{"id":1214,"date":"2016-08-22T17:04:05","date_gmt":"2016-08-22T17:04:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/22\/22-08-2016\/"},"modified":"2016-08-22T17:04:05","modified_gmt":"2016-08-22T17:04:05","slug":"22-08-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/22\/22-08-2016\/","title":{"rendered":"22\/08\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 22 de agosto<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.336<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<strong style=\"text-align: justify;\">Sindilat pede flexibiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat) pretende entregar ao ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, um documento com reivindica\u00e7\u00f5es para flexibilizar as normas regulamentadoras que regem a rela\u00e7\u00e3o trabalhista nos latic\u00ednios. A expectativa \u00e9 de que a reuni\u00e3o ocorra hoje. O pedido deve ser refor\u00e7ado, durante a Expointer, ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi. O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, afirma que entende a import\u00e2ncia das normas, mas ressalta que muitas destas regras \"acabam onerando e tirando a competitividade\" do setor. As reivindica\u00e7\u00f5es est\u00e3o relacionadas \u00e0 NR 10, que prev\u00ea o acompanhamento de um engenheiro em projetos de eletricidade; \u00e0 NR 12, relacionada \u00e0 ergonomia; ao artigo 60 da CLT, que pro\u00edbe horas extras em locais insalubres; e alei 13.287\/2016, sancionada em maio, que pro\u00edbe gestantes ou lactantes de trabalhar em local insalubre. O Sindilat alega que \u00e9 necess\u00e1rio tempo para se adequar \u00e0 NR 10. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 NR 12, a entidade afirma que a ergonomia \u00e9 uma quest\u00e3o interpretativa. J\u00e1 a CLT, conforme o sindicato, deixa a entender que pode haver autoriza\u00e7\u00e3o para horas extras nesses ambientes de trabalho. No entanto, nenhuma empresa do Estado obteve este acordo at\u00e9 o momento, segundo o Sindilat. Conforme o diretor-executivo da entidade, Darlan Palharini, a lei 13.287, por sua vez, faz com que muitas vezes a empresa tenha de colocar a funcion\u00e1ria gestante ou lactante em uma \u00e1rea que ela desconhece. O presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores nas Ind\u00fastrias da Alimenta\u00e7\u00e3o (FTIA\/RS), Valdemir Corr\u00eaa, se mostra contr\u00e1rio \u00e0 flexibiliza\u00e7\u00e3o, embora entenda que, em certos casos, pode haver prazos maiores para adapta\u00e7\u00e3o. \"Precisamos ter algumas normas porque se trata de condi\u00e7\u00f5es de trabalho e da sa\u00fade do trabalhador\", reitera o sindicalista. De acordo com Corr\u00eaa, embora n\u00e3o se possa generalizar, h\u00e1 empresas que deixam de tomar as medidas necess\u00e1rias \u00e0 seguran\u00e7a do trabalhador. (Correio do Povo)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Cl\u00ednica do Leite<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> A Cl\u00ednica do Leite, do Departamento de Zootecnia da ESALQ, recebeu durante tr\u00eas dias a visita de auditores do INMETRO. O laborat\u00f3rio \u00e9 credenciado pelo Minist\u00e9rio de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA) e como tal, os gestores da cl\u00ednica haviam entrado, h\u00e1 dois anos, com pedido de acredita\u00e7\u00e3o pelo INMETRO.<br \/> &nbsp;<br \/> Como n\u00e3o foi observada nenhuma n\u00e3o conformidade cr\u00edtica, a equipe de avaliadores recomendou a acredita\u00e7\u00e3o pelo segundo ano consecutivo, com base nas exig\u00eancias da norma ABNT NBR ISO\/IEC 17025:2005. Diante dessas avalia\u00e7\u00f5es, a Cl\u00ednica, que \u00e9 dividida em tr\u00eas setores, permanece com o padr\u00e3o de qualidade internacional, seguindo todos os quesitos dos melhores laborat\u00f3rios de an\u00e1lise de leite do mundo. O setor de Academia, \u00e9 respons\u00e1vel pelos treinamentos destinados a t\u00e9cnicos e produtores na parte de gest\u00e3o; o setor de Sistema de Informa\u00e7\u00e3o gera ferramentas e softwares para ajudar o produtor a gerenciar melhor sua fazenda; o Laborat\u00f3rio \u00e9 a unidade que monitora o leite produzido no Pa\u00eds.<br \/> &nbsp;<br \/> Para o gerente t\u00e9cnico da Cl\u00ednica do Leite, Laerte Dagher Cassoli, a acredita\u00e7\u00e3o trata-se de um reconhecimento e uma evid\u00eancia da import\u00e2ncia do trabalho para a sociedade. &nbsp;\"Isso passa pela ess\u00eancia da USP - realizar um trabalho de excel\u00eancia, de vanguarda, e esse trabalho \u00e9 feito aqui, totalmente alinhado com o prop\u00f3sito da Universidade. A acredita\u00e7\u00e3o \u00e9 um reconhecimento de que operamos com alto padr\u00e3o de qualidade, como qualquer laborat\u00f3rio de ponta no mundo\", destaca Cassoli.