{"id":1198,"date":"2016-08-04T18:27:16","date_gmt":"2016-08-04T18:27:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/04\/04-08-2016\/"},"modified":"2016-08-04T18:27:16","modified_gmt":"2016-08-04T18:27:16","slug":"04-08-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/04\/04-08-2016\/","title":{"rendered":"04\/08\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 04 de agosto<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.324<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Lactalis prepara ciclo de palestras t\u00e9cnicas para a Expointer<\/strong><\/p>\n<p> Aprimorar o manejo do rebanho dentro da porteira e, com isso, otimizar os processos produtivos de forma a elevar a rentabilidade da atividade e ofertar um leite cada vez melhor ao consumidor. \u00c9 com esse objetivo que a Lactalis do Brasil, gigante internacional do segmento, &nbsp;prepara um ciclo de palestras t\u00e9cnicas para a Expointer 2016, que ser\u00e1 realizada de 27 de agosto a 4 de setembro, no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio.<br \/> &nbsp; &nbsp;<br \/> Os encontros ter\u00e3o apoio do Sindilat e ocorrer\u00e3o diariamente para turmas de 40 pessoas sempre \u00e0s 15h na Casa da Lactalis (quadra 26, em frente \u00e0 Pra\u00e7a Principal). Interessados em participar devem se inscrever pelo e-mail regulatorio@batavo.com.br.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A expectativa, pontua o diretor de rela\u00e7\u00f5es institucionais da Lactalis do Brasil e vice-presidente do Sindilat, Guilherme Portella, \u00e9 reunir associados e produtores de modo geral. \"Essa a\u00e7\u00e3o integra o plano de fideliza\u00e7\u00e3o e melhoria da qualidade e produtividade implementado pela Lactalis, a maior empresa do mundo do setor e que tem mais de 80 anos de tradi\u00e7\u00e3o\", pontuou. H\u00e1 pouco mais de um ano no mercado ga\u00facho, a companhia pretende espelhar os m\u00e9todos internacionais de produ\u00e7\u00e3o nos tambos ga\u00fachos, amplificando aspectos relacionados \u00e0 qualidade e produtividade.<br \/> &nbsp;<br \/> A programa\u00e7\u00e3o ter\u00e1 in\u00edcio j\u00e1 na segunda-feira (29\/8) com a palestra \"Programa de Cria\u00e7\u00e3o de Bezerras: Desenhe o Futuro! \", que ser\u00e1 proferida por Vicente Matsuo Eireli. Na ter\u00e7a-feira, ser\u00e1 a vez do Dr. Rafael Ortega abordar o Controle de CCS e; na quarta-feira (31\/8), de Marcos Veiga dos Santos explicar como funciona o Protocolo de secagem de vacas.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> A relev\u00e2ncia do manejo nutricional ser\u00e1 tema da palestra de Vinicius Jose Perlin na quinta-feira (1\/9). Sob o t\u00edtulo \"Nutri\u00e7\u00e3o de vacas de leite: Qualidade, Confiabilidade e Resultados de Ra\u00e7\u00f5es\" o encontro promete atrair aten\u00e7\u00e3o para um dos assuntos que mais vem intrigando e elevando custos da cria\u00e7\u00e3o. A agenda de palestras da Lactalis na Expointer encerra-se na sexta-feira (2\/9) com apresenta\u00e7\u00e3o de Elder Antunes de Andrades, onde ser\u00e1 abordada a \"Melhoria da qualidade do leite: Redu\u00e7\u00e3o de CBT\". (Assessoria de Imprensa Sindilat)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Blairo vai liderar miss\u00e3o de 22 dias \u00e0 \u00c1sia<\/strong><\/p>\n<p> Depois de ratificar o acordo que definiu a abertura do com\u00e9rcio bilateral de carne bovina in natura com os Estados Unidos, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, vai liderar em setembro uma miss\u00e3o, refor\u00e7ada por empres\u00e1rios, que far\u00e1 um tour de 22 dias por sete pa\u00edses da \u00c1sia para tentar abrir ou consolidar mercados para produtos do agroneg\u00f3cio brasileiro. Mesmo que a maior parte dos encontros n\u00e3o renda neg\u00f3cios