{"id":1188,"date":"2016-07-27T17:57:49","date_gmt":"2016-07-27T17:57:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/27\/27-07-2016\/"},"modified":"2016-07-27T17:57:49","modified_gmt":"2016-07-27T17:57:49","slug":"27-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/27\/27-07-2016\/","title":{"rendered":"27\/07\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 27&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.318<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Mapa confirma desburocratiza\u00e7\u00e3o de normas e regulamentos<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1869\" style=\"width: 500px; height: 333px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: Noaldo Santos<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) deu in\u00edcio ao processo de desburocratiza\u00e7\u00e3o dos regulamentos internos, entre eles quest\u00f5es relativas \u00e0 inspe\u00e7\u00e3o. Reunido com lideran\u00e7as do setor leiteiro em Bras\u00edlia nesta quarta-feira (27\/7), o ministro Interino da Agricultura, Eumar Novacki, informou que, j\u00e1 na primeira quinzena de agosto, o Mapa deve apresentar solu\u00e7\u00f5es para o projeto com vista \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de portarias, instru\u00e7\u00f5es normativas e of\u00edcios que regem as opera\u00e7\u00f5es do setor agropecu\u00e1rio. Uma segunda leva de simplifica\u00e7\u00e3o de processos deve vir na primeira quinzena de setembro, sinalizou o dirigente.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A medida atende a pedido do setor leiteiro que, h\u00e1 anos, trabalha o assunto junto ao governo federal. A alega\u00e7\u00e3o \u00e9 que diferentes processos, normativas e regulamenta\u00e7\u00f5es travam e complicam o processo industrial e produtivo, burocratizando as a\u00e7\u00f5es dos latic\u00ednios. Segundo o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, que representou a ind\u00fastria ga\u00facha no encontro em Bras\u00edlia, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 que a solu\u00e7\u00e3o est\u00e1 pr\u00f3xima. \"O Minist\u00e9rio da Agricultura est\u00e1 com uma pol\u00edtica mais c\u00e9lere para encaminhar as demandas dos setores produtivos\".<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> No encontro, Palharini pontuou a relev\u00e2ncia de revisar a quest\u00e3o da Portaria 05\/1983, que trata, entre outros pontos, do leite com baixa acidez. Atualmente, os latic\u00ednios n\u00e3o podem recolher o leite com acidez inferior a 14\u00b0D ou superior a 18\u00b0D. Contudo, &nbsp;a portaria permite o uso dessa mat\u00e9ria-prima para fabrica\u00e7\u00e3o de alguns produtos. Pelo regramento atual, por exemplo, cargas acima de 20\u00b0D podem ser utilizadas para fabrica\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 industrial. Outra quest\u00e3o importante, alerta, \u00e9 que a defini\u00e7\u00e3o do termo \"fisiologicamente anormal\", que limita o processamentos do leite conforme a portaria 5, tenha uma defini\u00e7\u00e3o clara de forma a munir a ind\u00fastria de informa\u00e7\u00f5es precisas sobre o que est\u00e1 ou n\u00e3o est\u00e1 previsto no novo regramento.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O dirigente ainda pediu que o Minist\u00e9rio da Agricultura ajude a viabilizar o acesso do setor industrial aos dados compilados pela Rede Brasileira de Laborat\u00f3rios. As informa\u00e7\u00f5es, destacou Palharini, s\u00e3o essenciais para auxiliar no desenvolvimento e melhoria constante dos processos produtivos. \"O Rio Grande do Sul tem o leite mais fiscalizado do pa\u00eds. Precisamos mostrar isso ao consumidor\", frisou. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Empres\u00e1rios senegaleses prospectam parceria com ind\u00fastria ga\u00facha<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1870\" style=\"width: 500px; height: 281px;\" \/><\/b><br \/> &nbsp;Cr\u00e9dito: Isadora Os\u00f3rio<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Empres\u00e1rios senegaleses apresentaram proposta de parceria com a ind\u00fastria leiteira ga\u00facha, nesta ter\u00e7a-feira (26\/7), na sede do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednio do RS (Sindilat). Visando a troca de tecnologia, informa\u00e7\u00e3o e experi\u00eancia, os representantes da comitiva relataram os principais problemas daquele pa\u00eds no setor, como a falta de produ\u00e7\u00e3o e tecnologia prec\u00e1ria, e manifestaram grande interesse em aprender sobre produ\u00e7\u00e3o com os ga\u00fachos.<br \/> &nbsp;<br \/> A reuni\u00e3o teve como assunto principal as oportunidades de neg\u00f3cios. Os senegaleses questionaram como poderia ser feita uma coopera\u00e7\u00e3o entre a ind\u00fastria leiteira ga\u00facha e senegalesa e quais os produtos poderiam ser exportados para l\u00e1. O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, afirmou que todo mercado &nbsp;interessa \u00e0 ind\u00fastria ga\u00facha, j\u00e1 que somos um estado exportador. Quanto ao interc\u00e2mbio tecnol\u00f3gico, lembrou que \u00e9 necess\u00e1rio, primeiro, construir o conv\u00eanio com o governo do &nbsp;Estado &nbsp;para, ap\u00f3s, averiguar de que modo seria formatada essa coopera\u00e7\u00e3o. Guerra colocou o Sindilat \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos empres\u00e1rios para esclarecimentos.<br \/> &nbsp;<br \/> A proposta tem incentivo do governo senegal\u00eas, que prop\u00f5e a ida de profissionais brasileiros para o pa\u00eds africano para realizar esse interc\u00e2mbio de estudos, pesquisa, tecnologia, produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o. Na reuni\u00e3o, a ideia debatida foi a de firmar, primeiramente, um acordo entre os governos, para que assim, em um passo adiante, possa ser fechada parceria com as ind\u00fastrias do Estado.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> Estavam presentes no encontro o diretor da Seapi, Antonio Ferreira; o diretor geral da Seapi, Andr\u00e9 Pedtry: a gerente comercial da CCGL, Michele Selbach; o gerente industrial da Cooperativa Languiru, Lauri Reinheimer; o diretor da GTR, Abdou Lahad Lo; o coordenador da GTR, Mawadou Ndiaye, e o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Senegal, Mor Ndiaye.&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">(Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>LCA ganha peso na estrat\u00e9gia de cr\u00e9dito do governo federal<\/strong><\/p>\n<p> Com a situa\u00e7\u00e3o fiscal ainda cr\u00edtica, uma taxa b\u00e1sica de juros elevada e margem de manobra cada vez menor para arcar com subs\u00eddios, o governo aposta todas as fichas nas Letras de Cr\u00e9dito do Agroneg\u00f3cio (LCA) como fonte de recursos complementares para financiar o agroneg\u00f3cio. Sem alternativas capazes de gerar resultados no curto prazo, a ideia \u00e9 facilitar e ampliar o uso desses t\u00edtulos e tirar um pouco do peso das tradicionais fontes que alimentam o cr\u00e9dito rural no pa\u00eds \u00ac dep\u00f3sitos \u00e0 vista e poupan\u00e7a rural, que j\u00e1 d\u00e3o mostras de estrangulamento. Num mundo ideal, diz uma autoridade graduada da equipe econ\u00f4mica, a Selic seria baixa o suficiente para desidratar de vez a depend\u00eancia dos agropecuaristas do cr\u00e9dito rural com juros subsidiados \u00ac fixados, em m\u00e9dia, em 9,5% nesta safra 2016\/17, que come\u00e7ou em 1\u00ba de julho. Mas com a taxa b\u00e1sica ainda em 14,25% e distante de um n\u00edvel mais palat\u00e1vel at\u00e9 onde a vista alcan\u00e7a, n\u00e3o restam muitas op\u00e7\u00f5es a n\u00e3o ser perseguir mudan\u00e7as nas regras de direcionamento das LCAs e torn\u00e1-las logo mais populares e acess\u00edveis n\u00e3o s\u00f3 entre os grandes produtores. De acordo com dados do BC, o saldo da poupan\u00e7a rural em junho caiu 1,6% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de dezembro, para R$ 145 bilh\u00f5es. J\u00e1 os dep\u00f3sitos \u00e0 vista diminu\u00edram 16%, na compara\u00e7\u00e3o, para R$ 24 bilh\u00f5es. \"Corremos o risco de, em algum momento, a agricultura ficar muito maior que essas duas fontes\", alerta a fonte da equipe econ\u00f4mica do presidente interino Michel Temer.