{"id":13297,"date":"2023-12-11T19:02:55","date_gmt":"2023-12-11T19:02:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=13297"},"modified":"2023-12-11T19:53:51","modified_gmt":"2023-12-11T19:53:51","slug":"11-12-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/12\/11\/11-12-2023\/","title":{"rendered":"11\/12\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 11 de dezembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.042<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Conseleite retoma divulga\u00e7\u00e3o de valor de refer\u00eancia<\/b><\/p>\n<p>O Conseleite retomou, nesta segunda-feira (11\/12), a divulga\u00e7\u00e3o do valor de refer\u00eancia do leite no Rio Grande do Sul. Reunidos na sede do Sindilat, em Porto Alegre (RS), representantes do colegiado validaram os dados apresentados pela Universidade de Passo Fundo (UPF), entidade licitada para tabular as informa\u00e7\u00f5es do setor. Segundo o levantamento, o valor de refer\u00eancia do litro projetado para novembro \u00e9 de R$ 2,1051.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o coordenador do Conseleite, Darlan Palharini, h\u00e1 um ano, o colegiado n\u00e3o divulgava os valores mensais. Uma das mudan\u00e7as implementada nessa nova etapa do Conseleite foi a altera\u00e7\u00e3o no per\u00edodo de an\u00e1lise. No passado, o estudo levava em conta os primeiros 10 dias do m\u00eas. Agora, a pesquisa tabula dados de 1\u00ba a 20 de cada m\u00eas. \u201cRetomar a apresenta\u00e7\u00e3o desse par\u00e2metro representa a unidade do setor e o fortalecimento do Conseleite\u201d, frisou. (Assessoria de imprensa SINDILAT\/RS)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/AlQQ90ABF0117\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/AlQQ90ABF0117\"><\/p>\n<hr>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1792&nbsp;<br \/>\n<\/b><br \/>\nBOVINOCULTURA DE LEITEA temperatura elevada, aliada \u00e0 alta umidade do ar, causou estresse t\u00e9rmico nas vacas em lacta\u00e7\u00e3o que, em alguns casos, necessitaram de medidas de mitiga\u00e7\u00e3o, como ventiladores e aspersores na regi\u00e3o de Caxias do Sul, e sentidas em propriedades com menor disponibilidade de sombras na regi\u00e3o de Bag\u00e9. Entretanto, a oferta de \u00e1gua encontra-se abundante e pode ser utilizada como recurso para melhoria do conforto t\u00e9rmico dos rebanhos.&nbsp;Na regi\u00e3o de Santa Rosa, em alguns momentos, as temperaturas de 32 \u00b0C, associadas \u00e0 alta umidade, proporcionaram dias com sensa\u00e7\u00e3o de abafamento e dificultaram a dissipa\u00e7\u00e3o de calor nos rebanhos leiteiros, percept\u00edvel no comportamento e, consequentemente, na produtividade animal. Observam-se animais altamente produtivos e de gen\u00e9tica apurada de origem holandesa, para os quais essas condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas s\u00e3o mais evidentes devido \u00e0 sensibilidade dessa ra\u00e7a. Muitas vacas procuram locais de barro ou alagados e, at\u00e9 mesmo, a\u00e7udes para se refrescar, mas essa situa\u00e7\u00e3o gera um desafio ao produtor para manter a qualidade de leite, j\u00e1 que acarreta em tetos sujos e aumento dos casos de mastite.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, na Fronteira Oeste, ap\u00f3s v\u00e1rias quedas sucessivas no valor do leite, os produtores de Alegrete t\u00eam expectativas positivas quanto \u00e0 rea\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os para o pr\u00f3ximo pagamento, que deve ocorrer em breve. As condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o est\u00e3o melhorando tamb\u00e9m em Manoel Viana, \u00e0 medida que os animais acessam as primeiras pastagens cultivadas de ver\u00e3o, sendo realizados ajustes na suplementa\u00e7\u00e3o com concentrados, visando aproveitar a composi\u00e7\u00e3o das novas forrageiras dispon\u00edveis, como capim sud\u00e3o, milheto, sorgo forrageiro.