{"id":1273,"date":"2016-10-07T16:43:47","date_gmt":"2016-10-07T16:43:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/07\/07-10-2016\/"},"modified":"2016-10-07T16:43:47","modified_gmt":"2016-10-07T16:43:47","slug":"07-10-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/07\/07-10-2016\/","title":{"rendered":"07\/10\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 07 de outubro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.367<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Governo revisar\u00e1 situa\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es do Uruguai<\/strong><\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1959\" style=\"width: 500px; height: 334px;\" \/><br \/> <span style=\"text-align: justify;\">Foto: Waldemir Barreto\/Ag\u00eancia Senado<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Depois de uma tarde de discuss\u00f5es acaloradas sobre as dificuldades enfrentadas pelo setor l\u00e1cteo brasileiro nesta sexta-feira (7\/10) na Comiss\u00e3o de Agricultura do Senado, em Bras\u00edlia, representantes dos minist\u00e9rios da Agricultura e das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores ficaram de buscar alternativas que ajudem a corrigir poss\u00edveis distor\u00e7\u00f5es na rela\u00e7\u00e3o de compra do leite uruguaio. Nas pr\u00f3ximas semanas, o governo federal deve checar os n\u00fameros de importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos daquele pa\u00eds na busca de um acordo que prime pelo bom senso, uma vez que, segundo os produtores, as exporta\u00e7\u00f5es anteriormente direcionadas \u00e0 Venezuela v\u00eam sendo escoadas ao mercado brasileiro. &nbsp;\"A ind\u00fastria \u00e9 favor\u00e1vel ao Mercosul, mas n\u00f3s precisamos de cotas para n\u00e3o sermos surpreendidos com altos \u00edndices de leite no mercado nacional que derrubam o pre\u00e7o e inviabilizam a atividade. Precisamos de uma a\u00e7\u00e3o do governo nem que seja com a compra de parte da produ\u00e7\u00e3o ou incentivos fiscais\", sugeriu o presidente do Sindilat e do Conseleite, Alexandre Guerra. A sugest\u00e3o do Sindilat \u00e9, de imediato, adotar monitoramento do mercado de forma a equilibrar a importa\u00e7\u00e3o de leite, fixar cotas para o Uruguai &nbsp;e trabalhar na desonera\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos para uso dos produtores e da ind\u00fastria.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Ao lado do setor, a senadora e presidente da comiss\u00e3o, Ana Am\u00e9lia Lemos, refor\u00e7ou o coro como forma de proteger milhares de pequenos produtores que vivem do leite no pa\u00eds. \"O problema \u00e9 mais complexo do que imagin\u00e1vamos porque envolve regras internacionais, custo de produ\u00e7\u00e3o e quest\u00f5es sociais\". Entre as hip\u00f3teses em an\u00e1lise est\u00e1 a cria\u00e7\u00e3o de cotas para o leite do Prata, o que n\u00e3o \u00e9 bem visto pelo Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, que teme retalia\u00e7\u00f5es. \"Temos que pensar que talvez eles tamb\u00e9m queiram fechar outros mercados para o Brasil\", alertou o diretor do Departamento do Mercosul, Ot\u00e1vio Brandelli. Contudo, \u00e9 preciso avaliar que h\u00e1 produtos na pauta de exporta\u00e7\u00e3o brasileira que n\u00e3o t\u00eam livre acesso ao mercado Uruguaio como se gostaria, como a carne de franco, por exemplo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Outra demanda defendida pelos produtores e que deve, agora, ganhar apoio do Senado, \u00e9 a revis\u00e3o da Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) n\u00ba 26, que autoriza os latic\u00ednios da regi\u00e3o da Superintend\u00eancia de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) a reconstituir leite em p\u00f3 para a produ\u00e7\u00e3o de leite longa vida (UHT) e leite pasteurizado. Presente ao encontro, o vice-presidente da Fetag, Nestor Bonfanti, cobrou um encaminhamento que traga efeito e que seja vi\u00e1vel para resolver a quest\u00e3o do leite ga\u00facho. \"Os agricultores est\u00e3o nervosos e precisam de tranquilidade para investir na produ\u00e7\u00e3o. Precisamos que as autoridades pensem com muito carinho\", conclamou. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos: importa\u00e7\u00f5es em equivalente-leite t\u00eam recorde no ano<\/strong><\/p>\n<p> Em setembro, a balan\u00e7a comercial do setor l\u00e1cteo prosseguiu em queda, representando d\u00e9ficit em volume de mais de 22 mil toneladas, redu\u00e7\u00e3o de 13,2% sobre o d\u00e9ficit apresentado em agosto\/16. O saldo da balan\u00e7a de l\u00e1cteos foi de US$57,2 milh\u00f5es negativos.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Tabela 1. Exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es por categoria de produto.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1957\" \/><br \/> &nbsp;<br \/> O volume de exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos foi maior em 9,9% que o m\u00eas anterior, e o valor, 15,9% maior. Contudo, quando comparado a este mesmo per\u00edodo de 2015, o volume \u00e9 25,3% inferior, visto que em agosto de 2015 foi representado por 9,42 mil toneladas ante as 7,03 mil toneladas atuais. Referente \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, o volume foi elevado em 12,4%, resultando em 29,13 mil toneladas. O valor, tamb\u00e9m superior ao \u00faltimo m\u00eas, foi de US$80,9 milh\u00f5es. O leite em p\u00f3 integral teve volume importado de 14,9 mil toneladas em setembro (22,1% superior ao m\u00eas de agosto); 4,8 mil toneladas de leite em p\u00f3 desnatado (9,5% x agosto); 2,7 mil toneladas de soro de leite (volume 23,6% inferior em rela\u00e7\u00e3o a agosto, e 146,4% superior que setembro de 2015) e 4,8 mil toneladas de queijos (10,8% x agosto).<\/p>\n<p> As importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 tiveram principal origem no Uruguai, totalizando 12,2 mil toneladas em setembro, e na Argentina, que enviou pouco mais que 6 mil toneladas. Chile e Estados Unidos, com representa\u00e7\u00f5es menores, tamb\u00e9m enviaram leite em p\u00f3 ao Brasil neste m\u00eas, sendo as quantidades de 625 toneladas e 859,6 toneladas, respectivamente. Ao analisar as quantidades em equivalente-leite (o quanto de leite \u00e9 utilizado para fabricar cada produto), a quantidade importada foi de 224,9 milh\u00f5es de litros em setembro, superior em 16,7% em rela\u00e7\u00e3o a agosto. No comparativo com setembro de 2015, o aumento nas importa\u00e7\u00f5es em equivalente-leite \u00e9 de 170%.<\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es em equivalente-leite tamb\u00e9m foram maiores em setembro do que no \u00faltimo m\u00eas, com volume de 43,3 milh\u00f5es de litros (9,1% x agosto). Entretanto, quando comparado a este mesmo per\u00edodo de 2015, o volume total \u00e9 ainda muito inferior, sendo 34,10% abaixo. Seguindo em atenua\u00e7\u00e3o, o saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos para setembro de 2016 foi negativo em 183,16 milh\u00f5es de litros, cerca de 30 milh\u00f5es a menos que o m\u00eas anterior. At\u00e9 o m\u00eas vigente, o ano de 2016 apresentou d\u00e9ficit na balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos representado por 1,18 bilh\u00f5es de litros. (Fonte: MDIC\/Milkpoint)<\/p>\n<p> <strong>Reino Unido\/2016: produ\u00e7\u00e3o de leite dever\u00e1 cair em 1 bilh\u00e3o de litros<\/strong><\/p>\n<p> O volume de leite produzido nas fazendas leiteiras do Reino Unido dever\u00e1 cair em um bilh\u00e3o de litros em 2016, de acordo com o UK Dairy Group. A oferta de leite do Reino Unido vem caindo a uma taxa consistente de 6-7% por m\u00eas desde abril, disse o grupo, e isso n\u00e3o tem dado sinais de que vai parar. As capta\u00e7\u00f5es de leite em setembro dever\u00e3o ser de 1,08 milh\u00e3o de litros - que \u00e9 7,5% a menos que no mesmo m\u00eas de 2015.