{"id":1195,"date":"2016-08-02T18:37:24","date_gmt":"2016-08-02T18:37:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/02\/02-08-2016\/"},"modified":"2016-08-02T18:37:24","modified_gmt":"2016-08-02T18:37:24","slug":"02-08-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/02\/02-08-2016\/","title":{"rendered":"02\/08\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 02 de agosto<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.322<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>A um clic do aprendizado<\/strong><\/p>\n<p> Qualifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de op\u00e7\u00e3o para o setor agropecu\u00e1rio. Produzir mais, com qualidade e a custos racionalizados desafiam produtores a aplicarem as tecnologias avan\u00e7adas, a profissionalizarem a gest\u00e3o e a buscarem a excel\u00eancia em todas as etapas de produ\u00e7\u00e3o. A ado\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios rigorosos abrange desde a busca por mat\u00e9rias-primas, passando pelo manejo correto, at\u00e9 conhecimentos de marketing e comercializa\u00e7\u00e3o. Custos de transporte, hospedagem, falta de tempo e a dist\u00e2ncia das propriedades at\u00e9 os centros urbanos, onde se concentram as universidades, dificultam a educa\u00e7\u00e3o formal, ao mesmo tempo em que abrem espa\u00e7o para a modalidade \u00e0 dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p> Estudar pela internet \u00e9 uma modalidade que vem crescendo de forma significativa no Brasil e n\u00e3o apenas na \u00e1rea rural. Para se ter uma ideia, o n\u00famero de alunos matriculados na modalidade EaD na gradua\u00e7\u00e3o cresceu 44% de 2010 a 2014, passando de 930 mil para 1,340 milh\u00e3o alunos no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira (Inep), ligado ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. Para atender a essa demanda e explorar um novo nicho de mercado, empresas e associa\u00e7\u00f5es v\u00eam investindo no ensino \u00e0 dist\u00e2ncia voltado ao agroneg\u00f3cio, seja por meio de cursos, workshops ou eventos.<\/p>\n<p> O 1\u00ba Congresso Brasileiro Online de Agricultura come\u00e7a no pr\u00f3ximo domingo e \u00e9 promovido pelo Portal Ci\u00eancia do Solo, plataforma de educa\u00e7\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia voltada ao setor produtivo. Durante uma semana, moradores de diversas cidades brasileiras poder\u00e3o assistir, ao mesmo tempo, 33 palestras, em que ser\u00e3o apresentados temas como economia, tecnologia, sustentabilidade, manejo e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Luiz Tadeu Jord\u00e3o, engenheiro agr\u00f4nomo e diretor de pesquisa e desenvolvimento do Portal Ci\u00eancia do Solo, explica que o objetivo \u00e9 tornar a informa\u00e7\u00e3o acess\u00edvel para o maior n\u00famero de pessoas.<\/p>\n<p> - Ao realizar a\u00e7\u00f5es como um dia de campo, percebemos que havia interesse no conhecimento, mas que a grande barreira era a dist\u00e2ncia. Ent\u00e3o, por que n\u00e3o levar e utilizar a tecnologia para disseminar o conhecimento? - questiona Jord\u00e3o, que est\u00e1 fazendo doutorado nos Estados Unidos.<\/p>\n<p> Em duas semanas, 15 mil pessoas j\u00e1 se inscreveram para participar do evento, que \u00e9 gratuito e tem vagas limitadas. As escolhas de temas e hor\u00e1rios consideraram a realidade do produtor, que n\u00e3o pode parar todo o trabalho para assistir \u00e0s explana\u00e7\u00f5es dos especialistas. De acordo com Jord\u00e3o, a grade das palestras foi planejada para come\u00e7ar mais tarde para que o agricultor pudesse aproveitar o conte\u00fado, sem perder um dia inteiro de trabalho.