{"id":1290,"date":"2016-10-20T18:23:45","date_gmt":"2016-10-20T18:23:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/20\/20-10-2016\/"},"modified":"2016-10-20T18:23:45","modified_gmt":"2016-10-20T18:23:45","slug":"20-10-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/20\/20-10-2016\/","title":{"rendered":"20\/10\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 20 de outubro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.375<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Conseleite\/SC<\/strong><\/p>\n<p> A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 20 de outubro de 2016 na cidade de Florian\u00f3polis, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os pre\u00e7os de refer\u00eancia da mat\u00e9ria-prima leite, realizado no m\u00eas de Setembro de 2016 e a proje\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de refer\u00eancia para o m\u00eas de Outubro de 2016. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o, bem como o maior e menor valor de refer\u00eancia, de acordo com os par\u00e2metros de \u00e1gio e des\u00e1gio em rela\u00e7\u00e3o ao Leite Padr\u00e3o, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina. (FAESC)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1979\" style=\"width: 500px; height: 201px;\" \/>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Lactalis investe em f\u00e1bricas e em novos produtos no Brasil<\/strong><\/p>\n<p> Quando receber o governador ga\u00facho Jos\u00e9 Ivo Sartori (PMDB) hoje em Paris para a assinatura de um protocolo de inten\u00e7\u00f5es, o presidente global da Lactalis, Daniel Jaouen, n\u00e3o vai apenas assumir o compromisso de investir pouco mais de R$ 100 milh\u00f5es no Estado nos pr\u00f3ximos oito anos. A cerim\u00f4nia tamb\u00e9m jogar\u00e1 luz sobre a acelerada expans\u00e3o da multinacional francesa de l\u00e1cteos no Brasil. Conhecida por ser \"low profile\", a dona da marca Pr\u00e9sident est\u00e1 fazendo barulho. Presente no pa\u00eds desde 2013, a Lactalis primeiro se concentrou em fincar os alicerces na nova fronteira. Gastou cerca de R$ 2 bilh\u00f5es em aquisi\u00e7\u00f5es, conforme c\u00e1lculos que circulam no mercado, montou uma rede formada por 15 f\u00e1bricas espalhadas por sete Estados s\u00f3 n\u00e3o h\u00e1 unidade na regi\u00e3o Norte, passou a contar com mais de 13 mil fornecedores de leite e est\u00e1 na fase final do processo de integra\u00e7\u00e3o dos diferentes ativos e culturas absorvidos. Mas, ainda que o ajuste de processos e padr\u00f5es continue, \u00e9 hora de estreitar os la\u00e7os com o consumidor. Nesse sentido, a empresa est\u00e1 lan\u00e7ando uma linha de produtos Pr\u00e9sident fabricados no Brasil e voltada ao mercado dom\u00e9stico e se prepara para ampliar os aportes em marketing. Com um portf\u00f3lio que tamb\u00e9m inclui duas marcas internacionais (Parmalat e Glabani) e nove nacionais (Balkis, Batavo, BoaNata, Cotoch\u00e9s, DaMatta, DoBon, Eleg\u00ea, Po\u00e7os de Caldas e Santa Rosa), a Lactalis sabe que um dos desafios que enfrenta \u00e9 n\u00e3o perder a identidade em nenhum dos elos da cadeia produtiva. \"A empresa ainda \u00e9 uma crian\u00e7a no Brasil. Come\u00e7amos a caminhar, mas ainda n\u00e3o estamos correndo\", afirma Patrick Sauvageot, presidente da Lactalis para a Am\u00e9rica Latina.