{"id":1206,"date":"2016-08-11T17:56:00","date_gmt":"2016-08-11T17:56:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/11\/11-08-2016\/"},"modified":"2016-08-11T17:56:00","modified_gmt":"2016-08-11T17:56:00","slug":"11-08-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/11\/11-08-2016\/","title":{"rendered":"11\/08\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 11 de agosto<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.329<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pre\u00e7o sobe at\u00e9 65% em um ano<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas severas, desest\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e aumento do custo dos insumos, especialmente do milho, que chegou a 93%, reduziram a oferta e elevaram o pre\u00e7o do leite para al\u00e9m das m\u00e9dias recentes neste inverno. De acordo com o boletim semanal de cota\u00e7\u00f5es agropecu\u00e1rias da Emater\/RS, o pre\u00e7o pago pelo litro ao produtor, que oscilava entre o m\u00ednimo de R$ 0,70 e o m\u00e1ximo de R$ 0,97 no in\u00edcio de agosto de 2015, chegou \u00e0 faixa dos R$ 0,90 aos R$ 1,60 na semana passada. A varia\u00e7\u00e3o foi sentida na ponta do consumo. Levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Supermercados (Agas), indica que, nesta semana, o litro de leite UHT atingiu R$ 3,80 no varejo, com avan\u00e7o de 40% sobre maio, quando come\u00e7aram os efeitos da entressafra. O presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra, calcula que o pre\u00e7o pago ao produtor cresceu 65% em um ano e entende que a cadeia leiteira vive em 2016 uma situa\u00e7\u00e3o \u00edmpar.&nbsp;<\/p>\n<p> Por isso, afirma que a tradicional queda que ocorre no pre\u00e7o do produto a partir de agosto vai ser menor neste ano. \"Tivemos problemas clim\u00e1ticos, alta no mercado de ra\u00e7\u00f5es, em raz\u00e3o da valoriza\u00e7\u00e3o do milho, e retra\u00e7\u00e3o do rebanho, com o abate de matrizes porque o produtor entendeu que o pre\u00e7o da carne estava mais atrativo\", analisa. \"S\u00e3o condi\u00e7\u00f5es dif\u00edceis de recuperar, que v\u00e3o manter o pre\u00e7o elevado para o produtor\", diz. O assessor de Pol\u00edticas Agr\u00edcolas da Federa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), M\u00e1rcio Langer, constata que em julho os produtores tiveram uma melhora de 15% na remunera\u00e7\u00e3o. \"No pre\u00e7o cobrado pelo supermercado est\u00e3o consideradas as margens de lucro da ind\u00fastria e do com\u00e9rcio, nem tudo pode ser atribu\u00eddo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o\", ressalva. \"A expectativa \u00e9 de que haja redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o a partir de outubro, com a entrada das pastagens de inverno e a conclus\u00e3o do ciclo reprodutivo dos animais\", prev\u00ea. (Correio do Povo)<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Simvet-RS vai debater Lei do Leite e combate ao Mormo na feira<\/strong><\/p>\n<p> Dois dos principais assuntos que mobilizam o setor agropecu\u00e1rio do Rio Grande do Sul ser\u00e3o temas de discuss\u00e3o durante a Expointer em eventos promovidos pelo Sindicato dos M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet-RS). Em semin\u00e1rios simult\u00e2neos, a nova Lei do Leite e o combate ao Mormo estar\u00e3o em pauta na tarde de quinta-feira, 1 de setembro, no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio. A presidente do Simvet-RS, Ang\u00e9lica Zollin, avalia que os dois temas envolvem diretamente a participa\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos veterin\u00e1rios que realizam as fiscaliza\u00e7\u00f5es pelo Estado. \"A escolha dos temas voltou a ser pauta do sindicato nos \u00faltimos tempos. Passaram-se v\u00e1rios anos, e continuamos com os mesmos problemas, e n\u00e3o vimos entendimentos definitivos sobre estes temas\", acredita. Na Casa do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio, a partir das 14h, ser\u00e1 realizado o painel \"<\/p>\n<p> A Lei do Leite: O Que Mudou? \", com a participa\u00e7\u00e3o de representantes do governo, ind\u00fastrias e fiscaliza\u00e7\u00e3o. A legisla\u00e7\u00e3o, que entrou em vigor no dia 24 de junho, ainda est\u00e1 no prazo de adequa\u00e7\u00e3o dos setores envolvidos \u00e0 lei. Entretanto, a proposta \u00e9 discutir como estes segmentos da cadeia l\u00e1ctea v\u00eam se