{"id":13176,"date":"2023-11-20T19:30:34","date_gmt":"2023-11-20T19:30:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=13176"},"modified":"2023-11-20T19:32:31","modified_gmt":"2023-11-20T19:32:31","slug":"20-11-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/11\/20\/20-11-2023\/","title":{"rendered":"20\/11\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 20 de novembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.027<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Produtores de leite devem ficar atentos \u00e0 onda de calor<br \/>\n<\/b><br \/>\nA onda de calor que vem atingindo v\u00e1rios estados brasileiros traz um alerta para cuidados com a hidrata\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e bem-estar. Isso vale tamb\u00e9m para os animais. Em bovinos, por exemplo, o estresse t\u00e9rmico pode causar altera\u00e7\u00f5es na frequ\u00eancia respirat\u00f3ria (respira\u00e7\u00e3o ofegante), redu\u00e7\u00e3o na ingest\u00e3o de mat\u00e9ria seca (menor busca por consumo de alimentos) e, consequente, queda na produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>O pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (Epamig), Adriano de Souza Guimar\u00e3es, d\u00e1 dicas que podem ajudar a diminuir o estresse t\u00e9rmico e dar mais conforto ao gado neste per\u00edodo de temperaturas extremas. O primeiro ponto \u00e9 a oferta de \u00e1gua, nutriente essencial para a vida humana, animal e vegetal.<\/p>\n<p>\u201cA \u00e1gua deve ser ofertada em quantidade e qualidade\u201d, destaca o pesquisador, lembrando que a necessidade de \u00e1gua varia em fun\u00e7\u00e3o de aspectos intr\u00ednsecos como ra\u00e7a, idade, lacta\u00e7\u00e3o, sexo, alimenta\u00e7\u00e3o, dentre outros. \u201cVacas maiores bebem mais \u00e1gua, pois ingerem maior quantidade de alimento. Animais taurinos bebem mais \u00e1gua que os zebu\u00ednos (mais adaptados \u00e0s condi\u00e7\u00f5es tropicais). Vacas em lacta\u00e7\u00e3o t\u00eam maior exig\u00eancia h\u00eddrica, pois perdem mais \u00e1gua nos processos de secre\u00e7\u00e3o do leite e ordenha. Vacas gestantes necessitam de mais \u00e1gua do que novilhas e vacas secas, por exemplo\u201d.<\/p>\n<p>As temperaturas muito acima do normal e a baixa umidade do ar, caracter\u00edsticas da onda de calor tamb\u00e9m interferem na necessidade de \u00e1gua pelos animais. \u201cEm situa\u00e7\u00f5es de estresse t\u00e9rmico, o gasto energ\u00e9tico dos animais \u00e9 maior na tentativa de dissipar o calor. Por caracter\u00edsticas de fermenta\u00e7\u00e3o e fisiologia do r\u00famen \u00e9 comum que os bovinos optem por \u00e1gua em temperaturas mais altas (a literatura aponta entre 25\u00baC e 30\u00baC) e tendem a reduzir o consumo em temperaturas inferiores a 15\u00baC, mas, em per\u00edodos at\u00edpicos, como este que estamos vivenciando, a \u00e1gua um pouco mais fresca, seguramente vai ajudar a amenizar o estresse por calor\u201d, informa o pesquisador.<\/p>\n<p>Adriano Guimar\u00e3es ressalta a import\u00e2ncia de se reduzir o deslocamento do animal na busca por hidrata\u00e7\u00e3o. \u201cO ideal \u00e9 que haja bebedouros em diferentes pontos, como nas salas de espera, na sa\u00edda da sala de ordenha, corredores, currais de alimenta\u00e7\u00e3o (pista de trato) e piquetes. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso pensar na higieniza\u00e7\u00e3o dos bebedouros. J\u00e1 existem mecanismos de drenagem bem eficientes e pr\u00e1ticos, como os cochos d\u2019\u00e1gua basculantes para facilitar esse trabalho de limpeza\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Medidas<br \/>\nOutras maneiras de se garantir o conforto animal diante das altas temperaturas s\u00e3o: proteger os animais do sol, pela op\u00e7\u00e3o por locais sombreados, de forma natural (\u00e1rvores) ou artificial (sombrites); o uso de mecanismos de ventila\u00e7\u00e3o e de aspers\u00e3o (ex. na sala de espera ou linha de cocho) e ou em salas de resfriamento, pr\u00e1tica comum em sistemas de confinamento mais tecnificados.<\/p>\n<p>\u201cPequenas mudan\u00e7as na rotina de alimenta\u00e7\u00e3o podem ainda contribuir para amenizar os impactos negativos do estresse cal\u00f3rico de bovinos no que se refere ao desempenho animal. Dividir por\u00e7\u00f5es, ou seja, fracionar a dieta ao longo do dia (ofertando mais vezes) tende a reduzir as oscila\u00e7\u00f5es de consumo alimentar do rebanho\u201d, completa Adriano Guimar\u00e3es.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Di\u00e1rio do com\u00e9rcio, adaptadas pela equipe MilkPoint.