{"id":1315,"date":"2016-11-10T16:56:10","date_gmt":"2016-11-10T16:56:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/10\/10-11-2016\/"},"modified":"2016-11-10T16:56:10","modified_gmt":"2016-11-10T16:56:10","slug":"10-11-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/10\/10-11-2016\/","title":{"rendered":"10\/11\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 10 de novembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.388<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>Produtores cobram maior a\u00e7\u00e3o da universidade no campo<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Produtores rurais reivindicaram maior participa\u00e7\u00e3o das universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa em a\u00e7\u00f5es de melhoria dos processos produtivos no campo. A posi\u00e7\u00e3o foi defendida por dirigentes da Fetag durante o 3\u00ba F\u00f3rum da Rede Leite, realizado nesta quarta-feira (09\/11), no Campus da Uniju\u00ed, em Iju\u00ed (RS). O evento, que contou com a presen\u00e7a do secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, reuniu representantes de entidades ligadas ao agroneg\u00f3cio, pesquisadores, extensionistas e produtores. A discuss\u00e3o segue a t\u00f4nica do F\u00f3rum Itinerante do Leite que, prestes a realizar sua 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o em Porto Alegre, no dia 24\/11, busca promover exatamente esta aproxima\u00e7\u00e3o entre a academia e o meio rural.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A professora da Faculdade de Veterin\u00e1ria da Uniju\u00ed, Denize Fraga, afirma que a faculdade possui iniciativas de est\u00e1gios em que os alunos, al\u00e9m de desenvolverem na pr\u00e1tica os conhecimentos adquiridos em aula, proporcionam m\u00e9todos inovadores nas comunidades rurais. Esperan\u00e7osa com a discuss\u00e3o do f\u00f3rum, ela acredita que a cria\u00e7\u00e3o de grupos de assist\u00eancia t\u00e9cnica aos agricultores pelas universidades \u00e9 uma \u00f3tima iniciativa: \"\u00c9 importante que a academia fa\u00e7a esse tipo de assessoria, porque assim consegue trabalhar todas as necessidades dos agricultores\".&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Em Iju\u00ed, os agricultores argumentaram que, para uma maior produ\u00e7\u00e3o do leite, \u00e9 preciso que as faculdades promovam mais sa\u00eddas a campo para repassar conhecimentos e tecnologias, principalmente aos pequenos agricultores. \"Cada propriedade \u00e9 um estabelecimento de neg\u00f3cio, elas precisam de renova\u00e7\u00e3o para ter maior competitividade no mercado\", afirma Palharini. Na ocasi\u00e3o, foi abordada a necessidade de institui\u00e7\u00e3o de contratos de fidelidade entre ind\u00fastria e produtores com o objetivo de garantir maior rentabilidade para os pequenos tambos. Tamb\u00e9m foi analisada a import\u00e2ncia de elevar a nutri\u00e7\u00e3o dos animais para obter melhores resultados. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1999\" style=\"height: 225px; width: 400px;\" \/>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2000\" style=\"width: 400px; height: 225px;\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div> <strong>Protecionismo de Trump pode ajudar agroneg\u00f3cio brasileiro; Maggi faz ressalvas<\/strong><\/p>\n<p> Donald Trump, o presidente eleito dos Estados Unidos, se colocar em pr\u00e1tica as suas medidas pol\u00eamicas de campanha, mais vai mais ajudar o agroneg\u00f3cio do que atrapalhar. Brasil e Estados Unidos t\u00eam muito em comum quando se trata de agropecu\u00e1ria, mas pouca rela\u00e7\u00e3o comercial nesse campo. Ao contr\u00e1rio, s\u00e3o fortes concorrentes mundo afora, tanto em gr\u00e3os como em carnes.