{"id":12921,"date":"2023-10-06T19:03:21","date_gmt":"2023-10-06T19:03:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=12921"},"modified":"2023-10-06T19:09:49","modified_gmt":"2023-10-06T19:09:49","slug":"06-10-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/10\/06\/06-10-2023\/","title":{"rendered":"06\/10\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 06 de outubro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.001<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Camex \u00e9 convocada pela C\u00e2mara para falar sobre importa\u00e7\u00f5es de leite no Pa\u00eds<\/b><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAs importa\u00e7\u00f5es de leite no Pa\u00eds ser\u00e3o tema de audi\u00eancia p\u00fablica da Comiss\u00e3o de Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os da C\u00e2mara dos Deputados na pr\u00f3xima ter\u00e7a-feira (10). A C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior (Camex) foi convocada para o encontro, proposto pelo deputado Heitor Schuch (PSB\/RS), para explicar o aumento expressivo na entrada de l\u00e1cteos no Brasil neste ano, oriundos principalmente do Mercosul. Este \u00e9 o principal fator apontado para a queda nos pre\u00e7os do leite aos produtores que resultam na maior crise j\u00e1 enfrentada pelo setor.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDe acordo com o Agrostat, plataforma de dados de com\u00e9rcio exterior do Minist\u00e9rio da Agricultura, a importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 da Argentina e do Uruguai aumentou mais de quatro vezes entre janeiro e maio deste ano na compara\u00e7\u00e3o com os cinco primeiros meses de 2022. Em junho, foram importadas 72,8 mil toneladas do produto contra 16,9 mil toneladas no mesmo per\u00edodo do ano passado. Em termos de valores, as importa\u00e7\u00f5es passaram de US$ 62,8 milh\u00f5es para mais de US$ 282,1 milh\u00f5es na compara\u00e7\u00e3o entre os mesmos per\u00edodos (janeiro a maio) de 2022 e 2023.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nConforme Schuch, a ind\u00fastria de latic\u00ednios desempenha papel fundamental na economia brasileira, gerando empregos, fomentando o desenvolvimento rural e garantindo o fornecimento de alimento essencial \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. \"\u00c9 urgente, portanto, que sejam debatidos os efeitos dessas importa\u00e7\u00f5es desenfreadas e suas consequ\u00eancias no mercado interno. E, tamb\u00e9m, abordar as regulamenta\u00e7\u00f5es vigentes com objetivo de promover um mercado justo e equilibrado\" afirma o deputado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAl\u00e9m da secret\u00e1ria Executiva da Camex, Marcela Carvalho, estar\u00e3o presentes na audi\u00eancia representantes dos minist\u00e9rios do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio, da Agricultura e do Desenvolvimento Agr\u00e1rio, O secret\u00e1rio executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul, Darlan Palharini, e o presidente da Frente Agropecu\u00e1ria Ga\u00facha, deputado Elton Weber (PSB), tamb\u00e9m participam do encontro.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO tema preocupa produtores, ind\u00fastria, Legislativo e Executivo. Nesta semana, o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) anunciou, sem dar detalhes, que uma medida tribut\u00e1ria dever\u00e1 ser anunciada para aumentar a competitividade da cadeia produtiva do leite no Pa\u00eds. O tema foi tratado por representantes do Mapa e do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar (MDA) com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n\"O governo nunca foi displicente. Nossas equipes trabalharam intensamente durante todo o fim de semana em busca da solu\u00e7\u00e3o para que possamos dar uma resposta efetiva para este setor t\u00e3o importante da nossa economia. A minha mensagem \u00e9 de comprometimento\", disse o ministro da Agricultura, Carlos F\u00e1varo.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO ministro ponderou que a rela\u00e7\u00e3o comercial com o Mercosul \u00e9 muito positiva para o Brasil, mas que todas as a\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo observadas pelo governo, dentro das regras, para que os produtores de leite n\u00e3o sejam mais prejudicados.