<\/p>\n<p> - Aqui nos Estados Unidos \u00e9 comum esse tipo de evento, pois h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o nos custos e basta que a pessoa tenha internet para ter acesso - explica Jord\u00e3o, destacando que, ap\u00f3s o resultado desta primeira edi\u00e7\u00e3o, dever\u00e3o ser promovidos outros cursos com esses mesmos moldes. (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>UE deve aumentar produ\u00e7\u00e3o de leite em mais de 1% em 2016<\/strong><\/p>\n<p> A maior oferta global de l\u00e1cteos e os estoques privados acumulados dever\u00e3o pesar no mercado e pode levar v\u00e1rios meses para que os pre\u00e7os do leite na Uni\u00e3o Europeia (UE) se recuperem de forma significativa. Entretanto, o pico de produ\u00e7\u00e3o sazonal j\u00e1 passou e o volume produzido j\u00e1 come\u00e7ou a cair em junho, com impacto positivo nos pre\u00e7os. Al\u00e9m disso, na Nova Zel\u00e2ndia e na Austr\u00e1lia, a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 menor que no ano passado (em respectivamente -1,6% e -1,2% at\u00e9 agora). Entretanto, nos Estados Unidos a produ\u00e7\u00e3o continua seu crescimento, \u00e0 medida que as margens n\u00e3o est\u00e3o t\u00e3o baixas quanto na Oceania ou na UE. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) espera um aumento de 1,9% na oferta em 2016.<\/p>\n<p> Na UE, a produ\u00e7\u00e3o de leite poder\u00e1 crescer em mais de 1% em 2016 (acima de 2 milh\u00f5es de toneladas). Isso \u00e9 devido ao forte aumento nos primeiros quatro meses do ano (+5,5%), que ser\u00e1 seguido por uma desacelera\u00e7\u00e3o, provavelmente levando \u00e0 produ\u00e7\u00e3o na segunda metade do ano a ficar abaixo da do ano passado. Os dados no primeiro trimestre se comparam com o do mesmo per\u00edodo do ano passado, quando v\u00e1rios Estados Membros reduziram sua produ\u00e7\u00e3o de leite para n\u00e3o terem que pagar multas devido ao sistema de cotas, que ainda estava em funcionamento at\u00e9 1 de abril. Em contraste, alguns ajustes de redu\u00e7\u00e3o na oferta est\u00e3o atualmente sendo feitos. Al\u00e9m disso, o clima tamb\u00e9m ter\u00e1 um papel importante.<\/p>\n<p> As redu\u00e7\u00f5es no pre\u00e7o do leite desde o come\u00e7o do ano, junto com um aumento nos pre\u00e7os dos alimentos animais, notavelmente o farelo de soja, pressionou mais as margens dos produtores. Embora por v\u00e1rios meses, muitos produtores tenham mantido suas vacas e continuaram produzindo para manter as receitas (e pagar os empr\u00e9stimos), alguns produtores agora come\u00e7aram a abater mais vacas.<\/p>\n<p> De acordo com estat\u00edsticas dispon\u00edveis, os abates de vacas est\u00e3o aumentando de forma significativa em importantes pa\u00edses produtores de leite: Espanha, Dinamarca, Pol\u00f4nia, Reino Unido, Rep\u00fablica Tcheca, Holanda, B\u00e9lgica e Alemanha. Esse indicador \u00e9 apenas parcial, porque n\u00e3o distingue entre vacas leiteiras e de corte, embora novilhas leiteiras prontas para produzir possam ser mais numerosas. Al\u00e9m disso, o efeito na oferta pode ser mitigado por ganhos na produtividade: na Pol\u00f4nia, a produ\u00e7\u00e3o de leite aumentou em 8% at\u00e9 abril, apesar do forte aumento no n\u00famero de vacas abatidas (+11%).