<\/p>\n<p> Entre as promessas de Trump, est\u00e1 a de fechar mais a economia norte-americana e frear os acordos comerciais, com o intuito de proteger a produ\u00e7\u00e3o e o emprego nos Estados Unidos. Essas barreiras s\u00e3o ruins porque s\u00f3 agora os Estados Unidos abriram as portas para a carne brasileira, n\u00e3o obstante a obje\u00e7\u00e3o dos pecuaristas norte-americanos. Mas \u00e9 um acordo, por ora, de dimens\u00e3o limitada. As cotas de exporta\u00e7\u00e3o s\u00e3o pequenas. \u00c9 na promessa de frear acordos, no entanto, que o Brasil pode levar vantagem.<\/p>\n<p> Mais do que vantagem, ter\u00e1 mais tempo para fazer uma li\u00e7\u00e3o de casa que nunca fez, a de buscar acordos comerciais pelo mundo. Trump promete abortar o que poder\u00e1 ser um dos principais algozes do agroneg\u00f3cio brasileiro: o TPP (acordo Transpac\u00edfico, que engloba 12 pa\u00edses).<\/p>\n<p> Com ele, os Estados Unidos teriam acesso a uma boa fatia do mercado mundial agr\u00edcola. Sem redu\u00e7\u00f5es de tarifas, os pa\u00edses componentes do acordo j\u00e1 representam US$ 57 bilh\u00f5es para as exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio norte-americano. Ou seja, 43% de todas as vendas externas do pa\u00eds nesse setor. Imagine uma redu\u00e7\u00e3o a zero das tarifas comerciais entre esses pa\u00edses nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p> Apenas cinco pa\u00edses -- Jap\u00e3o, Mal\u00e1sia, Vietn\u00e3, Nova Zel\u00e2ndia e Brunei -- somam 257 milh\u00f5es de habitantes e j\u00e1 importam US$ 17 bilh\u00f5es de produtos agropecu\u00e1rios norte-americanos.<\/p>\n<p> As portas abertas dos 11 pa\u00edses do Transpac\u00edfico para os Estados Unidos significariam uma tarefa mais \u00e1rdua para o Brasil negociar carnes, milho e at\u00e9 soja nesses mercados. E isso ocorreria exatamente agora que o pa\u00eds busca mais \u00eanfase no mercado asi\u00e1tico. A miss\u00e3o de Donald Trump para abortar acordos comerciais, inclusive o Transpac\u00edfico, n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil.<\/p>\n<p> De um lado, ter\u00e1 o apoio dos eleitores de cidades onde f\u00e1bricas foram fechadas, devido \u00e0s importa\u00e7\u00f5es industriais de outros pa\u00edses. De outro, no entanto, ter\u00e1 a press\u00e3o do cintur\u00e3o agr\u00edcola, grande apoiador do novo presidente, para que mantenha esse caminho aberto para seus produtos agropecu\u00e1rios. Trump \u00e9 apenas mais um passageiro da Casa Branca. Ele poder\u00e1 retardar os acordos comerciais, mas, se n\u00e3o fizer isso agora, outros far\u00e3o. O Brasil ganha tempo nesse per\u00edodo de atraso.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">N\u00fameros&nbsp;<\/span><br \/> O fluxo de com\u00e9rcio entre Brasil e Estados Unidos ficou em US$ 39 bilh\u00f5es nos dez primeiros meses deste ano. Apenas 9% desse valor se refere a produtos do agroneg\u00f3cio. Na lista das principais exporta\u00e7\u00f5es do Brasil para os norte-americanos est\u00e3o caf\u00e9, produtos hort\u00edcolas, frutas, prepara\u00e7\u00f5es de carnes, tabaco e a\u00e7\u00facar. O caf\u00e9 lidera, com receitas de US$ 800 milh\u00f5es neste ano.<\/p>\n<p> Do lado das importa\u00e7\u00f5es, poucos produtos do agroneg\u00f3cio aparecem com destaque na lista das compras brasileiras. Um deles s\u00e3o os cereais, cujos gastos brasileiros somaram US$ 177 milh\u00f5es at\u00e9 outubro. O Brasil \u00e9 dependente dos Estados Unidos, no entanto, em fertilizantes e produtos qu\u00edmicos destinados \u00e0 agricultura.