&nbsp;<\/p>\n<p> No ano-safra 2015\/16, que terminou em 30 de junho, as LCAs, mesmo tendo rendido para o cr\u00e9dito rural bem menos que os R$ 30 bilh\u00f5es projetados, j\u00e1 chamaram bem mais aten\u00e7\u00e3o no mercado. Os desembolsos atrelados \u00e0 emiss\u00e3o desses t\u00edtulos alcan\u00e7aram R$ 15,1 bilh\u00f5es, acima dos R$ 15 bilh\u00f5es com juros controlados do BNDES. Assim, passarem a ocupar a terceira posi\u00e7\u00e3o no ranking de funding rural, atr\u00e1s dos dep\u00f3sitos \u00e0 vista e da poupan\u00e7a (ver infogr\u00e1fico). Para isso, o governo promoveu altera\u00e7\u00f5es nas regras de direcionamento dos recursos provenientes das letras. Determinou, por exemplo, que 50% do valor das emiss\u00f5es pelos bancos com lastro em outras opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito a juros controlados fosse destinado a financiamentos agr\u00edcolas. A ideia era elevar o percentual para 100% em 2016\/17, mas nem tudo correu como o governo gostaria e houve problemas de operacionaliza\u00e7\u00e3o que prejudicaram a demanda pelos recursos.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1871\" style=\"width: 500px; height: 438px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Assim, ficou definido que para a safra 2016\/17 35% das capta\u00e7\u00f5es dos bancos com esses t\u00edtulos teriam que alimentar o cr\u00e9dito rural, e que 14 pontos percentuais desses 35% seriam ofertados com juros de 12,75% ao ano. Com as mudan\u00e7as, o BC estima que as emiss\u00f5es de LCAs resultar\u00e3o em cerca de R$ 10 bilh\u00f5es ao setor do agroneg\u00f3cio. Um passo atr\u00e1s para que dois passos adiante possam ser dados, lembrando que o t\u00edtulo foi criado em 2004 justamente com a pretens\u00e3o de torn\u00e1-lo a principal fonte de financiamento da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria brasileira no longo prazo. Na carteira do Banco do Brasil, que lidera os desembolsos de cr\u00e9dito rural no pa\u00eds, as LCAs emitidas nos \u00faltimos anos representam R$ 135 bilh\u00f5es, e o t\u00edtulo j\u00e1 \u00e9, desde 2012, a segunda maior fonte de recursos para o campo. O BB avalia que os financiamentos a partir das LCAs com taxas de 12,75% dever\u00e3o atingir R$ 6 bilh\u00f5es em 2016\/17 e que a base de produtores atendidos vai se pulverizar e crescer. \"Temos grandes expectativas de alocar um volume bem significativo, e o governo tamb\u00e9m est\u00e1 de olho em novas regulamenta\u00e7\u00f5es\", afirma o diretor de Agroneg\u00f3cios do banco, Jos\u00e9 Carlos Reis. Mas h\u00e1 ressalvas. \"A ideia de direcionar as LCAs faz sentido, mas a capacidade de oferecer cr\u00e9dito a juros controlados a partir dessa fonte \u00e9 pequena\", adverte Andr\u00e9 Nassar, secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Minist\u00e9rio da Agricultura na gest\u00e3o de K\u00e1tia Abreu, que entregou o cargo quando a presidente Dilma foi afastada. Mas ele concorda que o governo n\u00e3o tem margem para incrementar o cr\u00e9dito dispon\u00edvel, at\u00e9 porque os percentuais de exigibilidade dos dep\u00f3sitos \u00e0 vista (34%) e da poupan\u00e7a rural (74%), origens dos recursos para o cr\u00e9dito rural, j\u00e1 s\u00e3o muito altos. Por outro lado, a press\u00e3o fiscal \u00e9 intensa e o governo n\u00e3o tem espa\u00e7o para aumentar as subven\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p> Nesse contexto, a C\u00e2mara Setorial do Cr\u00e9dito Rural do Minist\u00e9rio da Agricultura j\u00e1 tra\u00e7ou um plano para cobrar do governo regulamenta\u00e7\u00f5es e pol\u00edticas de fomento a novas fontes de financiamento ao