&nbsp;<\/p>\n<p> Ele observa que os investimentos feitos na \"funda\u00e7\u00e3o\" das opera\u00e7\u00f5es no pa\u00eds, por exemplo, j\u00e1 saltaram aos olhos. Como informou o Valor em maio, a companhia j\u00e1 ficou em segundo lugar no ranking de capta\u00e7\u00e3o da Leite Brasil (entidade que re\u00fane produtores) em 2015, com volume de quase 1,6 bilh\u00e3o de litros de leite, 12% superior ao do ano anterior. Mais que isso: com os esfor\u00e7os empreendidos at\u00e9 agora, o Brasil passou a representar cerca de 70% da receita da m\u00falti na Am\u00e9rica Latina a regi\u00e3o responde por quase 10% das vendas globais, que giram em torno de \u20ac 17 bilh\u00f5es por ano. A Lactalis mant\u00e9m unidades de produ\u00e7\u00e3o em 43 pa\u00edses. S\u00e3o 229 no total, com um n\u00famero de funcion\u00e1rios que se aproxima de 75 mil. \"Mas nossa ambi\u00e7\u00e3o para o Brasil \u00e9 muito maior\", diz Sauvageot, que tem 56 anos e est\u00e1 radicado no pa\u00eds h\u00e1 dois. No futuro pr\u00f3ximo, caber\u00e1 tamb\u00e9m a equipe formada por ele liderar a estrat\u00e9gia de expans\u00e3o do grupo em outros mercados da Am\u00e9rica do Sul. \"Vamos construir uma empresa muito grande na Am\u00e9rica Latina, com investimentos expressivos\", afirmou o executivo ao Valor. Mas antes disso a \"crian\u00e7a\" tem aprender a correr. E \u00e9 sobre esse crescimento o encontro desta quinta entre presidente global Jaouen e o governador Sartori. Com os mais de R$ 100 milh\u00f5es que ser\u00e3o anunciados, a Lactalis vai ampliar as quatro unidades que tem em opera\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul e erguer uma nova, focada em prote\u00edna de soro.&nbsp;<\/p>\n<p> E, segundo Sauvageot, certamente o montante ser\u00e1 gasto em bem menos tempo que os oito anos previstos no protocolo de inten\u00e7\u00f5es que ser\u00e1 assinado. Paralelamente, afirmou o presidente da Lactalis para a Am\u00e9rica Latina, os aportes para a melhora da qualidade do leite cru recebido de seus fornecedores no pa\u00eds continuam. At\u00e9 porque alguns padr\u00f5es globais do grupo t\u00eam de ser respeitados. Na Fran\u00e7a, por exemplo, a mat\u00e9ria-prima utilizada pela companhia tem, no m\u00e1ximo, 30 mil germes por mililitro, enquanto no Brasil a m\u00e9dia supera 500 mil. \"Estamos desenvolvendo um trabalho com 1,5 mil produtores da nossa rede de fornecedores para baixar esse n\u00edvel para menos de 200 mil. Est\u00e1 dando resultados e vamos ampli\u00e1-lo\", disse. Ele esclareceu que no processo de industrializa\u00e7\u00e3o do produto os germes s\u00e3o eliminados, na Fran\u00e7a ou no Brasil. Mas o que n\u00e3o representa risco para a sa\u00fade pode afetar, ainda que minimamente, o sabor dos produtos finais o que, para uma marca com o status da Pr\u00e9sident, pode ser bastante prejudicial. E que, muitas vezes, a solu\u00e7\u00e3o \u00e9 simples. Como o n\u00edvel de contamina\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 alto por causa da \u00e1gua, a instala\u00e7\u00e3o de um sistema de purifica\u00e7\u00e3o com cloro nas fazendas dos fornecedores j\u00e1 resolve boa parte do problema. E um sistema de aquecimento da \u00e1gua \u00e9 considerado indispens\u00e1vel. Nada do outro mundo, a bem da verdade. Esse cuidado com o leite, aliado ao apoio t\u00e9cnico para a amplia\u00e7\u00e3o da produtividade dos pecuaristas, j\u00e1 tornou vi\u00e1vel o lan\u00e7amento de queijos mussarela, prato, minas frescal e reino com a marca Pr\u00e9sident no mercado dom\u00e9stico. Sem contar o requeij\u00e3o, um produto tipicamente brasileiro que a empresa pretende come\u00e7ar a exportar. A manteiga da marca ainda \u00e9 importada, mas se tudo der certo os investimentos na tecnologia necess\u00e1ria para iniciar a produ\u00e7\u00e3o por aqui tamb\u00e9m ser\u00e3o feitos, disse Sauvageot. \"Seguindo esses passos \u00ac investimentos na qualidade da mat\u00e9ria-prima, nos padr\u00f5es das f\u00e1bricas, na cadeia de fornecedores e na parte comercial e de marketing, construiremos a n\u00famero um em l\u00e1cteos no Brasil\". Palavra de presidente. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>A competitividade dos custos de produ\u00e7\u00e3o do leite desloca-se substancialmente<\/strong><\/p>\n<p> Os resultados recentes do Relat\u00f3rio de L\u00e1cteos IFCN 2016 publicado no dia 12 de outubro indica uma substancial queda nos custos em fazendas de leite em 2015. Os custos de produ\u00e7\u00e3o ca\u00edram de US$ 46 para US$ 40,5\/100 kg em m\u00e9dia, em todas as fazendas analisadas.<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1978\" style=\"width: 700px; height: 264px;\" \/>&nbsp;<\/p>\n<p> As principais raz\u00f5es para isso foram: taxas de c\u00e2mbio e a capacidade dos produtores de cortarem despesas que afetam a competitividade dos custos diante de um segundo ano de crise. Assim como 2014 foi um ano top para muitos do mundo do leite, 2015, at\u00e9 o momento, pode ser considerado o pior das \u00faltimas d\u00e9cadas para a maioria. Na verdade, a m\u00e9dia dos pre\u00e7os do leite no mundo ca\u00edram 33% dos elevados n\u00edveis de 2014, para chegar a US$ 29,4\/100 kg de Energia Corrigida do Leite (4% de mat\u00e9ria gorda e 3,3% de prote\u00edna), em 2015. \"N\u00f3s estamos enfrentando a terceira crise nos pre\u00e7os do leite desde 2007. Essas crises e tamb\u00e9m outros fatores provocaram as maiores mudan\u00e7as na competitividade que eu j\u00e1 vi em toda a minha carreira de economista do setor l\u00e1cteo\", disse Dr. Torsten Hemme, diretor do IFCN. Em m\u00e9dia, os agricultores reduziram seus custos em US$ 5,5\/100 kg ECM. Fortes redu\u00e7\u00f5es de custos atingiram locais como a Europa Ocidental, Central e tamb\u00e9m pa\u00edses do Leste Europeu, devido \u00e0s taxas de c\u00e2mbio e os efeitos do p\u00f3s cotas, enquanto os custos ficaram est\u00e1veis ou subiram, na China, \u00cdndia, Estados Unidos relacionados \u00e0s taxas de infla\u00e7\u00e3o, trabalho e alimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">No entanto, a redu\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os do leite foi bem mais forte do que o decl\u00ednio dos custos. Como resultado a renda das fazendas enfrentou queda grave, que continuou em 2016. De acordo com o Dr. Amit Saha, \"Os produtores de leite que enfrentaram os piores resultados em termos de rentabilidade em 2015 foram os da Europa Ocidental, Am\u00e9rica do Norte, e Oceania, que n\u00e3o recebiam o suficiente para cobrir os custos. Em outras regi\u00f5es a situa\u00e7\u00e3o foi menos terr\u00edvel, com cerca de 30% das fazendas n\u00e3o cobrindo seus custos\". Enquanto no Brasil e na Nova Zel\u00e2ndia a situa\u00e7\u00e3o financeira das fazendas de leite est\u00e3o melhorando, com o ligeiro aumento dos pre\u00e7os atuais, as coisas est\u00e3o ficando mais desafiadoras nos Estados Unidos, Uni\u00e3o Europeia, China e \u00cdndia. A introdu\u00e7\u00e3o do Relat\u00f3rio original destaca que mesmo com a crise, houve aumento de 1,8% na produ\u00e7\u00e3o de leite, e 80% deste crescimento ocorreu na Uni\u00e3o Europeia e \u00cdndia. Na China e Estados Unidos a produ\u00e7\u00e3o ficou estabilizada, enquanto no Brasil, Turquia e Nova Zel\u00e2ndia houve redu\u00e7\u00e3o. (IFCN - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Roberto