<\/p>\n<p> Ao mesmo tempo, o grupo tamb\u00e9m mostrou que o volume geral de leite captado na Uni\u00e3o Europeia (UE) est\u00e1 caindo, com as capta\u00e7\u00f5es de julho caindo 1,4% enquanto a produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia est\u00e1 caindo cerca de 1,7% por m\u00eas. Entretanto, a redu\u00e7\u00e3o vista na UE e na Nova Zel\u00e2ndia vem em um per\u00edodo quando o volume de leite produzido nas fazendas dos Estados Unidos tem aumentado - com as capta\u00e7\u00f5es crescendo 2% em agosto.<\/p>\n<p> De acordo com o Dairy Group, os mercados continuar\u00e3o firmes at\u00e9 que o decl\u00ednio na oferta chegue ao final, o que significa que os pre\u00e7os equivalentes do Reino Unido precisam aumentar para 0,30 libras esterlinas (US$ 0,38) por litro para que os produtores possam ter esperan\u00e7as de reparar seus neg\u00f3cios prejudicados. Como resultado, o grupo est\u00e1 prevendo que o pre\u00e7o do leite no Reino Unido alcan\u00e7ar\u00e1 0,26 libras esterlinas (US$ 0,33) por litro em janeiro de 2017 e 0,30 libras esterlinas (US$ 0,38) por litro em abril de 2017.<\/p>\n<p> O porta-voz do Dairy Group, Nick Holt-Martyn, disse que h\u00e1 um atraso natural entre as melhoras no mercado e as mudan\u00e7as no pre\u00e7o ao produtor. Esse atraso ocorre, disse ele, \u00e0 medida que leva tempo para as tend\u00eancias claras de mercado se estabelecerem e para flu\u00edrem em toda a cadeia de fornecimento. Embora seja dif\u00edcil saber exatamente de quanto tempo ser\u00e1 esse atraso, a avalia\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos cinco anos sugere um atraso de 3-5 meses.&nbsp;<\/p>\n<p> V\u00e1rias importantes companhias de l\u00e1cteos do Reino Unido agiram para aumentar o pre\u00e7o do leite ao produtor em outubro. Companhias como Dairy Crest, Arla Fodos e First Milk aumentaram o pre\u00e7o do leite em outubro pago a seus fornecedores entre 1 a 2 centavos de libra (1,28 a 2,57 centavos de d\u00f3lar) por litro, ap\u00f3s alguma recupera\u00e7\u00e3o no mercado de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p> A Dairy Crest anunciou um aumento de 1,5 centavos de libra (1,93 centavos de d\u00f3lar) por litro, que ser\u00e1 feito gradativamente em dois meses a partir de 1 de outubro. Um aumento de 1 centavo de libra (1,28 centavo de d\u00f3lar) por litro entrou em efeito em 1 de outubro e mais um aumento de 0,5 centavo de libra (0,64 centavo de d\u00f3lar) por litro ser\u00e1 aplicado em 1 de novembro.<\/p>\n<p> Outra companhia de l\u00e1cteos brit\u00e2nica, a First Milk, tamb\u00e9m anunciou que aumentaria o pre\u00e7o do leite pago aos fornecedores durante o m\u00eas de outubro em 2 centavos de libra (2,57 centavos de d\u00f3lar) por litro, tornando esse o maior aumento mensal desde 2007. Al\u00e9m disso, a Arla Foods tamb\u00e9m anunciou que aumentaria seu pre\u00e7o do leite em outubro em 2 centavos de libra (2,57 centavos de d\u00f3lar) por litro.<br \/> Em 04\/10\/16 - 1 Libra Esterlina = US$ 1,28886&nbsp;<br \/> 0,77573 Libra Esterlina = US$ 1 (Fonte: Oanda.com). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do http:\/\/www.agriland.ie, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Ind\u00fastria reage em setembro e sinaliza expans\u00e3o no 4\u00ba tri<\/strong><\/p>\n<p> A forte queda da produ\u00e7\u00e3o industrial em agosto parece n\u00e3o ter revertido a tend\u00eancia de recupera\u00e7\u00e3o lenta do setor. Para economistas, os primeiros dados divulgados de setembro indicam que a atividade nas f\u00e1bricas voltou ao terreno positivo no per\u00edodo, ainda que em magnitude insuficiente para compensar o tombo de 3,8% ocorrido no oitavo m\u00eas do ano. Como a retra\u00e7\u00e3o foi forte, piorou a percep\u00e7\u00e3o sobre o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, mas o \"efeito