<\/p>\n<p> H\u00e1 outros fatores influenciando, como os operadores na Fran\u00e7a aplicando v\u00e1rias medidas de gest\u00e3o da oferta, como os sistemas de pre\u00e7o A\/B\/C3, multas se as entregas passarem dos volumes contratados, incentivos para reduzir a produ\u00e7\u00e3o de leite, etc. O sistema de diferencia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os (A\/B) se aplica tamb\u00e9m em v\u00e1rias companhias inglesas e espanholas.<\/p>\n<p> O clima tamb\u00e9m \u00e9 outro importante fator. A produtividade das pastagens na Irlanda e no Reino Unido, por exemplo, est\u00e3o pr\u00f3ximas \u00e0 m\u00e9dia, ou seja, abaixo da do ano anterior. Ap\u00f3s um come\u00e7o frio, as temperaturas em maio foram maiores do que o normal. A previs\u00e3o para junho depender\u00e1 principalmente das temperaturas, \u00e0 medida que a umidade do solo est\u00e1 atualmente alta e pode suportar n\u00edveis altos de produ\u00e7\u00e3o de biomassa. Al\u00e9m dos efeitos no pre\u00e7o, esse atraso no crescimento das pastagens afetou a capta\u00e7\u00e3o de leite nas duas ilhas e, na Irlanda, a capta\u00e7\u00e3o de leite foi 4% menor do que no ano passado em abril. Na Pol\u00f4nia, as condi\u00e7\u00f5es das pastagens est\u00e3o mais afetadas pelas condi\u00e7\u00f5es secas. Em outros locais, a produtividade das pastagens est\u00e1 acima da m\u00e9dia e poder\u00e1 apoiar a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p> Os dados dispon\u00edveis mostram uma redu\u00e7\u00e3o na capta\u00e7\u00e3o de leite comparado com o ano passado em Fran\u00e7a, Reino Unido, Espanha, Portugal, Eslov\u00e1quia, Dinamarca e Irlanda. Em outros Estados Membros, Holanda, Pol\u00f4nia e It\u00e1lia, o aumento comparado com o ano passado caiu, mas permanece forte. Na Holanda, os produtores tentam aumentar a produ\u00e7\u00e3o o m\u00e1ximo que podem, dado que at\u00e9 1 de janeiro de 2017, precisar\u00e3o cumprir com a legisla\u00e7\u00e3o que ser\u00e1 votada em breve restringindo as emiss\u00f5es de fostato. Em Hungria, Luxemburgo e Est\u00f4nia, a capta\u00e7\u00e3o de leite continua aumentando firmemente comparado com o ano passado. (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Comiss\u00e3o Europeia, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Irlanda visa se tornar l\u00edder mundial em sustentabilidade por meio do programa Origin Green<\/strong><\/p>\n<p> Apesar dos baixos pre\u00e7os do leite ao produtor, a ind\u00fastria de l\u00e1cteos da Irlanda, com seus 18.000 produtores de leite, \u00e9 vista como l\u00edder mundial, gra\u00e7as em parte ao seu programa Origin Green. Com a popula\u00e7\u00e3o global devendo aumentar em 2,4 bilh\u00f5es at\u00e9 2050, o mundo precisar\u00e1 produzir at\u00e9 duas vezes mais alimentos a partir de recursos cada vez mais limitados.<\/p>\n<p> Para suprir esses desafios envolvidos, em 2012 o Irish Food Board, o Bord Bia, lan\u00e7ou o Origin Green, primeiro programa nacional de sustentabilidade desse tipo. O governo da Irlanda divulgou uma estrat\u00e9gia para a ind\u00fastria de alimentos globalmente focada por meio do Food Harvest 2020. O elemento chave do pilar de sustentabilidade dessa estrat\u00e9gia \u00e9 o Origin Green, que visa ter todas as fazendas e neg\u00f3cios de processamento de alimentos na Irlanda trabalhando para reduzir suas pegadas de carbono anualmente, enquanto t\u00eam um papel proativo no bem-estar de seu meio ambiente local.<\/p>\n<p> Independentemente verificado em todos os est\u00e1gios, o programa volunt\u00e1rio v\u00ea os processadores de alimentos desenvolverem um plano que define objetivos claros em \u00e1reas chaves de sustentabilidade, como origem da mat\u00e9ria-prima, emiss\u00f5es, energia, dejetos, \u00e1gua, biodiversidade e sustentabilidade social.