{"id":1204,"date":"2016-08-09T17:41:37","date_gmt":"2016-08-09T17:41:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/09\/09-08-2016\/"},"modified":"2016-08-09T17:41:37","modified_gmt":"2016-08-09T17:41:37","slug":"09-08-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/09\/09-08-2016\/","title":{"rendered":"09\/08\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 09 de agosto<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.327<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Volatilidade nos pre\u00e7os futuros dos l\u00e1cteos antes do pr\u00f3ximo GDT<\/strong><\/p>\n<p> A eleva\u00e7\u00e3o para setembro foi de US$ 90 e o pre\u00e7o US$ 2.530\/tonelada, enquanto os contratos de outubro ganhavam US$ 120 e foram negociados a US$ 2.650\/tonelada. Os fechamentos depois foram: novembro ganho de US$ 85, atingindo US$ 2.680\/tonelada; dezembro mais US$ 100, chegando a US$ 2.700\/tonelada; enquanto janeiro ganhava outros US$ 90, e era negociado a US$ 2.710\/tonelada. De agosto a dezembro o \"contango\" - diferen\u00e7a entre o contrato datado de curto prazo e o contrato de mais longa data - ampliou de US$ 100 para US$ 455\/tonelada. \" \"Existe grande \u00e1gio futuro em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo GDT, o que pode significar mais um forte aumento\", disse Nigel Brunel, diretor do mercado financeiro da OM Financial.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A disparada dos pre\u00e7os mundiais dos l\u00e1cteos no \u00faltimo globalDairyTrade na \u00faltima semana, elevou o \u00cdndice de Pre\u00e7os GDT para 6,6%. O leite em p\u00f3 integral, que \u00e9 o maior indicador para a Fonterra estabelecer o pre\u00e7o ao produtor, elevou 9,9%, atingindo US$ 2.265\/tonelada. \"Apesar de faltar uma semana para o pr\u00f3ximo GDT - o \u00edmpeto atual parece sugerir repeti\u00e7\u00e3o do \u00faltimo evento\", comentou Brunel. A Fonterra anunciou a proje\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo pre\u00e7o ao produtor de NZ$ 4,25\/kgMS para a temporada 2016\/17 - NZ$ 1,00\/kgMS menor que o pre\u00e7o de equil\u00edbrio estimado pela DairyNZ, que \u00e9 de NZ$ 5,25\/kgMS. (NZHerald.co.nz - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Governo e empres\u00e1rios desenham plano para ampliar agroneg\u00f3cio<\/strong><\/p>\n<p> A Olimp\u00edada do Rio \u00e9 um belo exemplo de livre acesso de atletas e torcedores do mundo inteiro, que se re\u00fanem em um pa\u00eds, integrando-se para competir no mesmo campo esportivo, sob as mesmas regras. Infelizmente em outros campos nem sempre h\u00e1 livre acesso, regras comuns e competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Um dos exemplos mais not\u00e1veis \u00e9 o com\u00e9rcio exterior: tarifas, subs\u00eddios dom\u00e9sticos e toda sorte de barreiras n\u00e3o tarif\u00e1rias (t\u00e9cnicas, sanit\u00e1rias, burocr\u00e1ticas etc.) dificultam o acesso aos mercados, impedindo a competi\u00e7\u00e3o leal e prejudicando milh\u00f5es de consumidores. Al\u00e9m das barreiras comerciais mais vis\u00edveis, o acesso aos mercados \u00e9 tamb\u00e9m impactado por percep\u00e7\u00f5es de clientes e consumidores que t\u00eam gerado dificuldades e barreiras de \"imagem\".<\/p>\n<p> Acesso aos mercados \u00e9 a capacidade de cruzar fronteiras, entrar no mercado e lutar de forma justa pela prefer\u00eancia do consumidor. No caso do agroneg\u00f3cio, esse \u00e9 seguramente o tema mais complexo e desafiador do setor, que, se bem conduzido, pode produzir resultados expressivos em com\u00e9rcio e investimentos.<\/p>\n<p> Produtos agr\u00edcolas como soja, milho, caf\u00e9 verde, celulose e algod\u00e3o circulam com bastante facilidade pelo mundo. Por\u00e9m produtos mais processados como \u00f3leo de soja, a\u00e7\u00facar, etanol, carnes, latic\u00ednios, papel e caf\u00e9 sol\u00favel enfrentam maiores barreiras. Al\u00e9m disso, a falta de comunica\u00e7\u00e3o adequada sobre a realidade gera percep\u00e7\u00f5es de imagem distorcidas e equivocadas sobre quase todos os produtos exportados, principalmente nos temas ambiental (desmatamento, biodiversidade, emiss\u00f5es de carbono) e social (condi\u00e7\u00f5es de trabalho, quest\u00f5es ind\u00edgenas).