setor, inclusive subs\u00eddios aos pr\u00eamios de contratos de op\u00e7\u00e3o. Ivan Wedekin, que tamb\u00e9m j\u00e1 foi secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da Pasta e preside a c\u00e2mara, afirma que, apesar de o Plano Safra continuar cumprindo seu papel, os desembolsos de cr\u00e9dito rural j\u00e1 \"bateram no teto\" e n\u00e3o conseguem superar a barreira dos R$ 166 bilh\u00f5es registrados na safra 2015\/16. Al\u00e9m da amplia\u00e7\u00e3o das apostas nas LCAs, Wedekin defende a desburocratiza\u00e7\u00e3o de t\u00edtulos como o Certificado de Direitos Credit\u00f3rios do Agroneg\u00f3cios (CDCA), que pode ser emitido por empresas e cooperativas e que atualmente gera apenas R$ 2 bilh\u00f5es. Outra ideia que j\u00e1 amadureceu, segundo ele, \u00e9 permitir que investidores estrangeiros apliquem seus recursos em Certificados de Receb\u00edveis do Agroneg\u00f3cio (CRA) referenciados em d\u00f3lar. As discuss\u00f5es est\u00e3o sendo acompanhadas pelo ministro Blairo Maggi \u00ac que, no entanto, tem outras prioridades no momento. \"A diversifica\u00e7\u00e3o de fontes est\u00e1 no meu radar, mas acho que se tivermos uma sa\u00edda pelo seguro rural de renda primeiro, vamos resolver o problema do financiamento\", disse ele antes de viajar aos EUA para acertar a libera\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio bilateral de carne bovina in natura. (Valor Econ\u00f4mico)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Capita\u00e7\u00e3o de leite pelas ind\u00fastrias caiu 13,9% no primeiro semestre<br \/> No primeiro semestre, a capta\u00e7\u00e3o chegou a 762,71 milh\u00f5es de litros, quando, em igual per\u00edodo do ano passado totalizou 885,41 milh\u00f5es de litros. Em junho, a produ\u00e7\u00e3o das fazendas que chegou \u00e0s f\u00e1bricas alcan\u00e7ou 129,8 milh\u00f5es de litros, enquanto, um ano atr\u00e1s, o volume foi de 162,14 milh\u00f5es de litros. Na compara\u00e7\u00e3o mensal, apenas em janeiro, o volume mensal capitado este ano superou o volume do mesmo m\u00eas de 2015. A queda na produ\u00e7\u00e3o de leite come\u00e7ou em 2014, quando foi registrado 0,2% menos que no ano anterior. Em 2015, a redu\u00e7\u00e3o foi de 2%, segundo dados do Inale. O Inale tamb\u00e9m divulgou o pre\u00e7o do leite ao produtor, que chegou \u00e0 m\u00e9dia de 8,06 pesos\/litro no m\u00eas de junho passado. Em maio, o pre\u00e7o m\u00e9dio foi de 8,11 pesos\/litro, e em junho de 2015 o pre\u00e7o foi de 7,90 pesos\/litro. Em d\u00f3lares, o pre\u00e7o m\u00e9dio pago ao produtor foi de US$ 0,262\/litro, com o c\u00e2mbio a 30,78 pesos\/US$. Um ano atr\u00e1s, o pre\u00e7o m\u00e9dio ao produtor foi de US$ 0,29\/litro, com a cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do d\u00f3lar em 26,85 pesos. A compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas de junho do ano passado, mostra aumento de 2% no pre\u00e7o m\u00e9dio em pesos, mas, queda de 11% em d\u00f3lares, segundo o Inale. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o Terra Viva)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 27&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.318 &nbsp; Mapa confirma desburocratiza\u00e7\u00e3o de normas e regulamentos &nbsp; Cr\u00e9dito: Noaldo Santos O Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) deu in\u00edcio ao processo de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/27\/27-07-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/07\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1188","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1188","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1188"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1188\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1188"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1188"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1188"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}