{"id":1261,"date":"2016-09-27T17:27:09","date_gmt":"2016-09-27T17:27:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/27\/27-09-2016\/"},"modified":"2016-09-27T17:27:09","modified_gmt":"2016-09-27T17:27:09","slug":"27-09-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/27\/27-09-2016\/","title":{"rendered":"27\/09\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 27 de setembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.359<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Com redu\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas, fam\u00edlias podem retomar consumo em 2017<\/strong><\/p>\n<p> A combina\u00e7\u00e3o de aumento do desemprego, queda dos rendimentos e juros altos est\u00e1 provocando uma redu\u00e7\u00e3o importante das d\u00edvidas no or\u00e7amento das fam\u00edlias, processo que pode abrir espa\u00e7o para um in\u00edcio de retomada do consumo em 2017. Ainda sob efeitos de uma prolongada recess\u00e3o, o cen\u00e1rio para as vendas est\u00e1 longe de ser considerado animador, mas o menor disp\u00eandio com d\u00edvidas j\u00e1 representa algum al\u00edvio para os consumidores. Economistas ponderam, no entanto, que a rea\u00e7\u00e3o da demanda depender\u00e1 mais do mercado de trabalho e da possibilidade de corte da taxa b\u00e1sica de juros. O comprometimento mensal dos sal\u00e1rios com d\u00edvidas ainda \u00e9 alto e, mais recentemente, mostrou leve expans\u00e3o, mas o endividamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 renda acumulada nos 12 meses at\u00e9 junho (\u00faltimo dado divulgado pelo Banco Central) caiu 2,2 pontos na compara\u00e7\u00e3o com mesmo per\u00edodo em 2015 e ficou em 43,7%, o menor \u00edndice da s\u00e9rie desde dezembro de 2012. Esse percentual ficou acima de 46% durante boa parte do ano passado, de janeiro at\u00e9 setembro. Excluindo o financiamento imobili\u00e1rio, a redu\u00e7\u00e3o do endividamento \u00e9 mais expressiva. Nessa m\u00e9trica, o indicador \u00ac que chegou a superar 31% entre o fim de 2011 e o come\u00e7o de 2012 \u00ac caiu de 27,2%, em junho de 2015, para 24,9% no mesmo m\u00eas deste ano. De acordo com pesquisa da Fecomercio\u00acRJ feita em parceria com a Ipsos em todo o pa\u00eds, 68% dos consumidores afirmaram n\u00e3o estar pagando nenhum tipo de parcelamento em julho deste ano, maior n\u00famero para o m\u00eas desde o in\u00edcio do levantamento, em 2010. Para Fl\u00e1vio Calife, economista da Boa Vista, a principal raz\u00e3o para o recuo do endividamento est\u00e1 na piora do mercado de trabalho. \"O consumidor n\u00e3o est\u00e1 apenas cauteloso. Ele est\u00e1 sem dinheiro\", diz Calife, mencionando que 42% dos consumidores ouvidos pela administradora do Servi\u00e7o Central de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SCPC) citam o desemprego como causa da inadimpl\u00eancia das fam\u00edlias, segundo levantamento trimestral realizado em junho.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1946\" style=\"width: 500px; height: 574px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O elevado n\u00edvel de endividamento das fam\u00edlias, combinado \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da renda, foi uma das causas da crise, avalia Fabio Silveira, s\u00f3cio\u00acdiretor da Macrosector. Por isso, afirma, a trajet\u00f3ria de redu\u00e7\u00e3o desse indicador \u00e9 um movimento que pode ter impacto positivo sobre a atividade, ainda que condicionado a uma s\u00e9rie de fatores. Em seu cen\u00e1rio, as fam\u00edlias devem voltar a se sentir confiantes para contrair d\u00edvidas a partir do segundo semestre do pr\u00f3ximo ano, mas, para isso, \u00e9 preciso que as medidas de ajuste fiscal sejam aprovadas, abrindo espa\u00e7o para o corte dos juros e, tamb\u00e9m, que haja alguma recomposi\u00e7\u00e3o da renda. \"A retomada