adaptando. \"Queremos debater o que mudou e o que ainda n\u00e3o mudou. E, se n\u00e3o mudou, o que tem que ser feito para mudar\", revela a presidente do Simvet-RS. J\u00e1 no Tatersal do Cavalo Crioulo, no mesmo hor\u00e1rio e com o apoio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (Abccc), ocorrer\u00e1 o Semin\u00e1rio Sobre Sanidade Equina, que vai avaliar e atualizar os participantes sobre os andamentos do combate ao Mormo e outras enfermidades. \"O Simvet-RS retorna com a pauta da sanidade equina como j\u00e1 fizemos em outras edi\u00e7\u00f5es da Expointer. Acreditamos que os debates ainda n\u00e3o est\u00e3o esgotados. Trazemos de volta este assunto para que possamos nos atualizar sobre os processos de combate \u00e0 enfermidade\", observa Ang\u00e9lica. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<p> <strong>Agroind\u00fastrias aceleram preparos para a Expointer<\/strong><\/p>\n<p> A pouco mais de duas semanas para o in\u00edcio da 39\u00aa Expointer, as agroind\u00fastrias que estar\u00e3o na 18\u00aa Feira da Agricultura Familiar intensificam os preparativos para levar produtos como queijos, p\u00e3es, cucas, geleias, biscoitos e salames. Neste ano, ser\u00e3o 227 expositores - 17% estreantes -, entre produtos, artesanato, plantas e flores, al\u00e9m de quatro cozinhas. A fam\u00edlia Meurer, de Salvador do Sul, espera repetir os n\u00fameros da edi\u00e7\u00e3o passada. Em 2015, foram vendidos 1.350 cucas, 600 p\u00e3es e 600 pacotes de biscoitos. A produ\u00e7\u00e3o come\u00e7ou com a matriarca, L\u00edria, em 1989, e hoje inclui o trabalho das filhas Paula, Patr\u00edcia e Beatriz. O p\u00e3o de milho, feito em forno de barro, \u00e9 o carro-chefe da comercializa\u00e7\u00e3o. Segundo L\u00edria, o segredo do sucesso na Expointer \u00e9 que p\u00e3es e cucas sempre chegam fresquinhos, feitos ainda na madrugada. Os biscoitos pintados s\u00e3o produzidos poucos dias antes de a feira ser aberta. Paula destaca a receptividade obtida a cada ano e o retorno dos clientes, que guardam o adesivo da marca Koloniebackhaus para saborear os produtos. \"A feira \u00e9 uma fam\u00edlia com quem convivemos. \u00c9 tamb\u00e9m o espa\u00e7o para divulgar os produtos e o nosso munic\u00edpio\", disse, ressaltando ser esta a oitava participa\u00e7\u00e3o no Pavilh\u00e3o da Agricultura Familiar. Antes da Expointer, os sabores da Koloniebackhaus ser\u00e3o apresentados na 10\u00aa AgriMinas, em Belo Horizonte. Primeira agroind\u00fastria habilitada ao Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf), em 2013, a Herbon Alimentos, de S\u00e3o Jos\u00e9 do Sul, aumenta em pelo menos 100 quilos a produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de lingui\u00e7a para a Expointer. No estande tamb\u00e9m s\u00e3o ofertados itens como copa, salame, lombo defumado e torresmo.&nbsp;<\/p>\n<p> De acordo com uma das propriet\u00e1rias, Aline Gauer, al\u00e9m das vendas, h\u00e1 oportunidade de buscar novos mercados para os embutidos dentro do Rio Grande do Sul. A produ\u00e7\u00e3o mobiliza at\u00e9 12 pessoas - a maioria da fam\u00edlia -, e o abate \u00e9 di\u00e1rio. \"A fam\u00edlia se uniu, todo mundo queria trabalhar, ter seu neg\u00f3cio, e foi indo. Hoje, est\u00e1 todo mundo feliz aqui, fazendo lingui\u00e7a, salsich\u00e3o, copa\", disse Laci Maria Gauer, m\u00e3e de Aline, que acompanha a produ\u00e7\u00e3o. Um dos espa\u00e7os de maior visita\u00e7\u00e3o durante a Expointer, a Feira da Agricultura Familiar ocorre desde 1999. A estrutura que abriga os estandes foi constru\u00edda em 2004. Em 2015, foram R$ 2,2 milh\u00f5es em neg\u00f3cios, valor recorde e incremento de 12,6% em rela\u00e7\u00e3o ao alcan\u00e7ado em 2014. Para este ano, a expectativa \u00e9 de que as vendas cres\u00e7am ao menos 5%. \"\u00c9 um espa\u00e7o importante, porque proporciona \u00e0s agroind\u00fastrias familiares o contato direto com compradores\", destaca o secret\u00e1rio do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto. Conforme o diretor de Agricultura Familiar e Agroind\u00fastria da SDR, Dionatan Tavares, uma das novidades para este ano \u00e9 a chamada ilha de org\u00e2nicos. No local, 16 expositores (15% do total) v\u00e3o expor itens como sucos, ch\u00e1s, temperos, mel, rapaduras e cacha\u00e7as com certifica\u00e7\u00e3o. (Jornal do Com\u00e9rcio)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Franceses