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO assunto \u00e9 tratado com apreens\u00e3o no \u00e2mbito do Grupo de Trabalho da Prote\u00edna Animal da Federa\u00e7\u00e3o de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul). O Assessor Executivo da Associa\u00e7\u00e3o das Pequenas e M\u00e9dias Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (APIL), Osmar Redin, que integra o GT da Federasul, aponta que o setor est\u00e1 em crise desde 2021, e que as baixas do pre\u00e7o do leite chegaram ao limite em setembro de 2023.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSegundo ele, por n\u00e3o adotar mecanismos para subsidiar o produto, diferente do que ocorre em outros pa\u00edses, o Brasil sofre reflexos da crise mundial. \"N\u00e3o existem programas governamentais e nem pol\u00edticas de longo prazo espec\u00edficas para a atividade leiteira no Pa\u00eds\", acrescenta.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nRedin enfatiza que iniciativas precisam ser implementadas com urg\u00eancia, visando uma rea\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel para o setor leiteiro. \"As pequenas ind\u00fastrias precisam de cr\u00e9ditos compat\u00edveis aos seus produtos. As compras governamentais para programas sociais devem ser exclusivamente de produtos nacionais, impulsionando as produ\u00e7\u00f5es locais. E a Reforma Tribut\u00e1ria precisa ser mais clara sobre as leis, decretos, percentuais que possam impactar positivamente ao nosso setor\", encerrou.As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do&nbsp;Jornal do Com\u00e9rcio<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Fenatrigo debate Pecu\u00e1ria Leiteira em f\u00f3rum<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Pecu\u00e1ria leiteira - Realizado nesta quarta-feira (04\/10), durante a Fenatrigo, em Cruz Alta, o \u201cF\u00f3rum da Produ\u00e7\u00e3o Pecu\u00e1ria: produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul, cen\u00e1rio, perspectivas e caminhos\u201d reuniu especialistas e produtores rurais para discutir avan\u00e7os na cadeia produtiva do leite.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O evento foi promovido pela Emater\/RS-Ascar, vinculado \u00e0 Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR) e \u00e0 Cooperativa Central Ga\u00facha (CCGL), com apoio da Universidade de Cruz Alta, Smart Coop e RTC Rede T\u00e9cnica Cooperativa. @@O que se sabe, a partir das informa\u00e7\u00f5es transmitidas durante o F\u00f3rum, \u00e9 que os investimentos por parte do Governo e a iniciativa privada do setor produtivo t\u00eam oferta garantida de Cr\u00e9dito Rural, rodovi\u00e1rio e energia el\u00e9trica no campo. No entanto, quase a metade dos 33.019 produtores de leite do Rio Grande do Sul se queixam do pre\u00e7o pago pela ind\u00fastria, da falta de m\u00e3o de obra, do elevado custo de produ\u00e7\u00e3o e da falta de sucessores na atividade. Um dos palestrantes do F\u00f3rum, o assistente t\u00e9cnico estadual de Leite da Emater\/RS-Ascar, zootecnista Jaime Ries, apresentou um estudo realizado neste ano no Estado. O estudo aponta mudan\u00e7as no sistema de produ\u00e7\u00e3o, com fam\u00edlias migrando do sistema de pastagem com suplementa\u00e7\u00e3o para os sistemas de semiconfinamento e confinamento, com prefer\u00eancia para galp\u00f5es do tipo free stall e Compost Barn. A automa\u00e7\u00e3o da ordem teve in\u00edcio em 2019, chegando em 2023 com 0,35% dos produtores utilizando rob\u00f4s, e 0,05%, o sistema de ordem carrossel. A ordem manual praticamente desapareceu das propriedades rurais, estando presente em 0,49% delas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Quanto \u00e0 tecnologia para produzir leite, os produtores seguem dando prefer\u00eancia \u00e0 pastagem anual de inverno e de ver\u00e3o, com interesse crescente pelos volumosos de ver\u00e3o, insemina\u00e7\u00e3o artificial, pastoreio rotativo, pastagem perene de ver\u00e3o, ra\u00e7\u00e3o conforme a produ\u00e7\u00e3o de leite, controle de leiteiro e aplica\u00e7\u00e3o de pastagens.