{"id":1350,"date":"2016-12-05T17:25:52","date_gmt":"2016-12-05T17:25:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/05\/05-12-2016\/"},"modified":"2016-12-05T17:25:52","modified_gmt":"2016-12-05T17:25:52","slug":"05-12-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/05\/05-12-2016\/","title":{"rendered":"05\/12\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 05 de dezembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.403<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>\u200b\u200bImpacto dos incentivos fiscais na ponta do l\u00e1pis<\/strong><\/p>\n<p> Para dimensionar o exato tamanho do impacto da redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 30% nos cr\u00e9ditos presumidos de ICMS nos exerc\u00edcios de 2016 a 2018, prevista no pacote do governo encaminhado \u00e0 Assembleia Legislativa, ind\u00fastrias do setor agropecu\u00e1rio ir\u00e3o concluir nesta semana um relat\u00f3rio \u00fanico para ser entregue ao chefe da Casa Civil, M\u00e1rcio Biolchi. O documento ir\u00e1 detalhar os riscos de eventual diminui\u00e7\u00e3o dos incentivos para produtos como l\u00e1cteos, carnes, arroz e vinho.<\/p>\n<p> Na \u00faltima quinta-feira, representantes do setor estiveram reunidos com Biolchi, no Pal\u00e1cio Piratini, que solicitou um documento \u00fanico sobre os impactos.<\/p>\n<p> - Iremos demonstrar, de forma concreta, que a retirada desses incentivos ir\u00e1 resultar em perda de competitividade para setores estrat\u00e9gicos da economia ga\u00facha - informa Rog\u00e9rio Kerber, diretor-executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtos Su\u00ednos do Rio Grande do Sul (Sips).<\/p>\n<p> O principal argumento \u00e9 de que a concess\u00e3o de cr\u00e9ditos presumidos n\u00e3o \u00e9 uma benesse, mas sim uma forma de equilibrar a carga tribut\u00e1ria ga\u00facha com a de outros Estados.<\/p>\n<p> - Estamos distantes dos principais centros consumidores, mais de 60% da produ\u00e7\u00e3o l\u00e1ctea \u00e9 vendida a outros Estados. Se nosso imposto for maior, perderemos esses mercados - alega Alexandre Guerra, presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat).<\/p>\n<p> A perda de competitividade resultar\u00e1, consequentemente, em menor arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS, tudo que o Estado n\u00e3o precisa nesse momento, alerta Nestor Freiberger, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura. (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Uruguai: faturamento de produtores de leite em outubro foi o mais alto desde dezembro de 2014<\/strong><\/p>\n<p> As receitas dos estabelecimentos leiteiros do Uruguai medidas em d\u00f3lares aumentaram pelo sexto m\u00eas consecutivo em outubro. A melhora no pre\u00e7o pago pelas ind\u00fastrias compensou um menor n\u00edvel de capta\u00e7\u00e3o em outubro com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas dos dois \u00faltimos anos. Com base na capta\u00e7\u00e3o de leite e nos pre\u00e7os pagos pelas ind\u00fastrias, o faturamento em outubro totalizou US$ 60,86 milh\u00f5es, chegando ao maior valor desde dezembro de 2014 (sem descontar a infla\u00e7\u00e3o). Esse valor foi 16% superior aos US$ 52,67 milh\u00f5es faturados h\u00e1 um ano.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2041\" style=\"width: 500px; height: 289px;\" \/><\/p>\n<p> No acumulado do ano (janeiro-outubro), os estabelecimentos leiteiros faturaram US$ 397,43 milh\u00f5es, 19% a menos que os US$ 491,15 milh\u00f5es no mesmo per\u00edodo de 2015. Em outubro, a produ\u00e7\u00e3o de leite enviada \u00e0 ind\u00fastria totalizou 191,9 milh\u00f5es de litros, 7% a menos que h\u00e1 um ano. Esse foi o menor volume para outubro desde 2012, de acordo com os dados preliminares publicados pelo Instituto Nacional do Leite (Inale).<\/p>\n<p> No entanto, o pre\u00e7o do leite pago ao produtor em d\u00f3lares vem melhorando de forma sustentada desde fevereiro desse ano. Em outubro, a m\u00e9dia foi US$ 0,32 por litro, um centavo acima do m\u00eas passado e seis a mais que no mesmo m\u00eas de 2015 (US$ 0,26 por litro). Em pesos, o pre\u00e7o do produto foi o melhor desde abril de 2015, ficando em m\u00e9dia em 8,93 pesos por litro, 19% a mais que os 7,49 pesos de outubro de 2015. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Blasina y Asociados, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2042\" style=\"width: 500px; height: 286px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Mudan\u00e7as no acordo de livre com\u00e9rcio entre NZ e China podem beneficiar produtores de leite<\/strong><\/p>\n<p> A ind\u00fastria de l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia espera que um aprimoramento do acordo de livre com\u00e9rcio desse pa\u00eds com a China gere mais retornos aos exportadores. Recentemente, em uma reuni\u00e3o da Coopera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica \u00c1sia-Pac\u00edfico (APEC), o primeiro-ministro, John Key, anunciou que as discuss\u00f5es sobre o acordo de livre com\u00e9rcio entre Nova Zel\u00e2ndia e China come\u00e7ar\u00e3o no in\u00edcio do ano que vem.<\/p>\n<p> A diretora executiva do Dairy Companies of New Zealand, Kimberly Crewther, disse que cerca de NZ$ 100 milh\u00f5es (US$ 69,95 milh\u00f5es) s\u00e3o perdidos em tarifas todos os anos. \"A remo\u00e7\u00e3o dessas tarifas significar\u00e1 que os consumidores chineses se beneficiar\u00e3o por meio da redu\u00e7\u00e3o e dos custos sobre os produtos que est\u00e3o comprando. Os exportadores neozelandeses tamb\u00e9m se beneficiar\u00e3o por ter uma melhor posi\u00e7\u00e3o competitiva.<\/p>\n<p> \"Trata-se do maior mercado de produtos l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia e estamos exportando cerca de 2,7 bilh\u00f5es de produtos para l\u00e1 por ano. Cerca de um quarto do com\u00e9rcio de l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia recebe prefer\u00eancia sob negocia\u00e7\u00f5es de acordos de livre com\u00e9rcio. O que estamos esperando \u00e9 que esse processo de aprimoramento expanda a cobertura para todas as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia\".<\/p>\n<p> A medida referente \u00e0 China dever\u00e1 preencher qualquer lacuna deixada pela sa\u00edda dos Estados Unidos da Parceria Trans-pac\u00edfico. As negocia\u00e7\u00f5es buscar\u00e3o melhorar ou aprimorar a ampla gama de \u00e1reas que j\u00e1 s\u00e3o cobertas pelo acordo de livre com\u00e9rcio, disse Key.<\/p>\n<p> As renegocia\u00e7\u00f5es incluir\u00e3o barreiras t\u00e9cnicas ao com\u00e9rcio, procedimentos aduaneiros, coopera\u00e7\u00e3o e facilita\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio, leis de origem, servi\u00e7os e coopera\u00e7\u00e3o ambiental. Elas tamb\u00e9m dir\u00e3o respeito a v\u00e1rias novas \u00e1reas, como pol\u00edtica de competi\u00e7\u00e3o e com\u00e9rcio eletr\u00f4nico. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Newshub, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Quebra no pre\u00e7o de exporta\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 argentino por default comercial brasileiro<\/strong><\/p>\n<p> Uma medida protecionista liquidou a recupera\u00e7\u00e3o que vinha ocorrendo nos \u00faltimos meses. O valor m\u00e9dio de exporta\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 argentino - tal como foi antecipado - caiu devido ao bloqueio comercial indireto aplicado pelo governo brasileiro ao produto importado com destino \u00e0 reconstitui\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> As exporta\u00e7\u00f5es argentina de leite em p\u00f3 integral a granel declarados em novembro passado - sem considerar os envios realizados para a Venezuela - foram 6.333 toneladas ao pre\u00e7o m\u00e9dio ponderado de US$ 2.861\/tonelada versus 6.689 toneladas a US$ 2.933\/tonelada em outubro deste ano. Em outubro foram declarados embarques de 1.351 e 751 toneladas a valores FOB superiores a US$ 3.300 e US$ 3.500\/tonelada, respectivamente, e no m\u00eas passado apenas foram registrados 455 e 5 toneladas com esses mesmo valores. Os maiores