{"id":12153,"date":"2023-06-13T20:01:39","date_gmt":"2023-06-13T20:01:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=12153"},"modified":"2023-06-13T20:04:42","modified_gmt":"2023-06-13T20:04:42","slug":"13-06-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/06\/13\/13-06-2023\/","title":{"rendered":"13\/06\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 13 de junho de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 17 - N\u00b0 3.921<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos: importa\u00e7\u00f5es voltam a crescer em maio \u2013 Parte 01 de 02<br \/>\n<\/b><br \/>\nAp\u00f3s a recupera\u00e7\u00e3o no saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos obtida no m\u00eas de abril, maio encerrou com um novo recuo.<\/p>\n<p>Segundo dados divulgados pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (SECEX), o saldo obtido no \u00faltimo m\u00eas chegou a -195,6 milh\u00f5es de litros em equivalente-leite, ficando 60 milh\u00f5es de litros abaixo do resultado do m\u00eas anterior, chegando ao segundo menor patamar de 2023, atr\u00e1s somente do resultado obtido em mar\u00e7o, como mostra o gr\u00e1fico 1.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Saldo mensal da balan\u00e7a comercial brasileira de l\u00e1cteos \u2013 equivalente leite.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/HdPC84ABF0499\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/HdPC84ABF0499\"><\/p>\n<p>Fonte: Elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados do COMEXSTAT.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es seguiram aumentando no m\u00eas de maio e chegaram a um volume total exportado de 7,10 milh\u00f5es de litros em equivalente-leite, 1,27 milh\u00e3o de litros acima do m\u00eas anterior, sendo esse o maior resultado obtido at\u00e9 o momento em 2023, como mostra o gr\u00e1fico 2. Por\u00e9m, o resultado obtido seguiu abaixo do observado em 2022. Em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas de maio de 2022 houve uma queda de 38% (4,32 milh\u00f5es de litros em equivalente-leite), enquanto em rela\u00e7\u00e3o ao total exportado nos primeiros cinco meses do ano, 2023 se encontra 48% abaixo do total exportado no mesmo per\u00edodo de 2022.&nbsp;<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 2. Exporta\u00e7\u00f5es em equivalente-leite.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/2woK7fABF0439\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/2woK7fABF0439\"><\/p>\n<p>Fonte: Elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados do COMEXSTAT.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, o m\u00eas de maio encerrou obtendo o segundo maior resultado no ano, em cerca de 202,7 milh\u00f5es de litros em equivalente-leite, ficando 60,8 milh\u00f5es de litros acima do total importado em abril e somente 452 mil litros abaixo do m\u00eas que possui o maior resultado de 2023 at\u00e9 o momento, mar\u00e7o. Quando comparado com o resultado de maio de 2022, o aumento obtido tamb\u00e9m foi muito significativo, em 217,1% (138,8 milh\u00f5es de litros), como pode ser observado no gr\u00e1fico 3.&nbsp;<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 3. Importa\u00e7\u00f5es em equivalente-leite.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/eyXn07ABF0454\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/eyXn07ABF0454\"><\/p>\n<p>Fonte: Elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados do COMEXSTAT.<\/p>\n<p>Um dos fatores relacionados a esse forte aumento nas importa\u00e7\u00f5es no \u00faltimo m\u00eas \u00e9 a queda na oferta brasileira, que ocorre sazonalmente devido a entressafra do leite. Al\u00e9m disso, o baixo patamar dos pre\u00e7os internacionais e o real se valorizando frente ao d\u00f3lar t\u00eam mantido os pre\u00e7os dos produtos importados competitivos frente aos nacionais (que passaram por aumento de janeiro at\u00e9 agora).<\/p>\n<p>Sobre as categorias importadas, somente um produto registrou varia\u00e7\u00e3o mensal negativa, o doce de leite, em cerca de -30%, sendo que no m\u00eas de abril, o doce de leite havia sido o \u00fanico produto a obter varia\u00e7\u00e3o mensal positiva.<\/p>\n<p>Entre todos os demais produtos, que passaram por acr\u00e9scimo na importa\u00e7\u00e3o no \u00faltimo m\u00eas, o destaque em varia\u00e7\u00e3o percentual foi obtido pelos leites modificados, que passaram por um aumento mensal de 464%, chegando ao maior volume importado em um m\u00eas em 2023, cerca de 15,15 toneladas.<\/p>\n<p>Enquanto em rela\u00e7\u00e3o aos produtos de maior representatividade nas importa\u00e7\u00f5es, o soro de leite tamb\u00e9m passou por um aumento significativo nas importa\u00e7\u00f5es de maio, obtendo uma varia\u00e7\u00e3o mensal de 134%, tamb\u00e9m atingindo o maior volume importado de 2023 at\u00e9 o momento. E este mesmo resultado mensal recorde para este ano tamb\u00e9m foi observado no leite em p\u00f3 integral, que passou por um aumento mensal de 51% (e seguiu sendo o principal produto importado), nas manteigas (+ 104%) e nos queijos totais (+27%).