&nbsp;<\/p><\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Produ\u00e7\u00e3o de Leite na Regi\u00e3o Sul: Uma Vis\u00e3o Abrangente<br \/>\n<\/b><br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o de Leite - A regi\u00e3o Sul, conhecida por sua tradi\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, tem vivenciado varia\u00e7\u00f5es no setor leiteiro nos \u00faltimos tr\u00eas anos. A produ\u00e7\u00e3o de leite, o tamanho do rebanho e a produtividade s\u00e3o fatores que demonstram a complexidade e o dinamismo desse segmento na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Evolu\u00e7\u00e3o da Produ\u00e7\u00e3o ao Longo dos Anos<\/p>\n<p>Em 2020, os produtores da Regi\u00e3o Sul registraram uma produ\u00e7\u00e3o de 12.058.038 litros de leite. No ano seguinte, em 2021, esse n\u00famero apresentou uma ligeira queda, totalizando 11.977.983 litros. O decr\u00e9scimo continuou, embora de forma sutil, em 2022, quando a produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou 11.695.873 litros. Mesmo que a diminui\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja dr\u00e1stica, ela reflete desafios enfrentados pelos produtores, que podem estar relacionados a diversos fatores, desde quest\u00f5es clim\u00e1ticas at\u00e9 aspectos econ\u00f4micos e de manejo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/yWAu0dABF0418\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/yWAu0dABF0418\"><\/p>\n<p>Destaque dos Estados Produtores<\/p>\n<p>Dentre os estados da regi\u00e3o Sul, o Paran\u00e1 se destacou em 2022 como o maior produtor, com uma expressiva marca de 4.472.406 litros. O Rio Grande do Sul n\u00e3o ficou muito atr\u00e1s, contribuindo com 4.070.650 litros, enquanto Santa Catarina completou o trio com uma produ\u00e7\u00e3o de 3.152.817 litros. Juntos, esses estados representam a for\u00e7a leiteira da regi\u00e3o Sul.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/jHuX18ABF0411\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/jHuX18ABF0411\"><\/p>\n<p>Din\u00e2mica do Rebanho Leiteiro<\/p>\n<p>Quando olhamos para o n\u00famero de vacas ordenhadas, a tend\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 de retra\u00e7\u00e3o. Em 2020, foram ordenhadas 3.300.322 vacas. Esse total sofreu uma diminui\u00e7\u00e3o em 2021, com 3.231.455 vacas ordenhadas. Em 2022, o n\u00famero reduziu ainda mais, chegando a 3.142.536. A redu\u00e7\u00e3o no rebanho ordenhado pode ser um dos reflexos \u2013 e talvez uma das causas \u2013 da queda na produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0J7C6bABF0415\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0J7C6bABF0415\"><\/p>\n<p>A Ascens\u00e3o na Produtividade<\/p>\n<p>Um ponto de destaque \u00e9 a produtividade m\u00e9dia por vaca, que tem mostrado uma tend\u00eancia ascendente ao longo dos anos. Em 2020, foi registrada uma produtividade de 3653,6 litros por vaca. No ano seguinte, houve um aumento para 3706,6 litros. E em 2022, esse n\u00famero cresceu ainda mais, chegando a 3721,8 litros por vaca ao ano. Esse padr\u00e3o ascendente reflete possivelmente a ado\u00e7\u00e3o de melhores pr\u00e1ticas, tecnologias e manejo no setor.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/e9jH3aABF0478\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/e9jH3aABF0478\"><\/p>\n<p>Fonte: IBGE\/Elabora\u00e7\u00e3o www.terraviva.com.br<\/p>\n<p><b>Go: governo prop\u00f5e FCO especial para cadeia do leite<br \/>\n<\/b><br \/>\nCom o intuito de fortalecer a cadeia produtiva do leite em Goi\u00e1s, o Governo Estadual prop\u00f4s ao Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Regional a cria\u00e7\u00e3o de uma linha de cr\u00e9dito espec\u00edfica dentro do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) externo para a bovinocultura leiteira. O FCO Leite visa oferecer taxas de juros mais baixas e um per\u00edodo de car\u00eancia mais longo para pagamento, concentrando-se em financiar projetos que enfatizem o aprimoramento gen\u00e9tico dos rebanhos.<\/p>\n<p>A proposta para a cria\u00e7\u00e3o do FCO Leite est\u00e1 sob an\u00e1lise do Conselho Deliberativo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel\/Sudeco), \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela gest\u00e3o do FCO. Segundo a sugest\u00e3o, esta nova linha de cr\u00e9dito ter\u00e1 taxas de juros equivalentes ao FCO Verde, aproximadamente 7% ao ano, e um prazo de pagamento de at\u00e9 15 anos, incluindo uma car\u00eancia de quatro anos, per\u00edodo n\u00e3o inclu\u00eddo na quita\u00e7\u00e3o do financiamento. Al\u00e9m disso, a proposta contempla uma taxa de juros zerada para aquisi\u00e7\u00e3o de material gen\u00e9tico.