{"id":1313,"date":"2016-11-08T17:15:00","date_gmt":"2016-11-08T17:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/08\/08-11-2016\/"},"modified":"2016-11-08T17:15:00","modified_gmt":"2016-11-08T17:15:00","slug":"08-11-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/08\/08-11-2016\/","title":{"rendered":"08\/11\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 08 de novembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.387<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Embaixador da Alemanha visita Cooperativa Pi\u00e1<\/strong><\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1996\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><\/p>\n<p> No \u00faltimo s\u00e1bado, dia 5 de novembro, a Pi\u00e1 recebeu a visita do embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, acompanhado do C\u00f4nsul Geral, Stefan Traumann.<\/p>\n<p> Na ocasi\u00e3o, as autoridades foram recepcionadas pelo presidente da Cooperativa, Gilberto Kny, o vice-presidente, Nilson Olbermann, o secret\u00e1rio, Jeferson Smaniotto, o gerente industrial, Ayrton Mello, e pelo gerente de marketing, Tiago Haugg.<\/p>\n<p> Pela primeira vez em Nova Petr\u00f3polis, Witschel conheceu de perto as instala\u00e7\u00f5es industriais da Pi\u00e1, empresa que nasceu de uma parceria binacional entre Brasil e Alemanha, em 1967.&nbsp;<\/p>\n<p> Naquela \u00e9poca, profissionais alem\u00e3es trouxeram um importante conhecimento t\u00e9cnico e recursos para a Cooperativa - que completou recentemente 49 anos de exist\u00eancia. \"Foi uma honra receber o embaixador na Pi\u00e1 e mostrar que, ao longo de quase cinco d\u00e9cadas, com muito trabalho, seriedade, transpar\u00eancia e excel\u00eancia nos processos, conseguimos construir uma empresa s\u00f3lida e que faz a diferen\u00e7a na vida de muitas pessoas\", destacou Kny. (Assessoria de Imprensa Pi\u00e1)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonterra expande planta de Waitoa\/NZ devido \u00e0 maior demanda<\/strong><\/p>\n<p> Devido \u00e0 demanda por creme de leite, o plano da cooperativa neozelandesa Fonterra de aumentar a produ\u00e7\u00e3o em sua planta de UHT de Waitoa, que era at\u00e9 2017, foi adiantado para fevereiro de 2017. A adi\u00e7\u00e3o da nova linha de produ\u00e7\u00e3o, a um custo de NZ$ 12 milh\u00f5es (US$ 8,76 milh\u00f5es) aumentar\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de creme de leite em 40 milh\u00f5es de caixas por ano, aumentando a capacidade da planta para 112.000 embalagens por hora.<\/p>\n<p> O diretor global de foodservice da Fonterra, Grant Watson, disse que a acelera\u00e7\u00e3o dos planos para fornecer \u00e0 China mais produto UHT \u00e9 impulsionada pelos neg\u00f3cios, considerando que as novas constru\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o de foodservice s\u00e3o tipicamente lideradas pela demanda. \"O fato de precisarmos adiantar o projeto \u00e9 um bom sinal da crescente popularidade dos l\u00e1cteos na China e aponta para o fortalecimento de nossas equipes no mercado - que est\u00e3o identificando essa demanda e convertendo-a em vendas\". Os resultados anuais recentes da Fonterra mostraram que as vendas no foodservice cresceram a uma taxa de 15% no ano passado.<\/p>\n<p> O diretor operacional da Fonterra, Robert Spurway, disse que a nova linha permite que a companhia expanda suas opera\u00e7\u00f5es para enviar mais leite para a produ\u00e7\u00e3o de produtos com maior valor agregado - visando suprir a ambi\u00e7\u00e3o do foodservice de se tornar um neg\u00f3cio de NZ$ 5 bilh\u00f5es (US$ 3,65 bilh\u00f5es) at\u00e9 2023.A nova linha estar\u00e1 com capacidade total at\u00e9 abril do pr\u00f3ximo ano e criar\u00e1 14 empregos em per\u00edodo integral no local. Em 04\/11\/16 - 1 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 0,73063 1,36833 D\u00f3lar Neozeland\u00eas = US$ 1 (Fonte: Oanda.com) (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong>Estados come\u00e7am a lan\u00e7ar vers\u00f5es do Plano Agro+<\/strong><\/p>\n<p> O governo do Rio Grande do Sul \u00e9 o primeiro a aderir oficialmente ao Plano Agro +, do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa). Com isso, o RS refor\u00e7a a estrat\u00e9gia do Mapa de reduzir a burocracia e facilitar a atividade agropecu\u00e1ria, com proje\u00e7\u00e3o de uma economia de at\u00e9 R$ 1 bilh\u00e3o para o setor. O plano ga\u00facho ser\u00e1 lan\u00e7ado no pr\u00f3ximo dia 21. At\u00e9 agora, o estado j\u00e1 recebeu mais de 100 demandas de entidades de produtores.