{"id":1265,"date":"2016-10-03T17:15:06","date_gmt":"2016-10-03T17:15:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/03\/03-10-2016\/"},"modified":"2016-10-03T17:15:06","modified_gmt":"2016-10-03T17:15:06","slug":"03-10-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/03\/03-10-2016\/","title":{"rendered":"03\/10\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 03 de outubro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.363<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Espera-se que crescimento na demanda de l\u00e1cteos continue at\u00e9 2025<\/strong><\/p>\n<p> De acordo com a nova perspectiva sobre l\u00e1cteos, a longo prazo, da IFCN [International Farm Comparison Network] Dairy, um crescimento global na demanda de leite, de mais de 20 milh\u00f5es de toneladas por ano, dever\u00e1 continuar at\u00e9 2025. A IFCN estima aumento na demanda global de leite de 25% ao longo de 10 anos ou 2,3% por ano. O fator-chave para este aumento \u00e9 a crescente popula\u00e7\u00e3o mundial, bem como o aumento do consumo de leite por pessoa. Torsten Hemme, diretor administrativo da IFCN, comentou: \"Haver\u00e1 um bilh\u00e3o a mais de consumidores neste planeta que ter\u00e1 demanda por produtos l\u00e1cteos\". \"Globalmente, cada pessoa vai consumir 13 kg a mais em equivalente de leite ao longo de dez anos (ou seja, 127 kg por pessoa em 2025). Portanto, o n\u00edvel de oferta global de leite tamb\u00e9m vai continuar a crescer, desde que os consumidores ainda tenham prefer\u00eancias positivas por leite e que a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e pol\u00edtica global esteja est\u00e1vel.\" Um fator essencial para a futura oferta de leite \u00e9, sem d\u00favida, o pre\u00e7o do leite m\u00e9dio a longo prazo, que os produtores s\u00e3o capazes de produzir.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A IFCN estima este n\u00edvel de pre\u00e7os do leite em US$41\/100 kg de leite (leite corrigido para energia em 4,0% de gordura, 3,3% de prote\u00edna); um n\u00edvel de pre\u00e7os que \u00e9 substancialmente mais elevado do que os pre\u00e7os observados em 2015 e 2016. Com este pre\u00e7o, \u00e9 esperado aumento na produ\u00e7\u00e3o de leite de 208 milh\u00f5es de toneladas, o que representa 8,5 vezes a produ\u00e7\u00e3o de leite atual da&nbsp;Nova Zel\u00e2ndia. Nos pr\u00f3ximos dez anos, haver\u00e1 tamb\u00e9m mudan\u00e7as significativas no n\u00famero e tamanho de fazendas. A principal constata\u00e7\u00e3o \u00e9 que em 2025 haver\u00e1 menos, mas maiores fazendas em n\u00edvel global. At\u00e9 ent\u00e3o a IFCN espera que haja no mundo 103 milh\u00f5es de fazendas leiteiras, uma queda de 17,5 milh\u00f5es de fazendas em dez anos a partir de agora. Apesar disso, o n\u00famero de vacas e tamb\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de leite devem aumentar. Numericamente, representa um aumento na produ\u00e7\u00e3o global de leite por fazenda de 47% at\u00e9 2025. (The Dairy Site- Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o de leite cresce, mas pa\u00eds est\u00e1 distante dos l\u00edderes no setor<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o nacional de leite atingiu 35 bilh\u00f5es de litros no ano passado, um volume bem acima dos 24 bilh\u00f5es de h\u00e1 dez anos. Nesse mesmo per\u00edodo, a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia por vaca subiu para 1.609 litros por ano, ante 1.195 em 2005.