{"id":11906,"date":"2023-05-08T20:02:30","date_gmt":"2023-05-08T20:02:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=11906"},"modified":"2023-05-08T20:06:03","modified_gmt":"2023-05-08T20:06:03","slug":"08-05-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/05\/08\/08-05-2023\/","title":{"rendered":"08\/05\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 08 de maio de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 3.895<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Extremos clim\u00e1ticos: quais foram os preju\u00edzos causados no campo?<br \/>\n<\/b><br \/>\nEventos clim\u00e1ticos extremos causaram preju\u00edzos de R$ 287 bilh\u00f5es \u00e0 agropecu\u00e1ria brasileira entre 2013 e 2022, segundo levantamento da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios (CNM), feito com base em dados do Sistema Integrado de Informa\u00e7\u00f5es Sobre Desastres do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o e do Desenvolvimento Regional.As secas foram respons\u00e1veis por 87% dos preju\u00edzos na agropecu\u00e1ria no intervalo considerado no levantamento. Ao todo, os eventos causaram perdas em 6,8 milh\u00f5es de hectares de lavouras, uma \u00e1rea que equivale \u00e0 soma dos territ\u00f3rios dos Estados do Rio de Janeiro e Alagoas.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/AQ9Kb0ABF0462\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/AQ9Kb0ABF0462\"><\/p>\n<p>No per\u00edodo, 4.624 munic\u00edpios publicaram 14.635 decretos de anormalidade, e 3.384 informaram os dados \u00e0 base do governo federal. A seca \u00e9 o evento que mais prejudica o produtor rural: essa foi a raz\u00e3o de mais de 12 mil decretos municipais de situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia ou estado de calamidade p\u00fablica. A falta de chuvas foi respons\u00e1vel por 87% dos preju\u00edzos na agropecu\u00e1ria no intervalo que a CNM considerou no estudo.<\/p>\n<p>A agricultura sofreu danos que somaram R$ 216,6 bilh\u00f5es, ou 65% do total. A estiagem causou 86% das perdas agr\u00edcolas (R$ 186,2 bilh\u00f5es), e as chuvas em excesso, 14% (R$ 30,3 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>Segundo a CNM, houve perdas em 6,8 milh\u00f5es de hectares de lavouras entre 2013 e 2022. O n\u00famero corresponde a 1,6% da \u00e1rea m\u00e9dia de cultivo no pa\u00eds nesse per\u00edodo, mas, em alguns Estados, as perdas foram mais expressivas, como em Pernambuco (20,1%), Sergipe (16,4%) e Rio Grande do Norte (13,8%). Na pecu\u00e1ria, os preju\u00edzos foram de R$ 70,4 bilh\u00f5es. A falta de chuvas foi respons\u00e1vel por 92% das perdas na atividade, de quase R$ 65 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Outros setores da economia, como ind\u00fastria e servi\u00e7os, tamb\u00e9m tiveram preju\u00edzos com eventos extremos entre 2013 e 2022. Ao todo, as perdas foram de R$ 320,1 bilh\u00f5es nesse intervalo. O impacto sobre a agricultura e a pecu\u00e1ria, no entanto, correspondeu a 90% dos danos que a iniciativa privada sofreu.<\/p>\n<p>A maior parte dos danos ocorreu no ano passado. As perdas de agricultores e pecuaristas somaram R$ 85 bilh\u00f5es em 2022, ou quase 22% de todo o preju\u00edzo acumulado nos \u00faltimos dez anos.<\/p>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios diz que as perdas com os eventos clim\u00e1ticos t\u00eam um \u201cefeito delet\u00e9rio\u201d sobre as economias locais, j\u00e1 que os recursos deixam de circular nos munic\u00edpios. A CNM apontou ainda que, proporcionalmente, o crescimento das perdas na agropecu\u00e1ria foi mais acelerado que o do Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP) no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Segundo a entidade, o clima adverso n\u00e3o teve impacto sobre a economia do campo em 2013 e 2014. Em 2015, os danos representaram 2,7% do VBP da agricultura. J\u00e1 no ano passado, a fatia passou a ser de 8,7%.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es mais afetadas pelos eventos clim\u00e1ticos foram Nordeste e Sul. Elas sofreram 36% e 33% dos preju\u00edzos \u00e0 agropecu\u00e1ria entre 2013 a 2022, respectivamente.