{"id":1254,"date":"2016-09-19T15:50:25","date_gmt":"2016-09-19T15:50:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/19\/19-09-2016\/"},"modified":"2016-09-19T15:50:25","modified_gmt":"2016-09-19T15:50:25","slug":"19-09-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/19\/19-09-2016\/","title":{"rendered":"19\/09\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 19 de setembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.354<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Estado quer dobrar ades\u00f5es ao Susaf e Sisbi-Poa em 2016<\/strong><\/p>\n<p> O Rio Grande do Sul quer dobrar o n\u00famero de munic\u00edpios registrados no Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar (Susaf) e a quantidade de empresas aderidas ao Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Sibi-Poa) at\u00e9 o fim do ano. No Susaf, s\u00e3o 17 cidades registradas at\u00e9 o momento, mas a inten\u00e7\u00e3o mais otimista \u00e9 saltar para 35. Enquanto isso, os estabelecimentos com registro no Sisbi-Poa devem saltar de 16 para 30, segundo a Secretaria Estadual da Agricultura Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi). Como possui o Sisbi-POA, o Rio Grande do Sul est\u00e1 apto a indicar empresas cadastradas no seu sistema estadual para obter a licen\u00e7a federal, o que tem facilitado novos registros, segundo o fiscal da Superintend\u00eancia Federal da Agricultura, M\u00e1rcio Tondero. Recentemente, por exemplo, a cooperativa Santa Clara foi indicada e sua documenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 prestes a ser enviada para o Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa), concluindo o licenciamento. \"Se atende \u00e0s exig\u00eancias de boas pr\u00e1ticas e est\u00e1 vinculado ao sistema estadual, pode ser feita indica\u00e7\u00e3o direta.&nbsp;<\/p>\n<p> A auditoria do Mapa atesta a equival\u00eancia\", detalha Tondero. Os outros estados com reconhecimento federal s\u00e3o Santa Catarina, Paran\u00e1, Minas Gerais, Esp\u00edrito Santo, Goi\u00e1s, Mato Grosso do Sul e Bahia e o Distrito Federal. Mais 12, como S\u00e3o Paulo e Mato Grosso, est\u00e3o em processo de ades\u00e3o junto ao Minist\u00e9rio da Agricultura. Al\u00e9m disso, tr\u00eas cons\u00f3rcios de cidades conquistaram o reconhecimento: o Cons\u00f3rcio P\u00fablico de Desenvolvimento do Vale do Ivinhema (Codevale), no Mato Grosso do Sul; Cons\u00f3rcio Intermunicipal do Oeste de Santa Catarina (Cidema); e o Consad, reunindo prefeituras dos tr\u00eas estados da regi\u00e3o Sul. Em n\u00edvel municipal, s\u00e3o nove ga\u00fachos registrados at\u00e9 o momento: Glorinha, Alegrete, Ros\u00e1rio do Sul, Santana do Livramento, Erechim, Santa Cruz do Sul, Marau, Miragua\u00ed e S\u00e3o Pedro do Buti\u00e1. Em outros Estados, Chapec\u00f3 (SC), Cascavel (PR), Ibi\u00fana (SP), Itu (SP) e Uberl\u00e2ndia (MG) t\u00eam o mesmo status.&nbsp;<\/p>\n<p> De acordo com o chefe substituto da Divis\u00e3o de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal da Seapi, Vilar Ricardo Gewehr, as ades\u00f5es de cidades ao Sisbi-Poa caminham em um ritmo mais lento do que para as empresas, pois a maior parte dos munic\u00edpios tem optado pelo Susaf. \"Se o munic\u00edpio pedir Susaf, \u00e9 permitido comprar mat\u00e9ria-prima de qualquer abatedouro com inspe\u00e7\u00e3o estadual, que s\u00e3o a maioria. Se pedir Sisbi, tem que comprar de algu\u00e9m com Sistema de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF). Como no Estado s\u00e3o muitas f\u00e1bricas de embutidos que precisam comprar de frigor\u00edficos estaduais, o Susaf acaba sendo mais favor\u00e1- vel\", explica Gewehr. A expans\u00e3o da abrang\u00eancia do Susaf \u00e9 uma demanda constante de entidades ligadas \u00e0 agricultura familiar por abrir mercados \u00e0s agroind\u00fastrias, que, na maioria das vezes, podem vender apenas nos limites da cidade. (Jornal do Com\u00e9rcio)&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Santa Clara investir\u00e1 em nova planta frigor\u00edfica ap\u00f3s obter o reconhecimento<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Uma das indica\u00e7\u00f5es da Secretaria da Agricultura foi a Santa Clara, que est\u00e1 em processo final para obter o