{"id":13091,"date":"2023-11-06T18:56:21","date_gmt":"2023-11-06T18:56:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=13091"},"modified":"2023-11-06T18:59:03","modified_gmt":"2023-11-06T18:59:03","slug":"06-11-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/11\/06\/06-11-2023\/","title":{"rendered":"06\/11\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 06 de novembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.017<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Importa\u00e7\u00f5es de leite e l\u00e1cteos devem totalizar 2,2 bilh\u00f5es de litros em 2023<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>Setor cobra do governo federal medidas para conter entrada de produto argentino e uruguaio, como salvaguardas comerciais<br \/>\n<\/i><br \/>\nSe mantido o ritmo atual de importa\u00e7\u00f5es de leite e l\u00e1cteos pelo Brasil \u2013 principalmente da Argentina e do Uruguai \u2013, esse ingresso dever\u00e1 totalizar o equivalente a 2,2 bilh\u00f5es de litros de leite at\u00e9 o final do ano, de acordo com proje\u00e7\u00f5es da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura (CNA). De janeiro a setembro, o pa\u00eds importou cerca de 1,6 bilh\u00e3o de litros, 90% a mais que no mesmo per\u00edodo de 2022. Esse volume, segundo o assessor t\u00e9cnico da Comiss\u00e3o Nacional de Pecu\u00e1ria de Leite da entidade, Guilherme Dias, supera a queda recorde verificada na capta\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima no ano passado, quando os latic\u00ednios brasileiros receberam 1,2 bilh\u00e3o de litros de leite a menos na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior.<\/p>\n<p>Na ter\u00e7a-feira, a CNA e outras entidades do setor reuniram-se com parlamentares para discutir a crise do setor leiteiro. Na sequ\u00eancia, o assunto foi abordado no 2\u00ba Encontro dos Produtores Brasileiros de Leite, realizado na C\u00e2mara dos Deputados. A queixa dos pecuaristas \u00e9 que o produto estrangeiro entra no pa\u00eds com pre\u00e7os inferiores aos do leite local, pressionando para baixo os valores pagos aos produtores brasileiros pelo litro. \u201cNos \u00faltimos 12 meses, tivemos uma retra\u00e7\u00e3o de cerca de 6% nos custos de produ\u00e7\u00e3o. Mas, pelo lado da receita, tivemos uma retra\u00e7\u00e3o de 28% (nas margens de lucro)\u201d, compara Dias.<\/p>\n<p>Dados do primeiro semestre deste ano, informa o assessor, mostram que o leite importado representou 10% do volume consumido no Brasil no per\u00edodo, frente a uma m\u00e9dia hist\u00f3rica de at\u00e9 4% do total de mat\u00e9ria-prima captado em n\u00edvel nacional. Entre outras medidas de socorro ao setor, o governo federal alterou no m\u00eas passado, por meio de decreto, as regras do Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria. Com a mudan\u00e7a, latic\u00ednios participantes do programa que adquirirem leite importado poder\u00e3o aproveitar apenas 20% dos cr\u00e9ditos presumidos de PIS\/Pasep e Cofins \u2013 antes, essas ind\u00fastrias tinham acesso a 50% dos cr\u00e9ditos. \u201cPor\u00e9m, (a medida) s\u00f3 entra em vigor daqui a 90 dias. O setor n\u00e3o pode esperar esse per\u00edodo, porque as margens j\u00e1 est\u00e3o negativas h\u00e1 diversos meses\u201d, observa Dias.<\/p>\n<p>Para frear as importa\u00e7\u00f5es de leite e derivados da Argentina, respons\u00e1vel por 52% do volume de leite que ingressa no Brasil, o setor cobra do governo medidas compensat\u00f3rias. Segundo o assessor da CNA, os fortes subs\u00eddios concedidos pelo pa\u00eds vizinho aos seus pecuaristas podem chegar ao equivalente a R$ 0,42 por litro. \u201cExistem mecanismos de defesa comercial se voc\u00ea tem uma distor\u00e7\u00e3o no mercado advinda de uma pr\u00e1tica de artificialidade de competitividade. O pr\u00f3prio tratado (do Mercosul) prev\u00ea, por exemplo, ado\u00e7\u00e3o de salvaguardas. Ele considera tamb\u00e9m estudos antidumping, quando existe a comercializa\u00e7\u00e3o a pre\u00e7os externos aqu\u00e9m dos pre\u00e7os do mercado interno\u201d, explica Dias.<\/p>\n<p>De acordo com entidades dos produtores, a escalada das importa\u00e7\u00f5es causou preju\u00edzos ao setor em pleno per\u00edodo de entressafra (de maio a outubro), geralmente caracterizado por menor oferta de pastagens e alta de pre\u00e7os. \u201c\u00c9 quando o produtor consegue ter um f\u00f4lego para recompor margens, quitar d\u00edvidas e realocar investimentos na produ\u00e7\u00e3o, mas isso n\u00e3o aconteceu neste ano. Desde maio o mercado vem caindo\u201d, destaca Dias. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Fetag-RS pede investiga\u00e7\u00e3o de pr\u00e1tica de dumping na importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos do Mercosul<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>Entidade solicitou provid\u00eancias \u00e0 Camex e foi orientada a coletar provas para processo<br \/>\n<\/i><br \/>\nH\u00e1 meses resignados pela ina\u00e7\u00e3o do governo federal em estancar a entrada de l\u00e1cteos do Mercosul, produtores de leite brasileiros pediram ao governo federal que investigue a pr\u00e1tica de dumping (comercializa\u00e7\u00e3o de produtos a pre\u00e7os abaixo do custo de produ\u00e7\u00e3o). A Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS) encabe\u00e7ou o pedido e teve reuni\u00e3o h\u00e1 duas semanas na C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior (Camex) do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC), quando foi informada de que deveria reunir evid\u00eancias sobre a den\u00fancia.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEstamos buscando provas junto ao mercado da Argentina e do Uruguai para que a medida seja levada \u00e0 frente\u201d, diz o presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva. \"Cabe a n\u00f3s, uma entidade privada, provar que isso est\u00e1 acontecendo\u201d, complementa o vice-presidente da Fetag-RS, Eug\u00eanio Zanetti. A pr\u00e1tica de dumping tem por objetivo eliminar a concorr\u00eancia e abocanhar uma fatia maior de mercado, conforme defini\u00e7\u00e3o que consta do Acordo Geral sobre Tarifas e Com\u00e9rcio, que regula as rela\u00e7\u00f5es comerciais internacionais.&nbsp;<\/p>\n<p>Conforme a Camex, se reconhecer os direitos antidumping do Brasil, o pa\u00eds fica autorizado a impor sobretaxas a produtos cujos concorrentes importados entram no pa\u00eds abaixo do custo de produ\u00e7\u00e3o. De acordo com a Camex, o dumping \u00e9 considerado concorr\u00eancia desleal pelo direito internacional e torna os produtos importados mais baratos que os equivalentes nacionais, inviabilizando a produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O pedido de investiga\u00e7\u00e3o de defesa comercial da cadeia leiteira nacional \u00e9 mais uma tentativa do setor produtivo para estancar a entrada de l\u00e1cteos do Uruguai e da Argentina e recuperar a competitividade dos pecuaristas. De janeiro a setembro, o Brasil importou o equivalente a 652,02 milh\u00f5es de d\u00f3lares em l\u00e1cteos (leite, creme de leite e latic\u00ednios, exceto manteiga ou queijo), conforme dados da plataforma Camex Stat, do MDIC. Os dados atualizados do m\u00eas de outubro devem ser divulgados na pr\u00f3xima semana.&nbsp;<\/p>\n<p>Os produtores brasileiros t\u00eam clamado por subs\u00eddios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. \u201cNeste momento, n\u00e3o tem outra alternativa a n\u00e3o ser o subs\u00eddio\u201d, defende Zanetti. Segundo o vice-presidente da Fetag-RS, o governo da Argentina subsidiou seus produtores que produzem at\u00e9 1,5 mil litros\/dia durante quatro meses com R$ 0,40 por litro. Depois, segundo Zanetti, houve prorroga\u00e7\u00e3o do subs\u00eddio de R$ 0,27 por litro por mais dois meses. \u201cO produtor de at\u00e9 1,5 mil litros por dia recebeu do governo da Argentina, em seis meses, R$ 90 mil. Qual \u00e9 o produtor brasileiro o produtor brasileiro que sobrou R$ 90 mil em seis meses?\u201d, questiona.&nbsp;<\/p>\n<p>O Correio do Povo procurou a assessoria do MDIC nesta sexta-feira e aguarda posicionamento do minist\u00e9rio sobre o assunto. (Correio do Povo)<\/p>\n<p><b>Centro de pesquisa da prote\u00edna animal em Ven\u00e2ncio Aires aguarda por recursos<br \/>\n<\/b><br \/>\nO prefeito Jarbas da Rosa e o secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Trabalho e Turismo de Ven\u00e2ncio Aires, Nelsoir Battisti, visitaram, nesta semana, a obra do Centro Vocacional Tecnol\u00f3gico (CVT) de Produ\u00e7\u00e3o de Prote\u00edna Animal de Ven\u00e2ncio Aires. Conclu\u00edda em setembro, o munic\u00edpio agora projeta os pr\u00f3ximos passos para colocar em pr\u00e1tica mais um ambiente de estudos e inova\u00e7\u00e3o na \u00e1rea agr\u00edcola. A prefeitura busca a libera\u00e7\u00e3o de repasses de recursos do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es, que totalizam R$ 120 mil, para a compra de equipamentos.