{"id":13259,"date":"2023-12-04T18:59:53","date_gmt":"2023-12-04T18:59:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=13259"},"modified":"2023-12-04T19:01:41","modified_gmt":"2023-12-04T19:01:41","slug":"04-12-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/12\/04\/04-12-2023\/","title":{"rendered":"04\/12\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 04&nbsp; de dezembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.037<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>\"N\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o a curto prazo\", diz presidente do Sindilat-RS<br \/>\n<\/b><br \/>\nDiretor da Lactalis do Brasil, Guilherme Portella acaba de ser reconduzido \u00e0 presid\u00eancia do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), para o tri\u00eanio 2024-2025. Ele falou sobre os desafios do setor em entrevista ao Campo e Lavoura, na R\u00e1dio Ga\u00facha. Leia abaixo trechos da conversa.<\/p>\n<p><b><u><i>Depois de um ano de intensifica\u00e7\u00e3o da crise no setor, o que \u00e9 poss\u00edvel projetar para 2024?<br \/>\n<\/i><\/u><\/b>Passamos por uma conjuntura muito complexa em 2023. O setor de l\u00e1cteos sofreu muito com a diminui\u00e7\u00e3o do consumo interno mas, tamb\u00e9m, com o ingresso de grande volume de leite em p\u00f3 importado, que acabou pressionando o nosso mercado, e ainda sofre os efeitos disso no campo. Para 2024, apostamos em uma retomada da economia, para que possamos fortalecer o consumo e recuperar o espa\u00e7o perdido em 2023.<\/p>\n<p><u><i><b>Como lidar com quest\u00f5es que fogem ao controle do setor em uma atividade de ciclo longo?<br \/>\n<\/b><\/i><\/u>N\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o de curto prazo. Embora o Brasil seja o terceiro maior produtor de leite do mundo, historicamente, importa, cerca de 5% do volume consumido. Isso se d\u00e1 por fatores conjunturais mas, especialmente, por uma baixa competitividade frente aos principais players globais. Normalmente, produz um leite entre US$ 0,05 e US$ 0,06 mais caro do que o de pa\u00edses vizinhos. Neste ano, chegamos a estar, em alguns meses, a US$ 0,14 acima do leite da Argentino, por exemplo. Temos de avan\u00e7ar em competitividade.&nbsp;<\/p>\n<p><b><u><i>O que daria ao Brasil maior competitividade?<br \/>\n<\/i><\/u><\/b>Podemos pensar em uma s\u00e9rie de fatores, como a produtividade da vaca. Na Argentina hoje, em m\u00e9dia, uma vaca produz, em m\u00e9dia, 7,57 mil litros por ano. No Brasil, 2,7 mil. Precisamos aproximar isso para conseguir diminuir custos, atendendo um valor dentro de uma escala global. Automaticamente, estaremos protegidos das importa\u00e7\u00f5es, podendo pensar, de maneira mais efetiva, nas exporta\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 uma receita simples, precisamos pensar a muitas m\u00e3os, ind\u00fastrias e produtores, com o governo, para que se criem pol\u00edticas p\u00fablicas de transforma\u00e7\u00e3o para cadeia do leite no Brasil, para que possamos atingir um n\u00edvel de competitividade que nos permita brigar por terceiros mercados.<\/p>\n<p><u><i><b>Nas quest\u00f5es de competitividade, entrou muito em debate o subs\u00eddio que pa\u00edses como a Argentina concedem aos seus produtores de leite. Isso n\u00e3o traz condi\u00e7\u00f5es desiguais de competi\u00e7\u00e3o?<br \/>\n<\/b><\/i><\/u>Com certeza. Desde a pandemia, a Argentina tem dado um b\u00f4nus em dinheiro, direto aos produtores. Isso \u00e9 um fator important\u00edssimo dentro dessa discuss\u00e3o de competitividade, \u00e9 um deles, tem outras quest\u00f5es conjunturais, inclusive concentra\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia na cadeia produtiva. De fato, isso tem de ser ouvido e atendido pelo governo. \u00c9 necess\u00e1rio criar uma condi\u00e7\u00e3o competitiva aqui, no Brasil criando, no m\u00ednimo, paridade para que a gente possa competir com Argentina e Uruguai. Isso \u00e9 fato, temos discutido setorialmente com o governo estadual, mas tamb\u00e9m com o federal. O governo tem procurado criar alternativas, refinar algumas coisas trazidas pelos produtores rurais para que, enquanto setor, a gente possa avan\u00e7ar.