Muniz prop\u00f5e regras para distribui\u00e7\u00e3o de recursos \u00e0 defesa agropecu\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p> O senador Roberto Muniz (PP-BA) fez uma apresenta\u00e7\u00e3o, nesta quinta-feira (20), em reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o de Agricultura (CRA), sobre projeto de sua autoria que disciplina a distribui\u00e7\u00e3o de recursos do Or\u00e7amento da Uni\u00e3o para a defesa agropecu\u00e1ria. A proposta (PLS 379\/2016) come\u00e7ou sua tramita\u00e7\u00e3o legislativa na quarta-feira (19).<\/p>\n<p> De acordo com o projeto, haver\u00e1 percentuais fixos, a exemplo do Fundo de Participa\u00e7\u00e3o dos Estados (FPE), para os repasses dos entes federados \u00e0s a\u00e7\u00f5es de inspe\u00e7\u00e3o e controle da sa\u00fade dos animais e vegetais. Roberto Muniz afirma que o objetivo \u00e9 garantir o desenvolvimento de uma agropecu\u00e1ria competitiva, com a possibilidade de planejamento e gest\u00e3o financeira do setor, cujas atividades est\u00e3o diretamente ligadas \u00e0 qualidade dos produtos que chegam \u00e0 mesa dos brasileiros.<\/p>\n<p> Segundo o senador, com os novos percentuais de repasse, haver\u00e1 melhorias na execu\u00e7\u00e3o dos recursos do Minist\u00e9rio da Agricultura que j\u00e1 s\u00e3o destinados atualmente para os estados, e a possibilidade de maior controle da pasta sobre as a\u00e7\u00f5es de defesa sanit\u00e1ria agropecu\u00e1ria em todos os entes da federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> A proposta (PLS 379\/2016) prev\u00ea a partilha de 80% dos recursos destinados aos repasses federais, ficando os outros 20% destinados, a crit\u00e9rio do Minist\u00e9rio, para poss\u00edvel compensa\u00e7\u00e3o a entes federados ou para emerg\u00eancias sanit\u00e1rias. Atualmente, os recursos financeiros para as a\u00e7\u00f5es de defesa s\u00e3o deliberados por meio de conv\u00eanios entre a Uni\u00e3o e os entes da Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O projeto altera esse processo, ao instituir a transfer\u00eancia mensal, direta e obrigat\u00f3ria dos recursos para contas correntes dos entes federativos, na propor\u00e7\u00e3o de um doze avos (1\/12) do valor previsto para o exerc\u00edcio. O projeto veda a utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos para o pagamento de despesas de car\u00e1ter continuado.<\/p>\n<p> - H\u00e1 ainda a defini\u00e7\u00e3o da contrapartida dos entes favorecidos, levando-se em conta sua capacidade financeira ou se sua localiza\u00e7\u00e3o est\u00e1 na abrang\u00eancia das superintend\u00eancias de desenvolvimento regionais ou na faixa de fronteira. O projeto prev\u00ea a presta\u00e7\u00e3o de contas como medida de controle e transpar\u00eancia, atrav\u00e9s de demonstrativos disponibilizados em site para este fim na Internet - explicou o senador.<\/p>\n<p> Roberto Muniz ressaltou ainda que a organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria, j\u00e1 que a natureza continuada das a\u00e7\u00f5es de defesa n\u00e3o pode sofrer com a suspens\u00e3o ou contingenciamento dos recursos. Ele lembrou que as atividades relacionadas \u00e0 defesa agropecu\u00e1ria s\u00e3o, em geral, de natureza cont\u00ednua e carecem de uma seguran\u00e7a financeira.<\/p>\n<p> - A suspens\u00e3o ou contingenciamento dos recursos or\u00e7ament\u00e1rios, mesmo que por breves per\u00edodos, podem colocar em risco os seus objetivos - afirmou.