<\/p>\n<p>Nas categorias exportadas, tr\u00eas produtos passaram por varia\u00e7\u00f5es mensais negativas, sendo eles os leites modificados (-33%), o leite UHT (-26%) e a manteiga (-21%), enquanto os destaques positivos ficaram por conta do leite em p\u00f3 desnatado, com um pouco mais de 600 quilos sendo exportados, 2.920% acima do exportado em abril\/23, e por conta do leite em p\u00f3 integral, com quase 108 toneladas exportadas, 1.362% acima do m\u00eas anterior. O principal produto exportado seguiu sendo o leite condensado, que tamb\u00e9m passou por varia\u00e7\u00e3o mensal positiva, em 24%. (Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Anu\u00e1rio do Leite 2023<br \/>\n<\/b><br \/>\nA Embrapa Gado de Leite, em parceria com a Texto Comunica\u00e7\u00e3o, lan\u00e7am o Anu\u00e1rio Leite 2023.&nbsp;A publica\u00e7\u00e3o tem como tem\u00e1tica principal, o leite baixo carbono, que se configura como uma demanda da sociedade, mas que tamb\u00e9m \u00e9 uma grande oportunidade a ser explorada pelo setor. E o Anu\u00e1rio mostra que j\u00e1 temos muito conhecimento baseado em ci\u00eancia gerado pela Embrapa e parceiros para respondermos a essa demanda.&nbsp;Al\u00e9m disso, a publica\u00e7\u00e3o traz os principais n\u00fameros do setor e an\u00e1lises dos mercados nacional e internacional, bem como outros temas de destaque como leite A2, queijos artesanais e novidades da pesquisa j\u00e1 dispon\u00edveis para a cadeia.&nbsp;Para baixar gratuitamente \u00e9 s\u00f3 acessar o site da Embrapa Gado de Leite,<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/gado-de-leite\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1154264\/anuario-leite-2023-leite-baixo-carbono\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/gado-de-leite\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1154264\/anuario-leite-2023-leite-baixo-carbono\">&nbsp;clicando aqui.<\/a>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Embrapa<\/p>\n<p><b>Equipamento torna mais eficiente an\u00e1lise do leite<br \/>\n<\/b><br \/>\nSondaLeite, desenvolvida pela Embrapa, oferece classifica\u00e7\u00e3o segura da qualidade do produto captado nas propriedades e detecta o leite \u201clina\u201d que, mesmo n\u00e3o sendo o padr\u00e3o, pode ser aproveitado pela ind\u00fastria<\/p>\n<p>Uma das produ\u00e7\u00f5es mais tecnificadas e com maior controle de qualidade \u00e9 a do leite. H\u00e1 anos, a atividade est\u00e1 submetida a uma s\u00e9rie de normativas que aumentaram a seguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capta\u00e7\u00e3o, \u00e0 temperatura e ao tr\u00e2nsito do produto, de forma a garantir um alimento livre de impurezas ao consumidor. Neste \u00e2mbito, uma inova\u00e7\u00e3o criada pela Embrapa, o SondaLeite se soma ao esfor\u00e7o de sanidade e tamb\u00e9m oferece \u00e0 ind\u00fastria uma ferramenta de melhor aproveitamento das mat\u00e9rias-primas produzidas pelas fazendas. O equipamento, desenvolvido pelas unidades da Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o e Clima Temperado, detecta de forma precisa e r\u00e1pida qual classifica\u00e7\u00e3o define o leite coletado e levado \u00e0 an\u00e1lise, se normal, lina (leite inst\u00e1vel n\u00e3o \u00e1cido) ou \u00e1cido.<\/p>\n<p>Atualmente, o teste do \u00e1lcool \u00e9 utilizado nas fazendas no momento de carregar o leite cru para os caminh\u00f5es de transporte que v\u00e3o lev\u00e1-lo \u00e0 ind\u00fastria. Este exame \u00e9 respons\u00e1vel por mostrar se o leite pode ser carregado ou n\u00e3o, garantindo que um leite \u00e1cido (in\u00fatil para o processamento), ser\u00e1 descartado. A Embrapa pesquisou a utiliza\u00e7\u00e3o do SondaLeite como um teste alternativo a esse \u2212 e que deve entrar em execu\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos meses \u2212 que identificar\u00e1 composi\u00e7\u00f5es do leite que podem ser aproveitados pela ind\u00fastria mesmo que n\u00e3o estejam na categoria normal. Ou seja, a metodologia permite apontar dentro do leite que seria classificado como \u00e1cido, uma composi\u00e7\u00e3o do l\u00edquido que pode ser aproveitada. Por meio de ondas luminosas, o equipamento conseguir\u00e1 detalhar a composi\u00e7\u00e3o em apenas 25 segundos.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a pesquisadora da Embrapa Clima Temperado Maira Balbinoti Zanela o teste \u201cmede a reflex\u00e3o de luz em v\u00e1rios comprimentos de onda no leite\u201d, identificando o leite tipo \u201clina\u201d. Esta altera\u00e7\u00e3o na qualidade se d\u00e1 no desequil\u00edbrio no sistema de produ\u00e7\u00e3o, com a perda de case\u00edna. No teste do \u00e1lcool, esta caracter\u00edstica define o lina erroneamente como \u00e1cido e, portanto, descart\u00e1vel. As pesquisas relacionadas ao lina come\u00e7aram em 2002, conforme a pesquisadora, mas e o desenvolvimento do SondaLeite teve in\u00edcio em 2019, foi interrompido na pandemia e retomado no final do ano passado, com novos testes de detec\u00e7\u00e3o da estabilidade do leite cru.