{"id":11973,"date":"2023-05-18T19:49:52","date_gmt":"2023-05-18T19:49:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=11973"},"modified":"2023-05-18T19:52:43","modified_gmt":"2023-05-18T19:52:43","slug":"18-05-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/05\/18\/18-05-2023\/","title":{"rendered":"18\/05\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 18 de maio de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 3.905<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Pecu\u00e1ria brasileira pode reduzir emiss\u00e3o de metano por litro de leite<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>A vaca do futuro deixa baixa pegada de carbono e se adapta a extremos de calor e umidade<br \/>\n<\/i><br \/>\nO \u00faltimo Sum\u00e1rio de Touros do Programa de Melhoramento Gen\u00e9tico do Girolando (PMGG) traz a PTA (sigla em ingl\u00eas que significa capacidade de transmiss\u00e3o prevista para os descendentes) da caracter\u00edstica ligada \u00e0 toler\u00e2ncia ao estresse t\u00e9rmico. Essa foi a grande novidade de 2022 da avalia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica da ra\u00e7a, coordenada pela Embrapa Gado de Leite em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Criadores de Girolando.&nbsp;De acordo com a Embrapa, a inclus\u00e3o dessa PTA no sum\u00e1rio foi feita com base nos resultados obtidos por meio de um minucioso estudo, considerando 650 mil controles leiteiros, de mais de 69 mil vacas e, aproximadamente, 21 mil animais genotipados, ao longo de uma d\u00e9cada em todo o pa\u00eds.Estudos recentes mostram tamb\u00e9m que, entre 2000 e 2020, bovinos da ra\u00e7a girolando emitiram 39% menos de metano por quilograma de leite. A produ\u00e7\u00e3o desse alimento, no mesmo per\u00edodo, aumentou 60%. Esses dados, aliados ao conforto t\u00e9rmico apresentado por aqueles animais e ao seu hist\u00f3rico de melhoramento gen\u00e9tico, apontam a ra\u00e7a como promissora para o enfrentamento das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a redu\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa.Os melhoristas explicam que o \u00f3timo desempenho da ra\u00e7a para toler\u00e2ncia ao calor, mantendo a produtividade elevada, resulta do cruzamento do Gir Leiteiro com a ra\u00e7a Holandesa. O primeiro, de origem indiana (Bos indicus), soma s\u00e9culos de sele\u00e7\u00e3o natural para suportar o clima tropical. E, desde 1985, o Programa de Melhoramento Gen\u00e9tico do Gir Leiteiro, tamb\u00e9m coordenado pela Embrapa, intensificou a sele\u00e7\u00e3o para caracter\u00edsticas de produ\u00e7\u00e3o, de reprodu\u00e7\u00e3o e de adaptabilidade.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 a ra\u00e7a holandesa, de origem europ\u00e9ia (Bos taurus), foi selecionada tendo como objetivo a alta produ\u00e7\u00e3o de leite. A soma de ambas as caracter\u00edsticas por meio do cruzamento deu origem ao girolando, reconhecida pelo Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) como ra\u00e7a sint\u00e9tica nacional, desde 1996.<\/p>\n<p>O conforto t\u00e9rmico do girolando chama a aten\u00e7\u00e3o dos produtores das regi\u00f5es tropicais, que t\u00eam de lidar com extremos de calor e de umidade em per\u00edodos do ano devido \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPodemos observar a superioridade dos animais girolando para toler\u00e2ncia ao estresse t\u00e9rmico, uma vez que a diferen\u00e7a pode chegar a 10 \u00b0C quando comparamos os limites extremos de toler\u00e2ncia ao calor\u201d, diz Renata Negri, doutora em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e bolsista da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Criadores de Girolando.<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador da Embrapa Gado de Leite Marcos Vinicius Gualberto Barbosa da Silva, o conforto t\u00e9rmico \u00e9 significativo nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o a pasto em clima tropical, como \u00e9 o caso do Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs vacas girolando, comparadas \u00e0s Holandesas, tendem a ter melhores desempenhos produtivo e reprodutivo, apesar do aumento da temperatura e da umidade. Dessa forma, a ra\u00e7a contribui para que a oferta de mat\u00e9ria-prima para os latic\u00ednios seja mais est\u00e1vel, independentemente da esta\u00e7\u00e3o do ano e das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas\u201d, observa o pesquisador.