pre\u00e7os declarados em novembro corresponderam a partidas da Nestl\u00e9 Argentina destinadas ao Brasil, 450 toneladas ao pre\u00e7o de US$ 3.300\/tonelada e 5 toneladas a US$ 3.550\/toneladas da Williner (Ilolay) enviadas \u00e0 Bol\u00edvia. Os principais mercados de exporta\u00e7\u00e3o no m\u00eas passado foram Arg\u00e9lia, com envios delcarados de 1.803 toneladas ao pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 2.918\/tonelada, seguido pelo Brasil (1.635 toneladas a US$ 3.069\/tonelada) e R\u00fassia (1.105 toneladas a US$ 2.619\/tonelada). Al\u00e9m disso, a SanCor, no m\u00eas passado declarou ter enviado \u00e0 Venezuela 5.366 toneladas como parte do cr\u00e9dito concedido pelo governo em 2006 (que continua vigente at\u00e9 2020).&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O valor m\u00e9dio do leite em p\u00f3 registrado no \u00faltimo leil\u00e3o da Fonterra (GlobalDairyTrade) atingiu US$ 3.423\/tonelada em decorr\u00eancia da recupera\u00e7\u00e3o do mercado chin\u00eas (no qual a Argentina tem um acesso marginal porque n\u00e3o tem atualmente condi\u00e7\u00f5es log\u00edsticas nem cambiais para poder competir com a Nova Zel\u00e2ndia). Este ano a importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 integral por parte da China deve alcan\u00e7ar 400.000 toneladas, versus 347.000 toneladas em 2015, segundo dados do \u00faltimo boletim do mercado l\u00e1cteos chin\u00eas publicado pelo escrit\u00f3rio do USDA no pa\u00eds oriental. Para 2017 est\u00e3o previstas compras de 460.000 toneladas. (valorsoja - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Com\u00e9rcio\/AR<br \/> Uma comitiva da Agroind\u00fastria se encontra no Brasil com o objetivo de abrir mercados para variedades de queijos, leite, soro em p\u00f3 e outros derivados l\u00e1cteos. Empres\u00e1rios, entidades intermedi\u00e1rias e \u00e1reas do governo Federal se reunir\u00e3o em Porto Alegre, Brasil, onde come\u00e7a, nesta semana, a miss\u00e3o multisetorial, com a presen\u00e7a predominante do setor produtivo agroalimentar e que continuar\u00e1 em outras cidades do pa\u00eds vizinho. O objetivo \u00e9 estabelecer v\u00ednculos e negociar com importadores brasileiros, a fim de poder integrar ditos produtos nas g\u00f4ndolas das cadeias de supermercados do pa\u00eds. \"A iniciativa inclui uma rodada de negocia\u00e7\u00f5es do setor l\u00e1cteo\", informou o Minist\u00e9rio da Agroind\u00fastria que especificou que nesta miss\u00e3o comercial \"um encontro multisetorial representar\u00e1 a Agroind\u00fastria Argentina no Brasil\". \"Estamos aqui, para oferecer todas nossas variedades de queijos, leite, soro em p\u00f3 e outros derivados l\u00e1cteos, que s\u00e3o produzidos, principalmente na regi\u00e3o de Santa Fe, C\u00f3rdoba e prov\u00edncia de Buenos Aires\", destacou Marisa Bircher, secret\u00e1ria de Mercados Agroindustriais da pasta que dirige Buryaile. Al\u00e9m de produtos l\u00e1cteos, a Argentina tamb\u00e9m est\u00e1 promovendo no Brasil produtos argentinos como vinhos, azeites, azeitonas, doce de leite, alfajores, guloseimas, produtos org\u00e2nicos, legumes, frutas, entre outros. (TodoAgro - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05 de dezembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.403 &nbsp; \u200b\u200bImpacto dos incentivos fiscais na ponta do l\u00e1pis Para dimensionar o exato tamanho do impacto da redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 30% <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/12\/05\/05-12-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/12\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1350","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1350","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1350"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1350\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1350"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1350"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1350"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}