{"id":1319,"date":"2016-11-14T15:14:40","date_gmt":"2016-11-14T15:14:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/14\/14-11-2016\/"},"modified":"2016-11-14T15:14:40","modified_gmt":"2016-11-14T15:14:40","slug":"14-11-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/14\/14-11-2016\/","title":{"rendered":"14\/11\/2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"> <title><\/title> &nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 14 de novembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.390<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Divulgados finalistas do 2\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo<\/strong><\/p>\n<p> Depois de uma avalia\u00e7\u00e3o criteriosa dos 52 trabalhos inscritos em 2016, o 2\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo divulga os finalistas em suas quatro categorias. A disputa contou com trabalhos de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds e diversos concorrentes do Interior do Rio Grande do Sul. A defini\u00e7\u00e3o dos vencedores veio ap\u00f3s reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o Julgadora, realizada na tarde desta quinta-feira (10\/11), na sede do Sindilat, em Porto Alegre. A premia\u00e7\u00e3o ser\u00e1 entregue durante jantar de final de ano no dia 1 de dezembro, no Hotel Plaza S\u00e3o Rafael. Na ocasi\u00e3o, os finalistas receber\u00e3o trof\u00e9us, e o primeiro colocado de cada categoria ser\u00e1 contemplado com um Iphone 6. Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o m\u00e9rito \u00e9 uma forma de destacar quem est\u00e1 o ano todo ao lado do setor leiteiro. \"S\u00e3o profissionais que trabalham no dia a dia do setor e merecem um agradecimento por seu profissionalismo e esmero em levar informa\u00e7\u00e3o precisa e de alta relev\u00e2ncia seja para o consumidor seja para o homem do campo\", salientou.<\/p>\n<p> Neste ano, a Comiss\u00e3o Julgadora do 2\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo foi presidida pelo diretor da ARI Jo\u00e3o Borges de Souza. Segundo ele, o que achou aten\u00e7\u00e3o na disputa foi o n\u00edvel dos trabalhos apresentados, fundamentados em uma \"profunda e interessante pesquisa\". \"Estamos tratando de uma \u00e1rea espec\u00edfica, que exige muita qualifica\u00e7\u00e3o dos profissionais para conhecerem a fundo o setor\", pontuou.&nbsp;<\/p>\n<p> Entre os jurados que se dedicaram \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o dos trabalhos em 2016 est\u00e3o o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, Milton Simas; o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Rep\u00f3rteres Fotogr\u00e1ficos e Cinematogr\u00e1ficos do Estado (Arfoc), Marcelo Campos; o jornalista da Farsul Gerson Raugust e o assessor de imprensa da Fetag, Luiz Fernando Boaz. Pelo Sindilat, participaram o diretor Renato Kreimeier e a assessora de qualidade, Let\u00edcia Cappiello.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Finalistas 2016:<\/span><\/div>\n<div> CATEGORIA IMPRESSO<\/div>\n<ul>\n<li>Caio Cezar Cigana - Zero Hora - Trabalho: Alimento Farto<\/li>\n<li>Cristiano Dias Vieira - Press Agrobusiness - Trabalho: Qualidade com mais Rigor<\/li>\n<li>Solano Alexandre Linck - Jornal O Alto Taquari - Trabalho: Condom\u00ednio Leiteiro: Uni\u00e3o do Vale<\/li>\n<\/ul>\n<div> CATEGORIA ELETR\u00d4NICO<\/div>\n<ul>\n<li>Alessandra Bergmann - SBT - Trabalho: Programa Leitec<\/li>\n<li>Carine Massierer - Emater - Trabalho: Especial para Programa Rio Grande Rural<\/li>\n<li>Dulciana Sachetti - RBSTV - Trabalho: Propriedades modelos e vacas premiadas em rendimento contribuem para o rebanho ga\u00facho ser campe\u00e3o em produtividade m\u00e9dia por animal<\/li>\n<\/ul>\n<div> CATEGORIA FOTO<\/div>\n<ul>\n<li>Diogo Zanatta - Zero Hora - Trabalho: Trip\u00e9 do Futuro<\/li>\n<li>Samuel Maciel - Correio do Povo - Trabalho: Foco na Qualidade<\/li>\n<li>Luis Tadeu Vilani - Zero Hora - Mais Alimento, Mais Leite<\/li>\n<\/ul>\n<div> CATEGORIA ON LINE<\/div>\n<ul>\n<li>Bruna Karpinski - Correio do Povo- Trabalho: Estagna\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o leva produtores a abandonarem atividade leiteira no RS<\/li>\n<li>Naiara Silva- Portal Successful Farming Brasil - Trabalho: 6 Pr\u00e1ticas essenciais para aprimorar a pecu\u00e1ria leiteira no Brasil<\/li>\n<li>Naiara Silva- Portal Successful Farming Brasil - Trabalho: Prepare o bolso: leite deve continuar caro nos pr\u00f3ximos meses. