{"id":1297,"date":"2016-10-25T17:22:50","date_gmt":"2016-10-25T17:22:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/25\/25-10-2016\/"},"modified":"2016-10-25T17:22:50","modified_gmt":"2016-10-25T17:22:50","slug":"25-10-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/25\/25-10-2016\/","title":{"rendered":"25\/10\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 25 de outubro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.378<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp; <strong>Pre\u00e7o do leite atinge extremos em 2016<\/strong><\/p>\n<p> Direto de Santa Maria (RS), onde acontece o 2\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite, o presidente do Sindilat\/RS, Alexandre Guerra, diz que este ano foi at\u00edpico para o setor. No primeiro semestre, os pre\u00e7os atingiram patamares hist\u00f3ricos, e no segundo semestre, quando a produ\u00e7\u00e3o reagiu e as importa\u00e7\u00f5es foram maiores do que era necess\u00e1rio, os pre\u00e7os diminu\u00edram de forma intensa. Os extremos prejudicam o produtor, que n\u00e3o consegue fazer o planejamento, e tamb\u00e9m prejudica a ind\u00fastria, que n\u00e3o consegue garantir suas margens e viabilizar seus neg\u00f3cios. Para assistir a entrevista, <a href=\"http:\/\/www.canalrural.com.br\/videos\/mercado-e-cia\/preco-leite-atinge-extremos-2016-75456\">CLIQUE AQUI<\/a>. (Canal Rural)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Produtores pedem pre\u00e7o m\u00ednimo para o leite<\/strong><\/p>\n<p> Entidades que representam os produtores de leite do Rio Grande do Sul querem que seja institu\u00eddo um pre\u00e7o m\u00ednimo para a mat\u00e9ria-prima, como forma de acabar com a constante oscila\u00e7\u00e3o do valor pago ao produtor. A proposta foi colocada na pauta do 2\u00ba F\u00f3rum do Leite, em Santa Maria (RS), nesta segunda-feira, dia 24. Atualmente, o valor \u00e9 balizado de forma geral pelas informa\u00e7\u00f5es repassadas pelas ind\u00fastrias. No entanto, o secret\u00e1rio-geral da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura no estado (Fetag), Pedro Signori, afirma que o pre\u00e7o \u00e9 formado apenas por 50% da produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha de leite. \"Com o pre\u00e7o m\u00ednimo, ningu\u00e9m recebe menos do que isso e voc\u00ea agrega qualidade e sanidade dos animais\". Para assistir a entrevista, <a href=\"http:\/\/www.canalrural.com.br\/noticias\/rural-noticias\/produtores-pedem-preco-minimo-para-leite-64398\">CLIQUE AQUI<\/a>.&nbsp;<\/p>\n<p> O produtor Daniel Kraetzig, de Jaguari (RS), mant\u00e9m um rebanho de apenas oito vacas. Recebendo 30% a menos pelo litro de leite - que n\u00e3o passa de R$ 0,95 na regi\u00e3o -, ele teve que apertar os custos, reduzindo gastos com alimenta\u00e7\u00e3o. \"Hoje, s\u00f3 na base da pastagem. M\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de dar ra\u00e7\u00e3o\", diz.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Reidrata\u00e7\u00e3o<\/span><br \/> A ind\u00fastria sugere a inclus\u00e3o de um par\u00e1grafo na portaria do Minist\u00e9rio da Agricultura garantindo que o leite em p\u00f3, s\u00f3 possa ser reidratado a partir de mat\u00e9ria-prima produzida no Brasil. Para o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Derivados (Sindilat), Darlan Palharini, hoje a restri\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 clara. (Canal Rural)&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div> <strong>Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 40&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> N\u00e3o surtiu nenhum efeito positivo para os produtores de leite goianos e nacionais as altera\u00e7\u00f5es propostas pelo Governo Federal na Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 40, de 20 de outubro de 2016, que altera o artigo 1\u00ba da Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 26 do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), que trata da reconstitui\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 para a produ\u00e7\u00e3o de leite longa vida (UHT) e leite pasteurizado para atender o abastecimento p\u00fablico na regi\u00e3o de desenvolvimento do Nordeste (Sudene).