{"id":1299,"date":"2016-10-26T16:36:39","date_gmt":"2016-10-26T16:36:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/26\/26-10-2016\/"},"modified":"2016-10-26T16:36:39","modified_gmt":"2016-10-26T16:36:39","slug":"26-10-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/26\/26-10-2016\/","title":{"rendered":"26\/10\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 26 de outubro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.379<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp; &nbsp;<strong>\u00daltima semana de inscri\u00e7\u00f5es para o 2\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo<\/strong><\/div>\n<p> Quem ainda n\u00e3o inscreveu seus trabalhos no 2\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo deve se apressar. As inscri\u00e7\u00f5es est\u00e3o na \u00faltima semana e v\u00e3o at\u00e9 1\u00ba de novembro. Promovida pelo Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat), a iniciativa ir\u00e1 premiar as melhores reportagens produzidas pela m\u00eddia especializada no agroneg\u00f3cio e sobre o setor l\u00e1cteo, seu desenvolvimento tecnol\u00f3gico, avan\u00e7os produtivos edesafios. O Pr\u00eamio \u00e9 dividido em quatro categorias: m\u00eddia impressa, m\u00eddia eletr\u00f4nica, online e fotografia.<\/p>\n<p> Para participar, basta enviar os trabalhos e a documenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para o Sindilat por e-mail (imprensasindilat@gmail.com) ou entregar em m\u00e3os na sede do Sindilat (Av. Mau\u00e1, 2011\/505 - Porto Alegre), das 9h \u00e0s 18h. Todas as pe\u00e7as devem ter data de publica\u00e7\u00e3o\/veicula\u00e7\u00e3o entre 01\/12\/2015 e 01\/11\/2016. Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o (PDF para texto e foto, e link para v\u00eddeo\/\u00e1udio e web), tamb\u00e9m devem ser anexados c\u00f3pias de um documento de identidade, registro profissional e ficha de inscri\u00e7\u00e3o preenchida. Os trabalhos que n\u00e3o tiverem a expressa identifica\u00e7\u00e3o do autor dever\u00e3o remeter um atestado de autenticidade. Os finalistas ser\u00e3o divulgados at\u00e9 21 de novembro.&nbsp;A entrega da premia\u00e7\u00e3o ser\u00e1 realizada durante a festa de fim de ano do Sindilat\/RS, em 1\u00ba de dezembro, no Hotel Plaza S\u00e3o Rafael, em Porto Alegre. Maiores informa\u00e7\u00f5es podem ser obtidas no site www.sindilat.com.br. (Assessoria de Imprensa Sindilat) <\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Embrapa Gado de Leite presta homenagem ao Sindilat<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Na segunda-feira (24), durante a comemora\u00e7\u00e3o dos seus 40 anos, a &nbsp;Embrapa Gado de Leite, em Minas Gerais, homenageou o Sindicato da Ind\u00fastria dos Latic\u00ednios do RS (Sindilat) pelo trabalho em conjunto nos \u00faltimos anos. A homenagem, materializada em uma placa comemorativa, significa o reconhecimento pelo esfor\u00e7o do Sindilat\/RS na cadeia produtiva do leite ga\u00facho. O chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, ressalta que a miss\u00e3o da entidade \u00e9 ter proximidade com produtores, empres\u00e1rios e consumidores. Assim, o Sindilat e os sindicatos de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais e Goi\u00e1s, que desempenham projetos e formam uma uni\u00e3o importante para o setor l\u00e1cteo, foram escolhidos para receber as homenagens. \"Esse \u00e9 um reconhecimento pelo trabalho que o sindicato tem feito e pela sua import\u00e2ncia no setor l\u00e1cteo n\u00e3o s\u00f3 no Rio Grande do Sul como em todo o Brasil\", afirmou o presidente do Sindilat\/RS, Alexandre Guerra.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Martins ainda destaca o projeto Ideas For Milk, uma parceria entre a Embrapa Gado de Leite, o Sindilat\/RS, onze universidades brasileiras e diversas entidades leiteiras. \"\u00c9 o maior movimento de incentivo a startups do agroneg\u00f3cio, que j\u00e1 conta com 137 iniciativas inscritas.