imediatos, o governo espera concluir, durante a viagem, as negocia\u00e7\u00f5es que t\u00eam por objetivo abrir a Coreia do Sul para a carne su\u00edna do Brasil. Estima-se que as exporta\u00e7\u00f5es do produto ao pa\u00eds podem render US$ 108 milh\u00f5es por ano. Essa nova corrida por novos mercados acontece em um momento de valoriza\u00e7\u00e3o do real em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar, o que o ministro considera preocupante para o agroneg\u00f3cio nacional ainda que este seja, segundo ele, um \"problema administr\u00e1vel\", pelo menos por enquanto. Em entrevista ao Valor, Blairo considerou que problema mesmo ser\u00e1 se o d\u00f3lar cair abaixo de R$ 3, o que espremer\u00e1 as margens de lucro das empresas exportadoras.<\/p>\n<p>Para tentar diluir esses reflexos negativos, Blairo real\u00e7a que o minist\u00e9rio trabalha para reduzir a burocracia exigida das companhias brasileiras. Ele reafirmou o compromisso de revisar e eliminar cerca de 300 normas e processos internos do minist\u00e9rio que criam custos desnecess\u00e1rios e tornam o setor agropecu\u00e1rio nacional menos competitivo o que, segundo ele, pode gerar economia de R$ 1 bilh\u00e3o em dez anos. Al\u00e9m da busca de maior competitividade por meio da redu\u00e7\u00e3o de burocracias, Blairo destacou ser necess\u00e1rio rever a postura brasileira &nbsp;\"pouco agressiva\", em sua opini\u00e3o \u00ac no com\u00e9rcio internacional. Ele avaliou que h\u00e1 muita passividade do pa\u00eds, que precisa se esfor\u00e7ar para vender mais em vez de esperar que algu\u00e9m resolva comprar os produtos nacionais. A viagem para a \u00c1sia n\u00e3o deixa de refor\u00e7ar essa vis\u00e3o. O ministro reiterou o plano de ampliar de 7% para 10% a participa\u00e7\u00e3o do Brasil no mercado mundial de produtos agropecu\u00e1rios, mas para isso defendeu uma presen\u00e7a maior do governo nas mesas de negocia\u00e7\u00e3o internacional. \"At\u00e9 2018, vamos triplicar para 25 nosso quadro de adidos agr\u00edcolas\", destacou, lembrando que hoje s\u00e3o oito.&nbsp;<\/p>\n<p> O roteiro planejado inclui negocia\u00e7\u00f5es para a costura de acordos em frentes como algod\u00e3o, etanol, frutas e madeira, mas as carnes ser\u00e3o mesmo a prioridade e j\u00e1 dever\u00e3o dominar as discuss\u00f5es logo na primeira parada de Blairo. No dia 4 de setembro, o ministro estar\u00e1 na China para a c\u00fapula do G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, acompanhando o presidente interino Michel Temer &nbsp;evidentemente, se o afastamento da presidente Dilma Rousseff se tornar definitivo. O ministro quer que a China habilite um n\u00famero maior de frigor\u00edficos brasileiros de carne bovina, su\u00edna e de frango para exporta\u00e7\u00e3o ao gigante asi\u00e1tico. H\u00e1 seis unidades de carne de frango e duas de carne su\u00edna \u00e0 espera apenas do sinal verde final, uma vez que j\u00e1 cumpriram todos os requisitos necess\u00e1rios, conforme a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA). Ap\u00f3s a visita \u00e0 China, Blairo ir\u00e1 \u00e0 Coreia do Sul, onde as negocia\u00e7\u00f5es para a abertura para carne su\u00edna brasileira j\u00e1 est\u00e3o adiantadas. O governador Raimundo Colombo, de Santa Catarina, maior Estado produtor de carne su\u00edna do pa\u00eds, j\u00e1 se encontrou com autoridades coreanas em Seul para pavimentar o caminho para a abertura desse mercado, cujo potencial de compras \u00e9 de 33 mil toneladas por ano. O Estado foi um dos primeiros a obter, no ano passado, o status de livre da doen\u00e7a da peste su\u00edna cl\u00e1ssica conferido pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE). \"A Coreia do Sul \u00e9 um mercado muito importante, e esse acordo que