{"id":1250,"date":"2016-09-15T16:40:06","date_gmt":"2016-09-15T16:40:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/15\/15-09-2016\/"},"modified":"2016-09-15T16:40:06","modified_gmt":"2016-09-15T16:40:06","slug":"15-09-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/15\/15-09-2016\/","title":{"rendered":"15\/09\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 15 de setembro<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.352<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<strong>Conseleite\/MS&nbsp;<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 14 de setembro de 2016, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima, referente ao leite entregue no m\u00eas de agosto de 2016 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para leite a ser entregue no m\u00eas de setembro de 2016. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o levando em conta o volume m\u00e9dio mensal de leite entregue pelo produtor. (Famasul)&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1926\" style=\"height: 273px; width: 500px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>IBGE: 1\u00ba semestre tem queda de 6,4% na capta\u00e7\u00e3o de leite<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Foram divulgados nesta quinta-feira (15\/09), pelo IBGE, os dados de capta\u00e7\u00e3o brasileira de leite para o segundo trimestre deste ano, referente aos meses de abril, maio e junho. &nbsp;Para estes tr\u00eas meses, o volume de leite captado foi de 5,17 bilh\u00f5es de litros, n\u00famero 8,4% inferior quando comparado a este mesmo trimestre do ano de 2015.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1927\" style=\"width: 500px; height: 353px;\" \/><\/p>\n<p> No acumulado do 1\u00ba semestre, a capta\u00e7\u00e3o de leite apresentou queda de 6,4% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2015, com um total de 11 bilh\u00f5es de litros de leite captados, uma queda de cerca de 750 milh\u00f5es de litros em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.&nbsp;<\/p>\n<p> Ao analisar o desempenho de capta\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es brasileiras, em uma compara\u00e7\u00e3o a este mesmo trimestre do ano passado, apenas a regi\u00e3o Norte apresentou alta, de 1,8%. J\u00e1 as demais regi\u00f5es apresentaram quedas significativas: Nordeste (-10,7%), Centro-oeste (-14,6%), Sul (-7,5%) e Sudeste (-7,9%).&nbsp;<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 2 - Varia\u00e7\u00e3o da capta\u00e7\u00e3o de leite por regi\u00e3o (2\u00ba Tri 2016 x 2\u00ba Tri 2015).&nbsp;<br \/> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1929\" style=\"width: 503px; height: 361px;\" \/><br \/> Como observa-se no gr\u00e1fico 3, todos os maiores estados em capta\u00e7\u00e3o de leite tiveram quedas no volume captado. Em rela\u00e7\u00e3o a este mesmo trimestre de 2015, as quedas foram de -8,3% em Minas Gerais, -6,6% em S\u00e3o Paulo, -4,6% no Paran\u00e1, -2,5% em Santa Catarina, -13% no Rio Grande do Sul e -16,2% em Goi\u00e1s. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do IBGE; elabora\u00e7\u00e3o Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 3 - Varia\u00e7\u00e3o da capta\u00e7\u00e3o de leite nos principais estados (2\u00ba Tri 2016 x 2\u00ba Tri 2015).<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1928\" style=\"width: 508px; height: 311px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Cinco coisas para se observar no mercado de l\u00e1cteos da Am\u00e9rica Latina no resto de 2016<\/strong><\/p>\n<p> N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que a primeira metade de 2016 foi dif\u00edcil para os produtores de leite de todo o mudo e na Am\u00e9rica do Sul n\u00e3o foi exce\u00e7\u00e3o. Entre complica\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, baixos pre\u00e7os do leite e obst\u00e1culos econ\u00f4micos, esse ano tem sido um daqueles que os membros da ind\u00fastria de l\u00e1cteos regionais gostariam de esquecer.