<\/p>\n<p>Na agricultura, o Rio Grande do Sul foi o Estado mais prejudicado nos dez anos, com R$ 38,5 bilh\u00f5es em perdas, o que equivale a 21% do total; na sequ\u00eancia ficaram o Paran\u00e1, com R$ 26,3 bilh\u00f5es, e Minas Gerais, com R$ 24,8 bilh\u00f5es. Na pecu\u00e1ria, as secas concentraram 56% das perdas do Nordeste. Na regi\u00e3o, os maiores danos ocorreram na Bahia, com R$ 14,73 bilh\u00f5es. Minas Gerais contabilizou os maiores preju\u00edzos da atividade no pa\u00eds, com R$ 16,58 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O excesso de chuvas afetou mais os produtores de Centro-Oeste e Sul. Na pecu\u00e1ria, as chuvas afetaram especialmente Mato Grosso do Sul (R$ 1,3 bilh\u00e3o) e Minas Gerais (R$ 1,5 bilh\u00e3o).<\/p>\n<p>\u201cO efeito negativo do excesso ou falta das chuvas sobre as lavouras \u00e9 bastante evidente no Rio Grande do Sul, que nos \u00faltimos anos teve perdas significativas com a seca. O aumento dos preju\u00edzos resultou na queda do valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u201d, diz o documento da confedera\u00e7\u00e3o, obtido pelo Valor.<\/p>\n<p>Segundo a entidade, o impacto dos preju\u00edzos correspondeu a quase 30% do VBP ga\u00facho em 2022. Nos dez anos considerados no levantamento, Maranh\u00e3o, Para\u00edba, Piau\u00ed e Rio Grande do Norte tiveram, em alguns casos, perdas econ\u00f4micas superiores ao valor da produ\u00e7\u00e3o estimado pelo Minist\u00e9rio da Agricultura.<\/p>\n<p>A CNM tamb\u00e9m mediu o impacto dos eventos clim\u00e1ticos sobre a atividade agr\u00edcola dos principais munic\u00edpios do agro, aquele com \u00cdndice de Desenvolvimento da Agropecu\u00e1ria Municipal (Idam) entre 0,6 e 1. Segundo a entidade, as 500 cidades que lideram o ranking concentram 66% do VBP da agricultura e 38% dos danos \u00e0s lavouras. J\u00e1 os 500 munic\u00edpios com menor pontua\u00e7\u00e3o representam 1% do valor bruto da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e 9% dos preju\u00edzos.<\/p>\n<p>\u201cEm 487 munic\u00edpios brasileiros, toda a riqueza que a agricultura gerou nos \u00faltimos dez anos se perdeu com o excesso ou falta de chuvas, afetando 537.934 estabelecimentos e 1.489.432 pessoas ocupadas. Essa situa\u00e7\u00e3o indica a necessidade de melhoria no processo produtivo com foco em culturas mais adaptadas ao clima da regi\u00e3o e resistentes \u00e0 seca\u201d, aponta a entidade.<\/p>\n<p>A CNM diz que \u00e9 preciso fortalecer os mecanismos de conviv\u00eancia com a seca, por meio da constru\u00e7\u00e3o de barragens e cisternas, por exemplo, al\u00e9m de incentivar o uso da irriga\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria e o seguro rural. \u201cPara minimizar os danos, as a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de riscos devem passar a integrar a a\u00e7\u00e3o coordenada e articulada dos entes da federa\u00e7\u00e3o\u201d, diz a CNM.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Custas de processos trabalhistas superam o PIB de nove estados<br \/>\n<\/b><br \/>\nEstudo da Neoway, empresa de intelig\u00eancia de dados, revela que despesas processuais de cinco estados brasileiros custaram R$ 94,5 bilh\u00f5es<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo \u2013 Processos trabalhistas de cinco estados brasileiros custaram R$ 94,5 bilh\u00f5es para empresas de cinco estados. O valor equivale a mais de duas vezes o Produto Interno Bruto (PIB) de Sergipe e supera toda a riqueza gerada em outros oito estados.<\/p>\n<p>\u00c9 o que revela um estudo da Neoway, empresa de intelig\u00eancia de dados, com base em informa\u00e7\u00f5es dos sistemas de Justi\u00e7a do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Atualmente, cerca de 1 milh\u00e3o de empresas brasileiras respondem a, pelo menos, um processo trabalhista.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo concentrou 64% das a\u00e7\u00f5es, e as custas processuais atingiram cerca de R$ 61 bilh\u00f5es, quase o equivalente ao PIB de Alagoas.<\/p>\n<p>Seguem na lista Rio de Janeiro (R$ 13,4 bilh\u00f5es), Minas Gerais (R$ 9,5 bilh\u00f5es), Rio Grande do Sul (R$ 5,4 bilh\u00f5es) e Bahia (R$ 5,2 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>Apesar da lideran\u00e7a em valores, S\u00e3o Paulo fica atr\u00e1s do Rio de Janeiro em n\u00famero de processos \u2014 cerca de 4,7 milh\u00f5es, no Rio, ante 345 mil.