{"id":1186,"date":"2016-07-25T17:33:04","date_gmt":"2016-07-25T17:33:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/25\/25-07-2016\/"},"modified":"2016-07-25T17:33:04","modified_gmt":"2016-07-25T17:33:04","slug":"25-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/25\/25-07-2016\/","title":{"rendered":"25\/07\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 25&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.316<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>RS: sustentabilidade ambiental em propriedades produtoras de leite \u00e9 tema de pesquisa na Univates<\/strong><\/p>\n<p> Lajeado\/RS<br \/> A sustentabilidade das propriedades rurais \u00e9 uma necessidade cada vez mais discutida tanto pela popula\u00e7\u00e3o quanto pelos \u00f3rg\u00e3os governamentais. V\u00e1rios produtores buscam se adequar a novas formas de produzir que sejam menos agressivas ao meio ambiente. Pensando nisso, o projeto de pesquisa \"Sustentabilidade Ambiental em Propriedades Produtoras de Leite do Vale do Taquari\" \u00e9 desenvolvido nos Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ambiente e Desenvolvimento (Ppgad) e em Sistemas Ambientais Sustent\u00e1veis (Ppgsas), com coordena\u00e7\u00e3o da professora doutora Claudete Rempel e colabora\u00e7\u00e3o dos docentes Dr. Claus Haetinger e Dra. M\u00f4nica Jachetti Maciel. Os objetivos do projeto s\u00e3o elaborar um diagn\u00f3stico e propostas de solu\u00e7\u00f5es e inova\u00e7\u00e3o em metodologia a partir da transfer\u00eancia efetiva de conhecimento para a gest\u00e3o da propriedade rural, com vistas \u00e0 melhoria de processos e sistemas, e interagir com os \u00f3rg\u00e3os de assist\u00eancia t\u00e9cnica, extens\u00e3o rural e produtores rurais para adequar o processo produtivo \u00e0s exig\u00eancias legais ambientais e pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p> Para isso, est\u00e3o sendo analisadas e acompanhadas 124 propriedades dos 36 munic\u00edpios do Vale do Taquari, sendo o n\u00famero de propriedades proporcional \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite de cada munic\u00edpio. A pesquisa est\u00e1 sendo realizada com produtores indicados pela Emater e pelas Secretarias de Agricultura dos munic\u00edpios contemplados. Nas propriedades analisadas h\u00e1 o total de 5.242 animais, com produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia entre 15 e 25 litros de leite por dia.\"Em cada propriedade analisamos nove par\u00e2metros, conforme apresentado no gr\u00e1fico. Para cada par\u00e2metro e subpar\u00e2metro foi atribu\u00edda uma pontua\u00e7\u00e3o, de acordo com o desempenho da propriedade, e o conceito que ela atinge - de p\u00e9ssimo a excelente. A maioria das propriedades atingiu um n\u00edvel bom nos pontos pesquisados, o que corresponde a 53,2%. Por\u00e9m, o n\u00famero de propriedades regulares \u00e9 muito pr\u00f3ximo, com 43,5%, o que mostra oportunidade de melhorias nesses locais. Apenas 1,6% das propriedades apresentou sustentabilidade ambiental considerada ruim\", afirma Claudete.<\/p>\n<p> O pior indicador da pesquisa se deu em rela\u00e7\u00e3o ao uso da terra. \"Com isso, os produtores ficam sujeitos a quaisquer intemp\u00e9ries. As \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente (APPs) existem, por\u00e9m, s\u00e3o utilizadas at\u00e9 a borda, o que \u00e9 um problema em uma regi\u00e3o com enchente como a nossa\", analisa a pesquisadora. O melhor desempenho geral foi no indicador de Reserva Legal.Quanto aos fertilizantes e agrot\u00f3xicos, o maior fator de preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 no armazenamento, mas no grande uso. \"Verificamos que h\u00e1 sobrecarga de uso de agrot\u00f3xicos, o que \u00e9 incorporado por n\u00f3s, pelo animal e pela \u00e1gua\", avalia a professora. A \u00e1gua tamb\u00e9m foi um fator analisado, e o principal apontamento est\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao cloro, detectado em n\u00edveis inadequados. \"Al\u00e9m disso, na an\u00e1lise de coliformes totais termotolerantes, tivemos n\u00edveis de bact\u00e9rias acima do indicado para consumo humano e animal, o que pede aten\u00e7\u00e3o\", alerta Claudete.<\/p>\n<p> Para cada propriedade analisada, os pesquisadores elaboraram um mapa de uso apropriado das APPs. \"Um diferencial do estudo \u00e9 que conseguimos mapear as esp\u00e9cies arb\u00f3reas presentes, que s\u00e3o mais de 136 at\u00e9 o momento. A diversidade \u00e9 alta quando comparada com outros estudos j\u00e1 realizados\",esclarece Claudete. Os produtores e as Secretarias de Agricultura dos munic\u00edpios tamb\u00e9m recebem retorno sobre o diagn\u00f3stico. \"Diante da visualiza\u00e7\u00e3o dos pontos positivos e negativos da propriedade, os produtores rurais podem gerenciar sua atividade e suas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas consorciadas de forma sustent\u00e1vel\", sugere a pesquisadora.