<\/p>\n<p> Entretanto, ap\u00f3s meses muito desafiadores, parece que o equil\u00edbrio est\u00e1 levemente sendo restaurado. No geral, os volumes de leite v\u00eam se contraindo, indicando alguma resolu\u00e7\u00e3o no problema do excesso de oferta. Em resposta, os pre\u00e7os do leite t\u00eam aumentado de leve na maioria dos pa\u00edses, fornecendo um al\u00edvio para muitos da cadeia l\u00e1ctea.&nbsp;<\/p>\n<p> Todos querem saber exatamente quando a recupera\u00e7\u00e3o ocorrer\u00e1. A maioria prev\u00ea que a ind\u00fastria global melhorar\u00e1 at\u00e9 o final desse ano e em 2017 e essas expectativas est\u00e3o sendo aplicadas \u00e0 Am\u00e9rica do Sul, em particular. Entretanto, \u00e9 dif\u00edcil prever precisamente quando as escalas aumentar\u00e3o. Para ajudar a fornecer dicas a essa quest\u00e3o do momento, a seguir est\u00e3o cinco itens acompanhados de perto.<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Diferen\u00e7a de pre\u00e7os do leite ao produtor e ao consumidor na Argentina<\/span><br \/> A Argentina elegeu um novo presidente no final de 2015, terminando 12 anos consecutivos de um governo populista no pa\u00eds. Desde sua instala\u00e7\u00e3o, o novo presidente, Maur\u00edcio Macri, tem implementado agressivamente uma ampla gama de reformas pol\u00edticas e econ\u00f4micas. Como resultado, o pa\u00eds caminha de forma meio desajeitada rumo aos que os especialistas em economia da FocusEconomics chamam de \"um doloroso, mas necess\u00e1rio ajuste econ\u00f4mico\".<\/p>\n<p> Embora a infla\u00e7\u00e3o j\u00e1 estivesse desenfreada na Argentina, a remo\u00e7\u00e3o de certos subs\u00eddios e prote\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os levou a um r\u00e1pido aumento nos pre\u00e7os de bens aos consumidores e insumos de produ\u00e7\u00e3o. Nas lojas de alimentos, o leite agora custa 20 pesos argentinos (cerca de US$ 1,33) por litro, um aumento de mais de 15% comparado com janeiro. Entretanto, os produtores est\u00e3o longe de aproveitar esse aumento nos pre\u00e7os ao consumidor - j\u00e1 que o pre\u00e7o do leite ao produtor atualmente est\u00e1 em 4 pesos argentinos (cerca de US$ 0,27) por litro.<\/p>\n<p> Apesar da tentativa de concluir que essa ampla diferen\u00e7a \u00e9 causada pela ind\u00fastria e varejistas que ficam com a maior parte do valor, os dados mostram que a porcentagem do valor absorvido em cada est\u00e1gio da cadeia de valor ficou relativamente constante. De fato, os processadores em particular est\u00e3o sofrendo, com muitas importantes companhias de l\u00e1cteos tomando medidas, como a venda de certas unidades de neg\u00f3cios - em uma tentativa de conter suas perdas. No entanto, essa diferen\u00e7a \u00e9 uma quest\u00e3o pol\u00edtica que est\u00e1 sendo observada de perto pela ind\u00fastria. Se essa diferen\u00e7a crescer, podemos espera que a ind\u00fastria reaja dramaticamente, talvez indo t\u00e3o longe a ponto de empregar t\u00e1ticas como protestos que bloquear\u00e3o o acesso \u00e0s f\u00e1bricas e lojas. Esse tipo de problema pode se mostrar profundamente prejudicial \u00e0 ind\u00fastria, que est\u00e1 lutando para encontrar sua base.