no Facebook. (As Infocampo.com.ar e do portal Not\u00edcias Agr\u00edcolas)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 08 de dezembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.406 &nbsp; \u200b\u200b &nbsp;Ind\u00fastrias cobram a\u00e7\u00f5es do governo para garantir isonomia entre os estados As ind\u00fastrias de latic\u00ednios ga\u00fachas pediram maior aten\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/08\/08-12-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/12\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1353","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1353","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1353"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1353\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}