do consumo ser\u00e1 bastante lenta\", pondera Silveira, que prev\u00ea alta de 1% das vendas no varejo restrito (excluem autom\u00f3veis e material de constru\u00e7\u00e3o) em 2017, depois de retra\u00e7\u00e3o de quase 6% este ano. Al\u00e9m da defasagem maior do mercado de trabalho para se recuperar, o economista menciona a redu\u00e7\u00e3o modesta prevista para a taxa Selic, que deve chegar a 13% em dezembro do ano que vem, queda de apenas 1,25 ponto em rela\u00e7\u00e3o ao patamar de hoje. O custo do cr\u00e9dito subiu significativamente, apesar da estabilidade da Selic nos \u00faltimos meses, destaca Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, o que tem feito os consumidores reduzirem seu n\u00edvel de endividamento para n\u00e3o ca\u00edrem na inadimpl\u00eancia. De junho para julho, a taxa de juros com recursos livres para fam\u00edlias avan\u00e7ou 0,5 ponto, para 71,9%, nova m\u00e1xima. Por outro lado, diz Rabi, o comprometimento mensal da renda com d\u00edvidas mostrou ligeira expans\u00e3o nos \u00faltimos meses, justamente porque o aumento dos juros faz com que uma parcela maior dos ganhos mensais seja destinada ao pagamento de financiamentos. Sem considerar o cr\u00e9dito imobili\u00e1rio, medida que Rabi avalia como mais correta, o comprometimento mensal m\u00e9dio da renda das fam\u00edlias com d\u00edvidas subiu de 19,97% para 20,13% entre maio e junho, segunda alta seguida na s\u00e9rie tamb\u00e9m calculada pelo BC. Em rela\u00e7\u00e3o a igual m\u00eas do ano passado, o indicador avan\u00e7ou 0,5 ponto. Com o peso maior dos d\u00e9bitos a prazo no or\u00e7amento, pondera ele, \u00e9 dif\u00edcil que a demanda ganhe f\u00f4lego. \"Precisamos ver tr\u00eas coisas para que o consumidor tenha folga no or\u00e7amento: queda significativa dos juros, da infla\u00e7\u00e3o, e que o desemprego pare de subir\", disse o economista da Serasa. A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC) estima que o comprometimento m\u00e9dio da renda mensal entre consumidores endividados est\u00e1 em tend\u00eancia de decl\u00ednio e recuou 1,3 ponto entre agosto de 2015 e o m\u00eas passado, para 30,2%. Na mesma compara\u00e7\u00e3o, a propor\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias que se declara endividada caiu de 62,7% para 58%.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A economista Marianne Hanson, respons\u00e1vel pela Pesquisa de Endividamento e Inadimpl\u00eancia do Consumidor (Peic), explica que o Banco Central calcula o percentual de comprometimento considerando o total das parcelas de d\u00edvidas e uma estimativa da massa de rendimentos. J\u00e1 a CNC pergunta apenas aos entrevistados que se dizem endividados qual a fatia da renda destinada ao pagamento desses gastos, dando como op\u00e7\u00e3o tr\u00eas faixas diferentes, que v\u00e3o desde menos de 10% da renda at\u00e9 mais de 50%. A m\u00e9dia ponderada de todas as respostas, aponta Marianne, \u00e9 o comprometimento m\u00e9dio mensal da renda. Considerando os dados da Peic, a economista avalia que o comprometimento da renda com d\u00edvidas segue em patamar pressionado, mas com clara tend\u00eancia de recuo, apesar do maior custo do cr\u00e9dito. J\u00e1 a queda do n\u00edvel de endividamento, em sua avalia\u00e7\u00e3o, \u00e9 explicada tamb\u00e9m porque os consumidores t\u00eam contratado d\u00edvidas de menor valor, embora mais caras. \u00c9 o caso, por exemplo, do cheque especial, que foi usado por 7,1%, das fam\u00edlias que afirmaram ter d\u00edvidas em agosto, ante 6,4% em igual m\u00eas de 2015. O uso do cr\u00e9dito pessoal tamb\u00e9m subiu no per\u00edodo, de 8,7% para 10,2%. No levantamento da Fecomercio\u00acRio, o carn\u00ea de loja segue como a principal modalidade de cr\u00e9dito utilizada por quem paga parcelamentos, citada por 47% dos consumidores em julho, queda de dois pontos sobre igual per\u00edodo do ano passado. Em seguida, aparece o cart\u00e3o de cr\u00e9dito, mencionado em 40% das respostas. Para 2017, afirma Calife, da Boa Vista, est\u00e1 se desenhando um cen\u00e1rio um pouco melhor para o consumo, com redu\u00e7\u00e3o da inadimpl\u00eancia e alta do cr\u00e9dito, mas a expectativa \u00e9 que as d\u00edvidas de longo prazo permane\u00e7am em segundo plano para os consumidores. \"A diminui\u00e7\u00e3o do endividamento \u00e9 um trunfo para a economia, mas h\u00e1 ainda uma cautela do consumidor.