{"id":1203,"date":"2016-08-08T17:01:00","date_gmt":"2016-08-08T17:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/08\/08-08-2016\/"},"modified":"2016-08-08T17:01:00","modified_gmt":"2016-08-08T17:01:00","slug":"08-08-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/08\/08-08-2016\/","title":{"rendered":"08\/08\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 08 de agosto<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.326<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Sindilat responde questionamentos da Anvisa sobre lactose<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) encaminhou na sexta-feira (05\/08) resposta aos questionamentos feitos pela Anvisa sobre a presen\u00e7a de lactose nos produtos l\u00e1cteos. As informa\u00e7\u00f5es tiveram como base uma solicita\u00e7\u00e3o da Anvisa em fun\u00e7\u00e3o da regulamenta\u00e7\u00e3o da lei n\u00ba 13.305, de 2016, que visa a identifica\u00e7\u00e3o nos r\u00f3tulos da quantidade dessa subst\u00e2ncia nos alimentos embalados.&nbsp;<\/p>\n<p> Segundo a consultora de qualidade do Sindilat, Let\u00edcia de Albuquerque Vieira, a inten\u00e7\u00e3o da Anvisa \u00e9 saber quais os crit\u00e9rios que as empresas utilizam para denominar produtos como sendo com 'redu\u00e7\u00e3o de lactose', 'baixa lactose' e 'zero lactose'. \"Fizemos a pesquisa junto aos nossos associados, al\u00e9m de contarmos com o aux\u00edlio das especialistas Neila Richards, da UFSM, Vanessa Silveira, da Setrem, e Georgia de Castro, da Vivanutri, para encaminharmos as respostas. Al\u00e9m disso, informamos a legisla\u00e7\u00e3o utilizada para cada denomina\u00e7\u00e3o ligada \u00e0 lactose\", informou a consultora.&nbsp;<\/p>\n<p> Ap\u00f3s a san\u00e7\u00e3o da lei pelo presidente interino, Michel Temer, a Anvisa iniciou o trabalho de levantar as refer\u00eancias internacionais e cient\u00edficas, para, com essas informa\u00e7\u00f5es, elaborar uma minuta, que dever\u00e1 ser conclu\u00edda ainda neste m\u00eas. Ao todo, foram tr\u00eas os questionamentos feitos pela Anvisa \u00e0s empresas, al\u00e9m dos crit\u00e9rios utilizados para declarar os produtos como sendo 'sem lactose', 'baixo teor' e 'reduzido teor' nos r\u00f3tulos; foram questionados os processos tecnol\u00f3gicos usados para a redu\u00e7\u00e3o da lactose; e os m\u00e9todos de an\u00e1lise para quantificar o teor de lactose restante nos alimentos.(Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;<\/p><\/div>\n<div> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Oferta dom\u00e9stica limitada faz importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos crescer&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A menor disponibilidade de leite no mercado dom\u00e9stico em decorr\u00eancia da queda na produ\u00e7\u00e3o este ano no Brasil continua a estimular as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos. De janeiro a julho, as compras desses produtos no exterior alcan\u00e7aram 130,3 mil toneladas, quase 70% acima de igual per\u00edodo de 2015, de acordo com dados da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex\/Mdic) compilados pela Viva L\u00e1cteos, associa\u00e7\u00e3o que re\u00fane empresas do segmento. O valor das importa\u00e7\u00f5es no per\u00edodo subiu 31% na compara\u00e7\u00e3o, para US$ 330,7 milh\u00f5es (ver gr\u00e1fico). J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos de janeiro a julho totalizaram US$ 75,7 milh\u00f5es, praticamente a metade do mesmo intervalo do ano passado. Com isso, o d\u00e9ficit da balan\u00e7a de l\u00e1cteos brasileira atingiu US$ 255 milh\u00f5es. Em todo ano passado, o d\u00e9ficit foi de US$ 100 milh\u00f5es. A persistente retra\u00e7\u00e3o da oferta de leite no Brasil explica o aumento das importa\u00e7\u00f5es, de acordo com Valter Galan, analista da consultoria especializada MilkPoint.