{"id":12977,"date":"2023-10-17T18:32:36","date_gmt":"2023-10-17T18:32:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=12977"},"modified":"2023-10-17T20:25:35","modified_gmt":"2023-10-17T20:25:35","slug":"17-10-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/10\/17\/17-10-2023\/","title":{"rendered":"17\/10\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 17 de outubro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.005<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Estudo reafirma a \u2018tropicaliza\u00e7\u00e3o\u2019 de c\u00e1lculos sobre emiss\u00f5es no agro<\/b><\/p>\n<p>Estudo do Observat\u00f3rio da Bioeconomia da FGV recomenda que o Brasil apresente suas m\u00e9tricas de emiss\u00e3o da agropecu\u00e1ria para se posicionar como l\u00edder da agricultura sustent\u00e1vel<\/p>\n<p>Um touro criado no Brasil emite 72 quilos de metano anualmente. Um boi com mais de dois anos de idade, n\u00e3o confinado, emite entre 63 kg a 72 kg de metano anuais, dependendo do Estado da Federa\u00e7\u00e3o em que est\u00e1 sendo criado.<\/p>\n<p>Um bezerro emite 34 kg se tiver menos de um ano, mas ser\u00e3o 52 kg aos dois anos. Vaca de leite, depende \u2014 se for de baixa produ\u00e7\u00e3o, entre 81 e 93 quilos, e a de alta produ\u00e7\u00e3o, entre 60 a 96 quilos. Essas informa\u00e7\u00f5es demonstram que padr\u00f5es de emiss\u00e3o da agropecu\u00e1ria brasileira foram tropicalizados h\u00e1 anos e s\u00e3o diferentes dos preconizados por organismos internacionais.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte de uma acurada an\u00e1lise de pesquisadores do Observat\u00f3rio de Bioeconomia do Centro de Estudos do Agroneg\u00f3cio da FGV. O estudo organiza m\u00e9tricas de emiss\u00f5es de gases-estufa na agropecu\u00e1ria brasileira e derruba argumentos do setor para ter reivindicado sua exclus\u00e3o do Projeto de Lei 412\/2022, que regulamenta o mercado de carbono no Brasil e avan\u00e7ou no Senado h\u00e1 dez dias.<\/p>\n<p>Na introdu\u00e7\u00e3o de suas 85 p\u00e1ginas, o estudo \u201cQuantifica\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de GEE no setor agropecu\u00e1rio: Fatores de emiss\u00e3o, m\u00e9tricas e metodologias\u201d faz uma apresenta\u00e7\u00e3o de como funciona o sistema do Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica (IPCC) da ONU, mostra as disparidades com o sistema nacional e indica os gargalos e desafios para que o invent\u00e1rio de emiss\u00f5es do pa\u00eds avance.<\/p>\n<p>\u201cO debate sobre o mercado de carbono explodiu, e come\u00e7aram a falar coisas equivocadas sobre as emiss\u00f5es brasileiras do agro\u201d, afirma Eduardo Assad, pesquisador do Observat\u00f3rio da Bioeconomia e coordenador do estudo.<\/p>\n<p>\u201cDisseram que os fatores de emiss\u00e3o no Brasil n\u00e3o s\u00e3o tropicalizados, mas isso ocorre h\u00e1 mais de 20 anos. Falaram que as m\u00e9tricas que usamos n\u00e3o s\u00e3o corretas e que t\u00eam que estar de acordo com as metodologias internacionais\u201d, continua Assad, arquiteto do Plano ABC, da Agricultura de Baixo Carbono. \u201cOu que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel medir quanto emitem as vacas, o que \u00e9 mentira\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA primeira mensagem do estudo \u00e9 que os fatores de emiss\u00e3o do Brasil est\u00e3o tropicalizados h\u00e1 muito tempo. A segunda, que temos ferramentas importantes que permitem calcular as pegadas de carbono e emiss\u00f5es em qualquer setor da agropecu\u00e1ria brasileira sem precisar recorrer a mecanismos e calculadoras estrangeiras\u201d, diz.<\/p>\n<p>Assad foi o coordenador t\u00e9cnico do \u00faltimo invent\u00e1rio nacional das emiss\u00f5es de gases-estufa, de 2020, um compromisso que o Brasil assumiu na Conven\u00e7\u00e3o da Mudan\u00e7a do Clima da ONU. \u201cFoi um trabalho enorme, que embasou a 4\u00aa Comunica\u00e7\u00e3o Nacional do Brasil \u00e0 ONU e envolveu 300 pesquisadores\u201d, lembra.