<\/p>\n<p> Segundo o gerente de Estudos T\u00e9cnicos e Econ\u00f4micos da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria de Goi\u00e1s (Faeg), Edson Novaes, a diferen\u00e7a da (IN) 26 para a (IN) 40 \u00e9 que, a partir de agora, somente pode ser reconstitu\u00eddo o leite em p\u00f3 oriundo de mat\u00e9ria-prima (leite) com origem em estabelecimento industrial registrado no Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF), localizado em territ\u00f3rio nacional. \"Entre outras palavras, continua autorizada a reconstitui\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 para a produ\u00e7\u00e3o de leite longa vida. Com isso, n\u00e3o se pode mais reconstituir o leite em p\u00f3 oriundo de importa\u00e7\u00f5es\".<\/p>\n<p> Ele explica que h\u00e1 alguns aspectos que tornam essa medida praticamente in\u00f3cua para os produtores de leite nacionais. A primeira delas \u00e9 de que no Brasil n\u00e3o existem, atualmente, grandes estoques de leite em p\u00f3 de origem nacional para serem reconstitu\u00eddos. \"O grande volume de leite em p\u00f3 que temos hoje, no Brasil, foi internalizado, provenientes da Argentina, Uruguai ou de outros pa\u00edses\", destaca.<\/p>\n<p> Outro aspecto que faz com que essa medida n\u00e3o tenha resultado esperado, de acordo com S\u00e9rgio, \u00e9 a estrutura deficit\u00e1ria do Mapa para fiscalizar se as ind\u00fastrias est\u00e3o realmente reconstituindo o leite em p\u00f3 de leite de origem nacional ou n\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o de leite longa vida. \"E a terceira e mais importante quest\u00e3o \u00e9 que, mesmo com a queda de produ\u00e7\u00e3o de leite ocasionada em alguns estados brasileiros no primeiro semestre deste ano, n\u00e3o faltou leite para atender o mercado brasileiro e em espec\u00edfico a regi\u00e3o nordeste. O leite produzido pelos produtores nacionais atende perfeitamente \u00e0 demanda nacional\", explica.<\/p>\n<p> S\u00e9rgio acrescenta que essa altera\u00e7\u00e3o da (IN) 40 s\u00f3 atende os interesses comerciais das ind\u00fastrias, uma vez que n\u00e3o faz sentido produzir leite em p\u00f3 para depois reconstitu\u00ed-lo em leite longa vida, j\u00e1 que os pre\u00e7os pagos internamente para a produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 s\u00e3o os mesmos pagos para se produzir o leite longa vida. \"O que se percebe \u00e9 a manuten\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica para que as ind\u00fastrias continuem a reconstituir o grande volume de leite em p\u00f3 importado e que foram importados com valores menores aos pagos aos produtores goianos\", enfatiza.<\/p>\n<p> Por fim, S\u00e9rgio avalia que o que \u00e9 necess\u00e1rio para que n\u00e3o haja mais preju\u00edzos e para que os produtores nacionais n\u00e3o continuem saindo da atividade, \u00e9 a revoga\u00e7\u00e3o imediata da (IN)26, e agora da (IN)40, para que os produtores de Goi\u00e1s e do Brasil possam voltar novamente a serem estimulados a investir e a produzir leite para que possamos n\u00e3o s\u00f3 abastecer o mercado interno, mas gerar excedentes export\u00e1veis ao inv\u00e9s de importarmos. (Faeg)<\/p>\n<p> <strong>Pesquisador exp\u00f5e dados da produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong><\/p>\n<p> Na primeira palestra da Agrotecnoeste 2016, o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Lorildo Aldo Stock, comentou diversos dados sobre o mercado de leite, tratando de quest\u00f5es como consumo, produ\u00e7\u00e3o, competitividade e efici\u00eancia. A palestra aconteceu nesta quinta-feira, 20, no audit\u00f3rio central.