<\/p>\n<p>As causas mais comuns envolvem pedidos de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais, contesta\u00e7\u00e3o do aviso pr\u00e9vio, e reclama\u00e7\u00f5es por adicional de hora extra.<\/p>\n<p>Ainda segundo o estudo, empresas do varejo s\u00e3o as mais acionadas, concentrando 41% dos processos. (Di\u00e1rio do Comercio)<\/p>\n<p><b>Leite\/Am\u00e9rica do Sul<br \/>\n<\/b><br \/>\nExistem melhorias nas tend\u00eancias clim\u00e1ticas recentes na Am\u00e9rica do Sul, especialmente no que se refere \u00e0 precipita\u00e7\u00e3o t\u00e3o necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>Embora as temperaturas estejam acima da m\u00e9dia em algumas \u00e1reas, s\u00e3o boas as perspectivas de produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>Os relat\u00f3rios sugerem que os padr\u00f5es clim\u00e1ticos do La Ni\u00f1a est\u00e3o diminuindo, deixando no lugar os padr\u00f5es clim\u00e1ticos do El Ni\u00f1o, que trazem um tempo chuvoso para a safra de milho atual.<\/p>\n<p>O pre\u00e7o do leite ao produtor est\u00e1 firme em grandes pa\u00edses produtores de leite, como Uruguai e Argentina, para tentar aumentar a produ\u00e7\u00e3o, notavelmente limitada, no momento.<\/p>\n<p>Entretanto, relat\u00f3rios indicam que muitos produtores venderam suas vacas para abate, pois a melhora das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que proporcionam maior conforto animal e reduz os custos da alimenta\u00e7\u00e3o chegaram tarde demais.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es de commodities l\u00e1cteas continuam se movendo da Argentina e Uruguai para o Brasil.<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es de queijo pelo maior mercado do continente continuam fortes, mas tamb\u00e9m as remessas de leite em p\u00f3, especialmente leite em p\u00f3 integral (WMP).<\/p>\n<p>Os importadores chineses e argelinos continuam presentes na regi\u00e3o, mas a parcela mais significativa das commodities segue para o Brasil. Os pre\u00e7os de WMP e SMP na regi\u00e3o permaneceram est\u00e1veis ou continuam subindo. (Fonte: Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ylcS70ABF0118\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/ylcS70ABF0118\"><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido <\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Sindilat\/RS \u00e9 parceiro da Prefeitura de Estrela para implanta\u00e7\u00e3o de Escola Laticinista<br \/>\n<\/b><a href=\"http:\/\/www.radiotirol.com.br\/?op=lerNoticia&amp;noticiaId=47757\" data-cke-saved-href=\"http:\/\/www.radiotirol.com.br\/?op=lerNoticia&amp;noticiaId=47757\">Confira aqui&nbsp;<\/a>a entrevista com o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat\/RS, Darlan Palharini, na R\u00e1dio Tirol. A fim de implementar aquela que ser\u00e1 a primeira Escola T\u00e9cnica Laticinista do Rio Grande do Sul, aconteceu recentemente a instala\u00e7\u00e3o do Comit\u00ea Gestor. O grupo, que congrega representantes da prefeitura de Estrela, Univates, entidades de ensino e da ind\u00fastria leiteira, j\u00e1 definiu entre as diretrizes a oferta de vagas para todas as cidades do Estado. O secret\u00e1rio tamb\u00e9m falou das dificuldades enfrentadas pelo setor. (Assessoria de imprensa Sindilat\/RS)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 08 de maio de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 17 - N\u00b0 3.895 Extremos clim\u00e1ticos: quais foram os preju\u00edzos causados no campo? Eventos clim\u00e1ticos extremos causaram preju\u00edzos de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/05\/08\/08-05-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/05\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11906","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11906","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11906"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11906\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11912,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11906\/revisions\/11912"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11906"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11906"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11906"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}