&nbsp;<br \/> S\u00e3o n\u00fameros do IBGE e parecem animadores quando se olha para a evolu\u00e7\u00e3o percentual da produ\u00e7\u00e3o: 46% mais. Esses n\u00fameros est\u00e3o, no entanto, bem distantes dos de outros pa\u00edses produtores. A m\u00e9dia mundial de produ\u00e7\u00e3o por vaca \u00e9 de 3.527 litros por ano, segundo o Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Alguns pa\u00edses --como os Estados Unidos-- chegam a ter m\u00e9dia de 10,4 mil litros por vaca. Em alguns Estados brasileiros, como o Rio Grande do Sul, a produtividade \u00e9 bem melhor e atinge 3.073 litros por ano por vaca. S\u00f3 agora a pecu\u00e1ria leiteira come\u00e7a a se estruturar. O potencial \u00e9 grande, mas, gra\u00e7as \u00e0 letargia dos anos anteriores, o pa\u00eds ainda \u00e9 importador de leite. Essa organiza\u00e7\u00e3o do setor passa, inclusive, por mudan\u00e7as de import\u00e2ncia das regi\u00f5es produtoras.&nbsp;<\/p>\n<p> O Sul desbancou o Sudeste desde 2014 e lidera com uma participa\u00e7\u00e3o de 35% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Na regi\u00e3o Sul, o Paran\u00e1 assume a lideran\u00e7a, deixando para tr\u00e1s o Rio Grande do Sul. Duas das principais cidades produtoras de leite do pa\u00eds s\u00e3o paranaenses: Castro e Carambe\u00ed. A primeira, l\u00edder, produz 240 milh\u00f5es de litros por ano, segundo o IBGE. Wagner Hiroshi Yanaguizawa, pesquisador do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada) diz que o melhor desempenho da regi\u00e3o Sul se deve \u00e0s ra\u00e7as mais produtivas e ao clima mais favor\u00e1vel. Acima de S\u00e3o Paulo, o gado passa por um estresse t\u00e9rmico, segundo ele. Nos \u00faltimos 30 anos, os Estados do Sudeste sa\u00edram de uma produ\u00e7\u00e3o anual de 6 bilh\u00f5es de litros de leite para 12 bilh\u00f5es. J\u00e1 os do Sul evolu\u00edram de 2,5 bilh\u00f5es para 12,5 bilh\u00f5es no mesmo per\u00edodo. Na avalia\u00e7\u00e3o do pesquisador, falta modernidade ao campo. Grande parte dos produtores de leite n\u00e3o tem um controle de custos. Operam, inclusive, com um baixo n\u00edvel t\u00e9cnico.&nbsp;<\/p>\n<p> A evolu\u00e7\u00e3o na cadeia ocorre a passos lentos, e a aus\u00eancia de um planejamento deve levar a uma maior concentra\u00e7\u00e3o, tanto da produ\u00e7\u00e3o como na industrializa\u00e7\u00e3o nesse setor. Sem controle de custos, esses produtores ter\u00e3o, no m\u00e9dio e longo prazos, seus ativos depreciados. Sem renda, v\u00e3o abater matrizes, complicando ainda mais o seu desempenho, segundo o pesquisador do Cepea A expectativa \u00e9 que o produtor fa\u00e7a essa transi\u00e7\u00e3o do sistema atual para uma produ\u00e7\u00e3o mais comercial para conseguir sobreviv\u00eancia. O pesquisador cita o exemplo de 2015, quando os produtores tiveram uma forte press\u00e3o dos custos, vindos de energia el\u00e9trica, combust\u00edveis e da alimenta\u00e7\u00e3o do gado. Com isso, tiveram as menores receitas dos \u00faltimos cinco anos, devido \u00e0 crise econ\u00f4mica, mas com custos crescentes. O impacto dessa situa\u00e7\u00e3o adversa de 2015 continua em 2016, quando a produ\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser menor do que os 35 bilh\u00f5es de litros apontados pelo IBGE para o ano passado, segundo Yanaguizawa. (Folha de SP)<\/p>\n<p> <strong>Novacki refor\u00e7a na FAO compromisso da agricultura brasileira com a preserva\u00e7\u00e3o ambiental<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria brasileira se baseia na preserva\u00e7\u00e3o ambiental, tecnologia, inclus\u00e3o social e consci\u00eancia do produtor, destacou o secret\u00e1rio-executivo do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, Eumar Novacki, ao participar de reuni\u00e3o de ministros na Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO), em Roma, nesta segunda-feira (3).