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<br \/> &nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Conseleite\/MS&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 11 de novembro de 2016, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima, referente ao leite entregue no m\u00eas de outubro de 2016 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para leite a ser entregue no m\u00eas de setembro de 2016. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o levando em conta o volume m\u00e9dio mensal de leite entregue pelo produtor. (Famasul)&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2003\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Ital lan\u00e7a plataforma de informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas sobre alimentos processados<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de S\u00e3o Paulo, por meio do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) apresentou nesta quinta-feira, 10 de novembro, em evento no audit\u00f3rio da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp), uma nova plataforma cient\u00edfica (www.alimentosprocessados.com.br) que servir\u00e1 como base de informa\u00e7\u00f5es sobre ci\u00eancia e tecnologia de alimentos processados. Todo o conte\u00fado foi desenvolvido pela Plataforma de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica do Ital e revisado por um comit\u00ea t\u00e9cnico-cient\u00edfico formado por pesquisadores, professores e profissionais do setor.<br \/> &nbsp;<br \/> Diversos mitos relacionados ao consumo de alimentos processados, sem a devida comprova\u00e7\u00e3o cientifica, influenciam as decis\u00f5es alimentares da popula\u00e7\u00e3o, fazendo com que o consumidor perca a oportunidade de ingerir alimentos seguros, nutritivos, pr\u00e1ticos e saborosos. Por meio dessa plataforma, \u00e9 poss\u00edvel encontrar explica\u00e7\u00f5es pautadas na ci\u00eancia e na tecnologia de alimentos sobre diversos mitos associados a alimento industrializado.<br \/> &nbsp;<br \/> O coordenador da Plataforma de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica do Ital, Raul Amaral, afirmou que \"classificar alimentos em 'bons' ou 'ruins' de acordo com o n\u00edvel de processamento \u00e9 uma grande bobagem sem base cient\u00edfica\", destacando ainda que \"a restri\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o imposta \u00e0 ind\u00fastria de alimentos permite a prolifera\u00e7\u00e3o de mitos\".<br \/> &nbsp;<br \/> Luis Madi, diretor geral do Ital, coordenou o painel com os especialistas sobre o tema e apresentou outras iniciativas que o setor est\u00e1 desenvolvendo com o objetivo de fornecer informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis ao consumidor. Para Madi, \"este \u00e9 um instrumento gratuito que ser\u00e1 disponibilizado \u00e0 sociedade e busca oferecer conhecimento sobre os alimentos processados\".<br \/> &nbsp;<br \/> A Plataforma de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica \u00e9 uma estrutura que tem como objetivo estreitar o relacionamento com os stakeholders do setor de alimentos, bebidas e embalagens, para conhecer melhor as necessidades do mercado e identificar \u00e1reas estrat\u00e9gicas para a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e para o desenvolvimento do setor.