{"id":13203,"date":"2023-11-23T19:17:18","date_gmt":"2023-11-23T19:17:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=13203"},"modified":"2023-11-23T19:18:30","modified_gmt":"2023-11-23T19:18:30","slug":"23-11-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/11\/23\/23-11-2023\/","title":{"rendered":"23\/11\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 23 de novembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.030<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Divulgados os finalistas do 9\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo<br \/>\n<\/b><br \/>\nReunida na tarde desta quinta-feira (23\/11), a Comiss\u00e3o Julgadora do 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo anunciou os finalistas das categorias Impresso, Online e Eletr\u00f4nico. O grupo foi composto pelos jornalistas Ant\u00f4nio Goulart (Associa\u00e7\u00e3o Riograndense de Imprensa - ARI), Viviane Finkielsztejn (Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS - SindJoRS), Gerson Raugust (Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul - Farsul), Eduardo Oliveira (Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul - Fetag-RS) e pelas representantes do Sindilat Julia Bastiani e J\u00e9ssica Aguirres.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cOs trabalhos est\u00e3o apresentando para o p\u00fablico o quanto \u00e9 dif\u00edcil produzir, o quanto \u00e9 importante a cadeia leiteira para o Estado e o quanto os produtores est\u00e3o precisando de um olhar governamental para manter a atividade leiteira. S\u00e3o necess\u00e1rias pol\u00edticas p\u00fablicas para manter os produtores na atividade\u201d, assinalou Eduardo Oliveira, coordenador da Comiss\u00e3o Julgadora.<\/p>\n<p>Os vencedores ser\u00e3o conhecidos durante a tradicional cerim\u00f4nia de premia\u00e7\u00e3o que ser\u00e1 realizada em Porto Alegre (RS), no dia 14\/12. Os primeiros lugares receber\u00e3o como pr\u00eamio um trof\u00e9u e um celular iPhone. Os segundos e terceiros classificados receber\u00e3o trof\u00e9us.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O pr\u00eamio institu\u00eddo pelo Sindicato da Ind\u00fastria dos Latic\u00ednios do RS (Sindilat\/RS) reconhece as reportagens que evidenciam o setor l\u00e1cteo. No total, foram 53 trabalhos inscritos, distribu\u00eddos nas tr\u00eas categorias.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O volume de inscri\u00e7\u00f5es \u00e9 o maior j\u00e1 registrado na premia\u00e7\u00e3o que chegar\u00e1 em 2024 a sua 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o. \u201cAl\u00e9m da grande quantidade de produ\u00e7\u00f5es na \u00e1rea e no setor do leite, observamos uma alt\u00edssima qualidade, com abordagens contundentes e diversificadas que fazem jus a esta cadeia t\u00e3o presente os ga\u00fachos, e ao leite, este produto t\u00e3o nobre na alimenta\u00e7\u00e3o\u201d, destacou Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo do Sindilat.&nbsp;<\/p>\n<p>Categoria Impresso&nbsp;<\/p>\n<p>Jornalista: Ana Esteves<br \/>\nTrabalho: Setor l\u00e1cteo ga\u00facho luta para reverter preju\u00edzos<br \/>\nVe\u00edculo: Jornal do Com\u00e9rcio<\/p>\n<p>Jornalista: Itamar Pelizzaro<br \/>\nTrabalho: Fundos agropecu\u00e1rios p\u00fablicos em xeque<br \/>\nVe\u00edculo: Correio do Povo<\/p>\n<p>Jornalista: Susana Leite<br \/>\nTrabalho: Pecu\u00e1ria de precis\u00e3o eleva rendimento no setor leiteiro<br \/>\nVe\u00edculo: NH<\/p>\n<p>Categoria Online<\/p>\n<p>Jornalista: Julio Huber<br \/>\nTrabalho: Produzir leite sem emitir carbono \u00e9 a meta de pecuaristas brasileiros<br \/>\nVe\u00edculo: Revista Neg\u00f3cio Rural<\/p>\n<p>Jornalista: Marcelo Gonzatto<br \/>\nTrabalho: Pre\u00e7o baixo e dificuldade de produ\u00e7\u00e3o ampliam debandada do setor leiteiro<br \/>\nVe\u00edculo: Zero Hora\/GZH<\/p>\n<p>Jornalista: Tamires Ribeiro<br \/>\nTrabalho: RS desponta na produ\u00e7\u00e3o de leite com