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Quara\u00ed, os produtores praticamente n\u00e3o passaram pelo per\u00edodo de vazio forrageiro de primavera em raz\u00e3o do encerramento do ciclo das pastagens de aveia e azev\u00e9m, pois o clima favoreceu o desenvolvimento do campo nativo e permitiu boas condi\u00e7\u00f5es de estabelecimento das pastagens anuais de ver\u00e3o, que j\u00e1 est\u00e3o em utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na de Caxias do Sul, grande parte dos produtores de leite est\u00e1 com dificuldade de ofertar forragem \u00e0s vacas devido ao atraso das pastagens anuais de ver\u00e3o, que rec\u00e9m come\u00e7aram a permitir a introdu\u00e7\u00e3o de animais. Os que possuem pastagens permanentes, como tifton 85, jiggs e Panicum spp., mantiveram adequada oferta de forragem para os rebanhos. As silagens de inverno apresentaram rendimento e qualidade abaixo do esperado, agravando a situa\u00e7\u00e3o das forragens conservadas. A base de alimenta\u00e7\u00e3o dos bovinos de leite, em fun\u00e7\u00e3o da falta de pastagens, foi a silagem de milho suplementada com ra\u00e7\u00e3o proteica. No entanto, os estoques das propriedades j\u00e1 est\u00e3o baixos. A sanidade dos bovinos leiteiros e o estado corporal dos animais se manteve est\u00e1vel, sem restri\u00e7\u00f5es de alimenta\u00e7\u00e3o. Apareceram infesta\u00e7\u00f5es de borrachudo e de mosca-dos-est\u00e1bulos. A qualidade do leite produzido se manteve dentro dos padr\u00f5es exigidos pela legisla\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o tanto \u00e0 contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas quanto \u00e0 contagem padr\u00e3o em placas.<\/p>\n<p>Na de Erechim, as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favoreceram melhor a oferta de forragem. Por\u00e9m, tem aumentado o consumo de alimentos concentrados e armazenados principalmente devido \u00e0s intensas chuvas anteriores e ao baixo valor nutricional dos conservados, produzidos sob a estiagem do ano de 2022. Os produtores est\u00e3o esperan\u00e7osos acerca do fim da sequ\u00eancia de queda dos pre\u00e7os apresentados pela ind\u00fastria, em virtude da redu\u00e7\u00e3o dos incentivos fiscais para as empresas importadoras de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, os animais v\u00eam mantendo o volume de produ\u00e7\u00e3o, o escore corporal e o estado sanit\u00e1rio. Entretanto, h\u00e1 necessidade de maior aten\u00e7\u00e3o \u00e0 higiene e \u00e0 sa\u00fade do \u00fabere em fun\u00e7\u00e3o da maior quantidade de barro e de umidade. Os produtores ainda utilizam alimentos conservados, acompanhados pelo uso de ra\u00e7\u00f5es, de acordo com as necessidades nutricionais. Ainda foram realizadas vacina\u00e7\u00f5es e controle de endo e ectoparasitas.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, em Arroio Grande, a maioria dos dias foram bons para a atividade. Por\u00e9m, em raz\u00e3o do temporal, que causou destelhamento, falta de energia el\u00e9trica e queda de \u00e1rvores, a atividade foi ainda mais dificultada, pois o manejo ocorreu por meio do uso de gerador ou manualmente, acarretando, em alguns casos, a perda da produ\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Morro Redondo, as pastagens de ver\u00e3o j\u00e1 est\u00e3o em utiliza\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da silagem e da ra\u00e7\u00e3o, aumentando o custo de produ\u00e7\u00e3o. Em Jaguar\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o de leite segue crescente em fun\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o e da entrada de mais vacas na lacta\u00e7\u00e3o. Continua o plantio de milho para silagem, e algumas lavouras est\u00e3o em fase de germina\u00e7\u00e3o e crescimento. Em virtude das chuvas e das temperaturas mais elevadas, aumentou a popula\u00e7\u00e3o de carrapato e mosca, e alguns produtores j\u00e1 realizam tratamentos estrat\u00e9gicos para evitar a alta infesta\u00e7\u00e3o no ver\u00e3o.