&nbsp;<\/p>\n<p> A estimativa da consultoria \u00e9 que a oferta da mat\u00e9ria\u00acprima tenha recuado 7% entre janeiro e julho deste ano na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2015. De acordo com levantamento do IBGE, no primeiro trimestre do ano a aquisi\u00e7\u00e3o de leite no Brasil caiu 4,5%, para 5,86 bilh\u00f5es de litros. Galan calcula que as importa\u00e7\u00f5es representaram 7,3% da disponibilidade total de leite no pa\u00eds nos primeiros sete meses de 2016, ante 4,3% no mesmo intervalo do ano passado. O analista observa que a redu\u00e7\u00e3o na oferta elevou os pre\u00e7os ao produtor nacional e tornou as importa\u00e7\u00f5es mais competitivas. \"As importa\u00e7\u00f5es visam a atender um 'gap' na oferta\", diz. Citando dados do Cepea\/Esalq para o pre\u00e7o ao produtor em julho passado, ele calcula que a cota\u00e7\u00e3o ao produtor hoje no Brasil \u00e9 equivalente a US$ 0,46 por litro (considerando um d\u00f3lar de R$ 3,25). O pre\u00e7o ao produtor no Uruguai equivale a US$ 0,26\u037e na Argentina, a US$ 0,30. N\u00e3o \u00e0 toa, o Brasil vem ganhando import\u00e2ncia como cliente dos l\u00e1cteos do Uruguai, que exporta 70% de sua produ\u00e7\u00e3o do segmento.&nbsp;<\/p>\n<p> Em 2015, o Brasil j\u00e1 foi o maior importador, com 28% do total embarcado pelos uruguaios, superando a Venezuela, que comprou 21% do total, de acordo com o Instituto Nacional do Leite (Inale), do Uruguai. O cen\u00e1rio persiste este ano. \"Os uruguaios perderam a Venezuela, para quem vendiam bastante, [l\u00e1cteos] porque havia dificuldade para receber\", observa Galan. De acordo com os \u00faltimos dados dispon\u00edveis do Inale, o Uruguai exportou 115,5 mil toneladas de l\u00e1cteos no primeiro semestre deste ano, e mais da metade \u00ac 66,3 mil toneladas \u00ac teve como destino o mercado brasileiro. Embora as importa\u00e7\u00f5es desde Uruguai e Argentina venham crescendo, Gustavo Beduschi, assessor t\u00e9cnico da Viva L\u00e1cteos, observa que os dois fornecedores de l\u00e1cteos tamb\u00e9m enfrentam restri\u00e7\u00f5es na oferta de leite em decorr\u00eancia de problemas clim\u00e1ticos e da alta dos gr\u00e3os. \"A produ\u00e7\u00e3o no per\u00edodo de safra [neste semestre] deve ser menor que no mesmo per\u00edodo de 2015\". Galan, da MilkPoint, acredita que o ritmo de importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos deve se manter para atender o mercado interno.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1880\" style=\"width: 500px; height: 205px;\" \/><\/p>\n<p> Mas pondera que a alta dos pre\u00e7os do leite no Brasil pode ser um est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o neste semestre, o que daria um al\u00edvio \u00e0 situa\u00e7\u00e3o da oferta. Beduschi concorda que as importa\u00e7\u00f5es v\u00e3o continuar, e aponta incertezas em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho do mercado brasileiro. Uma delas \u00e9 como a produ\u00e7\u00e3o vai reagir no Sudeste com a chegada do per\u00edodo de chuvas (safra), e outra \u00e9 o comportamento da demanda dom\u00e9stica. No atual cen\u00e1rio \u00ac de pre\u00e7os baixos no mercado internacional e elevados no Brasil \u00ac, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos perdem competitividade. Mas Gustavo Beduschi reitera que as empresas do setor seguem se preparando para estar aptas a exportar \"quando o mercado virar\". O setor aguarda miss\u00f5es para habilita\u00e7\u00e3o de plantas para exportar l\u00e1cteos ao Panam\u00e1, \u00e0 Bol\u00edvia e ao Chile. Al\u00e9m disso, o processo da habilita\u00e7\u00e3o de oito unidades para exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos \u00e0 China tamb\u00e9m est\u00e1 em curso. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Pre\u00e7o do leite pesa nas compras<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O leite vem ocupando o ingrato posto que j\u00e1 foi do arroz e do feij\u00e3o no bolso dos brasileiros: \u00e9 um dos alimentos que mais t\u00eam apresentado aumento de pre\u00e7o nos \u00faltimos meses. Mesmo em Estados produtores, como o Rio Grande do Sul, o custo anda batendo recordes. No m\u00eas passado, o litro do leite longa vida ficou 19,75% mais caro em Porto Alegre, de acordo com o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor da UFRGS (Iepe). O leite de caixinha, que representa 70% das vendas nas g\u00f4ndolas ga\u00fachas, tem sa\u00eddo por uma m\u00e9dia de R$ 3,66.<\/p>\n<p> E pensar que, em janeiro, o mesmo produto era vendido por R$ 2,23. Desde julho do ano passado, o aumento acumulado no pre\u00e7o do leite \u00e9 de 56%, conforme levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Supermercados (Agas) - percentual muito superior ao da infla\u00e7\u00e3o medida pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor da UFRGS (IPC-Iepe), que, entre julho do ano passado e junho deste ano (os dados de julho de 2016 ainda n\u00e3o foram divulgados), ficou em 11,76%.&nbsp;Como \u00e9 uma importante mat\u00e9ria-prima, esse aumento nos pre\u00e7os n\u00e3o vem sozinho. Quando o leite encarece, uma s\u00e9rie de produtos acaba tamb\u00e9m pesando mais no bolso: derivados como manteiga, margarina, queijos e iogurtes surfam na mesma onda. E se muitos desses itens podem ser racionados ou substitu\u00eddos, a tarefa n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil com o leite. Outras fontes de c\u00e1lcio, como leite vegetal, leite de soja e vegetais escuros, ou s\u00e3o ainda mais caros, ou n\u00e3o cont\u00eam, em pequenas doses, a mesma quantidade de nutrientes. A boa not\u00edcia \u00e9 que, ap\u00f3s uma s\u00e9rie de aumentos de custo, pode ser que o pre\u00e7o do longa vida comece a cair nesta semana. Agosto \u00e9 o m\u00eas em que a produ\u00e7\u00e3o volta a crescer, ap\u00f3s a entressafra que come\u00e7a em abril. O presidente da Agas, Ant\u00f4nio Cesa Longo, estima uma queda de 10% no pre\u00e7o.<\/p>\n<p> - O consumidor logo vai poder ver leite em promo\u00e7\u00e3o. A redu\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o deve ser maior nestas primeiras semanas, mas depois deve manter uma queda m\u00e9dia de 5%, se o clima contribuir.<\/p>\n<p> Conforme Longo, o leite, apesar de mais caro, n\u00e3o apresentou grande queda nas vendas porque \u00e9 um item essencial em qualquer carrinho de compras. Mas outros produtos, como cosm\u00e9ticos, acabam deixados de lado quando o consumidor passa no supermercado e pesa o quanto pode gastar. Lembrando que a cada ano o pre\u00e7o do leite costuma aumentar entre abril e agosto, o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat) n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o otimista quanto \u00e0 previs\u00e3o de queda nas pr\u00f3ximas semanas. Ele explica que, mesmo que a oferta aumente, como se espera, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite recuou muito. A aquisi\u00e7\u00e3o de leite cru feita pelos latic\u00ednios foi de 5,86 bilh\u00f5es de litros entre janeiro e mar\u00e7o - 6,8% menor em rela\u00e7\u00e3o ao quarto trimestre do ano passado, e 4,5% abaixo da registrada no primeiro trimestre de 2015.&nbsp;<\/p>\n<p> CLIMA E CUSTOS EXPLICAM DISPARADA<br \/> A explica\u00e7\u00e3o para o encarecimento do leite e de seus derivados passa por clima desfavor\u00e1vel e aumento de custo da ra\u00e7\u00e3o animal, que t\u00eam reflexo direto na oferta.<\/p>\n<p> - O fator clim\u00e1tico prejudicou a produ\u00e7\u00e3o. H\u00e1 20 anos n\u00e3o se via uma queda assim. A tend\u00eancia \u00e9 de queda nos pre\u00e7os, sim, mas n\u00e3o em ritmo t\u00e3o acelerado quanto se viu em anos anteriores - avalia Alexandre Guerra, do Sindilat.