{"id":1187,"date":"2016-07-26T18:22:18","date_gmt":"2016-07-26T18:22:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/26\/26-07-2016\/"},"modified":"2016-07-26T18:22:18","modified_gmt":"2016-07-26T18:22:18","slug":"26-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/26\/26-07-2016\/","title":{"rendered":"26\/07\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 26&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.317<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;Adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 nova lei a pleno vapor<\/strong><\/p>\n<p> De mocinho a vil\u00e3o, o leite est\u00e1 na berlinda. Depois de 11 edi\u00e7\u00f5es da Opera\u00e7\u00e3o Leite Compensado e quatro da Opera\u00e7\u00e3o Queijo Compensado, realizadas pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual, o setor \u00e9 desafiado a se adequar at\u00e9 o final do ano \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o criada para qualificar a produ\u00e7\u00e3o e coibir fraudes. Sancionada no come\u00e7o do ano, e regulamentada em junho, a Lei n\u00ba 14.835 instituiu o programa de qualidade na produ\u00e7\u00e3o, transporte e comercializa\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p> - A legisla\u00e7\u00e3o est\u00e1 na vanguarda e estimular\u00e1 a profissionaliza\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o do setor, desde o produtor at\u00e9 chegar ao consumidor - opina Let\u00edcia de Albuquerque Vieira Cappiello, consultora de qualidade do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat).<\/p>\n<p> Na pr\u00e1tica, todos os integrantes da cadeia passar\u00e3o a atuar de forma integrada. Tanto o produtor quanto o transportador ter\u00e3o v\u00ednculo com a ind\u00fastria e dever\u00e3o preencher cadastro junto ao Departamento de Defesa Agropecu\u00e1ria da Secretaria da Agricultura. O decreto de regulamenta\u00e7\u00e3o, assinado pelo governador Jos\u00e9 Ivo Sartori no dia 27 de junho, estabelece prazo de 180 dias, passando a vigorar em 25 de dezembro. O presidente do Instituto Ga\u00facho do Leite (IGL), Gilberto Piccinini, destaca que antes mesmo do decreto, as ind\u00fastrias e cooperativas j\u00e1 estavam se adaptando \u00e0s novas normas. Por\u00e9m, ressalta que nem todos produtores e empresas conseguir\u00e3o se adequar no prazo.<\/p>\n<p> - Embora algumas enfrentem dificuldades, a maioria das ind\u00fastrias e dos produtores e transportadores j\u00e1 est\u00e3o atuando conforme a nova legisla\u00e7\u00e3o - estima Piccinini.<\/p>\n<p> CADASTRO DE FORNECEDORES<br \/> A principal quest\u00e3o se refere ao cadastro de produtores e na \u00e1rea log\u00edstica. No caso do transporte, os latic\u00ednios dever\u00e3o qualificar os profissionais. Esta situa\u00e7\u00e3o far\u00e1 com que equipes sejam realocadas e profissionais contratados para fazer os cadastros e acompanhar virtualmente os processos e os trajetos dos caminh\u00f5es.<\/p>\n<p> - O custo n\u00e3o ser\u00e1 elevado. Nas grandes os procedimentos j\u00e1 s\u00e3o feitos, nas pequenas haver\u00e1 a necessidade de organizar a equipe ou contratar um profissional para se dedicar a essa etapa do processo - detalha Let\u00edcia.<\/p>\n<p> O investimento das ind\u00fastrias n\u00e3o ser\u00e1 repassado para o consumidor, pois n\u00e3o impactar\u00e1 significativamente na produ\u00e7\u00e3o, estima Piccinini:<\/p>\n<p> - As medidas ir\u00e3o tornar a cadeia mais profissionalizada. Esse \u00e9 o in\u00edcio do processo que almejamos - relata.<\/p>\n<p> Karla Prestes Pivato Oliz, fiscal estadual agropecu\u00e1ria da Secretaria da Agricultura, diz que haver\u00e1 mais fiscaliza\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p> - A partir da nova lei ser\u00e1 poss\u00edvel conhecer o tamanho da propriedade, o volume de produ\u00e7\u00e3o e acompanhar todas as etapas da cadeia.<\/p>\n<p> A legisla\u00e7\u00e3o visa a estimular novos investimento no setor de leite. Segundo Pedro Signori, secret\u00e1rio-geral da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), 40 mil produtores abandonaram a atividade desde o in\u00edcio da Opera\u00e7\u00e3o Leite Compen$ado, em 2013. Ele argumenta que, com a a\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico, muitas empresas fecharam e provocaram efeito cascata. (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<p> &nbsp; <\/p>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Empresas de l\u00e1cteos encolheram, diz Rabobank<\/strong><\/p>\n<p> O d\u00f3lar forte e a volatilidade cambial, aliados aos pre\u00e7os baixos das commodities l\u00e1cteas no mercado internacional, afetaram de forma dram\u00e1tica o faturamento da maior parte das companhias do segmento no mundo em 2015, de acordo com o banco holand\u00eas Rabobank. O \u00faltimo levantamento \"Global Dairy Top 20\", realizado pelo banco e divulgado ontem, mostra que a su\u00ed\u00e7a Nestl\u00e9 se manteve na lideran\u00e7a do ranking das 20 maiores do segmento em 2015, considerando o faturamento. Mas as receitas em d\u00f3lar da empresa ca\u00edram, saindo de US$ 27,8 bilh\u00f5es em 2014 para US$ 25 bilh\u00f5es ano passado.