{"id":1331,"date":"2016-11-23T18:53:58","date_gmt":"2016-11-23T18:53:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/23\/regularizacao-de-agroindustrias-esbarra-em-apoio-municipal\/"},"modified":"2016-11-23T18:53:58","modified_gmt":"2016-11-23T18:53:58","slug":"regularizacao-de-agroindustrias-esbarra-em-apoio-municipal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/23\/regularizacao-de-agroindustrias-esbarra-em-apoio-municipal\/","title":{"rendered":"Regulariza\u00e7\u00e3o de agroind\u00fastrias esbarra em apoio municipal"},"content":{"rendered":"<p>A regulariza\u00e7\u00e3o de centenas de pequenas agroind\u00fastrias no Rio Grande do Sul esbarra na falta de apoio por parte dos munic\u00edpios ga\u00fachos. Sem recursos, as administra\u00e7\u00f5es p\u00fablicas locais t\u00eam dificuldade em oferecer estrutura b\u00e1sica de pessoal para implementa\u00e7\u00e3o do Sistema Municipal de Inspe\u00e7\u00e3o (SIM), pr\u00e9-requisito para que as empresas possam aderir ao Sisbi\/Suasa. O impasse foi abordado na manh\u00e3 desta quarta-feira (23\/11), durante encontro de lideran\u00e7as municipais promovido pelo Sindilat no Avisulat, em Porto Alegre. \u201cAs agroind\u00fastria precisam de resposta r\u00e1pida e os munic\u00edpios querem desenvolver esse setor. O problema \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es para contrata\u00e7\u00e3o dos veterin\u00e1rios que o sistema exige\u201d, pontuou o coordenador para a Agricultura da Famurs, M\u00e1rio Nascimento.<\/p>\n<p>Uma das alternativas para amplificar atendimento \u00e0s agroind\u00fastrias pelo SIM \u00e9 a ado\u00e7\u00e3o de sistemas de cons\u00f3rcios p\u00fablicos que permitam contrata\u00e7\u00e3o de veterin\u00e1rios privados pela CLT para realizar as inspe\u00e7\u00f5es em diferentes munic\u00edpios. Nesse modelo, o veterin\u00e1rio p\u00fablico ficaria encarregado de fiscaliza\u00e7\u00e3o, com poder de pol\u00edcia. J\u00e1 a inspe\u00e7\u00e3o ficaria a cargo desses veterin\u00e1rios contratados por um conjunto de munic\u00edpios. O modelo de cons\u00f3rcios \u00e9 bem visto pela Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag). Segundo o assessor de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da Fetag, M\u00e1rcio Langer, que tamb\u00e9m participou do debate, as a\u00e7\u00f5es n\u00e3o avan\u00e7am porque os munic\u00edpios e o Estado t\u00eam pouca estrutura. \u201cTemos muitos desafios pela frente\u201d, concluiu. O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, ressaltou a import\u00e2ncia de debates como este para lan\u00e7ar novas ideias e projetos de desburocratiza\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva em linha com o projeto Agro+.<\/p>\n<p>A autoriza\u00e7\u00e3o de equival\u00eancia entre as inspe\u00e7\u00f5es municipal, estadual e federal tamb\u00e9m deve ajudar a estimular a expans\u00e3o das agroind\u00fastrias. O PL 334\/2015, que delega a estados e munic\u00edpio a incumb\u00eancia pala inspe\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal, est\u00e1 em tramita\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia e j\u00e1 foi aprovado pela Comiss\u00e3o de Agricultura da C\u00e2mara. A relev\u00e2ncia dos diferentes tipos de inspe\u00e7\u00e3o foi tema da manifesta\u00e7\u00e3o de Roberto Lucena, do Minist\u00e9rio da Agricultura, que tamb\u00e9m participou do debate.<\/p>\n<p>A engenheira de alimentos e coordenadora do Programa Estadual de Agroind\u00fastria Familiar da Emater, Bruna Roldan, acrescentou que o importante na avalia\u00e7\u00e3o dos estabelecimentos \u00e9 se estes garantem ou n\u00e3o a realiza\u00e7\u00e3o de processos e opera\u00e7\u00f5es de fabrica\u00e7\u00e3o seguros. De acordo com ela, \u00e9 preciso enfatizar a \u201canalise de perigos\u201d como foco da inspe\u00e7\u00e3o, ao inv\u00e9s de se tratar com tanto afinco as quest\u00f5es relacionadas meramente \u00e0s instala\u00e7\u00f5es das empresas que, na verdade, n\u00e3o \u00e9 o que, ao fim, garante a sanidade dos processos. E destacou a for\u00e7a da produ\u00e7\u00e3o da agroind\u00fastria familiar. \u201cQueremos manter a agricultura familiar e a agroind\u00fastria familiar como uma maneira de manter a cultura alimentar. S\u00e3o alimentos carregados de tradi\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Durante o painel, a fiscal da Secretaria da Agricultura, Karla Oliz, ainda falou sobre a Lei do Leite e a regulamenta\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em curso. \u201cA gente sabe que ela necessitar\u00e1 ser aperfei\u00e7oada e ainda podemos mudar alguns pontos. Meses de discuss\u00e3o \u00e9 pouco\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"images\/avisulat23.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Cr\u00e9dito: Carolina Jardine<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A regulariza\u00e7\u00e3o de centenas de pequenas agroind\u00fastrias no Rio Grande do Sul esbarra na falta de apoio por parte dos munic\u00edpios ga\u00fachos. 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