<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \"Tudo isso sem os subs\u00eddios que distorcem o com\u00e9rcio internacional e agravam o abismo entre os pa\u00edses desenvolvidos e aqueles que querem chegar l\u00e1\", disse Novacki. &nbsp;A Argentina apoiou a iniciativa brasileira de criticar os subs\u00eddios agr\u00edcolas e defendeu a amplia\u00e7\u00e3o das discuss\u00f5es sobre o tema.&nbsp;Durante o encontro que tratou de tend\u00eancias de longo prazo dos pre\u00e7os das commodities e o desenvolvimento sustent\u00e1vel da agricultura, o secret\u00e1rio-executivo salientou que o Brasil preserva 61% das suas terras e apenas 28% do territ\u00f3rio \u00e9 utilizado para produzir alimentos. De acordo com o C\u00f3digo Florestal, assinalou Novacki, os produtores s\u00e3o obrigados a preservar entre 20% e 80% da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, dependendo da regi\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Segundo ele, a preserva\u00e7\u00e3o ambiental se d\u00e1 \u00e0s custas do produtor e precisa ser reconhecida pela comunidade internacional. \"Buscamos a agrega\u00e7\u00e3o de valor aos produtos brasileiros\", enfatizou o secret\u00e1rio-executivo. Lembrou ainda que sistema produtivo brasileiro tem um dos mais elevados padr\u00f5es de seguran\u00e7a fitossanit\u00e1ria do mundo.<br \/> Novacki tamb\u00e9m falou sobre o Plano Agro +, que at\u00e9 agora j\u00e1 recebeu 335 demandas do setor produtivo para desburocratizar normas e procedimentos do minist\u00e9rio. Do total, 87 foram resolvidas - entre elas, a agiliza\u00e7\u00e3o do processo de registro de produtos de origem animal e a reinspe\u00e7\u00e3o nos portos. \"Estamos trabalhando em ritmo acelerado para resolver os gargalos\", acrescentou. (MAPA)<\/p>\n<p> <strong>Mudan\u00e7as na ordenha de leite ajudam a economizar \u00e1gua, aponta Embrapa<\/strong><\/p>\n<p> Uma pesquisa da Embrapa de S\u00e3o Carlos (SP) descobriu que manejos simples, mudan\u00e7a de h\u00e1bitos e qualifica\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra podem economizar at\u00e9 30% de \u00e1gua em instala\u00e7\u00f5es de ordenha. O objetivo foi quantificar o consumo para melhorar a efici\u00eancia do uso da \u00e1gua no processo de ordenha, promovendo a gest\u00e3o do recurso. O investimento do produtor \u00e9 baixo.<\/p>\n<p> Uma fazenda localizada em Descalvado possui 60 vacas e cada uma produz em m\u00e9dia 15 litros de leite por dia. Para garantir a produ\u00e7\u00e3o, os animais precisam beber bastante \u00e1gua. L\u00e1, os bebedouros ficam espalhados pela propriedade e a \u00e1gua para matar a sede dos animais e para a limpeza do espa\u00e7o saem de um posto artesiano.<\/p>\n<p> Higieniza\u00e7\u00e3o<br \/> Para deixar a sala de ordenha limpa, s\u00e3o gastos por dia entre 1,2 mil a 1,3 mil litros de \u00e1gua. \"Voc\u00ea tem que higienizar, afinal a gente est\u00e1 produzindo alimentos. Se voc\u00ea n\u00e3o higieniza, problemas surgir\u00e3o mais na frente na cadeia\", disse o produtor Mario Dotta e Silva.<\/p>\n<p> A fazenda tamb\u00e9m adotou a pr\u00e1tica do reuso. A \u00e1gua utilizada na limpeza vai para uma fossa e depois \u00e9 usada para irriga\u00e7\u00e3o e aduba\u00e7\u00e3o do pasto. A sustentabilidade \u00e9 regra na propriedade. \"Essa \u00e1gua tem que ser reutilizada de alguma forma para gerar efici\u00eancia\", afirmou Silva.&nbsp;<\/p>\n<p> Redu\u00e7\u00e3o de 30%<br \/> Toda essa mudan\u00e7a pode ter um impacto positivo no uso da \u00e1gua, j\u00e1 que a economia nos locais onde s\u00e3o feitas as ordenhas pode chegar a 30%. A Embrapa monitorou os tr\u00eas hidr\u00f4metros por 18 meses.