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em resumo, a produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul tem se mantido relativamente est\u00e1vel, na faixa dos 4 bilh\u00f5es de litros\/ano, oscilando sensivelmente para baixo. At\u00e9 agosto deste ano, a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha de leite era de 3,8 bilh\u00f5es de litros. O n\u00famero de fam\u00edlias na atividade, que em 2015 era 84.199, caiu 60,78%, restando atualmente 33.019 fam\u00edlias. O rebanho de vacas leiteiras encolheu 34,47%, todavia houve aumento da produtividade. Em 2015, uma vaca produziu, em m\u00e9dia, 11,76 litros\/dia. Atualmente, a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de uma vaca \u00e9 de 16,34 litros\/dia, resultado de investimentos em gen\u00e9tica, tecnologia e manejo.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Rio Grande do Sul \u00e9 o terceiro maior produtor nacional de leite, com destaque para as regi\u00f5es Fronteira Oeste e Vale do Taquari e, ainda, M\u00e9dio Alto Uruguai, Noroeste Colonial e Celeiro.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em Cruz Alta, segundo a extensionista rural da Emater\/RS-Ascar, Larissa dos Reis, 52 fam\u00edlias produzem anualmente 10.590.475 litros.&nbsp;<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da EMATER\/RS<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<\/div>\n<div><b>EMATER\/RS - BOVINOCULTURA DE LEITE: Informativo Conjuntural 1783 de 5 de outubro de 2023<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>As persistentes chuvas t\u00eam afetado o manejo do rebanho bovino leiteiro, dificultando o pastoreio e a condu\u00e7\u00e3o dos animais \u00e0 sala de ordenha e pastagens. Esse cen\u00e1rio favorece o&nbsp; surgimento de mastites, exigindo aten\u00e7\u00e3o especial dos produtores. Al\u00e9m disso, a baixa luminosidade est\u00e1 atrasando o crescimento das pastagens tanto de inverno quanto de ver\u00e3o. O excesso de umidade e a queda da temperatura tamb\u00e9m t\u00eam impactado na prepara\u00e7\u00e3o adequada do solo para a semeadura de pastagens anuais de ver\u00e3o, como milheto e sud\u00e3o. Nas \u00e1reas baixas, a satura\u00e7\u00e3o do solo e a falta de luminosidade afetam ainda mais as forragens. No geral, a sanidade e o estado corporal do gado se mantiveram est\u00e1veis e, apesar dos desafios clim\u00e1ticos, a qualidade do leite est\u00e1 adequada.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, o per\u00edodo foi favor\u00e1vel para os produtores de leite, que aproveitaram os dias sem ocorr\u00eancia de chuvas para acessar as \u00e1reas de pastagens anteriormente isoladas pelo excesso de umidade. No entanto, o ac\u00famulo de barro continua sendo um desafio para a higiene dos animais.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na de Caxias do Sul, a silagem de milho \u00e9 a principal base forrageira da atividade leiteira, e as condi\u00e7\u00f5es do tempo adversas, que causam o atraso no plantio tem preocupado os produtores.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na de Erechim, os rebanhos est\u00e3o em bom estado sanit\u00e1rio. O n\u00edvel de bem-estar dos animais ficou alto no \u00faltimo per\u00edodo devido \u00e0s chuvas intermitentes e \u00e0s temperaturas amenas.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na de Iju\u00ed, as chuvas intensas prejudicaram o manejo dos animais, as pastagens e a higieniza\u00e7\u00e3o durante a ordenha, ocasionando forma\u00e7\u00e3o excessiva de barro e pisoteio nas pastagens, dificultando as opera\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na de Passo Fundo, os rebanhos mant\u00eam boas condi\u00e7\u00f5es corporais e produ\u00e7\u00e3o de leite. N\u00e3o foram registrados problemas de sa\u00fade ou nutri\u00e7\u00e3o nos animais. Os produtores continuaram a fornecer alimentos conservados e ra\u00e7\u00f5es para ajustar as dietas conforme as necessidades nutricionais.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na de Pelotas, as mangueiras pr\u00e9-ordenha continuam enfrentando problemas de limpeza devido ao barro, e algumas estruturas foram danificadas pelo granizo. O per\u00edodo atual exige esfor\u00e7os na repara\u00e7\u00e3o de telhados de galp\u00f5es e na corre\u00e7\u00e3o de lonas de silagem. O clima mais est\u00e1vel, com menor volume de chuvas, tem permitido a drenagem das \u00e1reas de pastagens e o retorno dos animais, resultando em bom desempenho para o gado no campo.