<\/p>\n<p>Quando as vacas est\u00e3o em estresse t\u00e9rmico, podem deixar de produzir em m\u00e9dia 1 mil kg de leite, considerando uma lacta\u00e7\u00e3o de 305 dias. Em casos de estresse t\u00e9rmico severo, as perdas, ainda segundo Silva, superaram os 2 mil kg de leite por lacta\u00e7\u00e3o. \u201cEsses valores s\u00e3o muito expressivos, pois uma vaca pode deixar de produzir at\u00e9 34% do seu potencial em uma \u00fanica lacta\u00e7\u00e3o, o que faz da PTA da toler\u00e2ncia ao estresse provocado pelo calor uma op\u00e7\u00e3o importante para o produtor.\u201d<\/p>\n<p>Pegada de carbono<br \/>\n\u00c9 quase um consenso no meio cient\u00edfico de que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas exigem a transi\u00e7\u00e3o do atual modelo de produ\u00e7\u00e3o para sistemas sustent\u00e1veis eficientes, com menor impacto ambiental. \u201cO agroneg\u00f3cio \u00e9 considerado por muitos como o vil\u00e3o na emiss\u00e3o de gases de efeito estufa, o que \u00e9 um problema para o Brasil que tem no setor agropecu\u00e1rio sua voca\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica\u201d, diz Silva.&nbsp;<\/p>\n<p>Dessa forma, para atender aos requisitos propostos na COP-26 (Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a do Clima \u2013 2021), quanto \u00e0 redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, ser\u00e1 necess\u00e1ria uma resposta r\u00e1pida do setor agropecu\u00e1rio. Para Negri, o intenso processo de melhoramento que a ra\u00e7a girolando tem passado nas \u00faltimas d\u00e9cadas ser\u00e1 fundamental para essa resposta.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA pecu\u00e1ria pode contribuir significativamente para reduzir as emiss\u00f5es de carbono e promover sistemas sustent\u00e1veis em curto, m\u00e9dio e longo prazos, com o uso de animais mais resilientes, eficientes e adaptados \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, diz a zootecnista.<\/p>\n<p>Estudos recentes realizados pela Embrapa Gado de Leite comprovam que, ao longo de 20 anos (2000 a 2020), houve aumento de 60% na produ\u00e7\u00e3o de leite de bovinos da ra\u00e7a girolando e os animais apresentaram redu\u00e7\u00e3o de 39% na emiss\u00e3o de metano por quilograma de leite produzido.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cUtilizar animais selecionados geneticamente para uma melhor adapta\u00e7\u00e3o ao clima, com o predom\u00ednio do regime alimentar a pasto, contribui de forma efetiva para reduzir a pegada de carbono da atividade\u201d, argumenta Luiz Gustavo Pereira, pesquisador daquele centro de pesquisa.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 essencial que o animal seja eficiente em produ\u00e7\u00e3o sob qualquer adversidade e, consequentemente, reduza a intensidade de emiss\u00e3o de metano por quilograma de leite produzido, promovendo ganho ambiental\u201d, completa Negri. No contexto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, pode se aplicar \u00e0 ra\u00e7a girolando o conceito de \u201cvaca do futuro\u201d.<\/p>\n<p>Melhoramento gen\u00e9tico projetando a vaca do futuro<\/p>\n<p>O teste de prog\u00eanie da ra\u00e7a girolando foi iniciado em 1997, como resultado de uma parceria da Girolando com a Embrapa Gado de Leite. Em 2007, foi implantado o Programa de Melhoramento Gen\u00e9tico do Girolando, o que permitiu a intera\u00e7\u00e3o com os programas j\u00e1 existentes na Associa\u00e7\u00e3o, como o Servi\u00e7o de Registro Geneal\u00f3gico (SRG), o Teste de Prog\u00eanie (TP) e o Servi\u00e7o de Controle Leiteiro (SCL), e tamb\u00e9m a cria\u00e7\u00e3o do Sistema de Avalia\u00e7\u00e3o Linear do Girolando (Salg).<\/p>\n<p>O PMGG tem como objetivos principais a identifica\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos geneticamente superiores, a multiplica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de forma orientada, a avalia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de caracter\u00edsticas economicamente importantes e a promo\u00e7\u00e3o da sustentabilidade da atividade leiteira. Os resultados do Programa t\u00eam sido impressionantes.&nbsp;<\/p>\n<p>A ra\u00e7a girolando \u00e9 a que mais cresce na produ\u00e7\u00e3o de s\u00eamen, no Brasil, chegando \u00e0 marca de 920.848 doses produzidas em 2021, o que representa um aumento de mais de 9% em rela\u00e7\u00e3o a 2020.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, outro dado \u00e9 o crescente incremento na produ\u00e7\u00e3o de leite das vacas girolando. Considerando uma produ\u00e7\u00e3o de leite em at\u00e9 305 dias, no in\u00edcio do s\u00e9culo, a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia alcan\u00e7ava 3.695 kg. Duas d\u00e9cadas depois, essa m\u00e9dia aumentou para 6.032 kg, representando um aumento de 60% no per\u00edodo.