<\/p>\n<p> O pesquisador constatou que na limpeza da sala de ordenha onde se gasta mais, em m\u00e9dia 48% do total, 37% v\u00e3o para o processo de ordenha e limpeza dos equipamentos e apenas 10% para o consumo dos animais. Medidas simples podem ajudar bastante na economia como fazer a raspagem do solo para s\u00f3 depois lavar.<\/p>\n<p> \"Muitas vezes para acontecer mudan\u00e7as a gente precisa de dinheiro, precisa por a m\u00e3o no bolso. Isso n\u00e3o \u00e9 totalmente verdade quando se fala em meio ambiente. Se a gente fizer algumas mudan\u00e7as culturais, ou seja, se eu uso \u00e1gua sem press\u00e3o e passo a usar com press\u00e3o, isso vai contribuir para a efici\u00eancia h\u00eddrica. Uma torneira pingando, naquele segundo aquele pingo n\u00e3o \u00e9 nada, mas em 24h do dia, aquele pingo \u00e9 uma grande quantidade\", explicou o pesquisador da Embrapa J\u00falio Palhares.<\/p>\n<p> Cisterna<br \/> O produtor tamb\u00e9m pode investir em uma alternativa para garantir \u00e1gua de gra\u00e7a. Uma cisterna, por exemplo, que capta \u00e1gua da chuva e armazena em uma caixa d'\u00e1gua de 10 mil litros. O sistema custa aproximadamente R$ 7 mil.<\/p>\n<p> \"A cisterna foi instalada em dezembro de 2015 e at\u00e9 a data de hoje, n\u00f3s j\u00e1 conseguimos economizar em torno de 75% da \u00e1gua que n\u00f3s utiliz\u00e1vamos para lavar o piso depois da ordenha\", acrescentou Palhares.<\/p>\n<p> Para ele, \u00e9 preciso cuidar bem dos recursos naturais, principalmente nos dias de atuais. \"Nossas fontes de \u00e1gua, os nossos solos, o nosso ar que hoje se fala tanto, tamb\u00e9m precisam ser cuidados - tamb\u00e9m precisam ser inseridos no dia a dia da nossa produ\u00e7\u00e3o\", concluiu J\u00falio Palhares. (G1)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>ABIGEATO PERSISTE<br \/> Mesmo com a cria\u00e7\u00e3o de for\u00e7a-tarefa para conter o abigeato no Rio Grande do Sul, as ocorr\u00eancias continuam assustando os pecuaristas. Na semana passada, a Cabanha Sol\u00e9, de Cerrito, no sul do Estado, teve quatro vacas prenhas da ra\u00e7a angus carneadas na propriedade. Os animais estavam sendo preparados para serem julgados na exposi\u00e7\u00e3o de Pelotas, no pr\u00f3ximo dia 12. - Eram animais superiores dentro da gera\u00e7\u00e3o, resultado de anos de melhoramento gen\u00e9tico. O preju\u00edzo \u00e9 inestim\u00e1vel - lamenta o produtor Ismael Sol\u00e9 Filho, que em julho do ano passado tamb\u00e9m foi alvo de abigeato. E a inseguran\u00e7a no campo n\u00e3o tem se resumido ao furto de gado. Quadrilhas organizadas t\u00eam invadido fazendas tamb\u00e9m para roubar insumos e m\u00e1quinas. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 03 de outubro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.363 &nbsp; Espera-se que crescimento na demanda de l\u00e1cteos continue at\u00e9 2025 De acordo com a nova perspectiva sobre l\u00e1cteos, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/10\/03\/03-10-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/10\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1265","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1265","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1265"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1265\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1265"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1265"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1265"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}