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Estado de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende, destaca: \u201cNosso foco principal \u00e9 estimular o avan\u00e7o gen\u00e9tico do rebanho leiteiro em Goi\u00e1s. J\u00e1 possu\u00edmos algumas fazendas que s\u00e3o refer\u00eancias globais em gen\u00e9tica avan\u00e7ada. a esse material. Investir em gen\u00e9tica de alto n\u00edvel significa valorizar o nosso produto, seja o leite ou o pr\u00f3prio animal, e isso \u00e9 crucial para a sustentabilidade da cadeia.\"<\/p>\n<p>Para viabilizar esses investimentos, aproximadamente R$ 300 milh\u00f5es dos recursos dispon\u00edveis atrav\u00e9s do FCO j\u00e1 foram reservados para projetos nesse segmento. C\u00e9sar Moura, secret\u00e1rio da Retomada e presidente do Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE), gestor do FCO em Goi\u00e1s comentou a respeito. \"A previs\u00e3o \u00e9 atender cerca de 2.500 pequenos produtores goianos com o FCO Leite, uma iniciativa do governador Ronaldo Caiado, que despertou o interesse da Superintend\u00eancia de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) para ampli\u00e1-la a todos os estados da regi\u00e3o\" ressalta o secret\u00e1rio. (AGROLINK)<\/p><\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>\u00daLTIMAS VAGAS: 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Programa de Forma\u00e7\u00e3o em Qualidade do Leite est\u00e1 com inscri\u00e7\u00f5es abertas<br \/>\n<\/b>Ap\u00f3s grande ades\u00e3o em sua primeira edi\u00e7\u00e3o, o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS) em parceria com a Univates, lan\u00e7a a segunda edi\u00e7\u00e3o do Programa de Forma\u00e7\u00e3o em Qualidade do Leite: Forma\u00e7\u00e3o de Laboratoristas. \u201cTivemos uma turma lotada e estamos registrando uma grande procura pela forma\u00e7\u00e3o para melhorar a qualidade do leite tanto no setor da ind\u00fastria quanto nas fazendas. Este curso foi elaborado para formar laboratoristas altamente qualificados e atualizados nas melhores pr\u00e1ticas e legisla\u00e7\u00f5es vigentes\u201d, aponta Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo do Sindilat\/RS. Podem participar da forma\u00e7\u00e3o profissionais da \u00e1rea agropecu\u00e1ria, estudantes em campos relacionados e laboratoristas que desejem aprimorar seus conhecimentos. Para se inscrever \u00e9 preciso acessar o link. Para mais informa\u00e7\u00f5es \u00e9 poss\u00edvel entrar em contato pelo telefone (51) 99614-5442 ou e-mail comercial@univates.br. O curso ser\u00e1 realizado nos dias 27, 28, 29 e 30 de novembro, com aulas no formato virtual s\u00edncrono e presencial para pr\u00e1tica. O conte\u00fado est\u00e1 baseado na introdu\u00e7\u00e3o ao setor leiteiro a at\u00e9 metodologias aplicadas nas an\u00e1lises de plataforma, incluindo quest\u00f5es como legisla\u00e7\u00e3o e boas pr\u00e1ticas, aplica\u00e7\u00e3o das leis da propriedade \u00e0 ind\u00fastria, no\u00e7\u00f5es de boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias, an\u00e1lises de plataforma, utiliza\u00e7\u00e3o de equipamentos como criosc\u00f3pio e medidor de densidade relativa, realiza\u00e7\u00e3o de diversos testes como Alizarol, antibi\u00f3ticos, acidez, autonomia em testes e execu\u00e7\u00e3o de testes aleat\u00f3rios em amostras de leite para conferir autonomia aos estudantes. (SINDILAT)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de novembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.027 Produtores de leite devem ficar atentos \u00e0 onda de calor A onda de calor que vem atingindo v\u00e1rios estados brasileiros traz <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/11\/20\/20-11-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/11\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-13176","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13176","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13176"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13176\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13180,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13176\/revisions\/13180"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13176"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13176"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13176"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}