<\/p>\n<p> Desde quando as cotas foram removidas em 1 de abril de 2015, a ind\u00fastria de l\u00e1cteos da Irlanda enfrentar\u00e1 um n\u00edvel sem precedentes de expans\u00e3o ao longo dos pr\u00f3ximos cinco anos. Com mais de \u20ac1 bilh\u00e3o (US$ 1,09 bilh\u00e3o) sendo investido nas fazendas leiteiras e mais de \u20ac600 milh\u00f5es (US$ 659,88 milh\u00f5es) em capacidade de mercado e processamento, o Bord Bia disse que a ind\u00fastria irlandesa ter\u00e1 o mais r\u00e1pido crescimento no setor de l\u00e1cteos do mundo nos pr\u00f3ximos cinco anos.<\/p>\n<p> Entretanto, o Bord Bia est\u00e1 confiante que essa expans\u00e3o ocorrer\u00e1 de uma maneira sustent\u00e1vel, gra\u00e7as \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o do programa Origin Green, e \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o de um novo padr\u00e3o nacional de fazendas leiterias, o Esquema de Garantia de L\u00e1cteos Sustent\u00e1veis (SDAS), em 2013. O SDAS engloba garantia de qualidade e sustentabilidade que mede as pegadas de carbono de cada fazenda leiteira individual. Atualmente, 80% das fazendas est\u00e3o participando desse esquema.<\/p>\n<p> Mais de 100 auditores independentes visitam fazendas todos os dias para medir os impactos ambientais de cada sistema de produ\u00e7\u00e3o usando a ferramenta Carbon Navigator em um processo de medi\u00e7\u00e3o, feedback e melhora cont\u00ednua. A n\u00edvel de fazenda, o Bord Bia fez mais de 100.000 avalia\u00e7\u00f5es de pegadas de carbono em escala nacional. Cada fazenda \u00e9 avaliada com rela\u00e7\u00e3o a seis medidas de efici\u00eancia com o objetivo de reduzir os impactos ambientais da fazenda, mas tamb\u00e9m, fornecendo maiores margens de lucros para o produtor.<\/p>\n<p> Como parte do Origin Green, os prazos e metas das companhias s\u00e3o capturados dentro dos planos de sustentabilidade que s\u00e3o verificados a um padr\u00e3o independente. Para se tornar um membro do programa Origin Green, os produtores precisam passar por um processo de verifica\u00e7\u00e3o. Cada membro verificado precisa enviar um relat\u00f3rio anual de progresso que avalia o impacto e o progresso da companhia individual.<\/p>\n<p> Joe Hayden, que tem uma fazenda leiteira com 160 vacas pr\u00f3ximo a Tinahely, em County Wicklow, acompanha o progresso por meio de reuni\u00f5es regulares com outros produtores e trabalha para garantir que seu relat\u00f3rio mostre progressos positivos em uma base anual. Hayden disse que os produtores em todo o mundo precisam lidar com burocracia e que com o Origin Green n\u00e3o \u00e9 diferente, mas os resultados falam por si s\u00f3.<\/p>\n<p> \"O programa Origin Green \u00e9 diferente j\u00e1 que relaciona diretamente rentabilidade com a redu\u00e7\u00e3o de pegadas de carbono. No Carbon Navigator temos uma ferramenta que nos permite usar quest\u00f5es b\u00e1sicas de manejo, como dias no pasto, efici\u00eancia de energia e \u00edndice econ\u00f4mico de reprodu\u00e7\u00e3o das vacas, para realmente aumentar a rentabilidade da fazenda\".<\/p>\n<p> Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o de vacas, Hayden disse que eles est\u00e3o tentando criar animais que s\u00e3o mais eficientes em transformar pastagem em s\u00f3lidos do leite. \"Nessa fazenda, h\u00e1 seis anos, a m\u00e9dia de gordura do leite era de 3,8% e a m\u00e9dia de prote\u00edna era de 3,25. Em 2015, esses dados foram para 4,1% de gordura e 3,5% de prote\u00edna. Isso em termos econ\u00f4micos equivalem a \u20ac20.000 (US$ 21.996,2) em vendas de leite na fazenda. Esses s\u00e3o assuntos econ\u00f4micos que podem beneficiar a fazenda. N\u00e3o estamos focados apenas o tempo todo no pre\u00e7o do leite fora da fazenda\", completou.