<\/p>\n<p> Mesmo pagando quase R$ 4 pelo litro de leite, o consumidor ga\u00facho n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o afetado pelo problema quanto os moradores de Mato Grosso, por exemplo, onde o litro do longa vida chega a R$ 6,30, segundo o Sindilat-MT, e o quilo da mo\u00e7arela, a quase R$ 50. Mais caro do que o quilo do fil\u00e9 mignon e da picanha naquele Estado, que, em julho, custavam em m\u00e9dia R$ 36. (Zero Hora)<\/p>\n<p> <strong>Argentina e Brasil iniciam parceria estrat\u00e9gica<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento) se reuniu com o colega argentino, Ricardo Buryaile, em Buenos Aires, para discutir uma extensa pauta de interesses do Brasil e da Argentina no setor do agroneg\u00f3cio. Eles conclu\u00edram que os dois pa\u00edses devem se unir para liderar o Mercosul e ampliar o espa\u00e7o comercial no mundo. &nbsp;Tamb\u00e9m falaram sobre o aumento do com\u00e9rcio entre os dois mercados de produtos como citros, trigo, abacate, ovos f\u00e9rteis, mel, produtos l\u00e1cteos e biotecnologia.&nbsp;Ap\u00f3s almo\u00e7o de trabalho da delega\u00e7\u00e3o do Brasil com os representantes do Minist\u00e9rio de Agroind\u00fastria daquele pa\u00eds, na \u00faltima quinta feira, Blairo Maggi fez uma apresenta\u00e7\u00e3o sobre a conjuntura da agricultura brasileira a um grupo de empres\u00e1rios brasileiros e argentinos.&nbsp;O ministro disse tamb\u00e9m que Brasil e Argentina s\u00e3o parceiros estrat\u00e9gicos, embora reconhe\u00e7a que existam algumas competi\u00e7\u00f5es regionais, mas que devem ser tratadas de forma transparente e tranquila. Segundo Maggi, os dois pa\u00edses s\u00e3o grandes exportadores mundiais de alimentos e ter\u00e3o mais for\u00e7a nas negocia\u00e7\u00f5es internacionais se atuarem de forma conjunta e coordenada.&nbsp;<\/p>\n<p> \"N\u00f3s somos parceiros e podemos andar juntos mundo afora fazendo o enfrentamento no mercado mundial\", afirmou Blairo Maggi. Na avalia\u00e7\u00e3o do ministro, os dois pa\u00edses devem liderar as negocia\u00e7\u00f5es entre o Mercosul e a Uni\u00e3o Europeia, que se arrastam h\u00e1 anos, sem um avan\u00e7o concreto.&nbsp;<\/p>\n<p> Buryaile concorda com a posi\u00e7\u00e3o de Maggi. O ministro argentino acrescentou que Brasil e Argentina s\u00e3o s\u00f3cios estrat\u00e9gicos e a uni\u00e3o dos dois pa\u00edses \u00e9 uma necessidade. Ele destacou ainda que essa foi a primeira vez, nos \u00faltimos tr\u00eas anos, que um ministro da Agricultura brasileiro foi ao pa\u00eds para uma visita oficial. De acordo com o ministro argentino, as quest\u00f5es fitossanit\u00e1rias entre os dois pa\u00edses devem ser colocadas de forma clara. Ele rejeitou o uso de barreiras sanit\u00e1rias para impedir a exporta\u00e7\u00e3o de produtos agropecu\u00e1rios quando a quest\u00e3o \u00e9 apenas pol\u00edtica. Blairo Maggi disse que Brasil e Argentina deve ter uma rela\u00e7\u00e3o clara, transparente e honesta. \"Aquilo que pudermos aceitar um do outro, vamos dizer sim. O que n\u00e3o podemos aceitar, vamos dizer n\u00e3o. Tenho defendido muito essa postura pol\u00edtica no Brasil. \" &nbsp;Os dois ministros devem se encontrar mais uma vez ainda este m\u00eas. Buryaile vai estar na abertura da Expointer, no pr\u00f3ximo dia 29, no munic\u00edpio de Esteio, no Rio Grande do Sul. &nbsp;(com informa\u00e7\u00f5es do MAPA) (Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<p> <strong>Exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos da UE devem crescer 30% neste ano<\/strong><\/p>\n<p> No mercado de l\u00e1cteos frescos (incluindo leite UHT), a produ\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia (UE) pode se estabilizar em 2016 porque a tend\u00eancia de queda no consumo \u00e9 compensada pelas fortes exporta\u00e7\u00f5es, que dever\u00e3o ficar 30% acima dos n\u00edveis do ano anterior. Desenvolvimentos similares s\u00e3o esperados em 2017, embora possivelmente com menor crescimento nas exporta\u00e7\u00f5es (+15%). &nbsp;Esse crescimento nas exporta\u00e7\u00f5es \u00e9 direcionado pela demanda chinesa por leite UHT, cujas importa\u00e7\u00f5es quase dobraram. A UE forneceu quase 70% dessas importa\u00e7\u00f5es durante os primeiros quatro meses do ano. Durante esse per\u00edodo, a China absorveu mais de 40% das exporta\u00e7\u00f5es da UE. Em 2012, essa participa\u00e7\u00e3o foi de menos de 12%. As exporta\u00e7\u00f5es cresceram tamb\u00e9m fortemente para Bielorr\u00fassia, de quase nada nos anos anteriores para 12% das exporta\u00e7\u00f5es da UE em 2016. A Bielorr\u00fassia importa leite a granel.