{"id":12649,"date":"2023-09-01T15:42:38","date_gmt":"2023-09-01T15:42:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=12649"},"modified":"2023-09-01T17:54:30","modified_gmt":"2023-09-01T17:54:30","slug":"01-09-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/09\/01\/01-09-2023\/","title":{"rendered":"01\/09\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 01 de setembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 3.979<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Estado tem 33 mil produtores de leite na ativa<br \/>\n<\/b><br \/>\nO n\u00famero de produtores de leite no Rio Grande d o Sul despencou 60,78% em quase uma d\u00e9cada, tendo recuado de 84.199 em 2015 \u2013 data do primeiro diagn\u00f3stico realizado pela Emater\/RS-Ascar \u2013 para 40.182 em 2021 e 33.019 neste ano. Com isso, o rebanho leiteiro ga\u00facho encolheu 34,47% no per\u00edodo, de 1.174.762 de vacas em 2015 para os atuais 769.812 animais. Os indicadores s\u00e3o do Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite no RS \u2013 2023, apresentado pela empresa de assist\u00eancia t\u00e9cnica nesta quinta-feira (31), dentro da programa\u00e7\u00e3o da Expointer, em Esteio.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados para o levantamento foram coletados em julho passado. Segundo o zootecnista e assistente t\u00e9cnico da Emater Jaime Ries, a pesquisa, que \u00e9 bianual, \u00e9 focada apenas em produtores que entregam leite a latic\u00ednios ou mant\u00eam ind\u00fastrias legalmente formalizadas. Somadas, as propriedades rurais leiteiras produzem hoje 3,836 bilh\u00f5es de litros de leite por ano, volume 8,91% inferior aos 4,212 bilh\u00f5es registrados em 2015 e tamb\u00e9m abaixo do total verificado na pesquisa de 2021, de 4,079 bilh\u00f5es de litros anuais. O desempenho dos rebanhos, no entanto, aumentou no per\u00edodo analisado, como resultado da profissionaliza\u00e7\u00e3o da atividade e do uso de t\u00e9cnicas modernas de manejo.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A produtividade m\u00e9dia das vacas leiteiras teve um avan\u00e7o de 39,01%, de 11,7 em 2015 para 16,3 litros di\u00e1rios neste ano. O volume m\u00e9dio produzido em cada estabelecimento rural reflete um salto de 132,29%, de 137 para 317 litros por dia na mesma base de compara\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 um aumento grande: menos propriedades, mas com uma m\u00e9dia maior de vacas e com vacas mais produtivas\u201d, destacou Ries. Esse resultado em 2023, por\u00e9m, ainda ficou abaixo da expectativa, se considerada a tend\u00eancia apontada pelos quatro levantamentos anteriores. \u201cSe (o setor) tivesse seguido o mesmo ritmo, seriam 352 litros (di\u00e1rios). Ent\u00e3o, temos boas not\u00edcias, mas elas poderiam ser melhores. (Nos \u00faltimos dois anos), tivemos estiagem, aumento de custos de produ\u00e7\u00e3o e a quest\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es\u201d, ponderou Ries, referindo-se \u00e0 disparada das importa\u00e7\u00f5es de leite e l\u00e1cteos de pa\u00edses do Mercosul neste ano.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A concorr\u00eancia com os itens importados, que entram no Brasil com pre\u00e7os mais competitivos, vem causando dificuldades ao setor e motivando protestos dos pecuaristas. Entre os dados apresentados, chama aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m o aumento de 67,1% no n\u00famero de vacas por propriedade, que era de 13,95 em 2015 e passou para 23,31 neste ano. \u201c\u00c0 medida que diminuiu o n\u00famero de produtores, os que ficam (na atividade) t\u00eam mais animais\u201d, disse Ries. Novamente, com base no ritmo de aumento dos quatro anos anteriores, observou o zootecnista, a expectativa apontaria para uma m\u00e9dia de 25 animais por propriedade. O levantamento tamb\u00e9m traz dados sobre o padr\u00e3o gen\u00e9tico predominante no rebanho leiteiro. Em 67% das propriedades, s\u00e3o criadas vacas holandesas. Outros 16% dedicam-se \u00e0 ra\u00e7a Jersey e em cerca de 16% estabelecimentos as duas ra\u00e7as est\u00e3o presentes \u2013 o restante dos pecuaristas mant\u00e9m animais das ra\u00e7as Gir Leiteiro, zebu\u00ednas e outras. (Correio do Povo)<br \/>\n\u200b<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZrCM13ABF0215\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ZrCM13ABF0215\"><\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>A pr\u00f3xima semana ter\u00e1 umidade, chuva e temperaturas amenas no RS<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na quinta-feira (31\/8), o tempo permanecer\u00e1 seco e quente em todo Estado. Entre a sexta (01\/9) e o domingo (03\/9), o deslocamento de uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o e uma frente fria provocar\u00e3o chuva em todas as regi\u00f5es, com possibilidade de temporais isolados, associados a fortes rajadas de vento e queda de granizo em \u00e1reas isoladas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na segunda (04), a nebulosidade seguir\u00e1 predominando, com chuva em todo Estado e risco de temporais isolados, e o ingresso de ar frio provocar\u00e1 o decl\u00ednio da temperatura. Na ter\u00e7a (05), ocorrer\u00e3o pancadas de chuva nos setores Norte e Nordeste, com tempo firme e frio nas demais regi\u00f5es. Na quartafeira (06), o tempo firme e frio vai predominar em todas as regi\u00f5es. Os volumes previstos s\u00e3o muito elevados e oscilar\u00e3o entre 70 e 100 mm na maioria das \u00e1reas do RS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Alto Uruguai e