carbono neutro<br \/>\nVe\u00edculo:&nbsp; Folha de S.Paulo<\/p>\n<p>Categoria Eletr\u00f4nico<\/p>\n<p>Jornalista: Bruno Faustino<br \/>\nTrabalho: A busca por um \"LEITE VERDE\"<br \/>\nVe\u00edculo: TV Cultura<\/p>\n<p>Jornalista: Cid Martins<br \/>\nTrabalho: 10 anos da primeira opera\u00e7\u00e3o contra a fraude no leite: o crime n\u00e3o compensa<br \/>\nVe\u00edculo: R\u00e1dio Ga\u00facha&nbsp;<\/p>\n<p>Jornalista: Eliza Maliszewski<br \/>\nTrabalho: Dez anos ap\u00f3s \"Opera\u00e7\u00e3o Leite Compensado\" prote\u00edna ga\u00facha \u00e9 uma das mais seguras<br \/>\nVe\u00edculo: Canal Rural<\/p>\n<p>Fonte: Jardine Comunica\u00e7\u00e3o - Assessoria de Imprensa do SINDILAT\/RS<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>China \u2013 Mercado internacional<\/b><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nChina \u2013 A China \u00e9 um mercado relevante para o Uruguai. Divulgamos o boletim de Com\u00e9rcio Exterior de L\u00e1cteos da China com os principais dados.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAt\u00e9 setembro, houve aumento das importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 desnatado, queijos e soros. E, queda nas compras de f\u00f3rmulas infantis, leite em p\u00f3 integral, leite e cremes frescos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO produto que mais cresceu foi o queijo (representou 8% do total das importa\u00e7\u00f5es em d\u00f3lares) e o que mais decresceu foi o leite em p\u00f3 integral, que representa 16% das importa\u00e7\u00f5es em valores.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO Uruguai \u00e9 o terceiro maior exportador de leite em p\u00f3 integral (1%) para a China, enquanto a Nova Zel\u00e2ndia \u00e9 o maior fornecedor, n\u00e3o somente de leite em p\u00f3 integral, mas tamb\u00e9m de leite em p\u00f3 desnatado, queijos, leite e cremes frescos.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/3Kps43ABF0339\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/3Kps43ABF0339\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/jl0u1fABF0315\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/jl0u1fABF0315\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nFonte: Inale \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br<\/p>\n<p><b>ICMS: duas vis\u00f5es sobre o poss\u00edvel aumento da carga tribut\u00e1ria no RS<br \/>\n<\/b><br \/>\nArtur Lemos e Gilberto Porcello Petry argumentam a favor e contra a alta da al\u00edquota<\/p>\n<p>O projeto de lei que prop\u00f5e majora\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria de ICMS de 17% para 19,5%, apresentado pelo governador Eduardo Leite, deve ser votado ainda neste ano pela Assembleia Legislativa. Em regime de urg\u00eancia, a proposta passa a trancar a pauta de vota\u00e7\u00f5es a partir do dia 17 de dezembro. O governo do Estado defende que, sem a eleva\u00e7\u00e3o, o RS perder\u00e1 receitas relevantes no futuro, afetando custeio e investimentos. Entidades empresariais garantem que a alta da al\u00edquota prejudica a gera\u00e7\u00e3o de empregos e enfraquece as ind\u00fastrias locais.&nbsp; GZH oferece ao leitor duas vis\u00f5es sobre a poss\u00edvel mudan\u00e7a na tributa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><u><i>Artur Lemos: ajustar o ICMS \u00e9 olhar para o futuro<br \/>\n<\/i><\/u><br \/>\nPor Artur Lemos, secret\u00e1rio-chefe da Casa Civil do governo do RS<\/p>\n<p>Este \u00e9 um governo que tem compromisso com o futuro do Estado, dos ga\u00fachos e dos que aqui escolheram morar ou trabalhar. Sendo assim, n\u00e3o pode deixar de colocar em debate o ajuste nas al\u00edquotas do ICMS.<\/p>\n<p>No passado recente, o Rio Grande do Sul precisou elevar percentuais do tributo para fechar as contas, o que pode sugerir que a proposta atual tem o mesmo sentido. Mas n\u00e3o \u00e9 isso.