Sisbi-Poa para sua unidade de frigor\u00edficos, uma vez que os lactic\u00ednios j\u00e1 chegam a outros estados. Conforme o diretor administrativo e financeiro, Alexandre Guerra, apesar de a cooperativa ter todos os planos de qualidade permitindo a ades\u00e3o, foram praticamente dois anos de trabalho aparando arestas pelo reconhecimento. Com isso, entra nos planos a constru\u00e7\u00e3o de uma nova planta em uma \u00e1rea adquirida na cidade de Tapera. \"Essa quest\u00e3o estava nos planejamentos estrat\u00e9gico e de qualidade da Santa Clara h\u00e1 algum tempo. Foi uma oportunidade que aproveitamos, pois nos permite vender produtos industrializados de maior valor agregado para outros destinos\", explica Guerra.&nbsp;<\/p>\n<p> A habilita\u00e7\u00e3o foi poss\u00edvel com algumas altera\u00e7\u00f5es nos planos de controle de qualidade do processo produtivo. \"Estamos encaminhando as mudan\u00e7as necess\u00e1rias nas embalagens e, em seguida, basta seguir fazendo aquilo que j\u00e1 faz\u00edamos\", completa. O objetivo \u00e9 levar mais de 130 produtos para todas as regi\u00f5es do Brasil, come\u00e7ando, gradativamente, por Santa Catarina e Paran\u00e1. De acordo com Guerra, a expans\u00e3o ajuda a consolidar a marca e se valer\u00e1 da estrutura de representa\u00e7\u00e3o comercial existente de itens l\u00e1cteos, facilitando a log\u00edstica. Outros estados entram na mira da Santa Clara ap\u00f3s o aumento da capacidade de produ\u00e7\u00e3o com a entrada em opera\u00e7\u00e3o do novo frigor\u00edfico. Os primeiros embarques devem come\u00e7ar em 60 dias, assim que for finalizado o processo de registro de embalagens e r\u00f3tulos. (Jornal do Com\u00e9cio)<\/p>\n<p> <strong>QUEIJOS DO SUL: UM MUNDO DE SABORES E DE CULTURAS SENDO DESVENDADO<\/strong><\/p>\n<p> Antes tarde do que nunca, os queijos t\u00edpicos nacionais parecem ter encontrado seu espa\u00e7o na \u00faltima d\u00e9cada. Em plena ascens\u00e3o, o mercado gastron\u00f4mico brasileiro pode ser apontado como importante fio condutor neste processo. As tend\u00eancias de valoriza- \u00e7\u00e3o dos alimentos regionais e artesanais pela \"alta gastronomia\" t\u00eam aberto portas para os queijos brasileiros. Um exemplo, foi o segundo lugar conquistado pelo queijo Canastra em um dos principais concursos de queijos do mundo, o Mondial du Fromage de Tours de 2015, na Fran\u00e7a, em uma categoria em que concorreram mais de 600 tipos de queijos. E no Rio Grande do Sul? Aqui temos um universo incr\u00edvel a ser trabalhado. O queijo Serrano que j\u00e1 est\u00e1 em processo de indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica tem sido uma experi\u00eancia muito positiva para a regi\u00e3o Sul, tanto para a qualifica\u00e7\u00e3o da sua produ\u00e7\u00e3o, quanto para o desenvolvimento regional. Tamb\u00e9m no sul do pa\u00eds, temos o popular e tradicional queijo Colonial, mas que cada vez mais padece d e descaracteriza\u00e7\u00e3o e com isso tem perdido sua identidade hist\u00f3rica. Para reverter essa situa\u00e7\u00e3o, a Seapi em parceria com outras entidades e institui\u00e7\u00f5es est\u00e1 h\u00e1 um ano trabalhando para caracterizar o queijo Colonial e regulamentar sua produ\u00e7\u00e3o. Ou melhor, dos queijos coloniais, j\u00e1 que provavelmente a identifica\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas regionais e sensoriais espec\u00edficas ser\u00e1 evidenciada na radiografia que est\u00e1 sendo realizada em todo Estado.&nbsp;<\/p>\n<p> A Fran\u00e7a possui mais de 1.000 variedades de queijo, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 descabido dizer que podemos ao menos tentar identificar aspectos socioculturais e terroirs locais de ao menos meia d\u00fazia de queijos no Estado em m\u00e9dio prazo. Neste contexto \u00e9 importante elucidar que muito al\u00e9m de apenas estabelecer crit\u00e9rios para a produ\u00e7\u00e3o de um derivado l\u00e1cteo local, a valoriza\u00e7\u00e3o dos queijos regionais \u00e9 um importante indutor para a economia e turismo local, al\u00e9m de alternativa de renda e de perman\u00eancia na propriedade rural, principalmente em regi\u00f5es distantes de polos industriais.