\" O projeto re\u00fane estudantes e profissionais da tecnologia da informa\u00e7\u00e3o, medicina veterin\u00e1ria, zootecnia e agronomia, que se unem para criar aplicativos, hardwares e outras v\u00e1rias ideias que beneficiem e representem o setor produtivo do leite. Oito cidades participar\u00e3o da final, que acontecer\u00e1 em Bras\u00edlia, no dia 14 de dezembro. Esse projeto \u00e9 resultado da grande aproxima\u00e7\u00e3o que o sindicato e a Embrapa est\u00e3o desenvolvendo ao longo dos anos, que aumenta a abrang\u00eancia dos seus trabalhos e os tornam mais eficientes. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<p> <strong>RS: Redu\u00e7\u00e3o de custos garante produtores na atividade leiteira<\/strong><\/p>\n<p> Garantir a qualidade do leite produzido pelas pequenas propriedades com gen\u00e9tica de ponta e redu\u00e7\u00e3o de custos, permitindo aumento de produ\u00e7\u00e3o e produtividade. Esta foi a mensagem deixada em encontro realizado na \u00faltima sexta-feira, dia 21 de outubro, organizado pelo projeto Pr\u00f3-Leite Noroeste, realizado pela Funda\u00e7\u00e3o de Capacita\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento (Funcap) em parceria com entidades como a Embrapa, para fomentar a cria\u00e7\u00e3o de um Arranjo Produtivo Local (APL) na regi\u00e3o. Na ocasi\u00e3o, t\u00e9cnicos e produtores puderam conhecer o sistema de produ\u00e7\u00e3o de propriedades rurais atendidas pelo programa.<\/p>\n<p> Uma delas foi a do produtor Valdir Justen, de Boa Vista do Buric\u00e1 (RS). Em 18 hectares, onde vive com a mulher e dois filhos, ele produz cerca de 18 litros por dia para cada vaca. No in\u00edcio do projeto eram 20 animais. Hoje a propriedade j\u00e1 conta com 35 exemplares e a meta \u00e9 chegar a 40. Justen revela que em alguns meses, aplicando a proposta, conseguiu at\u00e9 R$ 1,00 de lucro por litro de leite vendido. \"Estamos bem satisfeitos com o projeto. O que quer\u00edamos fazer na propriedade, come\u00e7amos a fazer aos poucos\", salienta.<\/p>\n<p> A Associa\u00e7\u00e3o das Pequenas Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Apil\/RS) esteve representada no evento com o seu presidente, Wlademir Dall'Bosco, al\u00e9m de t\u00e9cnicos e produtores de latic\u00ednios associados. Para o dirigente, o modelo pode ser adotado na rela\u00e7\u00e3o entre as pequenas e m\u00e9dias ind\u00fastrias e pequenos produtores fornecedores da mat\u00e9ria-prima. \"A parte importante do projeto \u00e9 que trabalha em cima de custos. O produtor precisa saber exatamente o quanto custa o litro de leite e produzir com um custo aceit\u00e1vel. N\u00e3o adianta ele produzir leite com custo elevado porque n\u00e3o conseguimos mudar o comportamento do mercado. Aqui ele consegue trabalhar com um custo que n\u00e3o ultrapasse os R$ 0,80\", ressalta.<br \/> Entre os fatores destacados por Dall'Bosco para a redu\u00e7\u00e3o dos custos est\u00e1 a forma de alimenta\u00e7\u00e3o dos animais, que \u00e9 determinante para o controle dos gastos. A alimenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 no campo, com o gado ficando cada dia dentro de um piquete e com 85% de sua alimenta\u00e7\u00e3o no pasto e eliminando custos maiores com silagem e ra\u00e7\u00e3o. \"Para as pequenas propriedades, produtores e ind\u00fastrias \u00e9 importante trabalhar nesta linha, com tecnologia e qualidade garantindo a redu\u00e7\u00e3o de custos para poder competir no mercado\", observa o dirigente.<\/p>\n<p> Segundo Diorgenes Albring, coordenador do Funcap, entidade que faz a gest\u00e3o da APL Leite Fronteira Noroeste, a proposta foi retomada em 2012, depois de uma primeira experi\u00eancia iniciada em 1992 quando tr\u00eas mil produtores foram profissionalizados. A regi\u00e3o de Santa Rosa (RS), onde est\u00e1 instalada a bacia leiteira do projeto, que compreende 20 munic\u00edpios, congrega 9,8 mil produtores de leite. Mas o dirigente acredita que pelo menos 10% j\u00e1 est\u00e3o deixando a atividade.