<br \/> &nbsp;<br \/> De acordo com o gerente, um outro diferencial do Laborat\u00f3rio consiste nas pessoas que l\u00e1 trabalham. \"Nossos equipamentos de an\u00e1lise s\u00e3o os mesmos de outros laborat\u00f3rios de ponta no mundo e a estrutura tamb\u00e9m \u00e9 muito parecida, mas o que faz a diferen\u00e7a realmente \u00e9 equipe. A qualidade \u00e9 constru\u00edda a partir das pessoas. \u00c9 fundamental termos um time muito bem treinado e engajado, para que tenhamos efici\u00eancia nos processos, e consequentemente qualidade\", finalizou Cassoli.<br \/> &nbsp;<br \/> Os auditores do INMETRO tamb\u00e9m exaltaram o grau de engajamento dos colaboradores da Cl\u00ednica, que reflete diretamente na qualidade do trabalho realizado. \"Temos auditado muitos laborat\u00f3rios, mas dificilmente encontramos um local onde se trabalhe com tamanha satisfa\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma alegria verificar o quanto a ESALQ \u00e9 pioneira nesta \u00e1rea\", afirmaram os auditores.<br \/> &nbsp;<br \/> Segundo o coordenador da Cl\u00ednica do Leite, professor Paulo Fernando Machado, a acredita\u00e7\u00e3o do INMETRO deve-se ao excelente trabalho realizado. \"Entregamos resultados dentro dos padr\u00f5es internacionais de qualidade e conseguimos atender todos os interessados. Al\u00e9m disso, mantemos \u00f3timos \u00edndices de atendimentos e prazos uma vez que nossos funcion\u00e1rios atuam em um ambiente de trabalho adequado para nossas exig\u00eancias. Refor\u00e7amos, finalmente, a excel\u00eancia da ESALQ\/USP nas esferas de ensino, pesquisa e extens\u00e3o. A acredita\u00e7\u00e3o \u00e9, portanto, uma garantia de que nossos trabalhos v\u00e3o se perpetuar\", disse o coordenador da cl\u00ednica. (Esalq)<\/p>\n<p> <strong>&nbsp;<br \/> Rebanho leiteiro brit\u00e2nico est\u00e1 declinando<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> O tamanho do rebanho leiteiro da Inglaterra caiu 2% no \u00faltimo ano, a maior queda anual nos \u00faltimos quatro anos, informou o AHDB Dairy. De acordo com o Servi\u00e7o de Movimento de Gados Brit\u00e2nicos (BCMS), havia 1,80 milh\u00f5es de f\u00eameas leiteiras com mais de 2 anos de idade em 1 de julho de 2016, 37.000 cabe\u00e7as a menos do que no ano anterior. Os abates de f\u00eameas leiteiras (de mais de 36 meses) durante o mesmo per\u00edodo aumentaram 13%, para 37.000.<\/p>\n<p> Embora os abates tenham aumentado firmemente desde o meio de 2014, a taxa acelerou no come\u00e7o de 2016. O aumento foi predominantemente afetado pelo n\u00famero de vacas nos primeiros anos de lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O decl\u00ednio l\u00edquido no rebanho leiteiro sugere que aqueles animais que estavam sendo abatidos n\u00e3o estavam sendo substitu\u00eddos por animais mais jovens. Em curto prazo, isso poderia significar que a produ\u00e7\u00e3o seria menor.<\/p>\n<p> Entretanto, o n\u00famero de animais jovens ainda \u00e9 de 15.000 cabe\u00e7as - maior do que no ano anterior e quase 60.000 cabe\u00e7as a mais comparado com quatro anos antes. Como resultado, o potencial de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de leite por meio de um aumento no rebanho leiteiro ainda existe. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do TheCattleSite.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>&nbsp;<br \/> Rebanho bovino inicia per\u00edodo de pari\u00e7\u00e3o com expectativas positivas<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> O rebanho bovino est\u00e1 na fase final de gesta\u00e7\u00e3o das vacas e in\u00edcio da pari\u00e7\u00e3o, que dever\u00e1 se estender para os pr\u00f3ximos meses com expectativa de altas taxas de natalidade. Os rebanhos apresentam bom estado sanit\u00e1rio e os produtores mant\u00eam o monitoramento dos animais no combate \u00e0s verminoses, realizando tratamentos estrat\u00e9gicos. A condi\u00e7\u00e3o corporal dos rebanhos \u00e9 bastante vari\u00e1vel. Aqueles submetidos somente ao pastoreio em campos nativos apresentam condi\u00e7\u00f5es corporais m\u00e9dias para ruins. H\u00e1 muitos bovinos fracos, debilitados e com baixa resist\u00eancia \u00e0s doen\u00e7as. J\u00e1 os animais alimentados em pastagens cultivadas de azev\u00e9m e aveia ou em campos nativos melhorados se encontram em melhores condi\u00e7\u00f5es corporais, obtendo inclusive ganhos de peso satisfat\u00f3rio. Nas regi\u00f5es produtoras de leite, as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favoreceram o crescimento e manejo das pastagens. De modo geral, a oferta de pasto \u00e9 boa, principalmente de azev\u00e9m, diminuindo o uso de alimentos conservados e concentrados, e aumentando a produtividade dos animais. A aveia est\u00e1 chegando ao final do ciclo, mas o azev\u00e9m est\u00e1 com \u00f3timo desenvolvimento, melhorando a qualidade das dietas fornecidas \u00e0s vacas. (Jornal do Com\u00e9rcio)<br \/> &nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> <strong>A