<\/p>\n<p> O senador entende que um sistema robusto de defesa, com aperfei\u00e7oamento no planejamento e na gest\u00e3o financeira, vai ao encontro do Sistema Unificado de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sanidade Agropecu\u00e1ria (Suasa). Ele argumentou ainda que sua proposta apresenta ao sistema alternativas vi\u00e1veis de financiamento aos \u00f3rg\u00e3os executores, cujas atua\u00e7\u00f5es est\u00e3o atreladas \u00e0s quest\u00f5es de sa\u00fade, seguran\u00e7a alimentar, meio ambiente, economia sustent\u00e1vel e emprego e renda.<\/p>\n<p> Crit\u00e9rios<br \/> A distribui\u00e7\u00e3o dos recursos, explica o senador na justifica\u00e7\u00e3o da proposta, ser\u00e1 balizada pelos Planos Plurianuais de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sanidade Agropecu\u00e1ria, j\u00e1 previstos no regulamento do Suasa, que dever\u00e3o conter as metas, as responsabilidades de cada inst\u00e2ncia do sistema, os recursos necess\u00e1rios, inclusive contrapartidas financeiras e fontes de financiamento.<\/p>\n<p> Ele prop\u00f5e ainda que a distribui\u00e7\u00e3o leve em considera\u00e7\u00e3o metas e par\u00e2metros relativos \u00e0 realidade de cada estado e munic\u00edpio, incluindo nos aspectos f\u00edsico e territorial: \u00e1rea plantada (ha), extens\u00e3o de fronteiras internacionais (Km\u00b2), im\u00f3veis rurais cadastrados; no aspecto t\u00e9cnico e demogr\u00e1fico: rebanhos registrados (cabe\u00e7as) e popula\u00e7\u00e3o rural; e no aspecto econ\u00f4mico: valor bruto da produ\u00e7\u00e3o de lavouras (R$), exporta\u00e7\u00f5es agropecu\u00e1rias (U$) e participa\u00e7\u00e3o de pessoal ocupado na agricultura familiar.<\/p>\n<p> Tramita\u00e7\u00e3o<br \/> O projeto ser\u00e1 analisado pelas Comiss\u00f5es de Agricultura (CRA) e de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE), recebendo decis\u00e3o terminativa na \u00faltima. A presidente da CRA, senadora Ana Am\u00e9lia (PP-RS), designou como relator o senador Wellington Fagundes (PR-MT), que \u00e9 m\u00e9dico veterin\u00e1rio. (Ag\u00eancia Senado)<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Censo Agro<br \/> A Comiss\u00e3o de Agricultura do Senado aprovou ontem emenda de R$ 1,156 bilh\u00e3o ao projeto da Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual (LOA) para 2017, para realiza\u00e7\u00e3o do Censo Agropecu\u00e1rio no ano que vem. O \u00faltimo censo da \u00e1rea data de 2006 e vem sendo adiado em fun\u00e7\u00e3o do ajuste fiscal. Agora, a Comiss\u00e3o Mista de Or\u00e7amento do Congresso ainda precisa acatar a emenda na proposta de or\u00e7amento federal para o pr\u00f3ximo ano e o plen\u00e1rio do Congresso ainda aprovar esses recursos. Mesmo assim, em tese, esse montante corre risco de contingenciamentos futuros. (Valor Econ\u00f4mico)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 20 de outubro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.375 &nbsp; Conseleite\/SC A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 20 de outubro de 2016 na cidade de Florian\u00f3polis, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/20\/20-10-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/10\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1290","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1290","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1290"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1290\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1290"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1290"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1290"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}