<\/p>\n<p> 'Se esse protecionismo vier em forma de novos subs\u00eddios, n\u00f3s teremos problemas', diz Maggi<br \/> O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, considerou nesta quarta-feira que o Brasil poder\u00e1 \"ter problemas\" no setor de exporta\u00e7\u00f5es caso o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, adote de fato uma postura \"protecionista\".&nbsp;<\/p>\n<p> \"Penso que a rela\u00e7\u00e3o pode piorar sim. Talvez o que vai mais incomodar n\u00e3o \u00e9 o acesso dos produtos agr\u00edcolas nos EUA. A nossa pauta de mercadorias para eles \u00e9 de produtos que eles n\u00e3o produzem por l\u00e1. Ent\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 uma competi\u00e7\u00e3o interna em muitos produtos brasileiros l\u00e1. Mas, eles s\u00e3o muitos fortes em \u00e1reas que somos competidores mundo afora. E se esse protecionismo vier em forma de novos subs\u00eddios para a agricultura norte-americana, ai n\u00f3s teremos problemas\", afirmou Blairo Maggi ao jornal O Estado de S\u00e3o Paulo.&nbsp;<\/p>\n<p> Apesar dos receios, na avalia\u00e7\u00e3o do ministro um dos reflexos de amplia\u00e7\u00e3o do protecionismo por parte do novo governo norte-americana seria a retalia\u00e7\u00e3o de outros pa\u00edses tamb\u00e9m atingidos pelas medidas. &nbsp;\"Se pegarmos a China, por exemplo, e ela tiver san\u00e7\u00f5es de algo que produzem para os Estado Unidos, \u00f3bvio que podem tamb\u00e9m decidir, por exemplo, que deixar\u00e3o de comprar mais carne deles. \u00c9 um tipo de racioc\u00ednio que pode ocorrer. Por isso que eu falo, n\u00e3o \u00e9 porque voc\u00ea ganhou uma elei\u00e7\u00e3o, que voc\u00ea faz o que pensa que quer fazer, h\u00e1 regras, h\u00e1 compromissos, que fazem voc\u00ea repensar as coisas que declarou durante as elei\u00e7\u00f5es\", disse Maggi<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Incertezas<\/span><br \/> A conversa do ministro com a reportagem, ocorreu logo ap\u00f3s ele se reunir em Bras\u00edlia com representantes de uma empresa norte-americana de equipamentos agr\u00edcolas. \"Tamb\u00e9m perguntei para eles, o que ia acontecer agora. Todos me disseram que ningu\u00e9m sabe\", disse Maggi.&nbsp;<\/p>\n<p> Questionado se essa incerteza tamb\u00e9m n\u00e3o causaria instabilidade no setor, o ministro respondeu: \"Acho que sim, mas Trump \u00e9 um fato consumado. Deixadas as paix\u00f5es de lado temos que aguardar para ver os rumos que ser\u00e3o dados\".<\/p>\n<p> A primeira ida de Maggi aos Estados Unidos, ap\u00f3s a elei\u00e7\u00e3o de Trump, est\u00e1 prevista para ocorrer no pr\u00f3ximo m\u00eas de fevereiro, ocasi\u00e3o em que pretende avan\u00e7ar com alguns acordos bilaterais. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o de Mauro Zafalon, para o jornal Folha de S\u00e3o Paulo e do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<p> <strong>EUA: Dairy Checkoff lan\u00e7a parceria com Yum! Brands para aumentar a venda de l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p> O programa de marketing institucional da ind\u00fastria de l\u00e1cteos dos Estados Unidos, Dairy Checkoff, anunciou uma parceria com a Yum! Brands para aumentar as vendas internacionais de l\u00e1cteos dos Estados Unidos - especificamente na \u00c1sia Pac\u00edfico, bem como na Am\u00e9rica Latina e no Caribe. Esse \u00e9 o \u00faltimo plano estrat\u00e9gico de longo prazo de aumento nas vendas dos produtos l\u00e1cteos americanos atrav\u00e9s de parcerias estrat\u00e9gicas.