<\/p>\n<p> No dia 29, ser\u00e1 a vez do governo do Tocantins lan\u00e7ar o seu plano de desburocratiza\u00e7\u00e3o, simplifica\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio. Segundo o coordenador do Agro+ no Mapa, Ricardo Cavalcanti, a ades\u00e3o dos estados vai melhorar a vida dos produtores e reduzir custos no processo produtivo.<\/p>\n<p> Entre as novas a\u00e7\u00f5es do Agro+ federal, est\u00e3o a busca de solu\u00e7\u00e3o para a destina\u00e7\u00e3o das cerca de 500 mil toneladas de su\u00ednos e aves mortos por causas rotineiras (n\u00e3o por doen\u00e7a), como acidentes e desastres clim\u00e1ticos, nas propriedades rurais. Um grupo de trabalho dever\u00e1 apresentar solu\u00e7\u00f5es para o problema, que envolve meio ambiente, sa\u00fade p\u00fablica e quest\u00f5es trabalhistas.&nbsp;<\/p>\n<p> Outra medida adotada foi a altera\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o que estabelece a temperatura de -18\u00b0C para o congelamento dos cortes su\u00ednos. Pela nova regra, a temperatura passou para - 12\u00ba C. Isto tem impacto significativo no gasto de energia el\u00e9trica, aliviando o custo de produ\u00e7\u00e3o dos frigor\u00edficos.<\/p>\n<p> Por meio do Agro+, o Mapa tamb\u00e9m determinou a dispensa do carimbo do Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF) nas carca\u00e7as bovinas, dentro das plantas frigor\u00edficas, sendo mantida apenas a carimbagem para os pa\u00edses importadores que exigem o selo do SIF. A medida vai garantir menos perdas na hora da limpeza das carca\u00e7as e agilidade no processo de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Prazo para exporta\u00e7\u00e3o<\/span><br \/> O secret\u00e1rio de Agricultura de Tocantins, Clemente Barros Neto, aposta que o Agro+ ampliar\u00e1 os \u00edndices de crescimento da agricultura e da pecu\u00e1ria no estado. \"Estamos com expans\u00e3o m\u00e9dia de 10% ao ano na agricultura, gra\u00e7as aos ganhos de produtividade, enquanto as outras unidades da Federa\u00e7\u00e3o avan\u00e7am cerca de 2%.\"&nbsp;<\/p>\n<p> De acordo com Barros, o Tocantins ainda precisa que o prazo para a exporta\u00e7\u00e3o de sementes de gr\u00e3os seja reduzido. \"A demora preocupa o ministro Blairo Maggi\", assinala. Ele tamb\u00e9m cita como problema os entraves \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de fertilizantes. \"A falta de op\u00e7\u00f5es de fornecedores desses produtos encarece muito o plantio das lavouras.\"<\/p>\n<p> Enquanto o RS e TO anunciam seus planos, o Mapa trabalha para sensibilizar outros estados a adotar estrat\u00e9gias de desburocratiza\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio. Segundo o coordenador do Agro+, Ricardo Cavalcanti, a divulga\u00e7\u00e3o e o envolvimento com o plano nas superintend\u00eancias federais de Agricultura est\u00e3o sendo feitos por meio de videoconfer\u00eancias, que j\u00e1 foram realizadas no Norte e no Nordeste. Na pr\u00f3xima semana, a\u00e7\u00f5es semelhantes devem ocorrer no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.&nbsp;<\/p>\n<p> Os deputados da Frente Parlamentar da Desburocratiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e3o empenhados em expandir o Agro+. Pelos dados da frente parlamentar, o custo anual da burocracia \u00e9 de R$ 46 bilh\u00f5es, equivalentes a 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do pa\u00eds. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p> <strong>Pre\u00e7os LTO<\/strong><\/p>\n<p> O c\u00e1lculo preliminar do pre\u00e7o m\u00e9dio do leite padr\u00e3o, em setembro de 2016, foi de \u20ac 27,36\/100 kg, [R$ 1,01\/litro]. Aumento de \u20ac 1,17\/100 kg em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Se comparado com setembro de 2015, houve redu\u00e7\u00e3o de \u20ac 2,27\/100 kg, ou 7,7%. Pela terceira vez consecutiva a m\u00e9dia dos pre\u00e7os do leite das ind\u00fastrias de latic\u00ednios europeias aumentou. O aumento foi maior que no m\u00eas anterior, mas, os pre\u00e7os permanecem abaixo dos n\u00edveis de 2015. Isto pode mudar nos pr\u00f3ximos meses em decorr\u00eancia da eleva\u00e7\u00e3o significativa das cota\u00e7\u00f5es dos l\u00e1cteos, conforme j\u00e1 anunciado. A DMK (e DOC) aumentar\u00e3o os pre\u00e7os nos pr\u00f3ximos dois meses em valores n\u00e3o menor que \u20ac 7\/100 kg de leite.<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1995\" style=\"width: 500px; height: 490px;\" \/><\/p>\n<p> A FrieslandCampina aumentou em outubro e novembro o pre\u00e7o do leite ao produtor, num total de \u20ac 6,75\/100 kg, enquanto a Arla subiu \u20ac 4 no mesmo per\u00edodo. Apesar dessa recupera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os do leite no final do ano, no acumulado, a expectativa \u00e9 de que a m\u00e9dia fique 10% abaixo da m\u00e9dia de 2015. Isto significa que 2016 \u00e9 o segundo pior ano em termos de pre\u00e7os do leite. Somente em 2009 a m\u00e9dia foi menor. Curiosamente, o pre\u00e7o do leite da Fonterra para esta temporada, iniciada em junho de 2016, \u00e9 maior do que o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite das ind\u00fastrias europeias. No entanto, este n\u00e3o \u00e9 um bom ano para os pre\u00e7os do leite na Nova Zel\u00e2ndia. Mesmo assim, os pre\u00e7os atuais, s\u00e3o, sem sombra de d\u00favida, bem mais elevados do que os praticados nos dois \u00faltimos anos, e a m\u00e9dia ainda est\u00e1 abaixo das verificadas nas temporadas de 2009\/10 a 2013\/14. A grande diferen\u00e7a entre o pre\u00e7o do leite Classe III dos Estados Unidos e da m\u00e9dia do pre\u00e7o do leite na Europa deve-se, em parte, \u00e0 forte valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao euro nos \u00faltimos dois anos. Sem essa valoriza\u00e7\u00e3o o pre\u00e7o do leite Classe III dos Estados Unidos seria aproximadamente \u20ac 5\/100 quilos mais baixo. No entanto, a atual m\u00e9dia do pre\u00e7o em d\u00f3lar \u00e9 claramente abaixo da m\u00e9dia verificada nos \u00faltimos anos. (LTO Nederland - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Ingredientes\/Canad\u00e1<\/strong><\/p>\n<p> As ind\u00fastrias de latic\u00ednios canadenses est\u00e3o impulsionando a produ\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas concentradas de leite para uso na fabrica\u00e7\u00e3o de queijo, reduzindo importa\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos, enquanto rivais internacionais queixam-se de que a ind\u00fastria opera injustamente. A Saputo Inc aumentou a produ\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas este ano, enquanto a Gay Lea Foods Cooperative est\u00e1 planejando grande investimento para produzi-las. O catalisador \u00e9 um acordo de pre\u00e7os atingido em julho, que permite que os processadores canadenses comprem ingredientes do leite dos produtores por pre\u00e7o menor do que os internacionais, tornando mais econ\u00f4mico produzir no mercado interno as prote\u00ednas do leite ao inv\u00e9s de import\u00e1-los. Grupos da ind\u00fastria nos Estados Unidos, Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia e Europa dizem que isso enfraquece injustamente as suas exporta\u00e7\u00f5es e viola as regras de concorr\u00eancia da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio. O acordo entre os produtores e processadores de l\u00e1cteos do Canad\u00e1 n\u00e3o tem efeito amplo at\u00e9 que seja ratificado por grupos de produtores provinciais, em fevereiro, mas um \"programa tempor\u00e1rio\" j\u00e1 est\u00e1 em vigor, disse Lino Saputo Jr, presidente-executivo da Saputo. \"Alguns s\u00f3lidos ainda ser\u00e3o importados, mas eu diria que agora n\u00e3o haver\u00e1 mudan\u00e7as nos volumes de s\u00f3lidos canadenses por causa da nova classe de pre\u00e7os\", disse Saputo Jr em uma entrevista na sexta-feira, usando outro termo para prote\u00ednas do leite. \"J\u00e1 estamos mudando para (usando) s\u00f3lidos canadenses.\" A empresa l\u00e1ctea de Montreal importa derivados do leite dos Estados Unidos, da Austr\u00e1lia e da Argentina.