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Em Rio Grande, a escassez de alimenta\u00e7\u00e3o para o gado \u00e9 preocupante: os estoques de feno est\u00e3o praticamente esgotados; e h\u00e1 pouca silagem dispon\u00edvel. Al\u00e9m disso, a situa\u00e7\u00e3o das cheias na regi\u00e3o ainda persiste, e as perdas est\u00e3o estimadas em mais de 30%.<\/div>\n<div>\u25cf Na de Porto Alegre, a redu\u00e7\u00e3o das chuvas melhorou o acesso dos bovinos aos pastos. O estado nutricional do rebanho \u00e9 satisfat\u00f3rio, e h\u00e1 oferta apropriada de pastagem, refletindo em produ\u00e7\u00e3o leiteira satisfat\u00f3ria.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na de Santa Maria, a redu\u00e7\u00e3o nas precipita\u00e7\u00f5es foi favor\u00e1vel para as vacas leiteiras, permitindo-lhes acesso a pastagens de melhor qualidade nutricional. O pre\u00e7o m\u00e9dio do litro de leite pago aos produtores continua est\u00e1vel.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na de Santa Rosa, a ocorr\u00eancia de temperaturas mais altas e poucas geadas beneficiou as pastagens perenes durante o inverno, reduzindo os impactos do vazio forrageiro na primavera. A alimenta\u00e7\u00e3o dos animais segue suplementada com alimentos conservados, principalmente silagem de milho. Os indicadores de qualidade do leite seguem est\u00e1veis, e prev\u00ea-se uma melhoria em raz\u00e3o da mudan\u00e7a nas temperaturas.&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf Na de Soledade, o desenvolvimento das lavouras de milho para silagem est\u00e1 atrasado devido \u00e0 falta de luminosidade e \u00e0 intensa infesta\u00e7\u00e3o de cigarrinha. Menos da metade das lavouras planejadas para milho silagem foi implantada, cen\u00e1rio esse distinto em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. A semeadura das lavouras est\u00e1 atrasada em fun\u00e7\u00e3o do excesso de chuvas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da EMATER\/RS<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Uruguai: queda acentuada no valor das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos<br \/>\n<\/b>As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos do Uruguai ca\u00edram acentuadamente em setembro. Segundo dados publicados na segunda-feira (02\/09), pelo Instituto Uruguai XXI, o valor das exporta\u00e7\u00f5es chegou a US$ 67 milh\u00f5es, uma queda de 34% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2022. O Brasil se manteve como principal destino, apesar da queda de 56% na compara\u00e7\u00e3o anual, passando de US$ 52 milh\u00f5es em setembro de 2022 para US$ 23 milh\u00f5es em setembro de 2023. Por produto, as exporta\u00e7\u00f5es de leite e creme concentrados diminu\u00edram 37%, registrando vendas de US$ 50 milh\u00f5es em setembro de 2023. As exporta\u00e7\u00f5es de queijos e requeij\u00f5es somaram US$ 8 milh\u00f5es, enquanto as de manteigas somaram US$ 6 milh\u00f5es. Outros produtos l\u00e1cteos, como soro de leite e extratos, contribu\u00edram com US$ 3 milh\u00f5es no total. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Blasina y Asociados, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de outubro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 4.001 Camex \u00e9 convocada pela C\u00e2mara para falar sobre importa\u00e7\u00f5es de leite no Pa\u00eds &nbsp; As importa\u00e7\u00f5es de leite no <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/10\/06\/06-10-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/10\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-12921","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12921","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12921"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12921\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12924,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12921\/revisions\/12924"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}