<\/p>\n<p><u><i><b>Dados do Cepea apontam a sexta queda consecutiva no valor mensal da m\u00e9dia Brasil e de 24,8% no acumulado do ano. Isso n\u00e3o \u00e9 um desest\u00edmulo ao produtor? Como ele vai buscar uma melhor produtividade e competitividade diante desse cen\u00e1rio?<br \/>\n<\/b><\/i><\/u>Temos de pensar sempre que o produtor tem de ser remunerado de maneira justa, essa tem de ser uma briga da ind\u00fastria. N\u00e3o existe produtor sem ind\u00fastria, nem ind\u00fastria sem produtor. O pre\u00e7o na g\u00f4ndola tem ca\u00eddo. E a\u00ed, a gente pode trazer de novo a quest\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es. \u00c0 medida que se importa produto com um custo muito abaixo do Brasil, for\u00e7a todo o mercado pra baixo. Ao mesmo tempo que se fala da queda, que \u00e9 verdadeira, quando se analisa o pre\u00e7o do leite que \u00e9 pago em outros pa\u00edses do mundo, o do Brasil, ainda \u00e9 um dos mais altos. Por isso, a necessidade de voltar para a quest\u00e3o da competitividade, para conseguir produzir mais, com mas efici\u00eancia, remunerando o produtor de forma justa pelo \u00e1rduo trabalho, mas que nos coloque em condi\u00e7\u00e3o de competir. S\u00f3 conseguiremos mudar esse ciclo quando tivermos um custo em escala global. Essa globaliza\u00e7\u00e3o exige que todas as atividades consigam sobreviver e competir nos mesmos par\u00e2metros praticados em todos os mercados do mundo.<\/p>\n<p><u><i><b>Quais os principais nessa nova gest\u00e3o \u00e0 frente do Sindilat?<br \/>\n<\/b><\/i><\/u>Acho que temos um grande desafio, que \u00e9 essa quest\u00e3o da competitividade. E melhorar ainda mais essa uni\u00e3o do setor. Precisamos nos abra\u00e7ar para criar um mecanismo que de fato funcione e para que a gente consiga melhorar a&nbsp; produtividade, reduzir os custos do setor, remunerando o produtor de maneira justa. Isso \u00e9 muito importante. Fazendo com que as empresas e as cooperativas consigam sobreviver, melhorem suas escalas, sua produ\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o se faz isso sozinho. Precisamos avaliar como dar previsibilidade ao produtor, como trazer efici\u00eancia, e o governo \u00e9 parte important\u00edsssima nesse processo, precisa nos ajudar a direcionar pol\u00edticas p\u00fablicas corretas para que ven\u00e7amos essa batalha e fa\u00e7amos com que o leite brasileiro, especialmente o ga\u00facho, vire um produto de exporta\u00e7\u00e3o. (GZH)<\/p>\n<hr>\n<p><b>Argentina: produ\u00e7\u00e3o de leite teve sua pior queda em mais de quatro anos<br \/>\n<\/b><br \/>\nEm outubro, a produ\u00e7\u00e3o nacional de leite da Argentina foi de 1,066 bilh\u00e3o de litros, de acordo com o Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea da Argentina (OCLA). Esse volume representa uma queda de 3,1% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 4,3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado.<\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m a pior queda em mais de quatro anos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/swoX6bABF0496\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/swoX6bABF0496\"><\/p>\n<p>De modo geral, a produ\u00e7\u00e3o em outubro costuma apresentar um crescimento - em sua m\u00e9dia di\u00e1ria - de 1% a 2%, mas, nessa ocasi\u00e3o, caiu 0,2%. O principal motivo \u00e9 a seca generalizada e prolongada sofrida, em graus variados, em todas as regi\u00f5es produtoras.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZLUs7eABF0415\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZLUs7eABF0415\"><\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio de falta de \u00e1gua se refletiu em uma redu\u00e7\u00e3o na disponibilidade de pastos e reservas de forragem que ainda persiste em muitas \u00e1reas. Ao mesmo tempo, os produtores de leite tamb\u00e9m est\u00e3o sofrendo com as rela\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis entre os pre\u00e7os do leite e alguns insumos b\u00e1sicos, especialmente os concentrados.