<\/p>\n<p>O estudo de agora retoma as informa\u00e7\u00f5es do invent\u00e1rio e as relaciona com m\u00e9tricas internacionais. \u201c\u00c9 uma esp\u00e9cie de freio de arruma\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso colocar equil\u00edbrio na discuss\u00e3o. Prejudica o mercado n\u00e3o existir valida\u00e7\u00e3o desses dados e m\u00e9tricas, que t\u00eam robustez cient\u00edfica\u201d, diz Assad.<\/p>\n<p>O estudo indica discrep\u00e2ncias no uso de r\u00e9guas internacionais de medi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s nacionais. O IPCC, por exemplo, considera que os bois emitem 56 quilos de metano por animal ao ano, \u201cdo Oiapoque ao Chu\u00ed, enquanto n\u00f3s trabalhamos com boi de mais de 2 anos, boi at\u00e9 2 anos, bezerros. E vamos criando categorias para demonstrar quanto realmente a pecu\u00e1ria emite no Brasil\u201d, continua. O \u00edndice do IPCC \u00e9 \u00fanico para toda a produ\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>\u201cO estudo mostra como \u00e9 complexo mensurar um sistema que \u00e9 t\u00e3o heterog\u00eaneo\u201d, diz a bi\u00f3loga Camila Genaro Estevam, tamb\u00e9m pesquisadora do Observat\u00f3rio e autora do estudo. \u201cCriar um boi no Par\u00e1 \u00e9 diferente de criar um boi no Rio Grande do Sul. Mas o IPCC tem um n\u00famero de fator de emiss\u00e3o para fermenta\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica que \u00e9 \u00fanico para todas as classes de bovinos\u201d, explica.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s, contudo, observamos ra\u00e7as diferentes, que ter\u00e3o alimenta\u00e7\u00e3o diferente, estar\u00e3o em sistemas produtivos diferentes. Podem estar em uma pastagem bem manejada ou em uma degradada, ter um tipo de alimenta\u00e7\u00e3o com aditivo alimentar, como no Rio Grande do Sul, ou ser um boi que se alimenta exclusivamente de pasto, como no Par\u00e1. Isso d\u00e1 diferen\u00e7a nas emiss\u00f5es\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Outra distor\u00e7\u00e3o, observa Camila Estevam, est\u00e1 no c\u00e1lculo das emiss\u00f5es da soja. As m\u00e9tricas do IPCC podem estimar emiss\u00f5es tr\u00eas vezes superiores aos c\u00e1lculos dos valores nacionais. O ponto da disc\u00f3rdia \u00e9 o uso de nitrog\u00eanio, fertilizante de alta emiss\u00e3o. \u201cOs c\u00e1lculos do IPCC consideram que usamos nitrog\u00eanio, mas a soja brasileira usa fixa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica de nitrog\u00eanio, que \u00e9 pr\u00e1tica sustent\u00e1vel, assim como o plantio direto\u201d, esclarece Assad.<\/p>\n<p>A terceira mensagem do estudo \u00e9 pressionar \u00f3rg\u00e3os internacionais a reconhecerem as m\u00e9tricas e pr\u00e1ticas adaptadas \u00e0 realidade tropical. \u201cO Brasil deve se posicionar como l\u00edder da agricultura sustent\u00e1vel, apresentando um conjunto claro de crit\u00e9rios e m\u00e9tricas de emiss\u00e3o\u201d, recomenda o estudo. (Globo Rural via Valor)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Gdt - Global Dairy Trade<br \/>\n<\/b><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/euige4ABF0112\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/euige4ABF0112\">Fonte: Gdt - Global Dairy Trade adaptado pelo SINDILAT\/RS<\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONSUMO DE LEITE | LEITE: IMPORTANTE EM TODAS AS FASES DA VIDA, MAS NA INF\u00c2NCIA \u00c9 ESSENCIAL<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nutricionista explica como o baixo consumo desse alimento pode comprometer o desenvolvimento da crian\u00e7a e empres\u00e1rio, que atua no mercado leiteiro h\u00e1 40 anos, fala sobre a evolu\u00e7\u00e3o deste produto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma prote\u00edna barata, de f\u00e1cil acesso e fonte de importantes subst\u00e2ncias essenciais ao organismo humano como vitamina A, vitaminas B1 e B2, c\u00e1lcio e f\u00f3sforo.