<\/p>\n<p> N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que o tema acesso a mercados depende, em primeira inst\u00e2ncia, da fluidez e da qualidade do di\u00e1logo entre os governos envolvidos. O dia a dia do \"acesso\" passa pela assinatura de acordos de equival\u00eancia sanit\u00e1ria, preenchimento de question\u00e1rios, tr\u00e2mite \u00e1gil de documentos, miss\u00f5es de inspe\u00e7\u00e3o de plantas produtivas, visitas de ministros e autoridades, listas de pedidos e troca de concess\u00f5es de parte a parte. Eventualmente o acesso passa, tamb\u00e9m, por negocia\u00e7\u00f5es mais amplas e formais, em n\u00edvel bilateral, regional ou multilateral.<\/p>\n<p> Mas a experi\u00eancia de v\u00e1rios pa\u00edses mostra que o sucesso das a\u00e7\u00f5es depende, tamb\u00e9m, da presen\u00e7a e do comprometimento do setor privado no processo. Afinal, s\u00e3o as empresas, e n\u00e3o os governos, que realizam o com\u00e9rcio e os investimentos.<\/p>\n<p> A\u00e7\u00f5es de suporte ao tema comumente praticadas por empresas e entidades do setor privado s\u00e3o o mapeamento e o engajamento de stakeholders locais (clientes, associa\u00e7\u00f5es, m\u00eddia, academia, formadores de opini\u00e3o, ONGs e outros), o entendimento do ambiente regulat\u00f3rio e de pol\u00edticas p\u00fablicas do pa\u00eds destino, a montagem de coaliz\u00f5es com grupos locais que tenham vis\u00f5es confluentes e a defesa formal de interesses via a\u00e7\u00f5es de lobby nos pa\u00edses em que a atividade \u00e9 regulamentada.<\/p>\n<p> O trabalho de rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e governamentais oferece um amplo menu de op\u00e7\u00f5es, que precisa ser estudado e adaptado a cada realidade institucional. Tais atividades s\u00e3o executadas pelo setor privado, e n\u00e3o pelo governo, e h\u00e1 muitos exemplos de sucesso no mundo, seja na conquista do acesso aos mercados, seja na melhoria da imagem do pa\u00eds e de suas empresas e produtos.<\/p>\n<p> Um amplo esfor\u00e7o de coopera\u00e7\u00e3o entre o governo (Mapa, MRE e Apex) e uma dezena de entidades privadas do agroneg\u00f3cio come\u00e7a a ser desenhado neste momento. Um esfor\u00e7o que chega em \u00f3tima hora, num pa\u00eds que precisa desesperadamente se organizar melhor para recuperar o tempo perdido. (Folha de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<p> <strong>Pre\u00e7o descompensado<\/strong><\/p>\n<p> Baixa rentabilidade no ano passado e press\u00e3o no custo e na qualidade da alimenta\u00e7\u00e3o prejudicaram produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds<br \/> H\u00e1 uma boa e uma m\u00e1 not\u00edcia para o consumidor. Motivo de recorrentes queixas nas \u00faltimas semanas, o pre\u00e7o do leite provavelmente est\u00e1 pr\u00f3ximo do topo. Ou seja, sem espa\u00e7o para subir muito mais, depois de uma alta que levou o UHT, por exemplo, a atingir no atacado um pre\u00e7o m\u00e9dio recorde de R$ 4 em julho no Estado de S\u00e3o Paulo, uma escalada de 80% no ano. Mas o ruim \u00e9 que, at\u00e9 agora, nada indica que os valores encontrados nas g\u00f4ndolas voltem abaixo de R$ 3, como no final do ano passado.<\/p>\n<p> A disparada do pre\u00e7o do leite, causada pela queda da produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, tem duas causas principais. A primeira foi a baixa rentabilidade da atividade ano passado, o que levou criadores a diminu\u00edrem rebanho ou mesmo cortar investimentos, principalmente em alimenta\u00e7\u00e3o, devido \u00e0 alta de insumos como ra\u00e7\u00e3o - o que impactou na perda de produtividade por animal. Este ano tamb\u00e9m pesou o fator clim\u00e1tico, como falta de chuva em regi\u00f5es produtoras do Sudeste e Centro-Oeste, e excesso de frio no Sul, o que atrasou o desenvolvimento das pastagens.<\/p>\n<p> A expectativa no mercado \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o volte a subir neste m\u00eas, mas ainda em patamares abaixo da mesma \u00e9poca do ano passado.<\/p>\n<p> - Acreditamos que o pre\u00e7o do longa vida chegou a um pico e, para os pr\u00f3ximos meses, esperamos estabilidade. No m\u00e9dio prazo, uma redu\u00e7\u00e3o porque a curva de produ\u00e7\u00e3o deve subir - avalia Juliana Pila, zootecnista e analista de mercado de leite da Scot Consultoria, que entretanto v\u00ea poucas chances de os pre\u00e7os ao consumidor retornarem abaixo de R$ 3.