<br \/> &nbsp;<br \/> O secret\u00e1rio Arnaldo Jardim lembrou que a saudabilidade e a seguran\u00e7a dos alimentos formam uma das principais linhas de atua\u00e7\u00e3o da Secretaria. \"O governador Geraldo Alckmin \u00e9 m\u00e9dio de forma\u00e7\u00e3o e sabe da import\u00e2ncia da alimenta\u00e7\u00e3o. Essa plataforma nos ajudar\u00e1 em nossa miss\u00e3o de oferecer produtos cada vez mais seguros \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\", ressaltou. A plataforma pode ser acessada em http:\/\/alimentosprocessados.com.br. (ITAL)<\/p>\n<p> &nbsp;<\/p><\/div>\n<div><strong>Mercado global de leite&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Estudo envolve informa\u00e7\u00f5es referentes \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, produtividade e consumo de leite nos principais pa\u00edses do mundo. Como abrir ou gerir um neg\u00f3cio com o menor risco poss\u00edvel? Esta \u00e9 uma pergunta recorrente para quem vai empreender no Brasil. De acordo com especialistas, dentre outras coisas, requer conhecimento sobre o mercado, sobre o ambiente onde seu neg\u00f3cio estar\u00e1 inserido. Informa\u00e7\u00f5es bem apuradas e de fontes confi\u00e1veis, podem servir de base para a tomada das melhores decis\u00f5es, garantindo assim, vantagem competitiva ao neg\u00f3cio. &nbsp;Pensando nisso, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Pequenas e M\u00e9dias Cooperativas e Empresas de Latic\u00ednios (G100), em parceria com a consultoria especializada Terra Viva, est\u00e1 ampliando cada vez mais o seu banco de dados para oferecer aos associados um panorama global do leite. O estudo realizado em novembro de 2016 cont\u00e9m 170 p\u00e1ginas com gr\u00e1ficos e mapas georreferenciados envolvendo os 20 maiores pa\u00edses produtores de leite do mundo e tamb\u00e9m sobre a produ\u00e7\u00e3o no Brasil, atualizado sempre que houver algum dado novo.<\/p><\/div>\n<div> \"O estudo envolve dados sobre produ\u00e7\u00e3o, produtividade e consumo de leite nos principais pa\u00edses do mundo. Abrange os fluxos de importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de cinco produtos l\u00e1cteos comercializados entre os cinco maiores pa\u00edses exportadores e os cinco maiores importadores, possibilitando uma visualiza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida dos fluxos predominantes no com\u00e9rcio internacional de produtos l\u00e1cteos\", explica Wilson Massote, diretor executivo do G100 e respons\u00e1vel pela coordena\u00e7\u00e3o do estudo. Massote afirma que s\u00e3o informa\u00e7\u00f5es para entender a conjuntura do leite e acompanhar as permanentes varia\u00e7\u00f5es do mercado, tendo como fonte principal a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO). \"Para os associados \u00e9 um universo de dados macro que possibilita compreender melhor os processos de industrializa\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o do leite no Mundo e no Brasil. E no \u00e2mbito da entidade, s\u00e3o informa\u00e7\u00f5es que ir\u00e3o nos ajudar tamb\u00e9m no embasamento das reivindica\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas que ajudem no desenvolvimento dos associados\", diz.&nbsp;<\/div>\n<div> O diretor executivo do G100, no entanto, lembra que os dados de produ\u00e7\u00e3o internacionais t\u00eam certa defasagem. \"Os n\u00fameros dispon\u00edveis na FAO s\u00e3o atualizados mais ou menos com dois anos de atraso. J\u00e1 os dados dos fluxos comerciais, que t\u00eam como fonte a ONU, apresentam defasagem de um ano\", afirma. &nbsp;Da mesma forma ocorre em rela\u00e7\u00e3o ao mercado interno. \"Os dados de produ\u00e7\u00e3o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) s\u00e3o defasados em tr\u00eas meses, mas, o censo agropecu\u00e1rio pode demorar at\u00e9 dois anos. As quantidades de leite recebidas pelas ind\u00fastrias sob fiscaliza\u00e7\u00e3o, t\u00eam defasagem de alguns meses, variando de tr\u00eas a quatro meses. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s s\u00e9ries de pre\u00e7os internacionais, essas s\u00e3o atualizadas quase que mensalmente, assim como os pre\u00e7os nacionais\", informa Massote.&nbsp;<\/div>\n<div> Entre as mais recentes informa\u00e7\u00f5es disponibilizadas est\u00e3o dados sobre produ\u00e7\u00e3o, produtividade e consumo de leite. Segundo o IBGE, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite em 2015 chegou a 35 bilh\u00f5es de litros, com produtividade de 1.609 mil litros por vaca\/ano. J\u00e1 sobre o consumo per capita de leite no Mundo, o dado da FAO \u00e9 de 2011, onde o Brasil aparece com 148 quilos por ano. Mas, pelos dados do IBGE que s\u00e3o de 2015, o consumo brasileiro per capita de l\u00e1cteos, (equivalente leite), em 2015, foi de 174 quilos por ano. O acervo sobre importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es, que tamb\u00e9m fazem parte do banco de dados, trazem dados curiosos. A Alemanha e a It\u00e1lia aparecem como os pa\u00edses que mais importaram leite fluido (UHT) em 2015 (mais de dois milh\u00f5es de quilos). Entender o fluxo das importa\u00e7\u00f5es\/exporta\u00e7\u00f5es intereuropeias e entre os pa\u00edses da Am\u00e9rica do Norte de leite fluido \u00e9 fundamental para analisar os dados do continente Europeu e da Am\u00e9rica do Norte. O com\u00e9rcio de leite flu\u00eddo quase n\u00e3o ocorre entre outros pa\u00edses.&nbsp;Para ter acesso ao material completo, basta solicitar pelo e-mail para geoleite@g100.org.br. (AgroEffective)<\/p>\n<p> <strong>Adequa\u00e7\u00e3o no final<\/strong><\/p>\n<p> Festejada como um marco no combate \u00e0s fraudes, a lei 14.835\/2016 -- chamada de Lei do Leite -- entra em vigor dia 26 de dezembro, quando termina o prazo de 180 dias para adequa\u00e7\u00e3o estabelecido pelo decreto que regulamentou o texto, assinado pelo governador Jos\u00e9 Ivo Sartori em 24 de junho e publicado em 27 de junho deste ano. A partir de ent\u00e3o, come\u00e7am a ser aplicadas as san\u00e7\u00f5es, que podem chegar \u00e0 multa de R$ 342 mil e dobrar em caso de reincid\u00eancia. Antes disso, por\u00e9m, os \u00faltimos detalhes do novo regramento ainda precisam ser estabelecidos por uma instru\u00e7\u00e3o normativa. Se por um lado a nova legisla\u00e7\u00e3o representa mais seguran\u00e7a para o consumidor, por outro, o cen\u00e1rio ainda imp\u00f5e desafios tanto para a ind\u00fastria quanto para o produtor de leite. Composto por 25 artigos, o PL 414\/2015, aprovado em dezembro de 2015 pela Assembleia Legislativa, foi discutido ao longo do ano passado por entidades ligadas ao setor. A iniciativa surgiu depois de v\u00e1rias den\u00fancias de fraudes que causaram impacto na atividade desde 2013, quando o Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual, com apoio do Minist\u00e9rio da Agricultura e da Secretaria Estadual de Agricultura, deflagrou a primeira das 11 edi\u00e7\u00f5es da Opera\u00e7\u00e3o Leite Compen$ado, que depois seria acrescida das quatro Opera\u00e7\u00f5es Queijo Compen$ado. Entre os principais pontos da nova lei est\u00e3o o fim da intermedia\u00e7\u00e3o da compra e venda do produto, o que coloca na ilegalidade o chamado \"atravessador\".&nbsp;<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Al\u00e9m disso, o transportador (pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica) deve estar vinculado aos estabelecimentos de processamento ou postos de refrigera\u00e7\u00e3o, passar por treinamento aprovado pelo Servi\u00e7o Oficial de Fiscaliza\u00e7\u00e3o e estar cadastrado junto \u00e0 Seapi. Somente poder\u00e3o ser fornecedores de leite cru estabelecimentos vinculados \u00e0 ind\u00fastria e com cadastro atualizado junto ao Departamento de Defesa Agropecu\u00e1ria (DDA). O leite deve atender aos padr\u00f5es da