<\/p>\n<p>O caminho, agora, \u00e9 para n\u00e3o ficarmos atr\u00e1s em rela\u00e7\u00e3o a outros Estados na divis\u00e3o do novo tributo, denominado Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (IBS). A partir da implementa\u00e7\u00e3o da reforma tribut\u00e1ria, quem arrecadar menos entre 2024 e 2028 receber\u00e1, pelos pr\u00f3ximos 50 anos, uma fatia menor na futura divis\u00e3o do bolo tribut\u00e1rio.<\/p>\n<p>Se nada for feito, se adotarmos a c\u00f4moda posi\u00e7\u00e3o de deixar os outros decidirem ou de evitar medidas impopulares, as futuras gera\u00e7\u00f5es ser\u00e3o prejudicadas pela menor disponibilidade de recursos para o funcionamento do Estado.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m gosta de propor ajuste de tributa\u00e7\u00e3o, mas a responsabilidade com o futuro nos imp\u00f5e a coragem e a transpar\u00eancia de n\u00e3o sermos demag\u00f3gicos e populistas agora<br \/>\nNo Norte e no Nordeste, governadores j\u00e1 anunciaram eleva\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas para n\u00e3o correrem o risco de ter uma receita menor nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>E est\u00e1 falando uma gest\u00e3o que baixou o ICMS de forma respons\u00e1vel, passando a al\u00edquota modal de 18% para 17%, umas das menores do Brasil, al\u00e9m de diminuir em telecomunica\u00e7\u00f5es, energia e combust\u00edveis.<\/p>\n<p>O RS, que j\u00e1 teve participa\u00e7\u00e3o de 7% na arrecada\u00e7\u00e3o total desse imposto no pa\u00eds, est\u00e1 com 5,9%. Prova clara de que reduzimos o peso do tributo na vida dos ga\u00fachos. Agora, por uma a\u00e7\u00e3o que nada tem a ver com a administra\u00e7\u00e3o estadual, precisamos retomar os n\u00edveis hist\u00f3ricos de participa\u00e7\u00e3o no recolhimento total do ICMS.<\/p>\n<p>Se ficar tudo como est\u00e1, em 25 anos o Rio Grande do Sul deixar\u00e1 de ter arrecadado R$ 110 bilh\u00f5es para custeio da m\u00e1quina p\u00fablica e investimentos. \u00c9 preciso agir para que n\u00e3o apenas esta gest\u00e3o, mas tamb\u00e9m as pr\u00f3ximas n\u00e3o fiquem com menos recursos em caixa.<\/p>\n<p>\u00c9 importante destacar que os valores que o Rio Grande do Sul deixar de receber ser\u00e3o divididos entre os outros Estados. N\u00e3o se trata apenas de perder recursos, mas de ficarmos muito menos competitivos dentro da Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m gosta de propor ajuste de tributa\u00e7\u00e3o, mas a responsabilidade com o futuro nos imp\u00f5e a coragem e a transpar\u00eancia de n\u00e3o sermos demag\u00f3gicos e populistas agora. Com essa postura, agimos para que nossos filhos e netos n\u00e3o paguem uma conta muito maior l\u00e1 na frente, sem ter um instrumento para virar o jogo porque o imposto com gerenciamento do governo estadual deixar\u00e1 de existir.<\/p>\n<p><i><u>Gilberto Porcello Petry: O custo de produzir no RS<br \/>\n<\/u><\/i><br \/>\nPor Gilberto Porcello Petry, presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio Grande do Sul<\/p>\n<p>A fun\u00e7\u00e3o social dos tributos \u00e9 indiscut\u00edvel enquanto respondam \u00e0s necessidades e demandas dos contribuintes. No entanto, h\u00e1 que se ter um equil\u00edbrio entre a carga tribut\u00e1ria estadual e as caracter\u00edsticas locais, que podem gerar vantagens ou desvantagens comparativas ao setor industrial. Tal como existe no \u00e2mbito nacional o denominado \u201cCusto Brasil\u201d, temos que considerar o \u201cCusto RS\u201d.<\/p>\n<p>Trata-se do custo adicional de produ\u00e7\u00e3o aqui no Rio Grande do Sul em rela\u00e7\u00e3o a outros Estados. No setor industrial ga\u00facho, a raz\u00e3o entre o custo de produ\u00e7\u00e3o e a receita l\u00edquida de vendas \u00e9 de 64,9%, o maior percentual entre os Estados mais industrializados e muito acima da m\u00e9dia nacional de 57%.