\"(Valor Econ\u00f4mico)&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Ind\u00fastrias uruguaias mant\u00eam contato para retomar vendas de l\u00e1cteos \u00e0 Venezuela<\/strong><\/p>\n<p> As ind\u00fastrias de l\u00e1cteos do Uruguai seguem em conversa\u00e7\u00e3o para retomar as vendas de l\u00e1cteos \u00e0 Venezuela - apesar dos atrasos gerados pela cobran\u00e7a da \u00faltima rodada de neg\u00f3cios. A cooperativa Claldy mant\u00e9m os contatos e as gest\u00f5es semanais para ver as possibilidades de retomar as coloca\u00e7\u00f5es nesse mercado, disse seu diretor, Erwin Bachmann.<\/p>\n<p> \"A Venezuela \u00e9 um mercado, precisa de alimentos e o l\u00f3gico \u00e9 que comprem do Uruguai. Talvez n\u00e3o seja um momento pol\u00edtico para pensar nisso, mas acredito em um acordo a n\u00edvel de governo para termos um volume de mercado que eles compravam e que - creio que continuar\u00e3o comprando\".&nbsp;<\/p>\n<p> A Claldy foi uma das ind\u00fastrias que enviou 4.400 toneladas de queijos sob o acordo assinado entre ambos os governos em meados de 2015 para a exporta\u00e7\u00e3o de alimentos \u00e0 Venezuela. Em abril desse ano, a cooperativa recebeu o dinheiro pelo volume exportado.<\/p>\n<p> Espera-se poder concretizar algum envio antes do fim do ano e n\u00e3o se descarta a possibilidade de instrumentar um \"pr\u00e9-pagamento\", disse Bachmann. Outra ind\u00fastria que enviou l\u00e1cteos \u00e0 Venezuela sob o acordo entre os governos foi a Calcar. Seu presidente, Humberto Mendivil, disse que os contatos foram mantidos e ajustes nas condi\u00e7\u00f5es de cobran\u00e7a est\u00e3o sendo analisados.<\/p>\n<p> \"Agora seguimos em comunica\u00e7\u00e3o com o governo venezuelano, com a Corpovex, para poss\u00edveis novas exporta\u00e7\u00f5es. Est\u00e3o sendo ajustados os detalhes de cobran\u00e7a. O interesse da Venezuela se mant\u00e9m, mas as condi\u00e7\u00f5es precisam mudar\".&nbsp;<\/p>\n<p> O Brasil \u00e9 o mercado que paga melhor pelos l\u00e1cteos uruguaios. \"Hoje, o que defende os pre\u00e7os \u00e9 o Brasil. A Claldy est\u00e1 vendendo praticamente todo o queijo ao Brasil\", disse Bachmann.&nbsp;<\/p>\n<p> Apesar de, historicamente, durante a temporada de primavera, as compras do Brasil reduzam ao m\u00ednimo, esse ano, as exporta\u00e7\u00f5es se prolongaram. A Claldy tem a produ\u00e7\u00e3o vendida at\u00e9 outubro a esse destino. Os produtores brasileiros est\u00e3o esfor\u00e7ando-se para que n\u00e3o entrem tantos l\u00e1cteos do Uruguai, mas, at\u00e9 o momento, n\u00e3o frearam a entrada. (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Lecheriauy.com, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Fonterra: produ\u00e7\u00e3o de leite da UE cai em junho mas em 12 meses cresce 4%<\/strong><\/p>\n<p> A empresa de l\u00e1cteos Fonterra, da Nova Zel\u00e2ndia, destacou em relat\u00f3rio sobre o mercado queda na produ\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia em junho, pela primeira vez desde o in\u00edcio de 2015. O volume foi 2% menor na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano passado, o que a Fonterra atribuiu ao clima mais seco e aos baixos pre\u00e7os do produto no mercado global, que desestimularam produtores a investir em suplementa\u00e7\u00e3o animal.