{"id":1304,"date":"2016-10-31T17:27:05","date_gmt":"2016-10-31T17:27:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/31\/31-10-2016\/"},"modified":"2016-10-31T17:27:05","modified_gmt":"2016-10-31T17:27:05","slug":"31-10-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/31\/31-10-2016\/","title":{"rendered":"31\/10\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 31 de outubro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.382<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Rebanho leiteiro da R\u00fassia alcan\u00e7a menor n\u00edvel j\u00e1 registrado<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite da R\u00fassia alcan\u00e7ar\u00e1 seu menor n\u00edvel no ano que vem, \u00e0 medida que o rebanho leiteiro do pa\u00eds diminuiu para seu menor n\u00edvel j\u00e1 registrado, disseram oficiais dos Estados Unidos.<\/p>\n<p> O escrit\u00f3rio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Moscou disse que o rebanho leiteiro russo cair\u00e1 3% em 2017 (comparado com este ano), para 7,32 milh\u00f5es de cabe\u00e7as - citando baixos investimentos nos rebanhos, apesar dos maiores rendimentos para grandes produtores.&nbsp;<\/p>\n<p> O consumo de leite fluido tamb\u00e9m dever\u00e1 cair para seu menor n\u00edvel j\u00e1 registrado, \u00e0 medida que os altos pre\u00e7os desestimular\u00e3o o consumo. A estrutura da ind\u00fastria de l\u00e1cteos da R\u00fassia est\u00e1 mudando, \u00e0 medida que fazendas maiores se tornam mais eficientes, com menos vacas produzindo maiores rendimentos. \"Essas companhias melhoram sua efici\u00eancia, mas n\u00e3o t\u00eam incentivos suficientes para expans\u00e3o\", disse o escrit\u00f3rio de Moscou, acrescentando que \"as incertezas nos programas estatais de suporte agr\u00edcola e or\u00e7amentos estagnaram os novos investimentos\".<\/p>\n<p> A ag\u00eancia notou uma s\u00e9rie de desincentivos aos investimentos na produ\u00e7\u00e3o leiteira russa, incluindo \"o uso de substitutos de \u00f3leos vegetais pelos processadores\". Os produtores de leite da R\u00fassia alertaram que o uso de \u00f3leos vegetais da ind\u00fastria de l\u00e1cteos como substituto \u00e0 gordura do leite pode prejudicar a produ\u00e7\u00e3o local. Apesar dos rebanhos menores, os maiores produtores t\u00eam sido capazes de impulsionar a produ\u00e7\u00e3o gra\u00e7as \u00e0 melhor gen\u00e9tica e manejo do rebanho.<\/p>\n<p> \"Como resultado, a produ\u00e7\u00e3o de leite para uso industrial provavelmente continuar\u00e1 crescendo em 2017, enquanto o rebanho leiteiro nessas fazendas industriais continuar\u00e1 declinando\". A produ\u00e7\u00e3o em fazenda de pequena escala est\u00e1 caindo. Al\u00e9m disso, com as importa\u00e7\u00f5es permanecendo muito restritas, a ag\u00eancia sugeriu que os maiores pre\u00e7os dos l\u00e1cteos podem reduzir o impacto do suporte estatal incerto\".<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite na R\u00fassia dever\u00e1 cair 0,5%, para 30,185 milh\u00f5es de toneladas em 2017. \"A produ\u00e7\u00e3o de leite fluido declinar\u00e1 a um ritmo mais lento do que os n\u00fameros do rebanho leiteiro devido ao aumento da produ\u00e7\u00e3o por vaca nas fazendas industrializadas\".<\/p>\n<p> As importa\u00e7\u00f5es de leite fluido, leite em p\u00f3 integral e desnatado n\u00e3o dever\u00e3o mudar em 2017, \u00e0 medida que as san\u00e7\u00f5es \u00e0s importa\u00e7\u00f5es da Uni\u00e3o Europeia (UE) permanecem em pr\u00e1tica, com a Bielorr\u00fassia continuando a ser o principal vendedor ao mercado russo. (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Agrimoney, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>De onde tirar o Leite?