&nbsp;<\/p>\n<p> A francesa Lactalis se consolidou na segunda posi\u00e7\u00e3o da lista, mas tamb\u00e9m perdeu faturamento. Suas receitas haviam alcan\u00e7ado US$ 19,5 bilh\u00f5es em 2014 e ca\u00edram para US$ 18,3 bilh\u00f5es em 2015. Em terceiro no ranking, a francesa Danone tamb\u00e9m registrou queda nas receitas, que sa\u00edram de US$ 19,5 bilh\u00f5es em 2014 para US$ 16,7 bilh\u00f5es ano passado. O ano de 2015 foi \"dif\u00edcil para a maioria das empresas do setor\", avalia o banco holand\u00eas. Isso estimulou fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es, uma vez que as empresas buscam valor adicional em seus mercados dom\u00e9sticos e novas oportunidades em outros locais, destaca o banco em relat\u00f3rio. Como reflexo desse ambiente dif\u00edcil, o faturamento somado das 20 maiores empresas de l\u00e1cteos encolheu 13% em 2015, para US$ 194 milh\u00f5es, calcula o Rabobank. O banco destaca ainda que a neozelandesa Fonterra perdeu a quarta coloca\u00e7\u00e3o no ranking para a americana Dairy Farmers of America (DFA). A DFA subiu na lista ap\u00f3s adquirir o controle da DairiConcepts, joint venture que operava anteriormente com a Fonterra (ver gr\u00e1fico).<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1868\" style=\"width: 500px; height: 334px;\" \/>&nbsp;<\/p>\n<p> Segundo o banco, uma s\u00e9rie de fatores explica a queda da Fonterra. A cooperativa sofreu mais que a maioria das empresas do ramo devido ao recuo dos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos. E, al\u00e9m de ter sa\u00eddo da DairiConcepts, vendeu seu neg\u00f3cio de iogurtes e sobremesas l\u00e1cteas na Austr\u00e1lia \u00e0 Lactalis. O banco tamb\u00e9m ressalta que, de uma maneira geral, as empresas chinesas, que vinham se destacando no ranking, cresceram a uma taxa menos acelerada em 2015. Nesse caso, o faturamento foi impactado pela desvaloriza\u00e7\u00e3o do yuan. Mas uma dessas companhias, a Yili, registrou crescimento de 8% e conseguiu subir da 10\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2014 para o oitavo lugar ano passado. Segundo o banco, o segmento registrou 96 opera\u00e7\u00f5es de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es em 2015 \u00ac haviam sido 98 em 2014. E as tr\u00eas maiores companhias do ranking se movimentaram para ampliar suas receitas.<\/p>\n<p> O relat\u00f3rio destaca tamb\u00e9m a entrada de uma nova empresa no \"Global Dairy Top 20\": a canadense Agropur, ap\u00f3s a compra da Davisco em 2014 e uma \"s\u00f3lida performance\" no ano. A chegada da Agropur \u00e0 20\u00aa posi\u00e7\u00e3o tirou a americana Land O'Lakes da lista. Outra conclus\u00e3o do levantamento do Rabobank \u00e9 que a desacelera\u00e7\u00e3o da China tem levado as companhias globais do segmento a buscar novos mercados para se desenvolver. Um efeito disso foi que a \u00c1frica entrou no mapa mundial dos l\u00e1cteos. A Danone, por exemplo, fez quatro neg\u00f3cios no continente de junho de 2015 at\u00e9 agora. Segundo o banco, em 2015, houve 14 neg\u00f3cios envolvendo o segmento na \u00c1frica, e mais quatro at\u00e9 agora este ano. Em 2014, haviam ocorrido apenas tr\u00eas opera\u00e7\u00f5es no continente. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Universidade Brasileira do Leite vai capacitar t\u00e9cnicos para a ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p> A capacita\u00e7\u00e3o e a forma\u00e7\u00e3o de profissionais de qualquer \u00e1rea sempre foram uma preocupa\u00e7\u00e3o no mundo empresarial. E entre os desafios a serem superados est\u00e3o a disponibilidade de tempo e a dist\u00e2ncia. Como resposta, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Pequenas e M\u00e9dias Cooperativas e Empresas de Latic\u00ednios (G100) criou uma plataforma de ensino voltada aos temas mais relevantes do setor l\u00e1cteo.<br \/> &nbsp;<br \/> A Universidade Brasileira do Leite \u00e9 um projeto de educa\u00e7\u00e3o corporativa, desenvolvido pelo G100 com o objetivo de construir uma ponte entre o desenvolvimento de pessoas (compet\u00eancias humanas) e dos neg\u00f3cios (compet\u00eancias empresariais). Ser\u00e3o disponibilizados cursos modulares \u00e0 dist\u00e2ncia, de curta dura\u00e7\u00e3o, m\u00e1ximo de 36horas, interativos, que buscam atualizar e capacitar profissionais da ind\u00fastria de latic\u00ednios em temas relativos \u00e0 sua \u00e1rea de atividade.