&nbsp;<\/p>\n<p>Devido a esses e a outros fatores, a ra\u00e7a girolando vem ganhando cada vez mais reconhecimento nacional e internacional, tornando-se a preferida para produ\u00e7\u00e3o de leite nas regi\u00f5es tropicais. No Brasil o agroneg\u00f3cio do leite est\u00e1 presente em quase todos os munic\u00edpios, gerando em torno de 5 milh\u00f5es de empregos diretos e indiretos e um volume de neg\u00f3cios de, aproximadamente, US$ 18 bilh\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>A ra\u00e7a girolando possui grande aceita\u00e7\u00e3o no setor. Cerca de 80% do leite produzido no pa\u00eds prov\u00eam de animais da ra\u00e7a, sendo capazes de manter bom n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o em diferentes sistemas de manejo e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. (Canal Rural)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div><b>Assembleia instala Frente Parlamentar de Apoio \u00e0 Ind\u00fastria Ga\u00facha na pr\u00f3xima ter\u00e7a (23)<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O deputado Prof. Claudio Branchieri (Podemos) est\u00e1 mobilizando lideran\u00e7as em prol do destravamento econ\u00f4mico e da atra\u00e7\u00e3o de investimentos para o estado. Proponente da Frente Parlamentar de Apoio \u00e0 Ind\u00fastria Ga\u00facha, que ser\u00e1 instalada na Assembleia Legislativa na pr\u00f3xima semana, ele realizou pessoalmente o convite ao Secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Ernani Polo, em reuni\u00e3o na \u00faltima quarta-feira (17).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0ZEUc8ABF0413\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0ZEUc8ABF0413\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Durante a visita, o deputado ressaltou a import\u00e2ncia de unir esfor\u00e7os entre parlamento, governo e demais atores envolvidos para impulsionar medidas e pol\u00edticas p\u00fablicas que fortale\u00e7am o desenvolvimento econ\u00f4mico do estado. A Frente Parlamentar tem como objetivo promover a valoriza\u00e7\u00e3o do setor industrial como motor do progresso econ\u00f4mico, al\u00e9m de estabelecer um di\u00e1logo construtivo entre os poderes para alinhar estrat\u00e9gias e a\u00e7\u00f5es que tornem o Rio Grande do Sul atrativo \u00e0 instala\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o de investimentos, bem como gera\u00e7\u00e3o de empregos e inova\u00e7\u00e3o no setor industrial.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Al\u00e9m do ato de instala\u00e7\u00e3o da Frente Parlamentar, o deputado Prof. Claudio Branchieri tamb\u00e9m levar\u00e1 o tema ao plen\u00e1rio da Assembleia Legislativa, no per\u00edodo de Grande Expediente, no mesmo dia. Os interessados em participar das atividades est\u00e3o convidados a comparecer no pr\u00f3ximo dia 23 de maio, \u00e0s 13 horas, no Sal\u00e3o J\u00falio de Castilhos.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Licenciamento Ambiental<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>No mesmo dia, o deputado Prof. Claudio Branchieri tamb\u00e9m inaugurou os trabalhos de uma subcomiss\u00e3o vinculada \u00e0 Comiss\u00e3o de Economia, Desenvolvimento Sustent\u00e1vel e Turismo da Assembleia Legislativa, dedicada a analisar fiscaliza\u00e7\u00f5es, prazos e concess\u00f5es de licen\u00e7as da Fepam a fim de fomentar uma nova pol\u00edtica industrial para o estado. \"Nosso objetivo \u00e9 auxiliar o estado do Rio Grande do Sul na ado\u00e7\u00e3o das melhores pr\u00e1ticas de licenciamento ambiental. Para isso, vamos promover audi\u00eancias com os players interessados nesse assunto, que n\u00f3s entendemos que \u00e9 chave para destravar o desenvolvimento econ\u00f4mico\", declarou. (ALRS)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><b>Exporta\u00e7\u00f5es\/UR<\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O faturamento com exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos pelo Uruguai subiu 17% nos primeiros quatro meses de 2023, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O dado positivo \u00e9 que o segmento ocupa o terceiro lugar no p\u00f3dio das exporta\u00e7\u00f5es em 2023, atr\u00e1s de celulose e carnes, divulgou o Inale, enquanto as preocupa\u00e7\u00f5es est\u00e3o concentradas no conflito entre a Conaprole e a Associa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores e empregados da Conaprole (AOEC).