<\/p>\n<p> Segundo ele, h\u00e1 uma crescente demanda por produtos l\u00e1cteos que n\u00e3o corresponde \u00e0 velocidade de crescimento da produ\u00e7\u00e3o, o que encarece o produto para o consumidor. Um dos fatores que explica esse crescimento no cen\u00e1rio internacional \u00e9 o consumo de produtos como queijos, iogurtes e at\u00e9 soro em p\u00f3 por pa\u00edses que tradicionalmente n\u00e3o consumiam esses alimentos.<br \/> Com rela\u00e7\u00e3o ao Brasil, Lorildo apresentou dados sobre a produ\u00e7\u00e3o, conforme as regi\u00f5es e tamb\u00e9m de acordo com o tamanho dos rebanhos por produtor. As regi\u00f5es que mais produzem leite s\u00e3o o sul e sudeste do Brasil.<\/p>\n<p> J\u00e1 a an\u00e1lise da estrutura produtiva revela um cen\u00e1rio de concentra\u00e7\u00e3o. De acordo com os dados apresentados, o pa\u00eds tem cerca de um milh\u00e3o de produtores de leite e, deste total, 800 mil s\u00e3o pequenos produtores, com at\u00e9 30 vacas. No entanto, eles respondem por apenas 20% da produ\u00e7\u00e3o. Por outro lado, 200 mil m\u00e9dios e grandes produtores respondem por 80% do leite produzido no Brasil. \"E essa concentra\u00e7\u00e3o tende a aumentar: a cada dia mais e mais produtores saem do mercado de leite\", concluiu. (Da assessoria de imprensa do Campus Ipor\u00e1 do IF Goiano). (Fonte: Oeste Goiano)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">EUA: Wisconsin perdeu quase 400 fazendas leiteiras desde 2015<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, perdeu quase 400 fazendas leiteiras no ano passado, de acordo com o \u00faltimo relat\u00f3rio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) - que mostrou que pouco mais de 9.400 rebanhos leiteiros estavam ativos no estado em 1 de outubro, 4% a menos que em 2015.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, o presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Neg\u00f3cios Leiteiros de Wisconsin, Gordon Speirs, disse que a perda deste ano \u00e9 positiva comparada com os decl\u00ednios nos anos anteriores. \"Esse \u00e9 um dos menores (decl\u00ednios) em minha mem\u00f3ria e acho que \u00e9 uma vit\u00f3ria real para nossa ind\u00fastria, considerando os desafios econ\u00f4micos que tivemos no \u00faltimo ano e meio com os baixos pre\u00e7os do leite\", disse Speirs, que \u00e9 propriet\u00e1rio e opera na Shiloh Dairy, em Brillion. \"H\u00e1 n\u00e3o muitos anos atr\u00e1s, perd\u00edamos 600, 800 e at\u00e9 1.000 por ano\".&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">O n\u00famero de rebanhos leiteiros vem declinando nos \u00faltimos 40 anos, \u00e0 medida que mais produtores se aposentam sem que tenha algu\u00e9m para cuidar de sua opera\u00e7\u00e3o, disse Speirs. \"As pessoas envelhecem, seus filhos n\u00e3o est\u00e3o interessados em continuar o neg\u00f3cio da fam\u00edlia e est\u00e3o deixando a ind\u00fastria\". O n\u00famero de vacas leiteiras em Wisconsin continuou muito est\u00e1vel nos \u00faltimos anos. Speirs disse que muitos produtores de leite aumentaram suas opera\u00e7\u00f5es enquanto outros deixaram a ind\u00fastria. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do http:\/\/www.wiscontext.org, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 25 de outubro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.378 &nbsp; &nbsp; Pre\u00e7o do leite atinge extremos em 2016 Direto de Santa Maria (RS), onde acontece o 2\u00ba F\u00f3rum Itinerante <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/25\/25-10-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/10\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1297","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1297","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1297"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1297\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1297"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1297"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1297"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}