&nbsp;<\/p>\n<p> No acumulado dos 12 meses terminados em junho, no entanto, a oferta da Uni\u00e3o Europeia subiu 4%, ante igual per\u00edodo do ano passado.&nbsp;Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos na Nova Zel\u00e2ndia, a Fonterra estimou uma queda de 3% na capta\u00e7\u00e3o de leite no pa\u00eds na temporada 2016\/17. A queda reflete o impacto de agricultores reduzindo o uso de tecnologia em suas produ\u00e7\u00f5es, devido aos pre\u00e7os mais baixos do leite, segundo a Fonterra. \"Ao longo das \u00faltimas duas temporadas agricultores reduziram as taxas de lota\u00e7\u00e3o e suplementa\u00e7\u00e3o alimentar para ajudar a reduzir os custos.\"<\/p>\n<p> Na semana passada a Fonterra reportou lucro l\u00edquido de 810 milh\u00f5es de d\u00f3lares neozelandeses (US$ 595 milh\u00f5es) para o ano fiscal encerrado em 31 de julho, um aumento de 74% na compara\u00e7\u00e3o anual. Segundo a companhia, a decis\u00e3o de investir em produtos com maior margem de lucro ajudou a contrabalan\u00e7ar o excesso de oferta global de l\u00e1cteos. (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do O Estado de S\u00e3o Paulo, com dados do Dow Jones Newswires)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Varia\u00e7\u00f5es das commodities l\u00e1cteas favorecem os exportadores norte-americanos<\/strong><\/p>\n<p> Exporta\u00e7\u00f5es\/EUA - J\u00e1 na metade de setembro, a diferen\u00e7a entre os pre\u00e7os da manteiga nos Estados Unidos e internacionais chegou ao menor valor desde o in\u00edcio de 2015. A diferen\u00e7a entre os pre\u00e7os dos queijos no mercado norte-americano e mundial tamb\u00e9m melhoraram em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis recentes.&nbsp;<br \/> Enquanto permanecem com pre\u00e7os em desvantagens, a mudan\u00e7a - que indica uma altera\u00e7\u00e3o no mercado que aponta para a converg\u00eancia - promete ser um impulso competitivo muito necess\u00e1rio para os exportadores de l\u00e1cteos dos Estados Unidos. A partir de um breve momento de paridade no in\u00edcio de 2015, o pre\u00e7o da manteiga dos Estados Unidos chegou a ser, em m\u00e9dia. US$ 1.700\/toneladas maior que a cota\u00e7\u00e3o da manteiga da Uni\u00e3o Europeia, e at\u00e9 US$ 1.900\/tonelada em rela\u00e7\u00e3o ao pre\u00e7o da Oceania. Este m\u00eas, a diferen\u00e7a entre o pre\u00e7o da manteiga dos Estados Unidos e a da Uni\u00e3o Europeia, praticamente desapareceu, ficando em apenas US$ 33\/tonelada, enquanto que a diferen\u00e7a com o pre\u00e7o da Oceania caiu mais de 60%, chegando a US$ 766\/tonelada. No meio do ano, de mar\u00e7o a agosto de 2016, o cheddar dos Estados Unidos teve a m\u00e9dia de US$ 467\/tonelada a mais em rela\u00e7\u00e3o ao cheddar da Uni\u00e3o Europeia, e US$ 667\/tonelada em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo queijo da Oceania. Em setembro, a diferen\u00e7a foi cortada para US$ 245\/tonelada em rela\u00e7\u00e3o ao queijo europeu. Enquanto houve decl\u00ednio de 10% na diferen\u00e7a do pre\u00e7o com a Oceania, passando para US$ 595\/tonelada.<\/p>\n<p> O pre\u00e7o desfavor\u00e1vel foi o maior respons\u00e1vel pela perda de mercados de exporta\u00e7\u00e3o pelos norte-americanos, particularmente de queijo. Mesmo no M\u00e9xico, onde as companhias norte-americanas possuem acesso preferencial ao mercado devido ao NAFTA, e a proximidade, as cota\u00e7\u00f5es dos queijos dos Estados Unidos estavam muito altas em rela\u00e7\u00e3o a outros fornecedores. E ajudando no longo caminho que \u00e9 preciso percorrer para alcan\u00e7ar a paridade, nas \u00faltimas semanas existe uma s\u00f3lida tend\u00eancia de crescimento dos pre\u00e7os da manteiga e do queijo no mercando internacional, enquanto tendem para baixo nos Estados Unidos. Na maior parte de 2016, as condi\u00e7\u00f5es