<br \/> &nbsp; <\/p>\n<div>No projeto Pr\u00f3-Leite s\u00e3o atendidas 250 propriedades que est\u00e3o focadas no aumento de produtividade e redu\u00e7\u00e3o de custos. Albring afirma que a meta \u00e9 dobrar a produ\u00e7\u00e3o e que muitas ainda est\u00e3o no caminho certo para alcan\u00e7ar estes resultados. \"A maioria dos produtores j\u00e1 aumentou em 80% a produ\u00e7\u00e3o das propriedades, enquanto outras est\u00e3o em torno de 45% a 50%. Parece que \u00e9 pouco, mas o foco principal \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o de custo. Hoje a maioria das propriedades tem um custo de R$ 1,00 o litro, mas temos propriedades com R$ 0,80, R$ 0,70 e at\u00e9 R$ 0,45 por litro\", revela. (APIL\/RS)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div> <strong>SP: publica\u00e7\u00e3o da Embrapa orienta produtor de leite sobre gest\u00e3o da \u00e1gua<\/strong><\/p>\n<p> A ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o hidricamente corretas contribui para o pecuarista manter-se competitivo e fazer com que a produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria esteja de acordo com as exig\u00eancias das legisla\u00e7\u00f5es ambientais. A Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste disponibilizou, em outubro, um guia para auxiliar produtores, t\u00e9cnicos e gestores a manejar os recursos h\u00eddricos e conservar o meio ambiente na propriedade.<\/p>\n<p> A publica\u00e7\u00e3o \"Boas Pr\u00e1ticas H\u00eddricas na Produ\u00e7\u00e3o Leiteira\", segunda edi\u00e7\u00e3o, orienta o pecuarista na ado\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es em cada etapa do processo produtivo. Pr\u00e1ticas simples como a troca de mangueiras comuns por de press\u00e3o, capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da chuva para uso na lavagem do piso, detec\u00e7\u00e3o de vazamentos, manter os bebedouros limpos, formular e balancear corretamente as dietas dos animais podem fazer a diferen\u00e7a.<\/p>\n<p> \"As boas pr\u00e1ticas h\u00eddricas proporcionam o entendimento da \u00e1gua nas tr\u00eas dimens\u00f5es em um sistema de produ\u00e7\u00e3o animal: alimento, insumo produtivo e recurso natural. Exercitar a utiliza\u00e7\u00e3o e o manejo da \u00e1gua nestas tr\u00eas dimens\u00f5es proporcionar\u00e1 disponibilidade h\u00eddrica em quantidade e com qualidade na propriedade rural\", explica o pesquisador Julio Palhares, autor do documento. Para a implanta\u00e7\u00e3o das boas pr\u00e1ticas \u00e9 fundamental que o t\u00e9cnico e o produtor tenham os conhecimentos necess\u00e1rios ou sejam capacitados.<\/p>\n<p> No manual, a Embrapa prop\u00f5e algumas a\u00e7\u00f5es para a gest\u00e3o eficiente da \u00e1gua na propriedade e redu\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis impactos negativos no uso dos recursos h\u00eddricos. As recomenda\u00e7\u00f5es consideram a realidade da produ\u00e7\u00e3o leiteira brasileira e as legisla\u00e7\u00f5es ambientais. \"A pecu\u00e1ria leiteira pode ser pioneira na utiliza\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas h\u00eddricas, garantindo a oferta de um produto que considere os valores de seguran\u00e7a dos alimentos e de conserva\u00e7\u00e3odo meio ambiente, bem como a sa\u00fade de humanos e animais\", destaca o pesquisador. A publica\u00e7\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/pecuaria-sudeste\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1054973\/boas-praticas-hidricas-na-producao-leiteira-versao-2\">AQUI<\/a>. (Fonte: Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste)<\/p>\n<p> <strong>\u00c1frica entra no mapa das multinacionais de l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p> Na pequena propriedade familiar de Anno Walivaka, no vale abaixo do Monte Elgon, no Qu\u00eania, a produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de leite de seu punhado de vacas subiu de enos de 5 litros por animal para mais de 15 litros em dez anos. E ele est\u00e1 confiante em poder chegar, em breve, \"a 20 ou at\u00e9 25 litros\". O consumo de leite na \u00c1frica est\u00e1 entre os mais baixos do mundo, mas assim como o rendimento das vacas de Walikava, est\u00e1 em alta. Entre os que apostam na expans\u00e3o da \u00e1rea de latic\u00ednios na \u00c1frica est\u00e3o a cooperativa dinamarquesa Arla Foods e o grupo franc\u00eas Danone. Em recente visita ao Qu\u00eania, o vice\u00acpresidente executivo da Danone, Pierre\u00acAndr\u00e9 T\u00e9risse, disse que continua otimista com as perspectivas de