<\/p>\n<p> A Yum! Brands, companhia matriz das redes KFC (Kentucky Fried Chicken), Pizza Hut e Taco Bell, com quase 43.000 restaurantes em 135 pa\u00edses e territ\u00f3rios, \u00e9 l\u00edder global nas categorias frango, pizza e restaurante mexicano. A parceria internacional do Dairy Checkoff foca em programas pilotos com a KFC e a Pizza Hut.<\/p>\n<p> O programa piloto com a KFC visa aumentar as vendas de l\u00e1cteos dos Estados Unidos na Am\u00e9rica Latina e no Caribe, explorando oportunidades de inova\u00e7\u00e3o, como molhos de queijos, para complementar os produtos internacionais da KFC, como sandu\u00edches de frango. \"Trabalhar para ter mais queijos nos sandu\u00edches de frango \u00e9 uma excelente oportunidade para aumentar as vendas\", disse o produtor de leite e presidente do Dairy Management Inc. (DMI), que administra o Dairy Checkoff, Paul Rovey. \"Al\u00e9m do queijo, essa parceria tamb\u00e9m pode ajudar a criar produtos para aumentar as vendas de leite e bebidas l\u00e1cteas, junto com sorvete e outros itens de sobremesa\".<\/p>\n<p> O Dairy Checkoff tamb\u00e9m est\u00e1 aumentando as vendas de l\u00e1cteos americanos atrav\u00e9s de um programa piloto com a Pizza Hut para alcan\u00e7ar clientes na \u00c1sia Pac\u00edfico em seus mais de 2.500 restaurantes em 15 pa\u00edses. Os clientes t\u00eam um apetite por l\u00e1cteos dos Estados Unidos - a companhia fornece 100% de seus queijos para a \u00c1sia Pac\u00edfico, que s\u00e3o usados nas pizzas com borda recheada, de acordo com Enrique Ramirez, diretor financeiro e estrat\u00e9gico do Pizza Hut. \"Os produtores de leite dos Estados Unidos, importadores e a DMI nos trouxeram um valor enorme em experi\u00eancia e inova\u00e7\u00e3o no setor de l\u00e1cteos\", disse o CEO da Yum! Brands, Greg Creed. \"Estou incrivelmente animado com essa rela\u00e7\u00e3o com os mercados internacionais\".<\/p>\n<p> As parcerias com a KFC e com a Pizza Hut incluir\u00e3o recursos de checkoff no local e focar\u00e3o no desenvolvimento de itens inovadores e centrados em l\u00e1cteos no menu. Essa abordagem \u00e9 baseada em um modelo bem sucedido de trabalho com a Pizza Hut e o Taco Bell nos Estados Unidos - que tamb\u00e9m ter\u00e3o funcion\u00e1rios trabalhando com companhias de food service para desenvolver itens de menu baseados em l\u00e1cteos, incluindo a \"Pizza com Borda Recheada de Queijos\" da Pizza Hut e o \"Quesalupa\", do Taco Bell. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do http:\/\/www.milkbusiness.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Uni\u00e3o faz novo repasse a S\u00e3o Paulo e Haddad retoma programa Leve Leite<\/strong><\/p>\n<p> O governo federal liberou novo pagamento da d\u00edvida com a Prefeitura de S\u00e3o Paulo e a gest\u00e3o Fernando Haddad (PT) usar\u00e1 o recurso para normalizar as entregas do programa Leve Leite, afetado por cortes no or\u00e7amento realizados no m\u00eas passado.<\/p>\n<p> O reembolso liberado pelo presidente Michel Temer foi de R$ 67 milh\u00f5es. J\u00e1 haviam sido liberados pelo governo, e estavam sendo repassados \u00e0 Prefeitura, outros R$ 176 milh\u00f5es, parados no Minist\u00e9rio das Cidades. Ainda h\u00e1 uma d\u00edvida da Uni\u00e3o com a Prefeitura de R$ 77 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> O programa Leve Leite prev\u00ea a entrega de 4 quilos de leite em p\u00f3 para cerca de 900 mil alunos da rede de ensino. Como este \u00e9 o \u00faltimo ano de mandato e Haddad n\u00e3o pode deixar d\u00edvidas para o governo de Jo\u00e3o Doria (PSDB), a Prefeitura havia reduzido essa cota para apenas 1 quilo. A medida atingia 640 mil alunos.