<\/p>\n<p> A orienta\u00e7\u00e3o dos consumidores em dire\u00e7\u00e3o a mais manteiga e queijos em sua dieta \u00e9 confirmada na Europa e globalmente, especialmente nos Estados Unidos. Isso explica notavelmente o aumento de 50% nas importa\u00e7\u00f5es de manteiga dos Estados Unidos durante os primeiros quatro meses do ano e o baixo n\u00edvel das exporta\u00e7\u00f5es. Em contraste, as exporta\u00e7\u00f5es da UE aumentaram 33% durante o mesmo per\u00edodo, especialmente para Oriente M\u00e9dio, Estados Unidos, Marrocos e Jap\u00e3o. Assim, os pre\u00e7os da manteiga da UE permaneceram bem acima do n\u00edvel do pre\u00e7o de interven\u00e7\u00e3o.&nbsp;Em 2016, a produ\u00e7\u00e3o total de manteiga dever\u00e1 aumentar em mais de 3%. As exporta\u00e7\u00f5es de manteiga e \u00f3leo de manteiga dever\u00e3o aumentar em quase 30% pelo segundo ano consecutivo e alcan\u00e7ar 230.000 toneladas. O consumo per capita deve continuar seu crescimento anual, embora os estoques privados devam declinar levemente at\u00e9 o final do ano. Em 2017, o mercado de manteiga dever\u00e1 seguir tend\u00eancias similares, mas a um ritmo mais lento.<\/p>\n<p> Em 2016, a produ\u00e7\u00e3o de queijos dever\u00e1 crescer 1,6%, direcionada pelas fortes exporta\u00e7\u00f5es (+9%) e sustentada pelo consumo dom\u00e9stico (+1,2%). O aumento das exporta\u00e7\u00f5es, especialmente ao Jap\u00e3o, Coreia do Sul e Ar\u00e1bia Saudita, est\u00e1 t\u00e3o forte, +14% at\u00e9 abril, que o total das exporta\u00e7\u00f5es em 2016 dever\u00e1 se igualar aos n\u00edveis de antes do embargo russo (quando a R\u00fassia absorvia 30% das exporta\u00e7\u00f5es da UE). Em 2017, um aumento de 1,2% na produ\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ocorrer, principalmente direcionado pelo uso dom\u00e9stico, enquanto o crescimento das exporta\u00e7\u00f5es poder\u00e1 desacelerar para 2%. (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Comiss\u00e3o Europeia, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Um leite enriquecido que ajuda a combater o colesterol<\/em><br \/><em> O teste foi feito por pesquisadores do interior de S\u00e3o Paulo*. Primeiro, eles criaram tr\u00eas ra\u00e7\u00f5es diferentes utilizando \u00f3leo de girassol, sel\u00eanio e vitamina E. Em seguida, verificaram o efeito de cada uma das bebidas produzidas pelos animais em um grupo de 100 idosos. O resultado: os tr\u00eas leites enriquecidos se mostraram ben\u00e9ficos. Mas, segundo Karina Pfrimer, nutricionista e pesquisadora da Faculdade de Medicina de Ribeir\u00e3o Preto da Universidade de S\u00e3o Paulo, o leite que contava com todos os ingredientes foi o mais poderoso. Para ter ideia, os volunt\u00e1rios que consumiram essa vers\u00e3o viram a taxa de colesterol cair 6,4% - mudan\u00e7a j\u00e1 significativa em termos de prote\u00e7\u00e3o cardiovascular. Tudo isso sem notar diferen\u00e7as no sabor do alimento. *Pesquisa finalista do Pr\u00eamio SA\u00daDE 2015. (M de Mulher)&nbsp;<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 08 de agosto&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.326 &nbsp; Sindilat responde questionamentos da Anvisa sobre lactose &nbsp; O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) encaminhou na sexta-feira <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/08\/08-08-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/08\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1203","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1203","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1203"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1203\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}