longo prazo da companhia na regi\u00e3o, mesmo diante da recente queda nos pre\u00e7os das commodities e da baixa disponibilidade de mercados de c\u00e2mbio em alguns pa\u00edses. O executivo prev\u00ea que a receita da Danone na \u00c1frica crescer\u00e1 at\u00e9 10% ao ano at\u00e9 2020 - e na \u00c1frica Ocidental a taxa dever\u00e1 ser duas vezes maior. A estimativa de avan\u00e7o no continente \u00e9 tamb\u00e9m duas vezes superior ao ritmo global previsto. Em 2015, a receita da Danone na \u00c1frica foi de \u20ac 1,4 bilh\u00e3o. A Arla Foods \u00e9 outra com grandes expectativas. Sua meta \u00e9 quintuplicar a receita na \u00c1frica Subsaariana em cinco anos, de \u20ac 90 milh\u00f5es, em 2015, para \u20ac 460 milh\u00f5es, em 2020.&nbsp;<\/p>\n<p> No ano passado, a cooperativa criou empreendimentos conjuntos no Senegal e na Nig\u00e9ria para melhorar sua rede de distribui\u00e7\u00e3o e fomentar a expans\u00e3o na \u00c1frica Ocidental. Analistas dizem que apesar dos obst\u00e1culos representados pelo clima e pela baixa renda, a demanda potencial por latic\u00ednios na \u00c1frica \u00e9 consider\u00e1vel. Seu consumo anual per capita \u00e9 de 37 litros, ante a m\u00e9dia mundial de 104 litros, segundo o Banco Mundial. E a popula\u00e7\u00e3o da \u00c1frica Subsaariana dever\u00e1 dobrar at\u00e9 2050 e se tornar mais pr\u00f3spera. Segundo Kevin Bellamy, especialista do Rabobank nesse mercado, a \"\u00c1frica est\u00e1 definitivamente no mapa dos latic\u00ednios\". Ele destacou que forma firmados 14 acordos de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es no segmento na regi\u00e3o no ano passado. Esse interesse \u00e9 incentivado, em parte, pela desacelera\u00e7\u00e3o na China, que levou empresas a buscarem outros pa\u00edses em desenvolvimento para crescer. Ao mesmo tempo, a tend\u00eancia \u00e9 de aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa ap\u00f3s o fim das cotas restritivas da Uni\u00e3o Europeia, em 2015. Mas h\u00e1 problemas: neste ano, o baixo pre\u00e7o do petr\u00f3leo e a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar coibiram alguns neg\u00f3cios. A Danone, cuja primeira aquisi\u00e7\u00e3o no continente foi no Marrocos, em 1953, investiu \u20ac 1 bilh\u00e3o na \u00c1frica nos \u00faltimos dois anos, expandindo sua rede pelo continente. Neste ano, tornou\u00acse acionista majorit\u00e1ria da Fan Milk, que atua na \u00c1frica Ocidental, e comprou a Halayeb, uma das mais antigas produtoras de queijo no Egito. Antes, j\u00e1 havia adquirido, por \u20ac 30 milh\u00f5es, 40% da Brookside Dairy, empresa queniana que processa e vende latic\u00ednios na \u00c1frica Oriental.&nbsp;<\/p>\n<p> Analistas acreditam que a Danone vai direcionar a Fan Milk sobretudo para a \u00e1rea de iogurtes, com a inten\u00e7\u00e3o de aumentar as vendas na Nig\u00e9ria, onde os produtos representaram 20% das vendas de latic\u00ednios em 2014 \u00ac que no total alcan\u00e7aram US$ 2,6 bilh\u00f5es naquele ano, conforme o Rabobank. \"O iogurte \u00e9 um neg\u00f3cio de alta margem e est\u00e1 alinhado \u00e0s atuais tend\u00eancias a favor dos produtos saud\u00e1veis. O consumo na Nig\u00e9ria, sob condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas normais, vai aumentar\", diz Miguel Azevedo, analista do Citigroup A compra da participa\u00e7\u00e3o na Brookside, na qual a fam\u00edlia do presidente do Qu\u00eania, Uhuru Kenyatta, tem participa\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria, representa um trampolim para impulsionar a expans\u00e3o. Em 2015, a Brookside adquiriu a empresa de latic\u00ednios ugandense Sameer Agriculture and Lives\u037e neste ano, comprou participa\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria na Inyange, uma empresa de latic\u00ednios, sucos e \u00e1guas, em Ruanda. Parte desse \"sucesso\" da Danone pode ser creditada a uma \"revolu\u00e7\u00e3o\" iniciada h\u00e1 18 meses, quando as opera\u00e7\u00f5es africanas foram tiradas de suas respectivas divis\u00f5es de produtos e colocadas em uma nova unidade com base geogr\u00e1fica, a \u00fanica do tipo no grupo franc\u00eas. A estrat\u00e9gia contrasta com a de