<\/p>\n<p>Se a an\u00e1lise for estendida para o per\u00edodo de janeiro a outubro, a produ\u00e7\u00e3o foi 1,2% menor na compara\u00e7\u00e3o anual.<\/p>\n<p>Como ser\u00e1 o fechamento de 2023<br \/>\nFaltando pouco mais de um m\u00eas para o encerramento do ano, a OCLA projetou como as fazendas leiteiras argentinas encerrar\u00e3o 2023 em termos de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\"\u00c9 certo que a produ\u00e7\u00e3o dos meses restantes do ano permanecer\u00e1 com taxas anuais negativas em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior (entre 5 e 7%), resultando em uma taxa anual acumulada de -2% em rela\u00e7\u00e3o a 2022\", calcularam.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de analisar o n\u00famero de fazendas leiteiras, em seu relat\u00f3rio a OCLA tamb\u00e9m estudou a evolu\u00e7\u00e3o dos chamados \"s\u00f3lidos \u00fateis\", como gordura e prote\u00edna.<\/p>\n<p>Entre janeiro e outubro, esse indicador caiu 1,4%, contra uma queda na produ\u00e7\u00e3o de 1,2%. Isso mostra que houve uma pequena deteriora\u00e7\u00e3o no conte\u00fado de s\u00f3lidos do leite.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/I3eE93ABF0411\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/I3eE93ABF0411\"><\/p>\n<p>\"Como de costume, a produ\u00e7\u00e3o a partir do pico em outubro cai a uma taxa de 5% ao m\u00eas at\u00e9 mar\u00e7o\/abril, e ent\u00e3o come\u00e7a a se recuperar novamente em outubro\", conclu\u00edram.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAs informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Infocampo, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<p><b>No combate ao carrapato h\u00e1 quase duas d\u00e9cadas<br \/>\n<\/b>Rovaina Doyle, cientista do Centro Estadual de Diagn\u00f3stico e Pesquisa em Sa\u00fade Animal Desid\u00e9rio Finamor (IPVDF),&nbsp;acredita que cen\u00e1rio para a pesquisa melhorou no \u00faltimo ano, mas que falta ainda celeridade para chegar ao produtor<\/p>\n<p>Um dos grandes problemas da pecu\u00e1ria,&nbsp;do ponto de vista do&nbsp;bem-estar animal e&nbsp;das&nbsp; perdas econ\u00f4micas, \u00e9 o&nbsp;carrapato. O parasita \u00e9 o foco dos estudos da pesquisa\u0002dora Rovaina Laureano Doyle, lotada em Eldorado do&nbsp;Sul, no Centro Estadual de&nbsp;Diagn\u00f3stico e Pesquisa em&nbsp;Sa\u00fade Animal Desid\u00e9rio Finamor (IPVDF).<\/p>\n<p>Rovaina, com 45 anos, est\u00e1 h\u00e1 pelo menos 18 anos a&nbsp;servi\u00e7o do Estado, tendo in\u0002gressado em 2005 pela porta&nbsp;da Funda\u00e7\u00e3o de Pesquisa&nbsp;Agropecu\u00e1ria (Fepagro). Dou\u0002tora em parasitologia, ela reside dentro do centro de pesquisas, com o marido, Mauro&nbsp;Peres Ferreira, e os filhos&nbsp;Jo\u00e3o, de 15 anos, e Gabriel,&nbsp;de 8 anos.<\/p>\n<p>Dedicada \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o&nbsp;das doen\u00e7as ocasionadas pelo carrapato \u2212 entre as quais&nbsp;a tristeza bovina, com alto&nbsp;\u00edndice de mortalidade \u2212 e endoparasitoses, Rovaina \u00e9 o&nbsp;que se define como m\u00e3e at\u00edpica. Jo\u00e3o, o filho mais velho,&nbsp;se enquadra em transtorno&nbsp;do espectro autista, exigindo&nbsp;aten\u00e7\u00e3o multidisciplinar.<\/p>\n<p>\u201cTrabalhar no Estado e morar dentro do centro me permite acompanhar o desenvol\u0002vimento dele com mais conforto, j\u00e1 que posso reduzir minha carga hor\u00e1ria entre 30%&nbsp;e 50%. Al\u00e9m disso, conto com&nbsp;a parceria do meu marido.<\/p>\n<p>Ele \u00e9 o grande motivo de eu&nbsp;conseguir cumprir minhas atividades no laborat\u00f3rio. Porque ele cuida dos meninos e&nbsp;da casa durante o dia e trabalha \u00e0 noite\u201d, elogia.