<\/p>\n<p> EXPECTATIVA DE ESTABILIDADE DE PRE\u00c7OS NOS PR\u00d3XIMOS MESES<br \/> No Estado, segunda maior bacia leiteira do pa\u00eds, a expectativa \u00e9 semelhante. O presidente Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra, lembra que agosto e setembro costumam ser os meses de melhor produ\u00e7\u00e3o no ano, mas no primeiro semestre a capta\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi 6% inferior a igual per\u00edodo do ano passado e a expectativa \u00e9 chegar ao final de 2016 com um volume 3% menor que 2015. Com dados de sete Estados, o \u00edndice de capta\u00e7\u00e3o do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), mostra que, ap\u00f3s uma queda acumulada de 20% no ano at\u00e9 maio, as ind\u00fastrias tiveram uma melhora t\u00edmida de 1,42% em junho, com a ajuda principalmente do Sul, a partir da consolida\u00e7\u00e3o das pastagens. Mesmo assim, a aposta dos latic\u00ednios e cooperativas ouvidos pelos pesquisadores do Cepea \u00e9 de que a baixa oferta de mat\u00e9ria-prima ainda possa pressionar as cota\u00e7\u00f5es em agosto.<\/p>\n<p> - A produ\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul subir\u00e1 em agosto e setembro, mas em um patamar abaixo de igual per\u00edodo do ano passado - ressalta Guerra.<\/p>\n<p> O dirigente tamb\u00e9m considera improv\u00e1vel que os pre\u00e7os ao consumidor retrocedam este ano aos n\u00edveis verificados ao final de 2015. Levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Supermercados (Agas) mostra que, na m\u00e9dia, o pre\u00e7o do leite longa vida integral no Estado chegou a R$ 3,79 na \u00faltima semana de julho, alta de 70% no ano.<\/p>\n<p> Guerra avalia que, frente \u00e0 expans\u00e3o dos custos, valores inferiores desestimulariam ainda mais os criadores, levando \u00e0 uma queda maior na produ\u00e7\u00e3o no futuro, o que poderia levar o consumidor a pagar bem mais caro. (Zero Hora)<\/p>\n<p> <strong>Nanotecnologia chega \u00e0 produ\u00e7\u00e3o leiteira do Brasil<\/strong><\/p>\n<p> Nanotecnologia - Relat\u00f3rio do Sistema de Intelig\u00eancia Setorial (SIS) mostra como o agroneg\u00f3cio nacional est\u00e1 gerando inova\u00e7\u00e3o em produtos e processos a partir desta tecnologia. A nanotecnologia, que permite manipular a mat\u00e9ria numa escala at\u00f4mica e molecular, criando novos produtos e processos, j\u00e1 ajudou a revolucionar diversos segmentos, da ind\u00fastria qu\u00edmica \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de equipamentos m\u00e9dicos e t\u00eaxteis.<br \/> Agora, \u00e9 a vez da agroind\u00fastria ser impactada por esta inova\u00e7\u00e3o, de ponta a ponta: desde os tratores, arados, herbicidas, adubos e medicamentos utilizados nos animais at\u00e9 os mecanismos de diagn\u00f3stico de doen\u00e7as. O uso da nanotecnologia na produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 o tema de recente boletim de tend\u00eancias disponibilizado pelo Sistema de Intelig\u00eancia Setorial (SIS) do Sebrae. O mercado mundial de produtos com nanotecnologias deve atingir valores pr\u00f3ximos a US$ 3,3 trilh\u00f5es em 2018. O setor qu\u00edmico \u00e9 o que ocupa hoje a maior parcela desse mercado, seguido pelos semicondutores. No Brasil, entre 2000 e 2007, foram investidos cerca de R$ 320 milh\u00f5es em nanotecnologia somando os investimentos do setor privado e pesquisas. At\u00e9 2018, o pa\u00eds pretende alcan\u00e7ar 1% do mercado mundial. Na \u00e1rea de sanidade animal, essa tecnologia pode contribuir no desenvolvimento de nanobiossensores para o diagn\u00f3stico de doen\u00e7as como tuberculose, brucelose, neosporose e anaplasmose bovina. Com isso, ser\u00e1 poss\u00edvel ampliar a precis\u00e3o em diagn\u00f3sticos laboratoriais numa escala menor de tempo.