rebote\" pode provocar crescimento da atividade nos \u00faltimos tr\u00eas meses de 2016. A produ\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis aumentou 14,1% de agosto para setembro, depois de ter recuado 15,2% no m\u00eas anterior. Os c\u00e1lculos baseiam-\u00acse em n\u00fameros divulgados pela Anfavea, dessazonalizados pela MCM Consultores. Segundo dados divulgados ontem pela entidade que re\u00fane as montadoras de ve\u00edculos, a produ\u00e7\u00e3o do setor caiu 3,9% de agosto para o m\u00eas passado. A pr\u00f3pria Anfavea, por\u00e9m, salienta que o desempenho caminha para a estabilidade, mas fatores pontuais t\u00eam provocado varia\u00e7\u00f5es inesperadas.<\/p>\n<p> &nbsp;Entre eles, a entidade ressalta o menor n\u00famero de dias \u00fateis em setembro e a dificuldade dos consumidores em conseguir financiamento de ve\u00edculos novos em raz\u00e3o da greve dos bancos. Tendo como uma das bases o desempenho do setor automotivo, A MCM espera, ainda de forma preliminar, alta de 0,6% da produ\u00e7\u00e3o industrial total na passagem mensal. \"A ind\u00fastria vai continuar seu processo de retomada lenta\", afirma o economista Leandro Padulla, para quem o setor vai voltar a crescer no \u00faltimo trimestre do ano. Entre julho a setembro, Padulla estima redu\u00e7\u00e3o de 0,8% do PIB industrial, desempenho em grande parte explicado pelos problemas pontuais da ind\u00fastria automobil\u00edstica, que teve paralisa\u00e7\u00f5es acima da m\u00e9dia em agosto. Em fun\u00e7\u00e3o disso, o economistas reviu ligeiramente sua proje\u00e7\u00e3o para a queda do PIB total no terceiro trimestre, de cerca de 0,5% para 0,7%. Nos pr\u00f3ximos meses, por\u00e9m, a atividade do setor manufatureiro, deve seguir melhorando, afirma ele, devido \u00e0 continuidade da normaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o pelas montadoras. Al\u00e9m da volta \u00e0 normalidade nas f\u00e1bricas de autom\u00f3veis, a recomposi\u00e7\u00e3o de estoques, principalmente nos fabricantes de bens intermedi\u00e1rios, e a rea\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a do empresariado s\u00e3o outros fatores que devem ajudar a ind\u00fastria nos \u00faltimos tr\u00eas meses do ano, avalia Padulla. Em seu cen\u00e1rio, a trajet\u00f3ria um pouco melhor do setor deve levar o PIB a avan\u00e7ar 0,2% no \u00faltimo trimestre de 2016. Outro importante indicador antecedente do comportamento da produ\u00e7\u00e3o, as vendas de papel\u00e3o ondulado encerraram setembro em n\u00edvel pouco inferior ao de igual m\u00eas de 2015, na avalia\u00e7\u00e3o de Gabriella Michelucci, presidente da associa\u00e7\u00e3o que re\u00fane empresas do setor (ABPO). Os dados ainda n\u00e3o foram divulgados.<\/p>\n<p> Em rela\u00e7\u00e3o a agosto, a expectativa \u00e9 de queda de cerca de 2%, afirma Gabriella, mas a redu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 vista como piora do desempenho. \"N\u00e3o estamos virando a economia do avesso positivamente, mas deixamos de ter perdas importantes\", diz a executiva, tamb\u00e9m diretora de papel\u00e3o ondulado da Klabin. Apesar da queda no \u00faltimo m\u00eas, a ABPO projeta alta de 0,7% nas vendas no terceiro trimestre, na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo do ano passado. \"O setor de papel\u00e3o ondulado consolidou um in\u00edcio de recupera\u00e7\u00e3o em agosto\", avalia a presidente da associa\u00e7\u00e3o, trajet\u00f3ria que credita principalmente ao ajuste de estoques na ind\u00fastria. As embalagens, explica ela, s\u00e3o produtos com um giro alto e entrega di\u00e1ria. Por isso, quando as f\u00e1bricas diminuem o volume de mercadorias paradas e precisam voltar a produzir mais, o segmento de papel\u00e3o ondulado \u00e9 um dos primeiros a perceber a retomada.