<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, onde o plantel aproximado \u00e9 de 151 mil vacas em lacta\u00e7\u00e3o, h\u00e1 satisfat\u00f3ria oferta forrageira das pastagens de ver\u00e3o, o que reduz os custos de produ\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que diminui a suplementa\u00e7\u00e3o dos bovinos de leite. Os v\u00e1rios dias de chuva na semana resultaram em compacta\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas pastejadas, dificultando o rebrote. A presen\u00e7a de barro pr\u00f3ximo \u00e0s instala\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m trouxe maior dificuldade no manejo. Ainda s\u00e3o realizados tratamentos de ectoparasitas, pois se observa prolifera\u00e7\u00e3o de mosca-do-chifre, berne e carrapato nos rebanhos. (Emater\/RS adaptados pelo SINDILAT\/RS)<\/p>\n<p><b>Nabo forrageiro como fonte de energia verde<br \/>\n<\/b><br \/>\nEsp\u00e9cie brassica, em estudo por instituto paranaense, tem bom aproveitamento para extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo, melhor do que o rendimento da soja, e pode ser excelente alternativa para a melhoria da qualidade do solo nas propriedades<\/p>\n<\/div>\n<div><i>LUIZ CARLOS HEINZE- SENADOR DA REPUBLICA - PARA CORREIO DO POVO<\/i><\/div>\n<div>\n<p>N a d\u00e9cada de 70, o Brasil resolveu apostar na produ\u00e7\u00e3o rural. Criou a Embrapa e uma s\u00e9rie de pol\u00edticas p\u00fablicas que transformaram o pa\u00eds no terceiro maior produtor de alimentos do mundo. A base dessa mudan\u00e7a foi a pesquisa, garantindo competitividade, condi\u00e7\u00f5es de plantio e melhoramentos gen\u00e9ticos que surpreenderam o mundo. A terra, antes \u00e1rida, tornou-se campo f\u00e9rtil para semear quase todas as culturas.Escrevo para lan\u00e7ar ao setor agropecu\u00e1rio um novo desafio, al\u00e9m de valorizar as iniciativas do campo. Lembram daquele nabo forrageiro que usamos&nbsp;para proteger o solo nas entressafras? A planta \u00e9 alvo de estudo do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paran\u00e1 \u2013 IDR&nbsp;\u2013, o qual revela que a cultura \u00e9&nbsp;uma fonte inovadora e eficiente&nbsp;de energia verde.<\/p>\n<p>Com 38% de aproveitamento, \u00e9 a segunda na lista das variedades mais eficientes para&nbsp;extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo. Est\u00e1 atr\u00e1s&nbsp;apenas da canola, com 40%,&nbsp;que j\u00e1 passou por melhoramento gen\u00e9tico, e supera, significativamente, cultivos tradicionais&nbsp;como a soja, que tem um rendimento de apenas 18%.<\/p>\n<p>Essa vantagem, combinada&nbsp;com o fato de que o nabo forrageiro pode ser cultivado em milhares de hectares que normalmente s\u00e3o subutilizadas durante o inverno nos estados do&nbsp;Sul, torna-o uma op\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel e&nbsp;eficiente para a produ\u00e7\u00e3o de&nbsp;energia sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a brassica n\u00e3o&nbsp;compete com culturas tradicionais e coloca por terra as barreiras protecionistas e o dilema \u00e9tico de usar \u00e1reas agricult\u00e1veis para a produ\u00e7\u00e3o de energia, em vez de alimentos.&nbsp;O cultivo pode ser um facilitador para exporta\u00e7\u00e3o de diesel verde e outros combust\u00edveis&nbsp;inovadores que est\u00e3o em desenvolvimento pela Refinaria de&nbsp;Petr\u00f3leo Riograndense, em Rio&nbsp;Grande. De imediato, programas novos da unidade de refino v\u00e3o requerer o fornecimento&nbsp;de um bilh\u00e3o de toneladas de&nbsp;\u00f3leo por ano, considerando&nbsp;perspectiva at\u00e9 2027.