{"id":12720,"date":"2023-09-04T18:46:26","date_gmt":"2023-09-04T18:46:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=12720"},"modified":"2023-09-04T18:49:50","modified_gmt":"2023-09-04T18:49:50","slug":"04-09-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/09\/04\/04-09-2023\/","title":{"rendered":"04\/09\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 04 de setembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 3.980<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Grupo de Trabalho do Leite retoma atividades com foco na crise da importa\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/b><br \/>\nRestabelecido na tarde desta sexta-feira (1\/9), o Grupo de Trabalho (GT) do Leite da Assembleia Legislativa focar\u00e1 sua atividade na elabora\u00e7\u00e3o de propostas e iniciativas que ajudem o setor a enfrentar o momento de crise decorrente da importa\u00e7\u00e3o desenfreada de leite do Prata. Uma primeira reuni\u00e3o de trabalho deve ser realizada na primeira quinzena de setembro e ser\u00e1 coordenada pelos deputados Z\u00e9 Nunes e Elton Weber. O ato de reinstala\u00e7\u00e3o do GT foi realizado na Casa Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS) no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, durante a Expointer, em Esteio (RS).&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O GT foi criado em 2017 e estava com as atividades interrompidas desde o in\u00edcio desta Legislatura.&nbsp; Segundo Z\u00e9 Nunes, o momento \u00e9 ideal para a retomada dos trabalhos tendo em vista a crise que reduziu em 60,78% o n\u00famero de produtores na atividade, em 34,47% o n\u00famero de vacas e em 8,91% a produ\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul. \u201cA tarefa n\u00e3o \u00e9 pequena. \u00c9 preciso definir o que o Estado quer desta atividade\u201d, disse Nunes. Elton Weber refor\u00e7ou a urg\u00eancia de buscar solu\u00e7\u00f5es efetivas. \u201cO parlamento ga\u00facho tem obriga\u00e7\u00e3o de fazer este trabalho andar e, junto com a ind\u00fastria e os produtores, pautar o setor p\u00fablico. Temos obriga\u00e7\u00e3o de fazer isso nesse momento cr\u00edtico para o mercado de leite. Precisamos de uma pol\u00edtica de apoio ao produtor\u201d, acrescentou Weber.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Representando a ind\u00fastria, o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat\/RS, Darlan Palharini, indicou que o setor tem problemas estruturais e que, em momento de crise como agora, ficam maximizados. O pior cen\u00e1rio vivem aquelas fam\u00edlias que investiram em tecnifica\u00e7\u00e3o e agora t\u00eam contas a pagar. \u201cToda crise sempre nos motiva a pensar diferente. O GT debate o hoje, mas tamb\u00e9m vai nos ajudar a pensar o amanh\u00e3. O grupo \u00e9 bem-vindo e certamente trabalhar\u00e1 com pautas pertinentes ao setor l\u00e1cteo\u201d, indicou Palharini. (Assessoria de imprensa Sindilat\/Foto: Carolina Jardine)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/fdcma7ABF0286\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/fdcma7ABF0286\"><\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Lan\u00e7ada a 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo<br \/>\n<\/b><br \/>\nConsagrada entre as principais premia\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o no setor leiteiro, foi confirmada, na tarde de ter\u00e7a-feira (29\/08), durante a Expointer, a 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio Sindilat de Jornalismo. Realizada anualmente pelo o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS), a distin\u00e7\u00e3o chegar\u00e1 ao total de 140 profissionais premiados pelos seus trabalhos voltados para a produ\u00e7\u00e3o leiteira.&nbsp; \u201cO Sindilat\/RS se orgulha da parceria constru\u00edda com a imprensa ao longo desta jornada, na qual seguimos com o objetivo comum que \u00e9 o da constru\u00e7\u00e3o de um setor leiteiro forte e desenvolvido\u201d, destaca Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo da entidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As inscri\u00e7\u00f5es est\u00e3o abertas at\u00e9 01\/11\/23 para publica\u00e7\u00f5es que tenham sido realizadas entre 02\/11\/22 e 01\/11\/23. N\u00e3o h\u00e1 limite de n\u00famero de trabalhos a serem inscritos pelos candidatos. As publica\u00e7\u00f5es devem abordar os aspectos relacionados ao setor l\u00e1cteo do Rio Grande do Sul, seu desenvolvimento tecnol\u00f3gico, avan\u00e7os produtivos e desafios, e podem ser inscritas em tr\u00eas categorias: impresso, eletr\u00f4nico e online. A divulga\u00e7\u00e3o dos finalistas acontecer\u00e1 at\u00e9 25\/11\/2023 e os primeiros lugares receber\u00e3o como pr\u00eamio um trof\u00e9u e um celular Iphone. Os segundos e terceiros classificados receber\u00e3o um trof\u00e9u de coloca\u00e7\u00e3o. O regulamento e a ficha de inscri\u00e7\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis nos links abaixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1y2Xa8ZoaFz9RvQ91QoOviU5Hs2V939n2\/view\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1y2Xa8ZoaFz9RvQ91QoOviU5Hs2V939n2\/view\">CLIQUE AQUI<\/a>&nbsp;para acessar o regulamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1MEaXJpEc_Frw-BqjGF2XR1SXOEv-tBYE\/view\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1MEaXJpEc_Frw-BqjGF2XR1SXOEv-tBYE\/view\">CLIQUE AQUI<\/a>&nbsp;para acessar a ficha de inscri\u00e7\u00e3o. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>China \u00e9 mais vulner\u00e1vel que EUA e UE a choque econ\u00f4mico e clim\u00e1tico<br \/>\n<\/b><br \/>\nUm cen\u00e1rio de crise econ\u00f4mica global somado ao choque de eventos extremos clim\u00e1ticos afetaria mais consumidores chineses do que americanos e europeus. Pesquisadores do Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK) mostram em estudo que, no caso de uma dupla crise - econ\u00f4mica global ampliada por tuf\u00f5es, inunda\u00e7\u00f5es e ondas de calor -, o aumento dos pre\u00e7os triplicaria na China, duplicaria nos EUA e aumentaria um ter\u00e7o na UE. A explica\u00e7\u00e3o disso seria a forte capacidade exportadora chinesa, que supriria quebras de produ\u00e7\u00e3o em outros lugares, mas teria que lidar com a pr\u00f3pria crise interna. \u201cQuer\u00edamos medir como a economia dos pa\u00edses reagiria se estivesse sob um estresse global, como aconteceu durante a Covid-19, e, adicionalmente, sob o efeito de eventos clim\u00e1ticos extremos\u201d, explica Robin Middelanis, autor principal do estudo. \u201cQuando extremos clim\u00e1ticos acontecem em \u00e1reas com atividade econ\u00f4mica, dificultam a produ\u00e7\u00e3o e causam perdas locais. Mas a falta de mercadorias causar\u00e1 impacto em outros lugares. Ou seja: se algo acontece a n\u00edvel local ter\u00e1 efeitos em outras partes do mundo\u201d, diz ele.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pesquisadores tomaram como base a pandemia, com impactos globais no com\u00e9rcio e em cadeias de produ\u00e7\u00e3o. Adicionaram a isso eventos clim\u00e1ticos extremos, via modelos de computador. O foco foi nas economias mais fortes - EUA, UE e China. Definiram dois cen\u00e1rios: em um deles observaram o mundo sem pandemia, que funciona com suas capacidades econ\u00f4micas normais; no outro, a atividade dos pa\u00edses foi reduzida de acordo com a intensidade das medidas de restri\u00e7\u00e3o adotadas na pandemia. A m\u00e9trica foi a perda de consumo na crise global e com os eventos clim\u00e1ticos extremos, considerando quebras de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cExtremos clim\u00e1ticos causam efeitos econ\u00f4micos indiretos. Quer\u00edamos saber se haveria uma amplifica\u00e7\u00e3o destes impactos em uma situa\u00e7\u00e3o de crise econ\u00f4mica global\u201d, continua ele. Em ambos os cen\u00e1rios, da economia global estressada e da que funciona normalmente, simularam impactos econ\u00f4micos indiretos de choques econ\u00f4micos locais causados por extremos clim\u00e1ticos. Cruzaram 7 mil setores de produ\u00e7\u00e3o conectados por mais de 1,8 milh\u00e3o de transa\u00e7\u00f5es comerciais. \u201cA China \u00e9 fortemente afetada por eventos clim\u00e1ticos. O pa\u00eds \u00e9 t\u00e3o intensivo em exporta\u00e7\u00f5es, que, em uma crise econ\u00f4mica global, outros pedir\u00e3o \u00e0 China que compense suas perdas locais de produ\u00e7\u00e3o\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A economia chinesa pode sofrer impactos diretos mas tamb\u00e9m indiretos. \u201cH\u00e1 uma conex\u00e3o entre o fato de a China ter fortes la\u00e7os comerciais com outras regi\u00f5es e suprir demandas globais e tamb\u00e9m sofrer com extremos clim\u00e1ticos. O aumento de pre\u00e7os nesta regi\u00e3o pode ser mais forte\u201d, diz ele. \u201cO aumento dos eventos clim\u00e1ticos extremos pode coincidir com crises econ\u00f4micas n\u00e3o relacionadas ao clima\u201d, diz Anders Levermann, do PIK. \u201cO estudo mostra que \u00e9 preciso aumentar a resili\u00eancia das rela\u00e7\u00f5es comerciais para enfrentar choques que acontecem em outras regi\u00f5es\u201d. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Nova f\u00e1brica da Cotrib\u00e1 abrir\u00e1 em 2024<br \/>\n<\/b>A Cotrib\u00e1, cooperativa agropecu\u00e1ria mais antiga do Brasil, com 113 anos de hist\u00f3ria no Rio Grande do Sul, deve inaugurar sua nova f\u00e1brica de ra\u00e7\u00f5es em fevereiro de 2024. A estrutura recebeu investimento de R$ 170 milh\u00f5es e vai produzir ao redor de 300 mil toneladas ao ano. A produ\u00e7\u00e3o supera em tr\u00eas vezes a atual, de 100 mil toneladas anuais, proveniente de uma unidade pr\u00f3pria, em Ibirub\u00e1, e de outra arrendada, em Tapera. Segundo o presidente da Cotrib\u00e1, Celso Krug, que visitou a casa do Grupo Record RS na Expointer, assim que a unidade iniciar o trabalho, as outras duas ser\u00e3o desativadas. \u201cVamos atender \u00e0 pecu\u00e1ria leiteira, \u00e0 avicultura, \u00e0 suinocultura e \u00e0 linha pet\u201d, detalhou. Os produtos tamb\u00e9m atender\u00e3o \u00e0s demandas de clientes externos tanto do RS como de Santa Catarina e do Paran\u00e1. (Correio do Povo)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 04 de setembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 3.980 Grupo de Trabalho do Leite retoma atividades com foco na crise da importa\u00e7\u00e3o Restabelecido na tarde desta sexta-feira (1\/9), <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/09\/04\/04-09-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/09\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-12720","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12720","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12720"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12720\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12726,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12720\/revisions\/12726"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12720"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12720"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12720"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}