acabamos de fechar com os Estados Unidos vai ajudar muito a gente daqui para frente com os coreanos e os asi\u00e1ticos em geral, porque foi uma sinaliza\u00e7\u00e3o de que o Brasil agora tem outro n\u00edvel de seguran\u00e7a sanit\u00e1ria\", afirmou o ministro. O itiner\u00e1rio de Blairo<\/p>\n<p> &nbsp;Maggi tamb\u00e9m incluir\u00e1 negocia\u00e7\u00f5es para a abertura da Tail\u00e2ndia para as tr\u00eas carnes e para a farinha de aves, e de Myanmar para carne su\u00edna. No Vietn\u00e3, a ideia \u00e9 buscar a habilita\u00e7\u00e3o de novos estabelecimentos para ampliar os embarques de carnes e negociar espa\u00e7o para farinhas, bovinos vivos, material gen\u00e9tico bovino e l\u00e1cteos\u037e na Mal\u00e1sia, o objetivo \u00e9 habilitar frigor\u00edficos de carnes em geral, abrir mercado para a carne bovina com osso e negociar espa\u00e7o para material gen\u00e9tico de aves e de bovinos vivos\u037e e na \u00cdndia, \u00e9 a venda de carne su\u00edna que tamb\u00e9m est\u00e1 na mira. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Mudan\u00e7as pol\u00edticas dever\u00e3o impactar o setor l\u00e1cteo argentino<\/strong><\/p>\n<p> Mudan\u00e7as pol\u00edticas e altera\u00e7\u00f5es na lideran\u00e7a est\u00e3o ocorrendo em todo o mundo e as recentes mudan\u00e7as na Argentina podem trazer o t\u00e3o esperado impulso ao setor leiteiro dom\u00e9stico e internacional do pa\u00eds. O relat\u00f3rio anual sobre barreiras comerciais estrangeiras do U.S. Trade Representative nota que o novo governo da Argentina, que assumiu no final do ano passado, tomou passos para reverter muitas pol\u00edticas que restringiam o com\u00e9rcio e as medidas t\u00eam tido efeito. Em mar\u00e7o, os Estados Unidos e a Argentina tamb\u00e9m assinaram um Acordo de um Sistema de Com\u00e9rcio e Investimentos.<\/p>\n<p> \"\u00c9 verdade que estamos passando por muitas mudan\u00e7as\", disse Jose Madeira, chefe do escrit\u00f3rio do Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos dos Estados Unidos (USDEC) na Am\u00e9rica do Sul. Ele explicou que h\u00e1 um movimento forte na Am\u00e9rica do Sul em dire\u00e7\u00e3o a economias mais orientadas ao mercado e a atitudes mais favor\u00e1veis em dire\u00e7\u00e3o ao livre com\u00e9rcio. O primeiro lugar nisso tem sido a Argentina.<\/p>\n<p> \"A Argentina elegeu um novo presidente, Mauricio Macri, em 2015. Muitas pessoas sentiram que seu predecessor era ruim para a economia. Macri trouxe uma nova perspectiva econ\u00f4mica \u00e0 Argentina, fornecendo nova esperan\u00e7a. O pa\u00eds \u00e9 um importante produtor de leite, bem como de alguns produtos l\u00e1cteos\".<\/p>\n<p> A Argentina nesse ano possui 1,7 milh\u00e3o de cabe\u00e7as de gado leiteiro, de acordo com estimativas atuais do Servi\u00e7o de Agricultura Externa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (FAS\/USDA). O USDA disse que a fazenda leiteira m\u00e9dia na Argentina est\u00e1 aumentando a \u00e1rea, a produtividade das vacas e o tamanho do rebanho, embora um grupo significante de fazendas menores tamb\u00e9m esteja deixando a atividade. A produ\u00e7\u00e3o leiteira na Argentina ainda \u00e9 fortemente dependente do clima, de forma que quando surgem quest\u00f5es como seca ou enchentes, muitos produtores deixam a atividade.<\/p>\n<p> O clima severo no come\u00e7o desse ano resultou em alagamentos significativos em importantes prov\u00edncias leiteiras, como C\u00f3rdoba, Entre R\u00edos e Santa F\u00e9. Isso reduziu a previs\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de leite para 2016 de 11,7 para 10,4 milh\u00f5es de toneladas e das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos para 2016 em 7% com rela\u00e7\u00e3o a 2015, para 211.000 toneladas.