<\/p>\n<p>Mas o potencial do nabo forrageiro vai al\u00e9m da mera produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo. A sustentabilidade nesse caso \u00e9 dupla. Ele oferece um ciclo de vida sustent\u00e1vel, onde seu cultivo contribui&nbsp;para a melhoria da qualidade&nbsp;do solo. Enquanto cuidamos da&nbsp;terra, tamb\u00e9m geramos energia&nbsp;limpa. Est\u00e1 em nossas m\u00e3os&nbsp;uma oportunidade de desenvolvimento que pode ser ampliada. E qual \u00e9 a melhor solu\u00e7\u00e3o?&nbsp;Pesquisa!<\/p>\n<p>Na lista dos desafios a serem superados, temos a redu\u00e7\u00e3o do ciclo produtivo, que hoje&nbsp;gira em torno de 150 e 170&nbsp;dias; o combate \u00e0s pragas e&nbsp;doen\u00e7as \u2013 a exemplo do mofo&nbsp;branco - e poss\u00edveis varia\u00e7\u00f5es&nbsp;que possam surgir da explora\u00e7\u00e3o em gr\u00e3os, al\u00e9m do melhoramento gen\u00e9tico, que pode torn\u00e1-lo mais produtivo. Potencial&nbsp;n\u00e3o falta ao nabo e n\u00e3o podemos ignorar os custos atrativos&nbsp;da cultura, que superam os investimentos em oleaginosas.<\/p>\n<p>A minha ideia \u00e9 despertar o&nbsp;debate e envolver os produtores rurais, cerealistas, refinarias, ind\u00fastrias, sementeiras,&nbsp;cooperativas e todos que buscam o desenvolvimento em bases sustent\u00e1veis. O Brasil pode&nbsp;liderar o caminho da produ\u00e7\u00e3o&nbsp;de biocombust\u00edveis inovadores<br \/>\ne sustent\u00e1veis, al\u00e9m de solidificar sua posi\u00e7\u00e3o como um l\u00edder&nbsp;global em energia verde. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>A pr\u00f3xima semana permanecer\u00e1 com chuva e risco de temporais no RS&nbsp;<br \/>\n<\/b>Na sexta-feira (08), o ingresso de uma massa de ar seco manter\u00e1 o tempo firme na maioria das regi\u00f5es, e somente nos setores Norte e Nordeste ainda ocorrer\u00e3o pancadas isoladas de chuva. No s\u00e1bado (09), o tempo seco, com ligeira eleva\u00e7\u00e3o da temperatura, predominar\u00e1 em todo o Estado. No domingo (10), a aproxima\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o provocar\u00e1 pancadas de chuva e trovoadas com possibilidade de temporais isolados, principalmente na Metade Norte. Na segunda-feira (11), o c\u00e9u permanecer\u00e1 nublado a encoberto com pancadas isoladas de chuva na maioria das regi\u00f5es. Na ter\u00e7a (12) e quarta-feira (13), o ingresso de ar seco manter\u00e1 o tempo firme com eleva\u00e7\u00e3o das temperaturas em todo o Estado. Os totais previstos dever\u00e3o oscilar entre 15 e 50 mm na maior parte do Estado. Nas Miss\u00f5es, Alto Uruguai, Planalto e Campos de Cima da Serra, os volumes esperados s\u00e3o mais elevados e dever\u00e3o oscilar entre 60 e 90 mm, podendo superar 100 mm em diversas localidades, principalmente na faixa Norte. (SEAPI)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 11 de dezembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.042 Conseleite retoma divulga\u00e7\u00e3o de valor de refer\u00eancia O Conseleite retomou, nesta segunda-feira (11\/12), a divulga\u00e7\u00e3o do valor de refer\u00eancia do leite <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/12\/11\/11-12-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/12\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-13297","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13297","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13297"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13297\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13305,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13297\/revisions\/13305"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13297"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13297"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13297"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}