<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2001\" style=\"width: 500px; height: 293px;\" \/><\/p>\n<p> \"Com a libera\u00e7\u00e3o desses recursos, vamos garantir o fornecimento de leite para todos e tamb\u00e9m entregar retroativo para aqueles que tinham recebido apenas um quilo\", disse o prefeito. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do O Estado de S\u00e3o Paulo)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Zona do euro<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Uni\u00e3o Europeia (UE) reduziu hoje sua previs\u00e3o de crescimento da economia da zona do euro para o pr\u00f3ximo ano, segundo o primeiro relat\u00f3rio de proje\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas divulgado desde que o Reino Unido votou para sair do bloco, no fim de junho. A UE agora prev\u00ea que o Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro crescer\u00e1 1,5% em 2017, ante estimativa anterior de expans\u00e3o de 1,8%. Para este ano, a proje\u00e7\u00e3o da UE para a economia da zona do euro foi elevada, de +1,6% para +1,7%. Em 2018, espera-se que o PIB da regi\u00e3o, que engloba 19 pa\u00edses, tamb\u00e9m se expanda 1,7%. J\u00e1 a previs\u00e3o de crescimento para a UE, que \u00e9 formado por 28 pa\u00edses, foi mantida em 1,8% para este ano, mas diminuiu para 2017, de 1,9% para 1,6%. Para 2018, a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 que o PIB do bloco aumente 1,8%. No relat\u00f3rio, a Comiss\u00e3o Europeia, bra\u00e7o executivo da UE, avalia que os riscos \u00e0s proje\u00e7\u00f5es aumentaram nos \u00faltimos meses e \"est\u00e3o claramente pendendo para baixo\". O chamado \"Brexit\", decis\u00e3o do Reino Unido de deixar a UE, \u00e9 destacado no documento. A UE tamb\u00e9m prev\u00ea que o d\u00e9ficit p\u00fablico da zona do euro dever\u00e1 cair de 1,8% do PIB em 2016 para 1,5% tanto em 2017 quanto em 2018. Para Pierre Moscovici, comiss\u00e1rio da UE para assuntos econ\u00f4micos e financeiros, o crescimento na Europa vai se firmar no ano que vem, mas \"nestes tempos incertos e vol\u00e1teis, nenhum esfor\u00e7o deve ser poupado para salvaguardar e fortalecer essa recupera\u00e7\u00e3o.\" As previs\u00f5es oficiais da UE, que s\u00e3o publicadas tr\u00eas vezes por ano, servem de base para negocia\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias entre autoridades da UE em Bruxelas e os governos do bloco. Em 2013, a UE adotou regras fiscais mais severas, na tentativa de evitar uma repeti\u00e7\u00e3o da crise da d\u00edvida soberana. (Estad\u00e3o)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 10 de novembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.388 &nbsp; &nbsp; Produtores cobram maior a\u00e7\u00e3o da universidade no campo Produtores rurais reivindicaram maior participa\u00e7\u00e3o das universidades e institui\u00e7\u00f5es de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/10\/10-11-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/11\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1315","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1315","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1315"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1315\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1315"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1315"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1315"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}