no Planalto os totais dever\u00e3o variar entre 125 mm e 140 mm e poder\u00e3o superar 160 mm em diversas localidades. O boletim tamb\u00e9m aborda a situa\u00e7\u00e3o de diversas culturas e cria\u00e7\u00f5es de animais pelo Estado. Acompanhe todas as publica\u00e7\u00f5es agrometeorol\u00f3gicas da Secretaria em www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia. (SEAPI)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Na Expointer, Uruguai afasta possibilidade de Brasil taxar l\u00e1cteos do Mercosul<br \/>\n<\/b><br \/>\nO ministro da Agricultura do Uruguai, Fernando Mattos, afastou a possibilidade de o Brasil taxar a importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos do pa\u00eds. \u201cN\u00e3o podemos estabelecer regras de restri\u00e7\u00e3o porque estamos no Mercosul integrado, n\u00e3o podemos aplicar aspectos legais que v\u00e3o contra o esp\u00edrito de livre circula\u00e7\u00e3o de bens e de pessoas. Seria, portanto, uma contradi\u00e7\u00e3o o Mercosul pedir liberaliza\u00e7\u00e3o de mercados e estabelecermos regras restritivas internas\u201d, argumentou, durante visita \u00e0 casa do Grupo Record RS na Expointer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A certeza prov\u00e9m tamb\u00e9m de reuni\u00e3o com o ministro da Agricultura, Carlos F\u00e1varo, realizada na sede da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), ap\u00f3s encontro com o setor l\u00e1cteo ga\u00facho, nesta quinta-feira, na Expointer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Mattos, a reuni\u00e3o com F\u00e1varo resultou na designa\u00e7\u00e3o de dois pontos focais de trabalho para \u201cevitar o aviltamento da oferta (de leite) na pr\u00f3xima primavera de acordo com todas as normas de transpar\u00eancia\u201d. \u201cVamos propiciar, dentro dos acordos empresariais, que as empresas possam dialogar entre si para que haja regras claras e o com\u00e9rcio contribua ao correto abastecimento ao mercado brasileiro\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso porque o pa\u00eds vizinho \u00e9 tradicional fornecedor de leite ao Brasil que, segundo Mattos, n\u00e3o supre a pr\u00f3pria demanda interna. \u201cO Brasil precisa de fornecedores confi\u00e1veis. N\u00e3o podemos levantar o dedo acusador a quem tem sido, historicamente, o grande fornecedor para esse d\u00e9ficit. \u00c9 tamb\u00e9m a importa\u00e7\u00e3o que regula o mercado, evita a disparada dos pre\u00e7os e evita que a press\u00e3o inflacion\u00e1ria ocorra quando a produ\u00e7\u00e3o brasileira diminui\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro foco est\u00e1 no desenvolvimento de campanhas de est\u00edmulo ao consumo de leite no Brasil, a exemplo do que, h\u00e1 80 anos, ocorre no Uruguai, onde as escolas t\u00eam no leite e nos l\u00e1cteos produtos insubstitu\u00edveis na merenda escolar. Al\u00e9m de regular o mercado interno, a oferta \u00e0s crian\u00e7as cria h\u00e1bitos que perduram de gera\u00e7\u00e3o a gera\u00e7\u00e3o, fortalecendo uma cultura de consumo. \u201cTransmitimos ao F\u00e1varo que o Uruguai consome quase 50% a mais de leite per capita que o Brasil, na propor\u00e7\u00e3o de 240 litros per capita\/ano para 160 litros per capita\/ano. Essa poderia ser uma estrat\u00e9gia para desafogar o produtor e enriquecer a alimenta\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as com alto valor nutricional, melhorando, inclusive, seu desempenho cognitivo e escolar\u201d. argumentou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do que chamou de busca por \u201csolu\u00e7\u00f5es construtivas por meio do di\u00e1logo para que ambos os pa\u00edses tenham uma m\u00fatua compreens\u00e3o de suas realidades, inclusive na quest\u00e3o social\u201d, Mattos revelou que pediu interfer\u00eancia de F\u00e1varo para solucionar entraves relativos \u00e0 certifica\u00e7\u00e3o de qualidade do leite uruguaio nas fronteiras brasileiras. Disse que, por meio de um compromisso pessoal do ministro brasileiro, ouviu o compromisso de criar um grupo de trabalho para estabelecer crit\u00e9rios comuns de avalia\u00e7\u00e3o e certifica\u00e7\u00e3o no Mercosul para garantir a transpar\u00eancia e a confiabilidade das opera\u00e7\u00f5es comerciais.&nbsp;(Correio do Povo)<\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>RS Carbon Free<\/b><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/09\/01\/rs-carbon-free\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/09\/01\/rs-carbon-free\/\">CLIQUE AQUI<\/a>&nbsp;e confira as fotos do evento, as apresenta\u00e7\u00f5es dos palestrantes e a repercuss\u00e3o na m\u00eddia.<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 01 de setembro de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 3.979 Estado tem 33 mil produtores de leite na ativa O n\u00famero de produtores de leite no Rio Grande d <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/09\/01\/01-09-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/09\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-12649","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12649","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12649"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12649\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12672,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12649\/revisions\/12672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12649"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12649"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12649"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}