<\/p>\n<p>A obra est\u00e1 localizada na antiga \u00e1rea da Funda\u00e7\u00e3o Ambiental de Ven\u00e2ncio Aires (Favan), em Linha Ponte Queimada, \u00e0s margens da RSC-287. \"A estrutura est\u00e1 finalizada, por\u00e9m precisamos que o Minist\u00e9rio nos encaminhe os recursos necess\u00e1rios para coloc\u00e1-la em funcionamento. Nosso conv\u00eanio com a Uni\u00e3o se encerra em mar\u00e7o de 2024\", afirma Battisti.<br \/>\nCom \u00e1rea de 312 metros quadrados e or\u00e7ado em R$ 830 mil, o empreendimento deve abrigar cursos e pesquisas que auxiliem no desenvolvimento de produ\u00e7\u00f5es como leite, gado de corte, aves, su\u00ednos, ovinos, peixes e mel. \"Neste espa\u00e7o de ensino e capacita\u00e7\u00e3o, nossa expectativa \u00e9 que, a partir do CVT, possamos transformar a prote\u00edna animal em um produto com ainda mais valor agregado, trazendo mais renda para quem produz\", destaca o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p>O prefeito de Ven\u00e2ncio Aires, Jarbas da Rosa acrescenta que, enquanto a estrutura \u00e9 finalizada para opera\u00e7\u00e3o, o munic\u00edpio do Vale do Rio Pardo busca parceria com as universidades da regi\u00e3o para melhor utiliza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o. \"Estamos abertos para desenvolver parcerias naquele local, seja com o Poder P\u00fablico, iniciativa privada ou universidades. O importante \u00e9 fomentar a inova\u00e7\u00e3o na \u00e1rea da prote\u00edna animal e n\u00e3o deixar esse ambiente subutilizado como acontece em outros munic\u00edpios\", finaliza. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Aplicativo ajuda a calcular conforto t\u00e9rmico para bovinocultura de leite<br \/>\n<\/b>Um novo aplicativo para dispositivos m\u00f3veis vem para auxiliar na bovinocultura, relacionando o estresse t\u00e9rmico com a queda ou n\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de leite. O BovConfort est\u00e1 dispon\u00edvel para download gratuito neste link, rodando em aparelhos com a plataforma Android. \u201cO aplicativo \u00e9 voltado para criadores e profissionais das Ci\u00eancias Agr\u00e1rias, no sentido de auxiliar a identificar situa\u00e7\u00f5es de estresse t\u00e9rmico em bovinos leiteiros e projetar estimativas de perdas na produ\u00e7\u00e3o de leite decorrentes desse estresse. Com estas informa\u00e7\u00f5es, eles podem estabelecer estrat\u00e9gias de manejo para mitigar os efeitos\u201d, explica a coordenadora do projeto, a pesquisadora Adriana Tarouco. No BovConfort, o usu\u00e1rio insere dados de previs\u00e3o do tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de sua localidade, tais como temperaturas m\u00e1xima e m\u00ednima, e umidade relativa do ar m\u00e1xima e m\u00ednima. \"O aplicativo calcula o \u00cdndice de Temperatura e Umidade (ITU), identificando as faixas de conforto ou desconforto t\u00e9rmico \u00e0s quais os animais podem ser submetidos, estimando os efeitos na produ\u00e7\u00e3o de leite\", detalha Adriana. O BovConfort \u00e9 resultado de um projeto de pesquisa do Departamento de Diagn\u00f3stico e Pesquisa Agropecu\u00e1ria, da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (DDPA\/Seapi), para o desenvolvimento de ferramentas digitais aplicadas na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o de bovinos. O grupo j\u00e1 conta com dois outros aplicativos dispon\u00edveis: o BovCria e o BovSan. (SEAPI)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de novembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.017 Importa\u00e7\u00f5es de leite e l\u00e1cteos devem totalizar 2,2 bilh\u00f5es de litros em 2023 Setor cobra do governo federal medidas para conter <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/11\/06\/06-11-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/11\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-13091","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13091","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13091"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13091\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13096,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13091\/revisions\/13096"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13091"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13091"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13091"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}