<\/p>\n<p> Hayden disse que os grupos de discuss\u00e3o sobre l\u00e1cteos - reuni\u00f5es mensais que s\u00e3o realizadas com outros produtores locais - t\u00eam sido inestim\u00e1veis. \"Temos um facilitador profissional do Teagasc, que \u00e9 uma autoridade em pesquisa e treinamento na agricultura aqui na Irlanda e essa pessoa se responsabiliza por obter as \u00faltimas informa\u00e7\u00f5es referentes \u00e0 efici\u00eancia de produ\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, ela ajuda a otimizar as efici\u00eancias do nosso neg\u00f3cio e transferir essa informa\u00e7\u00e3o de volta ao grupo. Esse tem sido um sistema muito eficaz para nos ajudar a crescer e desenvolver as efici\u00eancias de nossos neg\u00f3cios\".&nbsp;<\/p>\n<p> Em 28\/07\/16 - 1 Euro = US$ 1,09981<br \/> 0,90912 Euro = US$ 1 (Fonte: Oanda.com) (Informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: center;\">Milho deve crescer mais que a soja na safra atual&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: center;\" \/> <span style=\"text-align: center;\">A safra 2016\/17 de gr\u00e3os ser\u00e1 marcada pelo aumento no plantio tanto de soja quanto de milho, previu ontem a C\u00e9leres, em seu primeiro levantamento sobre a nova temporada. O avan\u00e7o do milho, contudo, tende a ser mais vigoroso que o da oleaginosa, devido \u00e0 perspectiva de melhor rentabilidade do cereal. De acordo com a consultoria, a \u00e1rea com soja no Brasil crescer\u00e1 2,6% no ciclo 2016\/17 (que come\u00e7a a ser semeado em setembro), para 33,8 milh\u00f5es de hectares. A produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 estimada em 102,9 milh\u00f5es de toneladas, alta de 5,3%. J\u00e1 o milho deve cobrir 6,4 milh\u00f5es de hectares no ver\u00e3o e 11,3 milh\u00f5es no inverno (safrinha), incremento de 13% e 8,5%, respectivamente. A produ\u00e7\u00e3o do gr\u00e3o \u00e9 projetada em 35,1 milh\u00f5es e 63,9 milh\u00f5es de toneladas, alta de 22% e 29,1%, na mesma compara\u00e7\u00e3o. Apoiada nas elevadas cota\u00e7\u00f5es do milho, a margem operacional m\u00e9dia dos produtores do gr\u00e3o no Centro\u00acSul deve praticamente dobrar em 2016\/17, a R$ 1.470 por hectare, calcula a C\u00e9leres. J\u00e1 a margem m\u00e9dia da soja cair\u00e1 cerca de 8%, para R$ 1.108 por hectare. Ainda conforme a consultoria, a queda nos pre\u00e7os do milho esperada para o segundo semestre de 2017 deve diminuir a press\u00e3o sobre os custos da ind\u00fastria de aves e su\u00ednos. Contudo, \u00e9 prov\u00e1vel que as cota\u00e7\u00f5es se mantenham \"elevadas e descoladas do mercado internacional\" no 1\u00ba trimestre de 2017. (Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 02 de agosto&nbsp;de 2016 . &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 10- N\u00b0 2.322 &nbsp; A um clic do aprendizado Qualifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de op\u00e7\u00e3o para o setor agropecu\u00e1rio. Produzir mais, com <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/08\/02\/02-08-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"02\/08\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1195","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1195","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1195"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1195\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}