&nbsp;O tri\u00eanio de coleta de dados da pesquisa teve in\u00edcio em 2013. A partir disso, o grupo da pesquisa trabalha na an\u00e1lise dos dados e das amostras para dar devolutivas sobre o impacto dos fatores analisados no leite. A pesquisa teve financiamento da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes), da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq). Mais informa\u00e7\u00f5es sobre a pesquisa podem ser obtidas pelos e-mails ppgad@univates.br ou ppgsas@univates.br.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Par\u00e2metros pesquisados<br \/> Dejetos<br \/> \u00c1gua<br \/> APP<br \/> Reserva Legal<br \/> Agrot\u00f3xicos e Fertilizantes<br \/> Declividade<br \/> Eros\u00e3o<br \/> Queimadas<br \/> Uso da Terra (Univates)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Crescem aplica\u00e7\u00f5es do BNDES para investimentos no campo<\/strong>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Na contram\u00e3o da tend\u00eancia geral observada na safra 2015\/16, as aplica\u00e7\u00f5es do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) em programas e linhas de cr\u00e9dito rural voltadas a investimentos aumentaram mais de 10% e, a partir de uma esperada melhora no cen\u00e1rio econ\u00f4mico, tendem a registrar um novo salto na temporada 2016\/17, que teve in\u00edcio no dia 1\u00ba de julho. Como adiantou o Valor PRO, servi\u00e7o de informa\u00e7\u00f5es em tempo real do Valor, as aplica\u00e7\u00f5es do BNDES somaram R$ 15 bilh\u00f5es no ciclo passado, 10,4% a mais do que em 2014\/15 (R$ 13,6 bilh\u00f5es). Com isso, de uma safra para outra cresceu de 35,5% para 55,6% a participa\u00e7\u00e3o do banco de fomento nos desembolsos totais de cr\u00e9dito rural para investimentos no Brasil. Segundo dados do Banco Central compilados pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, os desembolsos de cr\u00e9dito rural do Plano Safra para investimentos, incluindo todas as fontes, ca\u00edram de R$ 38,3 bilh\u00f5es, em 2014\/15, para R$ 27 bilh\u00f5es em 2015\/16.&nbsp;<\/p>\n<p> Esse encolhimento geral foi creditado por especialistas \u00e0s incertezas pol\u00edticas e econ\u00f4micas que marcaram o ano-\u00acsafra encerrado em 30 de junho e limitaram a demanda de cr\u00e9dito rural a juros livres, superiores \u00e0 taxa Selic. \"No nosso caso, o aumento das aplica\u00e7\u00f5es n\u00e3o foi uma surpresa, j\u00e1 que trabalhamos com linhas [com taxas de juros] equalizadas. E \u00e9 sempre importante realizarmos tudo o que nos propusemos a realizar\", afirmou Ricardo Ramos, diretor da \u00e1rea de Opera\u00e7\u00f5es Indiretas do BNDES, ao Valor.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1867\" style=\"width: 500px; height: 266px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Segundo ele, o or\u00e7amento para esta safra 2016\/17 prev\u00ea a aplica\u00e7\u00e3o de R$ 17,4 bilh\u00f5es. Se todo o montante for desembolsado, o incremento em rela\u00e7\u00e3o a 2016\/17 ser\u00e1 de 16%. Entre os programas e linhas que contam com recursos do BNDES (ver infogr\u00e1fico acima), o que liderou as aplica\u00e7\u00f5es do banco foi, mais uma vez, o Moderfrota, voltado \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de maquin\u00e1rio. Nessa frente, o montante atingiu R$ 4,1 bilh\u00f5es em 2015\/16, 5% mais que em 2014\/15, e esse aumento foi garantido pela acelera\u00e7\u00e3o das contrata\u00e7\u00f5es por parte dos produtores do pa\u00eds em maio. No in\u00edcio daquele m\u00eas, a presidente afastada Dilma Rousseff e K\u00e1tia Abreu, ent\u00e3o ministra da Agricultura, anunciaram o Plano Safra 2016\/17 e confirmaram que os juros para a tomada de cr\u00e9dito rural subiriam no ciclo. No caso do Moderfrota, a alta foi de entre 7,5% e 9% para entre 8,5% e 10,5%.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Da\u00ed a corrida dos produtores aos bancos, que s\u00f3 n\u00e3o rendeu frutos ainda mais polpudos porque os recursos acabaram em maio mesmo. O or\u00e7amento do BNDES prev\u00ea a aplica\u00e7\u00e3o de R$ 4,7 bilh\u00f5es no Moderfrota em 2016\/17, e Ramos acredita que a demanda poder\u00e1 ser maior. \"Mas n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 os investimentos em m\u00e1quinas que est\u00e3o indo bem. Isso est\u00e1 acontecendo no conjunto das opera\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas. Temos registrado muita demanda para investimentos em inova\u00e7\u00e3o, agricultura de baixo carbono e em outros programas e linhas que confirmam o compromisso dos produtores \u00ac familiares, m\u00e9dios e grandes \u00ac com a evolu\u00e7\u00e3o da produtividade\", disse o diretor. Ricardo Ramos destacou que foram realizadas cerca de 100 mil opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito rural com os recursos do BNDES para investimentos no campo na safra 2015\/16. Esse total foi liberado por 34 agentes financeiros, incluindo bancos p\u00fablicos e privados e cooperativas de cr\u00e9dito, e o Banco do Brasil foi o maior repassador, com uma participa\u00e7\u00e3o de 15% no valor total registrado.