driblam crise do leite com cooperativa de queijo especial<\/strong><\/p>\n<p> Com isso, cada na\u00e7\u00e3o passou a ter liberdade para produzir e vender o quanto quisesse. A medida causou um desequil\u00edbrio no quadro de oferta e demanda local, que mais tarde foi agravado pela redu\u00e7\u00e3o das compras de leite cru europeu por parte de importadores de peso, como a China. Com a demanda fraca e a oferta em alta, os pre\u00e7os pagos aos produtores passaram a despencar no velho continente. Mas h\u00e1 quem veja essa crise passar longe de si. No chamado Maci\u00e7o do Jura, uma regi\u00e3o montanhosa, na fronteira da Fran\u00e7a com a Su\u00ed\u00e7a, onde as vacas pastejam \u00e0 moda antiga, com sinos pendurados no pesco\u00e7o e aos 1.000 metros de altitude, criadores encontraram uma maneira de driblar os pre\u00e7os baixos, manter o mercado sempre equilibrado e rent\u00e1vel. Eles formaram a cooperativa do queijo comt\u00e8, o tipo mais consumido na Fran\u00e7a. O diferencial do produto \u00e9 que ele possui o que os europeus chamam de AOP, sigla que em portugu\u00eas significa 'denomina\u00e7\u00e3o de origem protegida', uma certifica\u00e7\u00e3o nada f\u00e1cil de conseguir.&nbsp;<\/p>\n<p> \u00c9 preciso respeitar uma sistem\u00e1tica desde a maneira de criar e alimentar as vacas at\u00e9 o processo de industrializa\u00e7\u00e3o do leite. Com isso, o produto \u00e9 vendido a pre\u00e7os superiores no mercado. Enquanto o leite convencional \u00e9 vendido de 280 euros a 320 euros a cada mil litros (entre 0,28 a 0,32 centavos de euro por litro) o produto certificado vale de 450 euros a 500 euros a cada mil litros (0,45 a 0,50 centavos de euro por litro). \"A particularidade nesta cadeia \u00e9, sobretudo, que n\u00e3o temos problemas econ\u00f4micos, porque conseguimos repartir o valor agregado. Al\u00e9m disso, o volume de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 limitado e negociado entre todas as AOP\u00b4s da regi\u00e3o. Este ano, por exemplo, o aumento permitido foi de 2 mil toneladas\", explica Claude Vermont-Desroche, presidente do Comit\u00ea Interprofissinoal do Comt\u00e8. (Globo Rural)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Produtores de leite de Iju\u00ed e regi\u00e3o chegam a receber acima de R$ 2 por litro<br \/> O t\u00e9cnico agr\u00edcola do escrit\u00f3rio municipal da Emater em Iju\u00ed, Edewin Bernich, no entanto, ressalta que h\u00e1 produtores que recebem acima de 2 reais o litro de leite. O valor mais baixo pago por empresas, ind\u00fastrias ou cooperativas gira em torno de 1 real e 5 centavos. Para se ter uma ideia da melhoria de pre\u00e7o, o atual valor m\u00ednimo de cerca de 1 real pago ao agricultor, no momento, h\u00e1 tr\u00eas meses era praticamente o pre\u00e7o m\u00e1ximo. Isso se deve \u00e0 falta de leite produzido, o que eleva a cota\u00e7\u00e3o para o produtor. Muitos agricultores deixaram de produzir leite, especialmente por conta do calote dado por empresas e industrias que decretaram fal\u00eancia. Em Iju\u00ed, segundo Edewin Bernich, existem produtores que se mant\u00e9m com bom n\u00edvel de plantel animal. Citou um agricultor da comunidade de Arroio das Antas que possui em torno de 120 vacas leiteiras. Na Linha 11 Norte h\u00e1 produtores com m\u00e9dia de 100 animais. Por\u00e9m, muitos outros agricultores ijuienses contam com plantel entre 20 e 60 vacas leiteiras. (<\/em>R\u00e1dio Progresso de Iju\u00ed)<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 11 de agosto&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.329 &nbsp; Pre\u00e7o sobe at\u00e9 65% em um ano Condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas severas, desest\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e aumento do custo dos insumos, especialmente <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/11\/11-08-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/08\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1206","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1206","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1206"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1206\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1206"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1206"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1206"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}