legisla\u00e7\u00e3o vigente, sendo que cabe ao transportador aceitar ou recus\u00e1-lo. \"O grande benef\u00edcio \u00e9 separar o joio do trigo\", afirma o coordenador da C\u00e2mara Setorial do Leite, Danilo Cavalcanti Gomes. \"Vamos privilegiar quem trabalha s\u00e9rio, quem prima por uma produ\u00e7\u00e3o com qualidade\", complementa. \"O maior avan\u00e7o \u00e9 a quest\u00e3o da rastreabilidade, ou seja, podemos ter todos os produtores registrados junto \u00e0 Secretaria de Agricultura, todos os transportadores treinados e n\u00e3o podem mais existir atravessadores neste processo\", ressalta o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra. A expectativa, agora, \u00e9 pela publica\u00e7\u00e3o da instru\u00e7\u00e3o normativa que ir\u00e1 definir alguns aspectos operacionais para que a lei seja implementada. Entre esses itens est\u00e3o a forma como ser\u00e1 feito o treinamento dos transportadores, a identifica\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos e a quantifica\u00e7\u00e3o do leite impr\u00f3prio para consumo. As regras devem ser publicadas ainda em novembro. Mesmo assim, algumas empresas j\u00e1 deram in\u00edcio aos treinamentos, por meio do Programa Alimentos Seguros da Cadeia do Leite (PAS Leite). \"Agora, precisamos desta regulamenta\u00e7\u00e3o de quem d\u00e1 o treinamento, como \u00e9, para quanto tempo vale, como \u00e9 feita a habilita\u00e7\u00e3o, o registro das informa\u00e7\u00f5es etc\", complementa Guerra.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Uma das cooperativas que j\u00e1 come\u00e7aram a repassar informa\u00e7\u00f5es aos seus associados e a treinar transportadores \u00e9 a Languiru, de Teut\u00f4nia. \"Considerando o fato de o assunto ser relativamente novo, talvez o maior desafio que enfrentamos \u00e9 o de conseguir transmitir o conte\u00fado da lei e sua aplicabilidade a todas as partes interessadas, especialmente aos nossos produtores, que enfrentam uma significativa mudan\u00e7a de paradigma\", comenta o gerente da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios da institui\u00e7\u00e3o, Lauri Reinheimer. \"Os transportadores, por sua vez, tiveram oportunidade de ter acesso \u00e0 informa- \u00e7\u00e3o em recente treinamento\", destaca, afirmando que praticamente todas eles j\u00e1 atendem as exig\u00eancias impostas pela Lei do Leite. Nem todos, por\u00e9m, recebem a lei com o mesmo entusiasmo. O professor Carlos Bondan, da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterin\u00e1ria da Universidade de Passo Fundo (UPF), considera a medida importante, mas tem d\u00favidas sobre a sua efetividade. Na avalia- \u00e7\u00e3o dele, falta clareza com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 compra de leite entre empresas -- o chamado mercado spot -- onde ocorreram muitas das fraudes recentes. \"Querem fazer um cadastro geral de transportadores. E esses transportadores v\u00e3o comprar leite de quem? E v\u00e3o levar esse leite para quem? Precisaria haver algumas defini\u00e7\u00f5es um pouco mais claras\", observa.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Qualidade ser\u00e1 decisiva<\/span><br \/> Se para o consumidor a Lei do Leite representa uma garantia de maior controle sobre a qualidade do produto, para o produtor a nova realidade \u00e9 um cen\u00e1rio incerto. Com uma maior exig\u00eancia para que o leite produzido alcance os par\u00e2metros recomendados, em meio a um per\u00edodo de oscila\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os, h\u00e1 o temor de que muitos acabem abandonando a atividade. \"A lei ajuda, mas por outro lado vai apertar ainda mais a sele\u00e7\u00e3o (dos produtores). Ent\u00e3o o produtor ter\u00e1 que trabalhar mais, principalmente no aspecto sanit\u00e1rio e de bem-estar dos animais, o que ser\u00e1 traduzido em uma boa qualidade do leite\", afirma M\u00e1rcio Langer, assessor