cota\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 est\u00e1 perto de recuperar a rentabilidade<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Expectativas - O forte aumento no percentual dos pre\u00e7os na \u00faltima licita\u00e7\u00e3o da cooperativa Fonterra da Nova Zel\u00e2ndia de ter\u00e7a-feira - depois de dois eventos com pre\u00e7os em alta - constitui \"uma rea\u00e7\u00e3o de mercado muito positiva, assinala uma tend\u00eancia e obriga os compradores a observarem mais o mercado\", destacou a El Observador o diretor da Conaprole, Miguel Bidegain. Explicou que as ind\u00fastrias venderam parte de suas produ\u00e7\u00f5es futuras e isto significa um tempo maior para conseguir melhorar os pre\u00e7os.<br \/> &nbsp;<br \/> A Conaprole fechou neg\u00f3cios para o m\u00eas de outubro, e \"nossa maior preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 obter os melhores pre\u00e7os no menor tempo poss\u00edvel\". Por outro lado, a refer\u00eancia que se tem para a recupera\u00e7\u00e3o da rentabilidade dos produtores \u00e9 um pre\u00e7o internacional de leite em p\u00f3 integral entre US$ 3.000 e US$ 3.200\/tonelada, prevista para o final do ano ou come\u00e7o de 2017. Entretanto, essa refer\u00eancia poder\u00e1 vir agora com a evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os observada na \u00faltima licita\u00e7\u00e3o quando chegou a US$ 2.695\/tonelada, afirmou o gerente do Instituto Nacional de La Leche (Inale), Gabriel Bagnato em declara\u00e7\u00f5es ao programa Tiempo de Cambio da r\u00e1dio Rural. Com alguma eleva\u00e7\u00e3o a mais poderia chegar ao n\u00edvel de pre\u00e7os de transfer\u00eancia para o produtor mais pr\u00f3xima aos custos de produ\u00e7\u00e3o, que ronda entre US$ 0,25 a US$ 0,26\/litro.<br \/> &nbsp;<br \/> O produtor recebe esse valor para o leite. As \u00faltimas eleva\u00e7\u00f5es alimentam a esperan\u00e7a de que o pre\u00e7o do leite em p\u00f3 integral chegando a US$ 3.200\/tonelada permitir\u00e1 o pagamento de US$ 0,30, melhorando as expectativas. Bagnato explicou que a ind\u00fastria em geral vendeu entre tr\u00eas e cinco meses na frente. Mas, o importante \u00e9 analisar as tend\u00eancias que terminam direcionando o mercado para cima ou para baixo. Lembrou que no leil\u00e3o anterior da Fonterra a eleva\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 integral foi de 10%, e agora quase 19%. A expectativa \u00e9 quanto \u00e0 perman\u00eancia dessa tend\u00eancia nas pr\u00f3ximas licita\u00e7\u00f5es. Trata-se dos primeiros sinais de recupera\u00e7\u00e3o do mercado internacional de l\u00e1cteos diante da retra\u00e7\u00e3o na oferta e incremento da demanda. Consultado sobre a situa\u00e7\u00e3o do Brasil, que ganhou protagonismo como principal mercado dos l\u00e1cteos uruguaios, Bagnato explicou que existe uma retra\u00e7\u00e3o na demanda interna diante das dificuldades econ\u00f4micas. No entanto, explicou, essa perda foi amplamente superada pela queda de 5% na produ\u00e7\u00e3o, o que estabelece um cen\u00e1rio prop\u00edcio para exporta\u00e7\u00f5es do Uruguai e da Argentina para o pa\u00eds do Norte. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Ainda segundo o Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os, em julho o Brasil exportou US$ 11,89 milh\u00f5es em produtos l\u00e1cteos. Na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, o faturamento aumentou 24,7%. O volume embarcado tamb\u00e9m aumentou. Passou de 3,22 mil toneladas em junho passado para 3,73 mil toneladas em julho, alta de 15,7%. O produto mais exportado foi o leite em p\u00f3, que somou 2,71 mil toneladas e US$ 9,54 milh\u00f5es em faturamento. Os principais compradores dos produtos l\u00e1cteos brasileiros, em valor, foram a Venezuela (57,0%), a Ar\u00e1bia Saudita (7,5%) e os Emirados \u00c1rabes Unidos (5,5%). Na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2015, tanto volume como faturamento reduziram de 61,0% e 73,1%, respectivamente. (Scot Consultoria)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 22 de agosto&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.336 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Sindilat pede flexibiliza\u00e7\u00e3o O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat) pretende <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/22\/22-08-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/08\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1214","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1214","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1214"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1214\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1214"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1214"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1214"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}