<\/p>\n<p> Para os \u00faltimos tr\u00eas meses do ano, Gabriella trabalha com recuo pr\u00f3ximo de 1% da expedi\u00e7\u00e3o de papel\u00e3o ante igual intervalo do ano anterior, mas tamb\u00e9m n\u00e3o v\u00ea a perspectiva como um resultado ruim, j\u00e1 que o \u00faltimo trimestre do ano passado foi tamb\u00e9m de recupera\u00e7\u00e3o para o setor. Na m\u00e9dia de 2016, a expectativa \u00e9 de queda entre 1% e 1,5%, depois de redu\u00e7\u00e3o de 2,8% em 2015. \"A percep\u00e7\u00e3o \u00e9 que paramos de cair para crescer em 2017.\" Os dados de importa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m sinalizam continuidade no processo de retomada de produ\u00e7\u00e3o industrial. Setembro foi o segundo m\u00eas consecutivo com forte desacelera\u00e7\u00e3o na queda de importa\u00e7\u00e3o de bens intermedi\u00e1rios. De acordo com dados do Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os (Mdic), a importa\u00e7\u00e3o de intermedi\u00e1rios caiu 2,3% em setembro. No m\u00eas anterior o recuo foi de 0,5%, sempre na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2015, pelo crit\u00e9rio da m\u00e9dia di\u00e1ria. Apesar de ainda n\u00e3o terem migrado para o campo positivo, as varia\u00e7\u00f5es representam quedas bem mais amenas que as do decorrer no ano. No acumulado at\u00e9 setembro, a queda na importa\u00e7\u00e3o de intermedi\u00e1rios foi de 20,1%. No primeiro quadrimestre do ano, a importa\u00e7\u00e3o dessa classe de produtos recuou 30,2%. Rafael Cagnin, economista do Instituto de Estudos do Desenvolvimento Industrial, (Iedi), diz que as quedas bem mais amenas nos desembarques de insumos pela ind\u00fastria podem indicar retomada de produ\u00e7\u00e3o, sinalizando que o pior momento ficou para tr\u00e1s. Ele pondera, por\u00e9m, que h\u00e1 influ\u00eancia de outros fatores, como o real mais valorizado perante o d\u00f3lar, que estimula as compras do exterior e arrefece o fen\u00f4meno da substitui\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es em curso desde o in\u00edcio do ano. Por enquanto, diz Cagnin, \u00e9 dif\u00edcil avaliar qual componente tem pesado mais.&nbsp;<\/p>\n<p> A confian\u00e7a, ressalta Tabi Thuler Santos, coordenadora da sondagem da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), \u00e9 outro dado que tamb\u00e9m melhorou em setembro, ao avan\u00e7ar 2,1% no m\u00eas passado, para 88,2 pontos, melhor n\u00edvel desde julho de 2014. \"Esperamos que a ind\u00fastria retome a trajet\u00f3ria observada desde mar\u00e7o, de quedas na compara\u00e7\u00e3o anual cada vez menores e taxas mensais com pequenos avan\u00e7os\". A preocupa\u00e7\u00e3o, agora, \u00e9 com a resposta da demanda interna, especialmente diante dos sinais de que o setor externo est\u00e1 impulsionando mesmo a atividade industrial, dada a valoriza\u00e7\u00e3o recente do c\u00e2mbio. Segundo Tabi, h\u00e1 inclusive evid\u00eancias de exportadores que est\u00e3o reduzindo sua margem de lucro para continuar a vender para o exterior e n\u00e3o perder o cliente, j\u00e1 que a demanda dom\u00e9stica ainda \u00e9 insuficiente. Nesse cen\u00e1rio, o risco de volta de ac\u00famulo de estoques pelo varejo existe, afirma. Por enquanto, diz, a ind\u00fastria continua a reduzir suas mercadorias paradas, mas a recupera\u00e7\u00e3o do setor s\u00f3 ser\u00e1 mais forte quando a demanda interna der sinais claros de rea\u00e7\u00e3o, o que tende a acontecer apenas a partir do ano que vem, caso as reformas sejam aprovadas.