<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"> Mat\u00e9ria-prima escassa<br \/> AUMENTO DE 16,7% da capacidade instalada e redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite levam a ind\u00fastria a estudar estrat\u00e9gias para ampliar capta\u00e7\u00e3o A redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul, realidade que impacta o fornecimento de mat\u00e9ria- prima para os latic\u00ednios, leva o setor a buscar alternativas para elevar a capta\u00e7\u00e3o. O desafio \u00e9 abastecer n\u00e3o apenas as plantas atuais, mas as amplia\u00e7\u00f5es anunciadas pela ind\u00fastria. As obras aumentar\u00e3o em 16,7% a capacidade de processamento, passando de 18,5 milh\u00f5es de litros por dia em 2015 para 21,6 milh\u00f5es no final de 2017 - quando estar\u00e3o conclu\u00eddas.<\/p>\n<p> A meta parece ainda maior quando considerada a ociosidade atual das plantas - 37,8% - que operaram com a m\u00e9dia de 11,47 milh\u00f5es de litros por dia em 2015. Frente \u00e0 escassez de mat\u00e9ria-prima, algumas empresas estudam como formalizar contratos de at\u00e9 12 meses com os produtores.<\/p>\n<p> - Queremos garantir estabilidade no fornecimento e, ao mesmo tempo, fortalecer a rela\u00e7\u00e3o com os produtores - afirma Guilherme Portella, diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais e Comunica\u00e7\u00e3o da Lactalis, que s\u00f3 no Rio Grande do Sul trabalha com 10 mil produtores.<\/p>\n<p> Segundo o executivo, o projeto contempla o fornecimento de ra\u00e7\u00e3o, medicamentos e gen\u00e9tica, al\u00e9m de fomento \u00e0 assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural. As medidas integram programa de est\u00edmulo aos produtores que ser\u00e1 lan\u00e7ado pela Lactalis em novembro e deve sair do papel ainda este ano, adianta Portella.&nbsp;<\/p>\n<p> Esta \u00e9 uma das estrat\u00e9gias da empresa francesa para atender \u00e0 demanda, cuja m\u00e9dia \u00e9 de 3 milh\u00f5es de litros ao dia, e que nos pr\u00f3ximos dois anos ser\u00e1 ampliada em 50%, a partir do investimento de R$ 104 milh\u00f5es nas unidades de Teut\u00f4nia, Santa Rosa, Iju\u00ed e Tr\u00eas de Maio. O objetivo \u00e9 reduzir os custos de produ\u00e7\u00e3o e aumentar a produtividade m\u00e9dia de 10 litros vaca\/dia para 30 litros vaca\/dia.<\/p>\n<p> A Cooperativa Central Ga\u00facha (CCGL), de Cruz Alta, tamb\u00e9m est\u00e1 disposta a firmar contratos de compra e venda a pre\u00e7o fixo. Recentemente, a cooperativa mais que dobrou a capacidade de processamento da planta, saltando de 1 milh\u00e3o de litros por dia para 2,2 milh\u00f5es. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 atingir o volume m\u00e1ximo de capta\u00e7\u00e3o em um prazo de tr\u00eas a cinco anos por meio de assist\u00eancia t\u00e9cnica e fideliza\u00e7\u00e3o dos produtores.<\/p>\n<p> - Qualquer iniciativa que venha a melhorar a situa\u00e7\u00e3o dos produtores e dar mais estabilidade, somos parceiros - disse o presidente da CCGL, Caio Vianna, referindo-se aos contratos a pre\u00e7o fixo.<\/p>\n<p> Profissionaliza\u00e7\u00e3o impulsiona produtividade<br \/> Especialistas do setor apontam que o caminho para equacionar este paradoxo e ampliar a produtividade de leite no Estado \u00e9 investir na profissionaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> -- Os produtores dedicados veem no leite uma oportunidade de neg\u00f3cio e est\u00e3o preocupados em produzir mais -- avalia o professor Carlos Bondan, da Universidade de Passo Fundo (UPF), acrescentando que a ind\u00fastria consegue ampliar a produ\u00e7\u00e3o por meio de projetos t\u00e9cnicos de fomento.