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Um boletim elaborado pelos t\u00e9cnicos do Instituto Nacional do Leite (Inale), revelou que considerando o conjunto de quatro categorias entre janeiro e abril foram exportados US$ 301,1 milh\u00f5es, com base nos dados da Alf\u00e2ndega.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Considerando o faturamento acumulado nos quatro meses iniciais de 2023, em rela\u00e7\u00e3o aos primeiros quatro meses de 2022, o leite em p\u00f3 integral teve aumento de 31% (total de US$ 195,4 milh\u00f5es, e o leite em p\u00f3 desnatado queda de 53% (US$ 14,4 milh\u00f5es); em queijo o aumento foi de 24% (US$ 41,6 milh\u00f5es); e a manteiga caiu 16% (totalizando 21,7 milh\u00f5es).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em rela\u00e7\u00e3o ao volume, de janeiro a abril foram exportadas 68.480 toneladas e houve crescimento em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2022. Os embarques de leite em p\u00f3 integral subiram 33% (52.318 toneladas), baixa de 55% no leite em p\u00f3 desnatado (3.956 toneladas), alta de 5% nos queijos (8.168 toneladas) e queda de 22% em manteiga (4.038 toneladas).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O leite em p\u00f3 integral continua sendo, de longe, o produto mais exportado em volume (76,4% do total embarcado) e faturamento (64,9% das divisas geradas).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os m\u00e9dios obtidos, com base na compara\u00e7\u00e3o do acumulado em 2023 at\u00e9 abril, e igual per\u00edodo do exerc\u00edcio anterior, caiu 2% do leite em p\u00f3 integral, aumentou 4% o pre\u00e7o do leite em p\u00f3 desnatado, cresceu 18% no pre\u00e7o dos queijos e subiu 7% o valor da manteiga.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Por \u00faltimo considerando os dados de abril deste ano, os pre\u00e7os m\u00e9dios foram:<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u25cf US$ 3.782 por tonelada de leite em p\u00f3 integral<\/div>\n<div>\u25cf US$ 3.414 por tonelada de leite em p\u00f3 desnatado<\/div>\n<div>\u25cf US$ 5.117 a tonelada de queijo<\/div>\n<div>\u25cf US$ 5.451 a tonelada de manteiga<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por tr\u00eas quartos<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O boletim do Inale revelou, al\u00e9m disso, que considerando os \u00faltimos 12 meses (ano m\u00f3vel) 39% dos l\u00e1cteos exportados tiveram como destino o Brasil, 17% foram para a Arg\u00e9lia, 7% para a China, 5% para a R\u00fassia, 3% para o M\u00e9xico e os outros 29% para outros mercados.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Brasil foi o principal destino do leite em p\u00f3 integral (42% do total embarcado), recebeu 60% do leite em p\u00f3 desnatado e 20% dos queijos, enquanto para a R\u00fassia foi 25% da manteiga. (Fonte: El Observador \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido <\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria de 2023 \u00e9 estimado em R$ 1,216 trilh\u00e3o<br \/>\n<\/b>OValor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria (VBP) de 2023, com base nas informa\u00e7\u00f5es de safras de abril, \u00e9 estimado em R$ 1,216 trilh\u00e3o, 4,7% superior em rela\u00e7\u00e3o ao valor de 2022, que foi de R$ 1,161 trilh\u00e3o. As lavouras t\u00eam previs\u00e3o de faturamento de R$ 868,96 bilh\u00f5es, que \u00e9 o maior VBP desde 1989. O crescimento real do VBP das lavouras \u00e9 de 8% em rela\u00e7\u00e3o a 2022.&nbsp; A previs\u00e3o para a pecu\u00e1ria \u00e9 de faturamento de R$ 347,9 bilh\u00f5es, com retra\u00e7\u00e3o de 2,6% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do MAPA, adaptadas pelo SINDILAT\/RS<\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de maio de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 3.905 Pecu\u00e1ria brasileira pode reduzir emiss\u00e3o de metano por litro de leite A vaca do futuro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/05\/18\/18-05-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/05\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11973","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11973","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11973"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11973\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11977,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11973\/revisions\/11977"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11973"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11973"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11973"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}