&nbsp;<\/p>\n<p> Lembrando sempre que sanidade e higiene s\u00e3o indissoci\u00e1veis para produ\u00e7\u00e3o de alimentos seguros, e nas queijarias isso n\u00e3o pode ser diferente. Todo potencial dos queijos ga\u00fachos, sejam aqueles produzidos em escala industrial ou artesanal, est\u00e1 sendo trabalhado para al\u00e7ar voos maiores e conquistar novos territ\u00f3rios e paladares. Eu diria que o Rio Grande do Sul est\u00e1 com \"a faca e o queijo na m\u00e3o\", o Estado possui diferentes tradi\u00e7\u00f5es e biomas, bem como t\u00e9cnicas e sistemas produtivos peculiares, al\u00e9m de leite de boa qualidade. Todos os ingredientes para elaborar uma diversidade de queijos regionais, podendo traduzir em sabores a identidade de um povo e de uma regi\u00e3o. Por\u00e9m para que isso se torne realidade, \u00e9 fundamental a participa\u00e7\u00e3o conjunta de toda cadeia leiteira e da sociedade ga\u00facha em prol deste patrim\u00f4nio alimentar do sul do pa\u00eds.(Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>Acordos com Vietn\u00e3 e Coreia do Sul beneficiam exporta\u00e7\u00f5es agropecu\u00e1rias<\/strong><\/p>\n<p> O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, fechou na semana passada acordos para a exporta\u00e7\u00e3o de produtos agropecu\u00e1rios para o Vietn\u00e3 e para a Coreia do Sul. O an\u00fancio foi feito pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que classificou os acordos como \"um gola\u00e7o para economia brasileira\". Ainda n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es, no entanto, sobre quanto isso pode render anualmente para a economia brasileira.&nbsp;Com o Vietn\u00e3, foi estabelecido que o Brasil exportar\u00e1 su\u00ednos, aves e produtos l\u00e1cteos. Para a Coreia, ser\u00e3o exportados su\u00ednos e aves.<\/p>\n<p> Segundo Padilha, os acordos mostram \"a inser\u00e7\u00e3o brasileira de forma diferenciada\" em \"mercados important\u00edssimos\". Ele fez quest\u00e3o de ressaltar o papel do governo no \u00eaxito das negocia\u00e7\u00f5es, afirmando que as tratativas ganharam for\u00e7a ap\u00f3s a visita do presidente Michel Temer \u00e0 China. Tamb\u00e9m classificou Blairo Maggi de \"farejador de neg\u00f3cios\".&nbsp;As declara\u00e7\u00f5es foram dadas ap\u00f3s reuni\u00e3o com Temer, no escrit\u00f3rio particular que o presidente mant\u00e9m em S\u00e3o Paulo. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Capacita\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite<br \/> Lan\u00e7ado h\u00e1 um m\u00eas, o programa de capacita\u00e7\u00e3o para produtores rurais Agroeduc j\u00e1 conquistou clientes. Emater-RS, Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Entidades Estaduais de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (Asbraer), com associadas nos 26 Estados e no Distrito Federal, e a Central Sicredi Sul, com atua\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, est\u00e3o na carteira do Instituto de Educa\u00e7\u00e3o no Agroneg\u00f3cio (I-Uma). O Agroeduc \u00e9 um programa de educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia destinado a jovens da cadeia do leite. O projeto \u00e9 dividido em etapas te\u00f3rica e pr\u00e1tica (agribusiness game) e pode ser customizado para levar gest\u00e3o e sustentabilidade a outros setores do agroneg\u00f3cio. A dura\u00e7\u00e3o \u00e9 de dois meses, com carga hor\u00e1ria de 48 horas, sendo 18 horas de capacita\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e 30 horas de pr\u00e1tica. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 19 de setembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.354 &nbsp; Estado quer dobrar ades\u00f5es ao Susaf e Sisbi-Poa em 2016 O Rio Grande do Sul quer dobrar o n\u00famero de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/19\/19-09-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/09\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1254","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1254","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1254"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1254\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1254"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1254"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1254"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}