<\/p>\n<p> Doutor em Ci\u00eancias Veterin\u00e1rias, Bondan se diz surpreso com o investimento da Lactalis devido \u00e0s dificuldades das ind\u00fastrias j\u00e1 instaladas em comprar leite e atender \u00e0 demanda interna. Na avalia\u00e7\u00e3o do economista Leonardo Xavier, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com o avan\u00e7o da tecnologia e da mecaniza\u00e7\u00e3o, a tend\u00eancia \u00e9 que alguns produtores desistam e outros ampliem a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> -- Os menos aptos n\u00e3o v\u00e3o conseguir se sustentar na atividade -- avalia.<\/p>\n<p> O economista Darcy Bitencourt, pesquisador em economia da produ\u00e7\u00e3o leiteira da Embrapa Clima Temperado, de Pelotas, acrescenta que o caminho \u00e9 buscar solu\u00e7\u00f5es em conjunto.<\/p>\n<p> -- Precisamos fazer parcerias para fortalecer o setor e fazer um grande estudo da realidade do leite -- avalia Bitencourt.<\/p>\n<p> A orienta\u00e7\u00e3o do pesquisador \u00e9 de que os produtores busquem conhecimento para fazer o planejamento e a gest\u00e3o da unidade de produ\u00e7\u00e3o. Entre os indicadores que devem ser analisados est\u00e3o a quantidade de animais, alimenta\u00e7\u00e3o e \u00e1rea dispon\u00edvel, gen\u00e9tica e sanidade.<\/p>\n<p> Energia monof\u00e1sica \u00e9 entrave na produ\u00e7\u00e3o<br \/> Al\u00e9m das oscila\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o que fazem parte do sistema de produ\u00e7\u00e3o, que \u00e9 sazonal devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, os produtores ainda enfrentam outras dificuldades. Um dos entraves para avan\u00e7ar na profissionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 a falta de energia el\u00e9trica bif\u00e1sica, fator que dificulta at\u00e9 o uso de ordenhadeiras.<\/p>\n<p> - Estes produtores est\u00e3o atados no poste do subdesenvolvimento agropecu\u00e1rio, pois a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica depende da luz - lamenta o presidente da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas do Rio Grande do Sul (Ocergs), Vergilio Perius, destacando que mais de 30 mil produtores ainda tem energia monof\u00e1sica.<\/p>\n<p> O zootecnista Jaime Ries, assistente t\u00e9cnico da Emater, ressalta que o Estado tem potencial para continuar avan\u00e7ando e dobrar a produtividade. Entretanto, ainda \u00e9 necess\u00e1rio tornar a atividade mais atrativa e rent\u00e1vel.<\/p>\n<p> - Hoje, n\u00e3o h\u00e1 nenhum gargalo t\u00e9cnico que limite, basta estimular os produtores a investirem na atividade - comenta.<\/p>\n<p> O veterin\u00e1rio Danilo Cavalcanti Gomes, coordenador da C\u00e2mara Setorial do Leite da Secretaria da Agricultura, comenta que qualquer investimento \u00e9 bem-vindo desde que as contrapartidas decorrentes de benef\u00edcios fiscais direcionem parte do retorno para o setor.<\/p>\n<p> - \u00c9 fundamental existir uma contrapartida social. N\u00e3o basta gerar empregos - afirma, acrescentando que, no caso de uma ind\u00fastria de leite, uma boa compensa\u00e7\u00e3o seria a garantia de manter o maior n\u00famero poss\u00edvel de produtores na atividade. (Zero Hora)<\/p>\n<p> <strong>Valeu, Dr. Drauzio Varella!