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> Segundo o diretor executivo do G100, Wilson Massote, normalmente os latic\u00ednios se encontram em regi\u00f5es mais afastadas dos grandes centros urbanos, onde est\u00e1 a maior oferta de treinamento e capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. Destaca que com a revolu\u00e7\u00e3o que a era da inform\u00e1tica e da web est\u00e3o trazendo, os cursos virtuais tornaram-se poss\u00edveis. O acesso \u00e0 tecnologia possibilitou o desenvolvimento e a implanta\u00e7\u00e3o de plataformas de ensino de alta performance, devido tamb\u00e9m a facilidade de aquisi\u00e7\u00e3o de computadores pessoais e conex\u00e3o \u00e0 internet.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> Massote lembra que as grandes empresas ainda fazem de alguma forma esse trabalho de capacita\u00e7\u00e3o interna, mas com a Universidade Brasileira do Leite v\u00e3o poder aderir \u00e0 modalidade de capacita\u00e7\u00e3o virtual. \"Os microempres\u00e1rios precisam desse apoio. J\u00e1 as pequenas e m\u00e9dias cooperativas e empresas de latic\u00ednios \u00e9 indispens\u00e1vel qualificar e capacitar seus t\u00e9cnicos, e criar a sua massa cr\u00edtica\", garante.<br \/> &nbsp;<br \/> O consumidor ao adquirir produtos l\u00e1cteos tamb\u00e9m compra a qualidade dos servi\u00e7os que neles foram utilizados, portanto, quanto mais especializados e treinados forem os t\u00e9cnicos que participam dos processos produtivos da cadeia do leite, mais garantia de o setor estar ofertando maior qualidade seguran\u00e7a do alimento. \"Esse esfor\u00e7o desenvolvido pelo G100 visa atender a todos, consumidores e ind\u00fastria, da forma mais qualificada poss\u00edvel\", sinaliza Massote.<br \/> &nbsp;<br \/> A Universidade Brasileira do Leite \u00e9 dirigida aos profissionais da \u00e1rea de latic\u00ednios de empresas associadas ou n\u00e3o ao G100. Os cursos ser\u00e3o ministrados por especialistas da \u00e1rea, em m\u00f3dulos abordando os principais temas relativos \u00e0 ind\u00fastria de latic\u00ednios. Total de no m\u00e1ximo 36 horas por m\u00f3dulo, divididas em atividades distribu\u00eddas no espa\u00e7o de 30 a 40 dias. Os participantes receber\u00e3o inicialmente informa\u00e7\u00f5es para estudo preparat\u00f3rio para que haja alinhamento de conhecimentos. Na sequ\u00eancia, haver\u00e1 o envio escalonado do conte\u00fado did\u00e1tico para estudo, avalia\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e esclarecimento de d\u00favidas. O processo \u00e9 interativo. Haver\u00e1 tr\u00eas ou quatro aulas ao vivo, online, de duas horas de dura\u00e7\u00e3o, aos s\u00e1bados.<br \/> &nbsp;<br \/> A iniciativa tem como parceira a Americas Academic Center (AAC), que est\u00e1 no Brasil desde 2008, j\u00e1 formou mais de 30 mil alunos em seus programas \"online\" e mant\u00e9m conv\u00eanio formal com universidades brasileiras, como USP e UNESP, assim como tamb\u00e9m com universidades americanas. O primeiro curso ser\u00e1 sobre qualidade do leite &nbsp;e dever\u00e1 iniciar a partir da segunda quinzena de setembro, as inscri\u00e7\u00f5es iniciam na pr\u00f3xima semana e &nbsp;ocorrer\u00e3o atrav\u00e9s do site do G100 , pelo endere\u00e7o www.g100.org.br ser\u00e1 poss\u00edvel obter a partir da pr\u00f3xima semana todas as informa\u00e7\u00f5es. (Agrolink com informa\u00e7\u00f5es de assessoria)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Sete empresas homologadas<br \/> Mais seis frigor\u00edficos e um latic\u00ednio com inspe\u00e7\u00e3o estadual tiveram indica\u00e7\u00e3o homologada para o Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). Com a medida, as ind\u00fastrias poder\u00e3o comercializar seus produtos em todo o pa\u00eds. Receberam o certificado de equival\u00eancia ao Sistema de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF) o latic\u00ednio Sans Souci, de Eldorado do Sul; e os frigor\u00edficos Charque Paladar, de Arvorezinha; Boa Esperan\u00e7a, de Santo Ant\u00f4nio da Patrulha; Coqueiro, de S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul; Borr\u00fassia, de Os\u00f3rio; Paverama, de Paverama; e entreposto Alles, de Dois Irm\u00e3os. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 26&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.317 &nbsp; &nbsp;Adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 nova lei a pleno vapor De mocinho a vil\u00e3o, o leite est\u00e1 na berlinda. 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