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o leite, um alimento rico e que acompanha a grande maioria das pessoas da inf\u00e2ncia \u00e0 melhor idade. Mas \u00e9 quando somos crian\u00e7as que essa bebida t\u00e3o consumida no mundo se torna mais importante ainda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com a nutricionista Marinna Reis, o leite, incluindo o de vaca que \u00e9 o mais consumido no mundo, traz v\u00e1rios benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade e ao desenvolvimento infantil. \u201c\u00c9 uma prote\u00edna que ajuda principalmente no fortalecimento muscular e no crescimento da crian\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o leite \u00e9 uma excelente fonte de micronutrientes como a vitamina A, que na fase da inf\u00e2ncia \u00e9 extremamente relevante, porque \u00e9 um nutriente que est\u00e1 ligado a fun\u00e7\u00f5es importantes do corpo, como os sentidos (a vis\u00e3o em especial), ao crescimento de \u00f3rg\u00e3os e tecidos e ao fortalecimento da imunidade\u201d, explica a nutricionista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Marinna alerta que a falta do leite na inf\u00e2ncia, pode causar alguns atrasos no desenvolvimento da crian\u00e7a. \u201cA falta do leite nesta fase da vida prejudica muito, principalmente se a crian\u00e7a n\u00e3o tiver uma alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada. Sem ele, temos que pensar em uma f\u00f3rmula para suprir todos os nutrientes que o leite traz, como: uma boa quantidade de vitamina D, Vitamina A, c\u00e1lcio e outros\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Evolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Mas o leite para ser consumido em larga escala como \u00e9 hoje passou por um longo processo de evolu\u00e7\u00e3o. O que o diga quem hoje \u00e9 respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o deste alimento, como o empres\u00e1rio e industrial Andr\u00e9 Luiz Rodrigues Junqueira, presidente do grupo Marajoara Latic\u00ednios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ele explica que por ser um alimento de origem animal, o leite de vaca e seus derivados precisam atender a um extenso e rigoroso conjunto de normas sanit\u00e1rias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cDa ordenha at\u00e9 seu envase na f\u00e1brica e tamb\u00e9m o seu transporte e armazenamento. De fato, s\u00e3o muitos cuidados que precisam ser tomados, mas essenciais para que o leite chegue pronto e seguro para consumo de todos, inclusive das crian\u00e7as\u201d, afirma o empres\u00e1rio, cuja fam\u00edlia h\u00e1 mais de 40 anos atua no mercado leiteiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Andr\u00e9 Luiz Rodrigues, o leite chegou ao alto padr\u00e3o de seguran\u00e7a alimentar que tem hoje gra\u00e7as \u00e0 moderniza\u00e7\u00e3o dos seus processos industriais de beneficiamento. \u201c\u00c9 um produto que passou a ser totalmente seguro para o consumo quando come\u00e7ou a ser produzido em escala industrial, pois dessa forma \u00e9 poss\u00edvel acompanhar o padr\u00e3o de qualidade exigido pelas normas sanit\u00e1rias que temos no pa\u00eds\u201d,<\/p>\n<p>ressalta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Andr\u00e9 explica que essa evolu\u00e7\u00e3o do leite como produto est\u00e1 presente especialmente nos m\u00e9todos de conserva\u00e7\u00e3o. \u201cHoje, os modernos processos de pasteuriza\u00e7\u00e3o e de esteriliza\u00e7\u00e3o, por meio do m\u00e9todo UHT [da sigla em ingl\u00eas para Ultra High Temperature], garantem um produto est\u00e9ril de quaisquer