de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da Fetag. Embora o afastamento de pecuaristas que produzem pequenas quantidades de leite tenha sido citado nos \u00faltimos anos como uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es do setor, Langer acredita que o fator determinante para o futuro ser\u00e1 a qualidade do leite. As melhorias necess\u00e1rias, por\u00e9m, n\u00e3o devem ocorrer imediatamente. \"Para que a gente chegue aos patamares que a cadeia toda espera, o produtor levar\u00e1 no m\u00ednimo cinco anos\", calcula o dirigente. \"Se conseguirmos fazer acelerar ainda mais (o processo), menos impactante a lei ser\u00e1\", complementa. No entanto, para fazer investimentos em resfriamento, melhoria gen\u00e9tica do rebanho, descarte de animais com idade avan\u00e7ada, manejo e bem-estar animal, entre outros, o produtor quer que o seu leite seja vendido a um pre\u00e7o maior. Nos \u00faltimos tr\u00eas meses, o pre\u00e7o de refer\u00eancia caiu de R$ 1,31 para R$ 0,95. \"A queda da rentabilidade afeta diretamente o interesse pela atividade. O leite precisa de boas-pr\u00e1ticas todos os dias, de manh\u00e3 e de tarde\", observa Langer. Al\u00e9m do problema da renda, a cadeia ter\u00e1 pela frente o desafio da extens\u00e3o rural. Composta basicamente por pequenas propriedades, que n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de bancar uma assist\u00eancia t\u00e9cnica pr\u00f3pria, a atividade nem sempre consegue ser contemplada em sua totalidade pelos \u00f3rg\u00e3os oficiais. \"Em algumas regi\u00f5es, a Emater consegue fazer um trabalho efetivo. Mas, \u00e0s vezes, h\u00e1 muitos produtores e \u00e9 muito dif\u00edcil que ela abrace esse universo com grande efetividade\", avalia Danilo Gomes, da c\u00e2mara setorial. No entanto, de acordo com ele, profissionalizar o setor n\u00e3o significa que produtores precisem sair da atividade. (Correio do Povo)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Cisvale ter\u00e1 departamento<br \/> O Cons\u00f3rcio Intermunicipal de Servi\u00e7os do Vale do Rio Pardo (Cisvale) vai abrir licita\u00e7\u00e3o para a compra de sete ve\u00edculos, material de inform\u00e1tica e mobili\u00e1rio para implanta\u00e7\u00e3o da estrutura f\u00ed- sica do Departamento de Inspe\u00e7\u00e3o Sanit\u00e1ria. O projeto para a cria\u00e7\u00e3o da unidade obteve um repasse de R$ 350 mil do Programa de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel de Territ\u00f3rios Rurais (Pronat). O presidente do Cisvale e prefeito de Vale do Sol, Cl\u00e9cio Halmenschlager, diz que a medida possibilitar\u00e1 a expans\u00e3o das atividades das agroind\u00fastrias da regi\u00e3o, que poder\u00e3o comercializar seus produtos para todo o territ\u00f3rio nacional. Uma comitiva do Cisvale visitou recentemente o Departamento de Inspe\u00e7\u00e3o Sanit\u00e1ria do Cons\u00f3rcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da Serra Ga\u00facha, em Bento Gon\u00e7alves, para conhecer o m\u00e9todo de trabalho daquela regi\u00e3o. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 14 de novembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.390 &nbsp; Divulgados finalistas do 2\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo Depois de uma avalia\u00e7\u00e3o criteriosa dos 52 trabalhos inscritos em 2016, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/14\/14-11-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/11\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1319","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1319","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1319"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1319\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1319"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1319"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1319"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}