<\/strong><\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1990\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><\/p>\n<p> A palestra proferida pelo Dr. Drauzio Varella: \"Benef\u00edcios do Consumo de Leite\", promovida pelo site \"Beba Mais Leite\", com o patroc\u00ednio da Tetra Pak e da Piracanjuba, ocorreu no Ouro Minas Hotel, em Belo Horizonte, no dia 29 de outubro de 2016. Um grande audit\u00f3rio repleto de pessoas, com um p\u00fablico predominantemente feminino, atento e participativo.<\/p>\n<p> A representante do site www.bebamaisleite abre o evento falando sobre os trabalhos que s\u00e3o desenvolvidos em defesa do leite e sobre a sua import\u00e2ncia na alimenta\u00e7\u00e3o humana. Antes da palestra do Dr. Drauzio, a plateia foi agraciada com duas participa\u00e7\u00f5es importantes:<\/p>\n<p> - A Dra. Carolina Vieira de Mello Barros Pimentel, que \u00e9 Doutora em Nutri\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade P\u00fablica pela Universidade de S\u00e3o Paulo, nutricionista, professora de Gradua\u00e7\u00e3o e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em nutri\u00e7\u00e3o, e membro da C\u00e2mara T\u00e9cnica do Conselho Regional de Nutricionistas - 3\u00aa Regi\u00e3o, fez uma apresenta\u00e7\u00e3o detalhada sobre a necessidade de desmistificar o leite Longa Vida. Afirmou que \u00e9 importante ter transpar\u00eancia e abrir as informa\u00e7\u00f5es para se entender o que de fato acontece no processo de industrializa\u00e7\u00e3o desses alimentos. Essa industrializa\u00e7\u00e3o foi uma resposta a uma demanda do nosso pr\u00f3prio estilo de vida que tem a necessidade de poupar tempo, sem abrir m\u00e3o da seguran\u00e7a e mais ainda da necessidade de planejar a prepara\u00e7\u00e3o do card\u00e1pio da semana.<\/p>\n<p> - Depois foi a vez da engenheira de alimentos pela Unicamp, Helena Camargo, mostrar a \"Lancheira Ideal\". Especialista em P&amp;D de novos produtos, com foco em alimentos saud\u00e1veis, discorreu, didaticamente, sobre o tema \" alimento saud\u00e1vel desde a inf\u00e2ncia\"; a introdu\u00e7\u00e3o de alimentos a partir de 6 meses de vida; al\u00e9m da importante quest\u00e3o de uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e balanceada para as crian\u00e7as no per\u00edodo escolar. Por fim, a apresenta\u00e7\u00e3o do Dr. Drauzio Varella. A seguir alguns coment\u00e1rios, interpreta\u00e7\u00f5es e momentos de destaque dessa palestra:&nbsp;<\/p>\n<p> - Ele disse que ao receber o convite para falar da import\u00e2ncia do leite para a sa\u00fade, ficou admirado de saber que existe essa necessidade, por conta das coisas fantasiosas que s\u00e3o faladas sobre esse alimento, sobretudo na internet.<\/p>\n<p> O leite acompanha o homem desde o seu surgimento, continua com o florescimento da agricultura e domestica\u00e7\u00e3o dos animais. &nbsp;Muito \u00e0 sua vontade e descontra\u00eddo, disse: sou convidado para dizer que leite \u00e9 bom, que faz bem para a sa\u00fade. Mas \u00e9 t\u00e3o simples e t\u00e3o l\u00f3gico que leite faz bem e que \u00e9 essencial para todos os mam\u00edferos. Dizem: Mas, o homem \u00e9 o \"\u00fanico animal adulto que toma leite\"! \u00c9 verdade. Somos os \u00fanicos que soube domesticar a vaca! Brincando com o p\u00fablico disse: somos o \u00fanico animal adulto que toma Chopp! Que bebe cacha\u00e7a, boa igual essa cacha\u00e7a mineira! O p\u00fablico reagiu com enormes sorrisos. Assim foi ao longo de toda a palestra, mesmo quando teve de explicar sobre a import\u00e2ncia do c\u00e1lcio contido no leite; sobre a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose; sobre a alergia \u00e0 prote\u00edna do leite; sobre gordura animal; sobre o que se fala a respeito da gordura que nos faz gordos. Sobretudo, foi