<\/p>\n<p>A economia ga\u00facha tem caracter\u00edsticas pr\u00f3prias que precisam ser levadas em conta. A primeira delas \u00e9 a fatalidade geogr\u00e1fica, que nos distancia dos grandes centros compradores e fornecedores de insumos. Essa barreira imp\u00f5e gastos de log\u00edstica bem superiores a outros Estados. E ainda somos um dos poucos Estados que mant\u00eam o piso regional acima do sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional.<\/p>\n<p>Temos tamb\u00e9m grandes problemas conjunturais, muitos deles vinculados \u00e0 agroind\u00fastria, vulner\u00e1vel \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, que, bem sabemos, est\u00e3o oscilando entre estiagens e inunda\u00e7\u00f5es. Outros fatores ainda est\u00e3o presentes e a todo momento se refletem nas estat\u00edsticas.<\/p>\n<p>A proposta de eleva\u00e7\u00e3o do ICMS ir\u00e1 causar um desequil\u00edbrio que certamente comprometer\u00e1 toda a economia rio-grandense em 2024<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o industrial ga\u00facha, por exemplo, caiu 5,1% neste ano, at\u00e9 setembro, e 7,5 mil empregos foram fechados nos \u00faltimos 12 meses. O Rio Grande do Sul foi o segundo pior Estado na produ\u00e7\u00e3o fabril em nove meses de 2023. O primeiro foi o Cear\u00e1. Ainda deve-se levar em conta o alto custo burocr\u00e1tico do nosso sistema fiscal.<\/p>\n<p>O aumento da carga tribut\u00e1ria ga\u00facha tamb\u00e9m representar\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o do poder aquisitivo dos consumidores, estreitando o mercado local e gerando infla\u00e7\u00e3o. A proposta de eleva\u00e7\u00e3o do ICMS, portanto, ir\u00e1 causar um desequil\u00edbrio que certamente comprometer\u00e1 toda a economia rio-grandense em 2024.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio de incertezas, aliado aos custos operacionais elevados e \u00e0 carga tribut\u00e1ria j\u00e1 existente, pode levar a uma redu\u00e7\u00e3o ainda maior nos investimentos do setor industrial, impactando o crescimento econ\u00f4mico e a gera\u00e7\u00e3o de empregos.<\/p>\n<p>Por essas raz\u00f5es e considera\u00e7\u00f5es, temos a expectativa de que os deputados avaliem o contexto da proposta de eleva\u00e7\u00e3o da al\u00edquota do ICMS e decidam o que entenderem mais adequado para o Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o de GZH<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Live - Perspectivas para a Agropecu\u00e1ria Chinesa nos Pr\u00f3ximos Dez Anos<br \/>\n<\/b>Em 2023 foi realizada a \"China Agricultural Conference\" evento onde s\u00e3o apresentadas as perspectivas agr\u00edcolas chinesas para os pr\u00f3ximos dez anos. Neste webinar foi discutido os principais apontamentos e tend\u00eancias publicadas no China Agricultural Outlook 2023-2032, visando evidenciar os principais impactos para a agropecu\u00e1ria brasileira. Participantes: Moderador: Pedro Rodrigues - Assessor de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da CNA. Luiz Augusto de Castro Neves - Presidente do Conselho Empresarial Brasil-China - CEBC. Inty Mendoza - Chefe do Escrit\u00f3rio da Cna em Xangai.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=R_Arv1J2vgA\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=R_Arv1J2vgA\">Assista clicando aqui<\/a>. (CNA)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 23 de novembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.030 Divulgados os finalistas do 9\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo Reunida na tarde desta quinta-feira (23\/11), a Comiss\u00e3o Julgadora do 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/11\/23\/23-11-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/11\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-13203","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13203","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13203"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13203\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13206,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13203\/revisions\/13206"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}