microorganismos nocivos \u00e0 sa\u00fade e, ao mesmo tempo mant\u00eam as caracter\u00edsticas essenciais de nutri\u00e7\u00e3o e sabor\u201d, esclarece o industrial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O executivo do Grupo Marajoara ressalta ainda que o leite \u00e9 ainda um dos poucos alimentos produzidos em larga escala que \u00e9 100% natural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ele explica que a legisla\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria brasileira n\u00e3o permite a adi\u00e7\u00e3o de nenhum tipo de conservante ao leite, o que faz do alimento uma op\u00e7\u00e3o ainda mais saud\u00e1vel, tanto para adultos quanto para crian\u00e7as. \u201c\u00c9 um alimento completo, de alto valor nutricional, totalmente seguro para o consumo, desde que passe por todas as etapas de processamento, e altamente acess\u00edvel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\u201d, destaca Andr\u00e9 Luiz. (Compre Rural)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo recebe inscri\u00e7\u00f5es at\u00e9 01\/11<br \/>\n<\/b>Est\u00e1 chegando ao fim o prazo para a inscri\u00e7\u00e3o de trabalhos na 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo. As cria\u00e7\u00f5es que abordem a tem\u00e1tica do leite podem ser enviadas ao Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS) at\u00e9 o dia 1 de novembro.&nbsp;S\u00e3o tr\u00eas as categorias em disputa: Impresso, Eletr\u00f4nico e On-line. Os primeiros lugares receber\u00e3o como pr\u00eamio um trof\u00e9u e um celular Iphone. Os segundos e terceiros classificados receber\u00e3o um trof\u00e9u de coloca\u00e7\u00e3o. Para se inscrever \u00e9 necess\u00e1rio enviar c\u00f3pia da mat\u00e9ria, al\u00e9m de documento de identidade, registro profissional e ficha de inscri\u00e7\u00e3o preenchida e assinada ao e-mail imprensasindilat@gmail.com. O link est\u00e1 dispon\u00edvel abaixo, juntamente com o de acesso ao Regulamento completo. Realizada anualmente, a distin\u00e7\u00e3o ir\u00e1 premiar os melhores trabalhos que tenham sido produzidos no prazo entre 02\/11\/22 e 01\/11\/23. N\u00e3o h\u00e1 limite de n\u00famero de publica\u00e7\u00f5es a serem inscritas pelos candidatos e cada uma deve ser protocolada separadamente. A divulga\u00e7\u00e3o dos finalistas est\u00e1 prevista para acontecer at\u00e9 o dia 25 de novembro.&nbsp;Regulamento&nbsp;<a href=\"http:\/\/regulamento%20aqui.xn--%20%20ficha%20de%20inscrio%20aqui-50c3l.\/\" data-cke-saved-href=\"http:\/\/Regulamento aqui. Ficha de inscri\u00e7\u00e3o aqui.\">aqui<\/a>. Ficha de inscri\u00e7\u00e3o&nbsp;<a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1MEaXJpEc_Frw-BqjGF2XR1SXOEv-tBYE\/view\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1MEaXJpEc_Frw-BqjGF2XR1SXOEv-tBYE\/view\">aqui<\/a>. (SINDILAT\/RS)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 17 de outubro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.005 Estudo reafirma a \u2018tropicaliza\u00e7\u00e3o\u2019 de c\u00e1lculos sobre emiss\u00f5es no agro Estudo do Observat\u00f3rio da Bioeconomia da FGV recomenda que <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/10\/17\/17-10-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/10\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-12977","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12977","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12977"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12977\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12985,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12977\/revisions\/12985"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12977"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12977"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12977"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}