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Abates de vacas leiteiras no Uruguai<\/span><br \/> Uma das quest\u00f5es mais frequentemente discutidas \u00e9 se a queda que estamos vendo na produ\u00e7\u00e3o de leite na Am\u00e9rica do Sul \u00e9 devido a fatores estruturais, como redu\u00e7\u00e3o no rebanho leiteiro, ou fatores n\u00e3o estruturais, como decis\u00f5es de gest\u00e3o. Na maioria dos casos, a determina\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada na coleta de evid\u00eancias aned\u00f3ticas, reunidas a partir de observa\u00e7\u00f5es e participantes da ind\u00fastria. Entretanto, no Uruguai, o governo publica informa\u00e7\u00f5es sobre abates de vacas leiteiras, fornecendo importantes informa\u00e7\u00f5es sobre a mudan\u00e7a de terras da produ\u00e7\u00e3o leiteira nesse pequeno, mas importante pa\u00eds.<\/p>\n<p> At\u00e9 agora nesse ano, as estat\u00edsticas mostram que os abates de vacas leiteiras v\u00eam aumentando dramaticamente. At\u00e9 julho, 67.000 vacas foram abatidas, um aumento de 76,6% com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2015. A partir dessa informa\u00e7\u00e3o, podemos concluir que os produtores est\u00e3o verdadeiramente reduzindo o tamanho de seus rebanhos, conhecimento que \u00e9 ecoado pela informa\u00e7\u00e3o que estamos ouvindo das pessoas no campo.<\/p>\n<p> Entretanto, um importante componente dos dados de abate \u00e9 o per\u00edodo. Embora at\u00e9 agora nesse ano os n\u00fameros certamente mostrem um aumento significativo no ano passado, ser\u00e1 cr\u00edtico continuar rastreando essa estat\u00edstica para determinar se os altos n\u00fameros vistos at\u00e9 agora nesse ano s\u00e3o realmente aumentos marginais ou simplesmente uma acelera\u00e7\u00e3o da atividade normal. No caso da primeira op\u00e7\u00e3o, a expectativa \u00e9 de que os volumes de leite sejam menores no pr\u00f3ximo ano at\u00e9 que os estoques se regenerem de acordo com os sinais do mercado.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Colheita de milho no Brasil<\/span><br \/> Tem havido muita conversa nesse ano sobre a colheita de milho no Brasil, em particular nos setores de l\u00e1cteos e pecu\u00e1rio. Uma colheita extremamente pequena de milho levou os pre\u00e7os locais a aumentar muito, aumentando demais os custos dos insumos e desafiando a rentabilidade dos produtores de leite - mesmo com eles tendo os maiores pre\u00e7os do leite da regi\u00e3o at\u00e9 agora.<\/p>\n<p> O que come\u00e7ou como uma safra com expectativas recordes foi repetidamente prejudicada pelo clima extremo, especialmente seca, que reduziu o potencial de crescimento da colheita. Al\u00e9m disso, o Real brasileiro relativamente barato tornou sua produ\u00e7\u00e3o acess\u00edvel aos compradores globais e levou a aumentos dram\u00e1ticos nas exporta\u00e7\u00f5es. Combinados, esses fatores resultaram em estoques historicamente pequenos, pressionando os pre\u00e7os para o produto f\u00edsico para valores mais altos.<\/p>\n<p> As atuais estimativas para a safra de milho brasileira s\u00e3o de 68,47 milh\u00f5es de toneladas, quase 20% a menos comparado com o ano anterior. Nesse ponto, h\u00e1 pouca coisa que possa ser feita para a safra desse ano. Entretanto, setembro marcar\u00e1 o come\u00e7o da nova safra e o plantio de milho come\u00e7ar\u00e1 na regi\u00e3o sul do Brasil. Isso deve ser acompanhado de perto para ver como a safra se desenvolver\u00e1. Se tudo correr de acordo com o planejado, pode-se esperar que dar\u00e1 aos produtores algum espa\u00e7o para respirar. Entretanto, se surgir qualquer complica\u00e7\u00e3o, as margens dos produtores ser\u00e3o mais pressionadas e provavelmente levar\u00e3o a quedas adicionais na produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Probabilidade do La Ni\u00f1a<\/span><br \/> Durante o ano passado, ouvimos falar muito sobre o fen\u00f4meno do El Ni\u00f1o e seu impacto projetado na agricultura da regi\u00e3o. Atualmente, os padr\u00f5es clim\u00e1ticos que v\u00eam se desenvolvendo t\u00eam mudado a conversa desse ano para a La Ni\u00f1a. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Nacional Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica dos Estados Unidos (NOAA), a La Ni\u00f1a \u00e9 um fen\u00f4meno clim\u00e1tico causado pelo resfriamento em partes do Oceano Pac\u00edfico. A La Ni\u00f1a tipicamente resulta em clima mais seco que a m\u00e9dia em muitas regi\u00f5es agr\u00edcolas e de produ\u00e7\u00e3o leiteira da Am\u00e9rica do Sul, incluindo Brasil, Argentina e Uruguai.<\/p>\n<p> Em suas an\u00e1lises divulgadas em 11 de agosto de 2016, o NOAA previu que a \"La Ni\u00f1a est\u00e1 levemente favorecida a se desenvolver durante agosto a outubro de 2016, com cerca de 55-60% de chances da La Ni\u00f1a ocorrer durante o outono\/inverno de 2016-2017\". Embora essa previs\u00e3o represente uma probabilidade reduzida do fen\u00f4meno comparado com os relat\u00f3rios anteriores, isso ainda \u00e9 uma importante indica\u00e7\u00e3o de que a regi\u00e3o deve estar preparada para lidar com os impactos resultantes desse evento clim\u00e1tico.<\/p>\n<p> Apesar de o clima excessivamente seco obviamente n\u00e3o ser bem vindo em lugar nenhum, o desenvolvimento desse fen\u00f4meno \u00e9 particularmente amea\u00e7ador no Brasil, que j\u00e1 sofre com o clima seco neste ano. Outro ano sem chuvas pode ter um tremendo impacto no desenvolvimento agr\u00edcola e da ind\u00fastria de l\u00e1cteos no pa\u00eds. Continuaremos observando o desenvolvimento da La Ni\u00f1a de perto para ajudar a entender o que acontecer\u00e1 no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Pre\u00e7o global do leite em p\u00f3 integral<\/span><br \/> Embora cada pa\u00eds na Am\u00e9rica Latina tenha seu pr\u00f3prio mix de demanda dom\u00e9stica e internacional, para muitos pa\u00edses, os mercados globais t\u00eam um papel importante na viabilidade da ind\u00fastria local de l\u00e1cteos. Para esses pa\u00edses que s\u00e3o orientados \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, um dos produtos mais importantes \u00e9 o leite em p\u00f3 integral. Como resultado, o n\u00edvel internacional de pre\u00e7os do leite em p\u00f3 integral tem uma influ\u00eancia importante no bem-estar da ind\u00fastria de l\u00e1cteos da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p> Os resultados dos mais recentes leil\u00f5es do Global Dairy Trade foram amplamente celebrados na regi\u00e3o, e 18,9% de aumento no leite em p\u00f3 integral foi particularmente aplaudido. Os relat\u00f3rios s\u00e3o mistos sobre o quanto de leite em p\u00f3 est\u00e1 armazenado, esperando por melhores pre\u00e7os para serem liberados nos mercados globais. As pr\u00f3ximas semanas mostrar\u00e3o se volumes adicionais de leite em p\u00f3 chegar\u00e3o ao mercado, prejudicando os pre\u00e7os globais. Entretanto, se esses ganhos forem sustentados nos pr\u00f3ximos leil\u00f5es, isso fornecer\u00e1 um suporte importante para a ind\u00fastria regional, que tem lutado para encontrar n\u00edveis de pre\u00e7os de commodities sustent\u00e1veis para cada passo da cadeia de valor.<\/p>\n<p> A Am\u00e9rica Latina \u00e9 uma regi\u00e3o din\u00e2mica e pr\u00f3spera e seus mercados de l\u00e1cteos n\u00e3o s\u00e3o exce\u00e7\u00e3o. Deve-se continuar acompanhando a recupera\u00e7\u00e3o desses mercados, com esses cinco fatores oferecendo dicas sobre o qu\u00e3o r\u00e1pido e em qual extens\u00e3o pode-se esperar que os mercados melhorem. (O artigo \u00e9 de Monica Ganley, gerente da Quarterra, firma de consultoria estrat\u00e9gica dedicada a ajudar seus clientes a entender as ind\u00fastrias de agricultura e alimentos da Am\u00e9rica Latina, publicado no Dairy Reporter e traduzido pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Biosseguran\u00e7a<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A ocorr\u00eancia de algumas enfermidades nos rebanhos ga\u00fachos foi um dos resultados apresentados na presta\u00e7\u00e3o