<\/p>\n<p> Cagnin, do Iedi, tem preocupa\u00e7\u00e3o semelhante. Ele alerta para a perda de f\u00f4lego que j\u00e1 aparece nos n\u00fameros de exporta\u00e7\u00e3o exatamente em raz\u00e3o da aprecia\u00e7\u00e3o da moeda nacional nos \u00faltimos meses. Em agosto o volume de exporta\u00e7\u00e3o de manufaturados cresceu 25% contra mesmo m\u00eas de 2015. No acumulado at\u00e9 o m\u00eas a alta foi de 9,1%. Cagnin lembra, por\u00e9m, que fatos pontuais contribu\u00edram para a acelera\u00e7\u00e3o do quantum embarcado em agosto. Entre eles a exporta\u00e7\u00e3o de aeronaves, que mais que dobrou no m\u00eas em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo do ano passado. Nas compara\u00e7\u00f5es trimestrais, destaca Cagnin, o volume embarcado de manufaturados cresceu 12,3% de janeiro a mar\u00e7o. No segundo trimestre a alta caiu para 9,2%. No \u00faltimo trimestre de 2015 a alta foi de 13,7%, compara o economista do Iedi, sempre contra igual trimestre do ano anterior. \"O c\u00e2mbio perde o efeito dinamizador da exporta\u00e7\u00e3o\", avalia Cagnin. Ao mesmo tempo a economia dom\u00e9stica ainda n\u00e3o mostra sinais de que existir\u00e1 demanda para uma produ\u00e7\u00e3o que pode n\u00e3o ir mais para o mercado externo. Ele diz, por\u00e9m, que n\u00e3o \u00e9 caso de se falar de um quadro \"catastr\u00f3fico\" e sim de acompanhar os indicadores dos pr\u00f3ximos meses com aten\u00e7\u00e3o. De qualquer forma, estima, a expectativa \u00e9 de que as varia\u00e7\u00f5es de quantum exportado de manufaturados at\u00e9 o fim do ano continuem positivas, embora em desacelera\u00e7\u00e3o e caminhando para a estabilidade. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1958\" style=\"width: 755px; height: 310px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">H\u00e1bitos nutricionais&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Realizada com 30 mil pessoas em 63 pa\u00edses, a pesquisa mostra que o consumidor cada vez mais modifica seus h\u00e1bitos nutricionais por sensibilidades alimentares, alergias e desejo de se manter saud\u00e1vel. Cerca de 30% dos entrevistados no Brasil dizem que algu\u00e9m em casa sofre algum tipo de alergia ou intoler\u00e2ncia, sendo que lactose, produtos l\u00e1cteos, frutos do mar e trigo s\u00e3o os mais citados. Por outro lado, 31% adotam uma alimenta\u00e7\u00e3o com baixo teor de gordura; 28% consomem a\u00e7\u00facar com modera\u00e7\u00e3o e 22% preferem produtos com baixo teor de s\u00f3dio. Entre os itens que mais eles tentam incluir no card\u00e1pio di\u00e1rio est\u00e3o aves (62%), gr\u00e3os e org\u00e2nicos (57% cada) e ovos (56%). Os brasileiros tamb\u00e9m apontaram os alimentos que tentam excluir da alimenta\u00e7\u00e3o: itens de origem animal com antibi\u00f3ticos e horm\u00f4nios (61%); com s\u00f3dio (55%); com gorduras saturadas ou trans, al\u00e9m de acondicionados em embalagens BPA (54% cada). O BPA \u00e9 o Bisfenol A, um composto utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o de policarbonato, um tipo de resina usada na produ\u00e7\u00e3o da maioria dos pl\u00e1sticos. Convencido de que a alimenta\u00e7\u00e3o caseira \u00e9 mais saud\u00e1vel (80% dos entrevistados), o brasileiro espera encontrar nos supermercados produtos com atributos espec\u00edficos: 68% gostaria de produtos 100% naturais; 56% com baixo teor ou sem gordura; 54% com baixo teor ou sem a\u00e7\u00facar; &nbsp;52% org\u00e2nicos; &nbsp;e 52% com baixo teor de s\u00f3dio. (Fonte: Supermercado Moderno)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 07 de outubro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.367 &nbsp; Governo revisar\u00e1 situa\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es do Uruguai Foto: Waldemir Barreto\/Ag\u00eancia Senado Depois de uma tarde de discuss\u00f5es acaloradas sobre <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/07\/07-10-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/10\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1273","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1273","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1273"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1273\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1273"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1273"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1273"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}