&nbsp;<\/p>\n<p>O teste do \u00e1lcool, regulamentado pela Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 62, \u00e9 obrigat\u00f3rio desde 2011. Foi escolhido por ser r\u00e1pido e confi\u00e1vel para mostrar se o produto est\u00e1 plenamente apto a ser carregado. Contudo, composi\u00e7\u00f5es de leite como o lina podem ser usados pela ind\u00fastria, principalmente na alimenta\u00e7\u00e3o animal ou em outros produtos que passem pelo processo de pasteuriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Maira Zanela esclarece que o leite cru tem composi\u00e7\u00e3o muito vari\u00e1vel entre as regi\u00f5es e os rebanhos do Estado do Rio Grande do Sul. Desta forma, neste momento a pesquisa est\u00e1 comparando os resultados obtidos pelo SondaLeite com outros testes semelhantes, como o pr\u00f3prio teste do \u00e1lcool. Mesmo com toda essa tecnologia embarcada, Maira refor\u00e7a que o equipamento deve ser de f\u00e1cil e r\u00e1pida opera\u00e7\u00e3o, sem deixar de ser seguro. \u201cNa verdade, ele faz a leitura sozinho: coloca-se o leite no equipamento e se d\u00e1 o comando que pode ser feito pelo pr\u00f3prio celular. A ideia \u00e9 que ele j\u00e1 te d\u00ea o resultado final, em uma forma de f\u00e1cil visualiza\u00e7\u00e3o se o leite \u00e9 normal, \u00e1cido ou lina\u201d, explica a pesquisadora.&nbsp;<\/p>\n<p>Estudos relacionam o lina \u00e0 problemas decorrentes da defici\u00eancia nutricional das vacas leiteiras, o que resulta num leite com essa formula\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com Darlan Palharini, secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS), esse problema j\u00e1 foi maior no Rio Grande do Sul, mas, neste momento, estima que cerca de 2% do leite produzido pelos ga\u00fachos se enquadrem na categoria Lina. \u201cA incid\u00eancia \u00e9 maior em produtores menores, com menos infraestrutura, mas n\u00e3o quer dizer que nos grandes n\u00e3o aconte\u00e7a\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Darlan, houve um investimento dos produtores em complementos e aditivos para a nutri\u00e7\u00e3o das vacas leiteiras, o que pode ter reduzido a incid\u00eancia. \u201cMas a pesquisa n\u00e3o deixa de ser relevante para diminuir ainda mais os preju\u00edzos dos produtores. Como tivemos essas \u00faltimas estiagens, pode ter ocorrido um pouco mais\u201d, reconhece o dirigente do Sindilat.<\/p>\n<p>SondaLeite<br \/>\nEquipamento port\u00e1til, utiliza feixes de luz para classificar o leite como normal, lina ou \u00e1cido, no local em que \u00e9 produzido;<\/p>\n<p>\u00c9 uma ferramenta capaz de eliminar a interfer\u00eancia humana, incertezas e minimizar os preju\u00edzos da cadeia leiteira, especialmente para os pequenos produtores;<\/p>\n<p>Permite a identifica\u00e7\u00e3o do chamado lina (leite inst\u00e1vel n\u00e3o \u00e1cido), cuja detec\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 um desafio pelos m\u00e9todos convencionais;<\/p>\n<p>Tecnologia aguarda parceria para licenciamento e comercializa\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>Poder\u00e1 ser utilizado diretamente no campo, acoplado em caminh\u00f5es de coleta a granel, bem como no laborat\u00f3rio, ou instalado nos tanques de resfriamento, em latic\u00ednios e cooperativas. (Correio do povo)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido <\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>Pesquisa desenvolvida pela Embrapa trigo do Rio Grande do Sul comprovou que o trigo \u00e9 capaz de sequestrar mais carbono do que emite para a atmosfera. E em tempos de agricultura de baixo carbono, essa \u00e9 uma \u00f3tima not\u00edcia, como conta o chefe geral da Embrapa trigo, Jorge Lemainski.<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=fVrYxXHltkk\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=fVrYxXHltkk\">&nbsp;Assista aqui.<\/a>&nbsp;(Youtube Agro+)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de junho de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 17 - N\u00b0 3.921 Balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos: importa\u00e7\u00f5es voltam a crescer em maio \u2013 Parte 01 de 02 Ap\u00f3s <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/06\/13\/13-06-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/06\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-12153","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12153","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12153"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12153\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12161,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12153\/revisions\/12161"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12153"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12153"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12153"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}