<\/p>\n<p> O USDA disse que o novo governo, que herdou um setor leiteiro j\u00e1 deteriorado, enfrentou uma crise extrema devido ao clima adverso. A ind\u00fastria de l\u00e1cteos requereu assist\u00eancia imediata do governo em quest\u00e3o como financiamento, pre\u00e7os ao produtor e condi\u00e7\u00f5es de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Os processadores de l\u00e1cteos na Argentina v\u00eam lutando nos \u00faltimos anos em meio ao ambiente dom\u00e9stico e internacional dif\u00edcil, disse o USDA. Os baixos pre\u00e7os ao produtor, o peso forte e a infla\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 30% nos \u00faltimos anos, bem como as restri\u00e7\u00f5es \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es por meio de permiss\u00f5es, reduziram a competitividade e desestimularam investimentos dom\u00e9sticos e estrangeiros, disse o USDA.<\/p>\n<p> O novo governo da Argentina em fevereiro e mar\u00e7o distribuiu um subs\u00eddio de 0,5 pesos argentinos (3,4 centavos de d\u00f3lar) por litro para todos os produtores de leite e suspendeu a taxa de valor agregado por 120 dias, totalizando um suporte de 0,65 pesos (4,5 centavos de d\u00f3lar) por litro para os primeiros 3.000 litros de leite produzidos, disse o USDA. (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Cheese Market News, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Ministro e fiscais federais discutem mudan\u00e7as na defesa agropecu\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p> O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento) se reuniu nesta ter\u00e7a-feira (2) com a diretoria do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecu\u00e1rios (Anffa Sindical) para discutir, entre outros assuntos, a implanta\u00e7\u00e3o de um novo modelo de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria brasileira. A inten\u00e7\u00e3o do ministro \u00e9 garantir que a qualidade na fiscaliza\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria seja mantida sem aumentar os custos para o governo. A proposta de Blairo vem ao encontro de um projeto elaborado no ano passado por um grupo de trabalho coordenado pelos pr\u00f3prios fiscais federais. Eles defendem que seja feita uma sele\u00e7\u00e3o por meritocracia de profissionais privados que venham a atestar a qualidade dos produtos agropecu\u00e1rios e atuar sem conflito de interesses.<\/p>\n<p> Na avalia\u00e7\u00e3o do ministro, essas mudan\u00e7as dariam mais agilidade \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o sem aumentar os gastos do governo. Blairo fez quest\u00e3o de ressaltar que sua inten\u00e7\u00e3o \u00e9 valorizar ainda mais o trabalho do fiscal agropecu\u00e1rio, que atuaria como auditor perante os profissionais selecionados para fiscalizar diretamente os produtos.<br \/> \"O agroneg\u00f3cio est\u00e1 crescendo no Brasil em um ritmo muito acelerado. Por isso, \u00e9 necess\u00e1ria uma mudan\u00e7a no sistema de fiscaliza\u00e7\u00e3o para continuar garantindo a qualidade dos nossos produtores\", disse Blairo. Atualmente, existem 2.780 fiscais agropecu\u00e1rios em atividade no pa\u00eds. De acordo com o presidente da Anffa Sindical, Maur\u00edcio Porto, somente nos \u00faltimos dois anos mais de mil profissionais da \u00e1rea se aposentaram. Por causa da defasagem no n\u00famero de fiscais e, ao mesmo tempo, do crescimento da atividade agr\u00edcola, o ministro e a Anffa entendem que s\u00e3o necess\u00e1rias mudan\u00e7as no modelo de fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Servidores de carreira do Mapa, os fiscais agropecu\u00e1rios s\u00e3o engenheiros agr\u00f4nomos, farmac\u00eauticos, qu\u00edmicos, m\u00e9dicos veterin\u00e1rios e zootecnistas que exercem suas fun\u00e7\u00f5es no servi\u00e7o p\u00fablico