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Os nanobiossensores seriam a solu\u00e7\u00e3o para o diagn\u00f3stico r\u00e1pido de um elevado n\u00famero de amostras de soro de animais, processadas ao mesmo tempo, e diversos tipos de doen\u00e7as analisadas em uma \u00fanica amostra. Essa inova\u00e7\u00e3o \u00e9 tema de pesquisa da Embrapa, que busca o diagn\u00f3stico r\u00e1pido de doen\u00e7as em bovinos para detectar em soros de animais baixas concentra\u00e7\u00f5es de ant\u00edgenos dos agentes causadores de doen\u00e7as. Para aumentar a efici\u00eancia de antibi\u00f3ticos no controle da mastite - inflama\u00e7\u00e3o das gl\u00e2ndulas mam\u00e1rias, pode reduzir a produ\u00e7\u00e3o e a qualidade do leite e causar preju\u00edzos de at\u00e9 25% no faturamento das propriedades - a equipe de Sa\u00fade Animal da Embrapa, em parceria com a CiPharma\/Ufop conduz um programa que, desde 2007, trabalha no desenvolvimento de nanoc\u00e1psulas que sejam capazes de direcionar o antibi\u00f3tico para compartimentos biol\u00f3gicos no interior da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria. Outra vantagem da nanotecnologia \u00e9 sua capacidade de prolongar a a\u00e7\u00e3o de produtos.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Na aduba\u00e7\u00e3o, por exemplo, a ureia com nanopart\u00edculas fornece nitrog\u00eanio por mais tempo na lavoura, o que reduz custos e a m\u00e3o de obra necess\u00e1ria, j\u00e1 que \u00e9 preciso menos aduba\u00e7\u00e3o. Uma inova\u00e7\u00e3o desenvolvida por uma empresa de nanotecnologia de S\u00e3o Carlos (SP), a Nanox, possibilitou \u00e0 fazenda Agrindus incorporar micropart\u00edculas a base de prata, com propriedades bactericida, antimicrobiana e autoesterilizante, no pl\u00e1stico r\u00edgido das garrafas usadas para envasar o leite da marca Letti produzido pela empresa e comercializado em 45 cidades do estado de S\u00e3o Paulo. Isso aumentou o prazo de validade do leite fresco pasteurizado de 7 para 15 dias. Ao aumentar o prazo de validade do leite \u00e9 poss\u00edvel obter ganhos na log\u00edstica, armazenamento, qualidade e na seguran\u00e7a do produto. A empresa, que tem apoio de programa de inova\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa e Desenvolvimento de S\u00e3o Paulo (Fapesp), quer comercializar o produto na Europa e nos Estados Unidos, onde se consomem volumes muito maiores de leite in natura em compara\u00e7\u00e3o com o Brasil. (SEBRAE)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Rentabilidade amea\u00e7ada<br \/> O desest\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o leiteira no pa\u00eds, que desembocou nos pre\u00e7os atuais ao consumidor, foi causado pela perda de rentabilidade. Levantamento da Scot Consultoria mostra que, ano passado, a atividade teve o pior resultado em termos de margem entre os todos os segmentos analisados da agropecu\u00e1ria. Em propriedades de alta tecnologia, a rentabilidade caiu de 7,9% no pa\u00eds em 2014 para 1,7% ano passado. No caso das de baixa tecnologia, o preju\u00edzo foi maior, de 7,6% em 2015. Outro levantamento realizado pela Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) mostra um quadro semelhante. No ano, os custos aumentaram 3% e, as receitas, 16%. Mesmo assim, aponta o assessor econ\u00f4mico do Sistema Farsul, Ant\u00f4nio da Luz, os pecuaristas permanecem trabalhando no vermelho. - Na m\u00e9dia do ano o preju\u00edzo \u00e9 de R$ 0,11 por litro, levando em conta o custo operacional total, que inclui todos os desembolsos mais deprecia\u00e7\u00f5es - detalha o economista. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 09 de agosto&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.327 &nbsp; Volatilidade nos pre\u00e7os futuros dos l\u00e1cteos antes do pr\u00f3ximo GDT A eleva\u00e7\u00e3o para setembro foi de US$ 90 e o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/09\/09-08-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/08\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1204","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1204","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1204"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1204\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1204"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1204"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1204"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}