&nbsp;<\/p>\n<p> O sistema de gest\u00e3o de oferta do Canad\u00e1 controla rigidamente os pre\u00e7os dos produtos l\u00e1cteos e de produ\u00e7\u00e3o, e Ottawa cobra tarifas elevadas para limitar as importa\u00e7\u00f5es. A Gay Lea Foods tamb\u00e9m est\u00e1 se preparando para aumentar a produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna do leite. Em breve, anunciar\u00e1 a constru\u00e7\u00e3o de uma planta de secagem de leite em Ont\u00e1rio, disse o presidente-executivo Michael Barrett. O acordo de pre\u00e7os, semelhante ao j\u00e1 em vigor, em Ont\u00e1rio, \u00e9 fundamental para aquele investimento, disse ele. \"Os processadores n\u00e3o far\u00e3o investimentos em plantas de US$100 milh\u00f5es sem qualquer tipo de garantia de retorno\", disse ele. As exporta\u00e7\u00f5es dos EUA de prote\u00ednas do leite para o Canad\u00e1 ca\u00edram este ano, devido ao sistema de pre\u00e7os de Ont\u00e1rio, disse Jaime Castaneda, vice-presidente s\u00eanior da Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Produtores de Leite dos EUA. \"Nos opomos firmemente a qualquer nova classe especial que ser\u00e1 prejudicial aos EUA\", disse ele. \"Iremos desafiar esse novo programa e acreditamos que n\u00e3o entrar\u00e1 em vigor por muitos anos.\" A Agropur, outra cooperativa de latic\u00ednios canadense, parou de importar prote\u00ednas estadunidenses no in\u00edcio deste ano. \"Precisamos encontrar uma maneira, no Canad\u00e1, para produzir ingredientes l\u00e1cteos\", disse o vice-presidente s\u00eanior Dominique Benoit, recusando-se a comentar sobre os planos de produ\u00e7\u00e3o espec\u00edficos. (Dairy Herd - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Pre\u00e7o da cesta b\u00e1sica diminui em 14 capitais em outubro, aponta Dieese<br \/> O custo da cesta b\u00e1sica caiu em 14 das 27 capitais brasileiras em outubro. Entre as cidades que tiveram quedas mais expressivas est\u00e3o Bras\u00edlia (\u00ac5,44%), Teresina (\u00ac1,77%), Palmas (-1,76%) e Salvador (\u00ac1,66%). Houve alta em 13 capitais, sendo Florian\u00f3polis (5,85%), Vit\u00f3ria (3,19%), Porto Velho (2,18%) e Macei\u00f3 (2,12%) os destaques. De acordo com a pesquisa do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese), a cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 478,07), seguida de Florian\u00f3polis (R$ 475,32) e S\u00e3o Paulo (R$ 469,55). Os menores valores m\u00e9dios foram observados em Natal (R$ 366,90) e Recife (R$ 373,66). Entre janeiro e outubro deste ano, todas as cidades acumularam alta, sendo as mais relevantes em Macei\u00f3 (24,25%), Aracaju (23,69%), Rio Branco (21,99%) e Fortaleza (21,21%). Os menores aumentos ocorreram em Bras\u00edlia (9,58%), Curitiba (10,52%) e Macap\u00e1 (10,99%). Entre os tipos de alimento, houve alta no pre\u00e7o da carne bovina de primeira, da manteiga, do a\u00e7\u00facar, do tomate e do caf\u00e9 em p\u00f3. O feij\u00e3o e o leite tiveram o valor reduzido na maior parte das cidades. Segundo o estudo, o sal\u00e1rio m\u00ednimo ideal para a manuten\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia de quatro pessoas em outubro deveria ser R$ 4.016,27, ou 4,56 vezes o m\u00ednimo vigente de R$ 880. Em setembro, o m\u00ednimo necess\u00e1rio correspondeu a R$ 4.013,08. (Valor Econ\u00f4mico)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 08 de novembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.387 &nbsp; Embaixador da Alemanha visita Cooperativa Pi\u00e1 &nbsp; No \u00faltimo s\u00e1bado, dia 5 de novembro, a Pi\u00e1 recebeu a visita <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/11\/08\/08-11-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/11\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1313","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1313","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1313"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1313\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1313"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1313"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1313"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}