outras rivais, como a Nestl\u00e9, que agrupa a \u00c1frica Subsaariana com a \u00c1sia e Oceania e a \u00c1frica Setentrional com Europa e Oriente M\u00e9dio. Uma parte central da estrat\u00e9gia da Danone na \u00c1frica, diz o vice\u00acpresidente T\u00e9risse, \u00e9 ter \"produtos que sejam feitos por africanos, para africanos\". \"Ent\u00e3o, em vez de fazer iogurtes frescos, vamos pensar em longa vida (...). \"Em vez de potes legais, vamos pensar em sach\u00eas.. Em vez de apenas latic\u00ednios, vamos pensar em cereais, j\u00e1 que h\u00e1 muitas tradi\u00e7\u00f5es na \u00c1frica de mistura de cereais e latic\u00ednios\". A Danone tamb\u00e9m quer usar o continente como \"laborat\u00f3rio\". \"O problema da Europa e de muitas partes do mundo \u00e9 que, quando voc\u00ea muda, h\u00e1 muito a perder. Na \u00c1frica, se mudarmos, n\u00e3o temos tanto a perder, mas temos muito a ganhar\", diz T\u00e9risse. (Valor Econ\u00f4mico)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div>\n<div><em>Atividade leiteira em Picada Caf\u00e9 \u00e9 discutida em encontro<\/em><\/div>\n<div><em>Na tarde desta segunda-feira (24\/10), a equipe da Emater\/RS-Ascar de Picada Caf\u00e9 esteve reunida com o grupo de agricultores familiares que desenvolvem a atividade leiteira no munic\u00edpio, para tratar de diversos assuntos. O encontro aconteceu na propriedade de Jo\u00e3o Carlos Federhen, na localidade de Joaneta, e tamb\u00e9m contou com a presen\u00e7a do prefeito em exerc\u00edcio, Daniel R\u00fcckert. Inicialmente, o engenheiro agr\u00f4nomo da Emater\/RS-Ascar, Rafael Hoss, exp\u00f4s o cen\u00e1rio da atividade leiteira e sua contextualiza\u00e7\u00e3o em n\u00edvel de mundo, pa\u00eds, estado e, por fim, a caracteriza\u00e7\u00e3o da atividade no munic\u00edpio de Picada Caf\u00e9, feita a partir do diagn\u00f3stico realizado nas propriedades, atrav\u00e9s do qual foi poss\u00edvel apontar algumas potencialidades e gargalos existentes na atividade leiteira. Ap\u00f3s, o assistente t\u00e9cnico do Escrit\u00f3rio Regional da Emater\/RS-Ascar de Caxias do Sul, Jo\u00e3o Carlos da Luz, tratou de uma das principais dificuldades da atividade leiteira levantadas no diagn\u00f3stico: a sanidade do rebanho, especificamente o problema frequente da mastite, que traz grandes preju\u00edzos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o leiteira. No encontro, tamb\u00e9m foi apresentado o Programa de Gest\u00e3o Sustent\u00e1vel da Agricultura Familiar, do governo do Estado: seus objetivos, abrang\u00eancia em Picada Caf\u00e9 e, principalmente, a necessidade dos agricultores realizarem a gest\u00e3o de suas propriedades, identificando assim os custos de produ\u00e7\u00e3o de cada atividade que desenvolvem.Para a extensionista social da Emater\/RS-Ascar de Picada Caf\u00e9, Elisete Benke, esses encontros permitem a troca de experi\u00eancias entre as fam\u00edlias e a possibilidade de, junto com a Extens\u00e3o Rural e Social, buscar alternativas para superar as dificuldades enfrentadas. A proposta feita aos agricultores \u00e9 de que a\u00e7\u00f5es que envolvem a agricultura familiar, especialmente os produtores de leite, tenham continuidade no pr\u00f3ximo ano, com mais encontros peri\u00f3dicos como este. (Emater - RS)<\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 26 de outubro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.379 &nbsp; &nbsp; &nbsp;\u00daltima semana de inscri\u00e7\u00f5es para o 2\u00ba Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo Quem ainda n\u00e3o inscreveu seus trabalhos no <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/26\/26-10-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/10\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1299","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1299","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1299"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1299\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1299"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1299"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1299"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}