&nbsp;(Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Bact\u00e9ria da caatinga pode ser solu\u00e7\u00e3o para doen\u00e7a bovina&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Composto produzido a partir de actinobact\u00e9rias do g\u00eanero Streptomyces, comuns em solos de diversas regi\u00f5es, inclusive na caatinga, mostrou em estudo na Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras de Ribeir\u00e3o Preto (Ffclrp) da USP ter a\u00e7\u00e3o antimicrobiana contra os principais agentes causadores da mastite bovina - doen\u00e7a caracterizada pela inflama\u00e7\u00e3o aguda ou cr\u00f4nica das mamas. \"As actinobact\u00e9rias agem na inibi\u00e7\u00e3o do crescimento de pat\u00f3genos respons\u00e1veis pela inflama\u00e7\u00e3o\", diz a pesquisadora Ana Paula Ferranti Peti, do Departamento de Qu\u00edmica da Ffclrp. Foram avaliadas aproximadamente 120 actinobact\u00e9rias e cerca de 60% delas apresentaram algum tipo de a\u00e7\u00e3o antimicrobiana. \"As actinobact\u00e9rias s\u00e3o os procariontes, ou seja, organismos que n\u00e3o possuem material gen\u00e9tico envolto por membrana, mais economicamente e biotecnologicamente vi\u00e1veis, e mant\u00eam uma posi\u00e7\u00e3o de destaque devido a sua diversidade e capacidade comprovada para produzir novos compostos com atividade biol\u00f3gica\", afirma Ana Paula. Ap\u00f3s os testes, as actinobact\u00e9rias ativas foram cultivadas em condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de temperatura, agita\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p> Ap\u00f3s o desenvolvimento das actinobact\u00e9rias nesse ambiente controlado, os compostos produzidos foram extra\u00eddos, o chamado extrato bruto. Em seguida, estes extratos foram colocados em contato com as bact\u00e9rias causadoras da mastite para a avalia\u00e7\u00e3o da atividade antimicrobiana. Segundo a pesquisadora, a pr\u00f3xima etapa do trabalho ser\u00e1 a avalia\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia dos compostos antimicrobianos produzidos pelas actinobact\u00e9rias nos estudos in vivo, ou seja, ser\u00e3o aplicados em vacas infectadas com mastite cl\u00ednica ou subcl\u00ednica.&nbsp;<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, \"o estudo desenvolvido \u00e9 a etapa inicial para encontrar poss\u00edveis mol\u00e9culas modelo para o desenvolvimento de f\u00e1rmacos que possam ser aplicados no controle da mastite bovina\". As bact\u00e9rias isoladas do leite provenientes de vacas com mastite cl\u00ednica foram cedidas pelo professor e coordenador do laborat\u00f3rio Qualileite, Marcos Veigas dos Santos, da Faculdade de Medicina Veterin\u00e1ria e Zootecnia (Fmvz) da USP, em Pirassununga, e as actinobact\u00e9rias do solo da caatinga foram isoladas pelo pesquisador Itamar Soares de Melo, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa Meio Ambiente) de Jaguari\u00fana. A tese Identifica\u00e7\u00e3o de agentes antimicrobianos produzidos por actinobact\u00e9rias de solo para o controle da mastite bovina foi defendida em maio deste ano no Programa de P\u00f3s- -Gradua\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica da Ffclrp. (Jornal da USP). (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em>Fonterra revisa n\u00fameros e diz que produ\u00e7\u00e3o em junho caiu 1,4%, e n\u00e3o 10,4%<br \/> A cooperativa de produtos l\u00e1cteos Fonterra, da Nova Zel\u00e2ndia, revisou sua produ\u00e7\u00e3o de leite do m\u00eas junho. De acordo com a associa\u00e7\u00e3o, a queda no m\u00eas passado foi de 1,4%, e n\u00e3o de 10,4% como havia sido inicialmente reportado.<br \/> O novo n\u00famero, contudo, tende a ter pouco impacto sobre o mercado, porque junho geralmente \u00e9 um per\u00edodo de menor produ\u00e7\u00e3o - o ano agr\u00edcola da cooperativa vai de 1\u00ba de junho a 31 de maio. (O Estado de S\u00e3o Paulo)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.316 &nbsp; RS: sustentabilidade ambiental em propriedades produtoras de leite \u00e9 tema de pesquisa na Univates Lajeado\/RS A sustentabilidade das propriedades rurais \u00e9 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/25\/25-07-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/07\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1186","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1186","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1186"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1186\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1186"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1186"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1186"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}