de contas do Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica (ACT) entre Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (Fundesa), Minist\u00e9rio e Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, realizada nesta quarta-feira (14) na Seapi. O n\u00famero relativo a eventos sanit\u00e1rios como a Diarreia Viral Bovina (DVBV) foi um deles. Conforme o professor da Faculdade de Veterin\u00e1ria da Ufrgs, Gustavo Corbellini, o percentual de 24% de preval\u00eancia poderia ser minimizado com a utiliza\u00e7\u00e3o de medidas de biosseguran\u00e7a. Os principais sintomas da Diarreia Viral Bovina s\u00e3o retorno de cio em fun\u00e7\u00e3o das perdas embrion\u00e1rias e aborto. \"A doen\u00e7a causa ainda queda no sistema imunol\u00f3gico, deixando os animais suscet\u00edveis a outras enfermidades.\" A diarreia viral bovina pode ser transmitida pelo contato entre animais infectados ou atrav\u00e9s da placenta para o feto em vacas prenhas. Conforme o professor, alguns procedimentos verificados nas propriedades, como o tr\u00e2nsito de inseminadores sem a correta higieniza\u00e7\u00e3o entre uma propriedade e outra, pode ser um causador deste \u00edndice, considerado alto pelos veterin\u00e1rios do servi\u00e7o oficial. A representante do Conselho T\u00e9cnico Operacional de Pecu\u00e1ria Leiteira do Fundesa, Ana Cl\u00e1udia Groff, disse que \"ainda n\u00e3o existe na produ\u00e7\u00e3o leiteira a mesma preocupa\u00e7\u00e3o com biosseguran\u00e7a observada em outras cadeias, como a de su\u00ednos e aves\". A ideia, a partir dos dados apurados nas pesquisas realizadas atrav\u00e9s do ACT, \u00e9 trabalhar com educa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e transfer\u00eancia das informa\u00e7\u00f5es junto aos produtores. O presidente do Fundesa, Rog\u00e9rio Kerber, disse que \"procedimentos simples, como o treinamento de t\u00e9cnicos que atendem as propriedades e dos pr\u00f3prios produtores, podem contribuir para melhorar os indicadores. \u00c9 preciso mudar a postura e aten\u00e7\u00e3o ao acesso \u00e0s propriedades \". O Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica teve dura\u00e7\u00e3o de quatro anos e encerrou em abril deste ano. Desde o in\u00edcio das atividades, o Fundesa investiu em torno de R$ 500 mil em tr\u00eas grandes eixos de atua\u00e7\u00e3o: pesquisa aplicada \u00e0 defesa sanit\u00e1ria, assessorias (para resolu\u00e7\u00e3o de problemas pontuais na \u00e1rea da defesa) e capacita\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos veterin\u00e1rios do servi\u00e7o oficial, com mais de 200 profissionais treinados. O ACT tamb\u00e9m proporcionou a participa\u00e7\u00e3o dos pesquisadores em eventos t\u00e9cnicos e apresenta\u00e7\u00e3o dos trabalhos inclusive em congressos internacionais. O Conselho Deliberativo do Fundesa vai avaliar os resultados e decidir se haver\u00e1 a renova\u00e7\u00e3o do ACT. (Agrolink)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de setembro&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.352 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conseleite\/MS&nbsp; A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 14 de setembro de 2016, aprova <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/09\/15\/15-09-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/09\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1250","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1250","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1250"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1250\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1250"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1250"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1250"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}