do mercado favoreceram os esfor\u00e7os da Nova Zel\u00e2ndia em diversificar sua produ\u00e7\u00e3o, saindo do leite em p\u00f3 integral e indo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 manteiga e leite em p\u00f3 desnatado. Com o decl\u00ednio na produ\u00e7\u00e3o de leite, padr\u00f5es de compra da China, e recupera\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do leite em p\u00f3, \u00e9 de se esperar que o leite em p\u00f3 integral volte a ser mais rent\u00e1vel para a Nova Zel\u00e2ndia, do que o leite em p\u00f3 desnatado e manteiga. Pre\u00e7os mais competitivos n\u00e3o significam, necessariamente, crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, particularmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 manteiga. Mas, a atual subida de pre\u00e7os internacionais n\u00e3o apenas melhora a competitividade norte-americana, ela tamb\u00e9m indica melhora do mercado global de l\u00e1cteos. \u00c0 medida que a temporada no Hemisf\u00e9rio Sul caminha para o pico da esta\u00e7\u00e3o, \u00e9 bom estar de olho na produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia, em particular, se a recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os das commodities foi suficiente para que a produ\u00e7\u00e3o reaja, mantendo o &nbsp;mercado equilibrado. Mesmo que o USDEC tenha projetado a recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os internacionais dos l\u00e1cteos, os ganhos recentes foram maiores e mais r\u00e1pidos do que a expectativa, e deve-se manter em destaque que a volatilidade \u00e9 inerente aos mercados de hoje. (Usdec - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Governo do Vietn\u00e3 vai vender participa\u00e7\u00e3o de 9% na Vinamilk<br \/> O governo do Vietn\u00e3 vai vender neste ano uma participa\u00e7\u00e3o de 9% na maior companhia de l\u00e1cteos do pa\u00eds, a Vinamilk, em um neg\u00f3cio que pode chegar a pelo menos US$ 810 milh\u00f5es. A estatal State Capital Investment Corp. (SCIC) tem participa\u00e7\u00e3o de 44,7% na Vinamilk, formalmente conhecida como Vietnam Dairy Products. Segundo o presidente do conselho da SCIC, Nguyen Duc Chi, a capitaliza\u00e7\u00e3o de mercado da companhia supera os US$ 9 bilh\u00f5es. O Vietn\u00e3 est\u00e1 acelerando o processo de privatiza\u00e7\u00e3o de ativos estatais, diante do aumento da d\u00edvida p\u00fablica. O pa\u00eds tamb\u00e9m est\u00e1 tentando reduzir o envolvimento do governo em atividades de neg\u00f3cios. Chi disse que a SCIC est\u00e1 considerando a possibilidade de vender a participa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de uma coloca\u00e7\u00e3o privada e que espera obter um pre\u00e7o superior ao de mercado. Ele disse ainda que a companhia poder\u00e1 vender participa\u00e7\u00f5es adicionais na Vinamilk no futuro. (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dow Jones Newswires, publicadas no jornal O Estado de S\u00e3o Paulo)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 27 de setembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.359 &nbsp; Com redu\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas, fam\u00edlias podem retomar consumo em 2017 A combina\u00e7\u00e3o de aumento do desemprego, queda dos rendimentos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/27\/27-09-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/09\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1261","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1261","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1261"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1261\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1261"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1261"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1261"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}