muito detalhada a explica\u00e7\u00e3o sobre o estilo de vida. O gordo \u00e9 gordo porque come muito; porque se alimenta sem regras, em quantidades e qualidade, e sobretudo porque \u00e9 sedent\u00e1rio. Mais uma vez brincando diante de fatos diz: quem disser que correr \u00e9 bom e agrad\u00e1vel, mente descaradamente! Porque \u00e9 ruim, \u00e9 dif\u00edcil fazer gin\u00e1stica ou correr. Eu participo de Maratona. E o que faz bem para a sa\u00fade \u00e9 a prepara\u00e7\u00e3o. Imagine se de repente digo: vou correr e saio. No primeiro quil\u00f4metro o sujeito morre. Ent\u00e3o, se vou correr, o melhor \u00e9 me preparar para participar. \u00c9 isso que faz bem para minha sa\u00fade. Na cama somos profundamente mal car\u00e1ter. N\u00e3o tome decis\u00f5es na cama. Certamente n\u00e3o ir\u00e1 correr! Levante e decida se vai ou n\u00e3o correr! Mas s\u00f3 decida ap\u00f3s se vestir a car\u00e1ter, sen\u00e3o n\u00e3o vai.&nbsp;<\/p>\n<p> \u00c9 ruim, \u00e9 dif\u00edcil. Mas \u00e9 importante. Depois de 23 anos que corro ainda fa\u00e7o sofrendo ...! Depois de iniciar a corrida ela s\u00f3 vai ficar gostosa quando acaba o treino ou a corrida! O homem \u00e9 primata e se locomove para ca\u00e7ar e se alimentar e fazer sexo e qualquer outra coisa, n\u00e3o fa\u00e7o com espontaneidade. Faz porque, de uma forma ou de outra, \u00e9 obrigado. Eu fa\u00e7o porque quero manter a minha sa\u00fade. &nbsp;Antes, j\u00e1 h\u00e1 muitos anos, uma pessoa gorda era notada em qualquer lugar, olha o Gordo! Hoje j\u00e1 come\u00e7a a ser o contr\u00e1rio, olha o Magro! Somos obesos, no Brasil somos 52% da popula\u00e7\u00e3o &nbsp;obesos! Nos EUA muito mais! Substitu\u00edram a gordura pelo a\u00e7\u00facar!&nbsp;<\/p>\n<p> No ritmo que conduziu a sua palestra seria poss\u00edvel ficar ali sentado por mais algumas horas. Foi agrad\u00e1vel, divertido, proveitoso. Uma aula magna sobre os \"Benef\u00edcios do Consumo do Leite\". O audit\u00f3rio amou todo o conte\u00fado do evento e dessa palestra, particularmente. Portanto, conclui-se que o gordo \u00e9 gordo porque come muito. Correr ou fazer gin\u00e1stica n\u00e3o \u00e9 gostoso. \u00c9 importante para a sa\u00fade. Fechar a boca e levantar da cama cedo para correr. Sen\u00e3o torna-se mais um gordo. F\u00e1cil n\u00e3o \u00e9, mas \u00e9 preciso e j\u00e1 comprovada a efic\u00e1cia. (Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>SEGURAN\u00c7A ALIMENTAR \u00e9 tema de semin\u00e1rio hoje no Minist\u00e9rio P\u00fablico, em Porto Alegre. O encontro tratar\u00e1 sobre fiscaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o de alimentos e riscos \u00e0 sa\u00fade. (Zero hora)<\/em>&nbsp;<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 31 de outubro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.382 &nbsp; Rebanho leiteiro da R\u00fassia alcan\u00e7a menor n\u00edvel j\u00e1 registrado A produ\u00e7\u00e3o de leite da R\u00fassia alcan\u00e7ar\u00e1 seu menor n\u00edvel <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/31\/31-10-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/10\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1304","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1304","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1304"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1304\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1304"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1304"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1304"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}