federal. Eles atuam na \u00e1rea rural, em portos, aeroportos, postos de fronteira, empresas agropecu\u00e1rias e agroindustriais, laborat\u00f3rios, programas agropecu\u00e1rios e nas rela\u00e7\u00f5es internacionais com o objetivo de garantir a seguran\u00e7a dos rebanhos e das lavouras brasileiras contra as poss\u00edveis contamina\u00e7\u00f5es de plantas e animais vindos do exterior. Modelos de outros pa\u00edses Blairo pretendem conhecer a experi\u00eancia de outros pa\u00edses na fiscaliza\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria dos produtos agropecu\u00e1rios. Durante a visita aos Estados Unidos, semana passada, o ministro convidou representantes do Departamento de Agricultura americano para virem ao Brasil fazer uma palestra sobre o modelo utilizado naquele pa\u00eds.<\/p>\n<p> A Secretaria de Defesa Agropecu\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) j\u00e1 est\u00e1 organizando, para o segundo semestre, um semin\u00e1rio internacional sobre os modelos de fiscaliza\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria em outros pa\u00edses. A partir dessas discuss\u00f5es, ser\u00e1 elaborada uma proposta a ser apresentada ao Congresso Nacional em substitui\u00e7\u00e3o ao PLC 334\/2015, que disp\u00f5e sobre a inspe\u00e7\u00e3o industrial e sanit\u00e1ria dos produtos de origem animal.<br \/> Os demais pontos tratados pela Anffa durante a reuni\u00e3o com o ministro j\u00e1 haviam sido encaminhados como prioridades da pasta. Um deles \u00e9 o aumento do n\u00famero de adidos agr\u00edcolas em outros pa\u00edses e a valoriza\u00e7\u00e3o da Escola Nacional de Gest\u00e3o Agropecu\u00e1ria (Enagro), como forma de qualifica\u00e7\u00e3o dos profissionais do Mapa. (MAPA)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Puni\u00e7\u00f5es ser\u00e3o mais severas<br \/> Proje\u00e7\u00e3o \u00e9 semelhante \u00e0 de 2015 Editor: Elder Ogliari Editor assistente: Danton J\u00fanior A resolu\u00e7\u00e3o n\u02da 4.483 do Banco Central, que limita o acesso dos produtores de fumo aos empr\u00e9stimos do Pronaf, deve ser revogada. De acordo com o deputado Luis Carlos Heinze, que participou de reuni\u00e3o com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o secret\u00e1rio especial de Agricultura Familiar, Jos\u00e9 Ricardo Roseno, uma nova resolu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 editada ainda nesta semana. O presidente interino Michel Temer sancionou ontem a lei 13.330\/2016, que prev\u00ea penas mais severas para o crime de furto e abate clandestino de animais, o abigeato. O projeto do deputado Afonso Hamm tramitou no Congresso por quase tr\u00eas anos. As penas m\u00ednimas e m\u00e1xima mudam de um a quatro anos para dois a cinco anos de deten\u00e7\u00e3o e se estendem tamb\u00e9m a quem oculta, transporta e comercializa animais furtados, inclusive os abatidos e divididos em partes. (Correio do Povo)<\/em>&nbsp;<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 04 de agosto&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.324 &nbsp; Lactalis prepara ciclo de palestras t\u00e9cnicas para a Expointer Aprimorar o manejo do rebanho dentro da porteira e, com isso, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/04\/04-08-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/08\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1198","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1198","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1198"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1198\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1198"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1198"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1198"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}