<\/p>\n<p>Rovaina , com um bom humor invej\u00e1vel para o que ela&nbsp;diz ser um cotidiano \u201cse virando nos 30\u201d, tem como&nbsp;hobby a confec\u00e7\u00e3o de simp\u00e1ticos carrapatos de pel\u00facia. Ela avalia que o momento da pesquisa no Rio Grande do Sul e no Brasil come\u00e7a&nbsp;a dar sinais de melhora, com&nbsp;mais aporte de recursos e&nbsp;abertura de frentes de financiamento. Segundo ela, entretanto, nos \u00faltimos anos a atividade foi permeada pelo descr\u00e9dito, em grande parte fomentado por governos que a&nbsp;consideraram menos importante.<\/p>\n<p>\u201dO resultado disso \u00e9&nbsp;que temos cada vez menos&nbsp;profissionais interessados&nbsp;em investir na carreira de&nbsp;pesquisador, pelas dificuldades que se apresentam para&nbsp;conseguir recursos e pela defasagem salarial. Aqui no&nbsp;IPVDF (o centro oferece curso de mestrado), temos visto&nbsp;sobrarem vagas nos processos seletivos\u201d, relata ela.<\/p>\n<p>A pesquisadora ressalta&nbsp;ainda que, mesmo com a ampla dedica\u00e7\u00e3o dos cientistas&nbsp;do Departamento de Diagn\u00f3stico e Pesquisa em Agropecu\u00e1ria (DDPA) da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria,&nbsp;Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), ainda existe&nbsp;um descompasso entre o conhecimento produzido e a&nbsp;chegada deste a seu destinat\u00e1rio final: o produtor. \u201cTodo&nbsp;o nosso trabalho \u00e9 feito com&nbsp;o objetivo de melhorar o de\u0002sempenho das propriedades&nbsp;e da produ\u00e7\u00e3o, mas ainda demora um pouco para chegar na ponta.\" conclui Rovaina.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Chuva e umidade persistem no Estado pelos pr\u00f3ximos dias<\/b><br \/>\nOs pr\u00f3ximos sete dias permanecer\u00e3o com umidade e chuva no Rio Grande do Sul, conforme o Boletim Integrado Agrometeorol\u00f3gico 48\/2023, da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), em parceria com a Emater\/RS-Ascar e o Irga. Na sexta-feira (01\/12), a presen\u00e7a de uma massa de ar seco manter\u00e1 o tempo firma na maioria das regi\u00f5es. Somente no Oeste poder\u00e3o ocorrer pancadas isoladas de chuva. No s\u00e1bado (02\/12) e domingo (03\/12), a propaga\u00e7\u00e3o de uma frente fria vai provocar chuva em todas as regi\u00f5es, com possibilidade de temporais isolados. Entre segunda (04\/12) e quarta-feira (06\/12), a aproxima\u00e7\u00e3o de uma nova \u00e1rea de baixa press\u00e3o manter\u00e1 a nebulosidade, provocando pancadas de chuva e trovoadas em todo o Estado. Os volumes esperados dever\u00e3o oscilar entre 20 e 50 mm na maior parte do Rio Grande do Sul. No Alto Uruguai, Litoral, Zona Sul e Campanha, os totais previstos s\u00e3o mais elevados e dever\u00e3o oscilar entre 50 e 65 mm - podendo superar 80 mm em v\u00e1rias localidades, especialmente na fronteira com o Uruguai. O boletim tamb\u00e9m aborda a situa\u00e7\u00e3o de diversas culturas e cria\u00e7\u00f5es de animais pelo Estado. Acompanhe todas as publica\u00e7\u00f5es agrometeorol\u00f3gicas da Secretaria em&nbsp; www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia. (SEAPI)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 04&nbsp; de dezembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.037 \"N\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o a curto prazo\", diz presidente do Sindilat-RS Diretor da Lactalis do Brasil, Guilherme Portella acaba de ser reconduzido <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/12\/04\/04-12-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/12\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-13259","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13259","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13259"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13259\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13262,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13259\/revisions\/13262"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13259"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13259"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13259"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}