{"id":1180,"date":"2016-07-20T15:33:46","date_gmt":"2016-07-20T15:33:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/20\/20-07-2016\/"},"modified":"2016-07-20T15:33:46","modified_gmt":"2016-07-20T15:33:46","slug":"20-07-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/20\/20-07-2016\/","title":{"rendered":"20\/07\/2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 20&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.313<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<strong>Conseleite\/PR<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida em Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu Regulamento, aprovou e divulgou os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima leite realizados em junho de 2016 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de julho de 2016, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paran\u00e1, a partir dos pre\u00e7os m\u00e9dios e do mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes. Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o correspondem \u00e0 mat\u00e9ria-prima leite denominada Leite CONSELEITE IN62, que se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3% de gordura, 2,9% de prote\u00edna, 600 mil uc\/ml de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e 600 mil uc\/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o m\u00eas de julho de 2016 \u00e9 de R$ 2,7076\/litro. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paran\u00e1 disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem bacteriana. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleite.com.br\/conseleite. (Fonte: Conseleite\/PR)&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1860\" style=\"width: 491px; height: 126px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Ana Am\u00e9lia participa de Reuni\u00e3o de Associados do Sindilat<\/strong><\/p>\n<p> A senadora Ana Am\u00e9lia Lemos participar\u00e1 da pr\u00f3xima reuni\u00e3o de Associados do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) no 29 de julho, em Porto Alegre. A presen\u00e7a foi confirmada nesta ter\u00e7a-feira (19\/7) por meio de of\u00edcio encaminhado ao presidente Alexandre Guerra. A diretoria do Sindilat convida seus associados a estarem presentes nesse momento importante de intera\u00e7\u00e3o da parlamentar com o setor l\u00e1cteo. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Sindilat realiza reuni\u00e3o com escola t\u00e9cnica&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Foi realizada ontem (19\/07), na sede do Sindilat, reuni\u00e3o com a Escola Estadual T\u00e9cnica Agr\u00edcula Celeste Gobbato, centro estadual de referencia em educa\u00e7\u00e3o profissional, de Palmeiras das Miss\u00f5es. O encontro visou apresentar indicadores, projetos e as produ\u00e7\u00f5es da escola na cadeia do leite. Na ocasi\u00e3o, o diretor da institui\u00e7\u00e3o, Luis Carlos Cosmann , convidou o sindicato para 1\u00ba workshop cadeia produtiva do leite, que ser\u00e1 realizado nos dias 19 e 20 de outubro, que ter\u00e1 palestras com profissionais renomados do setor e tamb\u00e9m uma sa\u00edda de campo, na Escola em Palmeira das Miss\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p> O objetivo do encontro foi apontar as principais atividades da Escola sobre a cadeia do leite e como funciona a produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o. O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, prestou apoio \u00e0 escola. \"\u00c9 muito interessante como eles levam o assunto do leite para os alunos. Al\u00e9m de teoria, tamb\u00e9m tem a pr\u00e1tica e isso que rende novos trabalhadores altamente qualificados para o setor\", destacou. Tamb\u00e9m participaram da reuni\u00e3o representantes da Prefeitura Municipal de Palmeira das Miss\u00f5es, Emater, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1863\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Para Ibre, arrecada\u00e7\u00e3o caiu 7% em junho<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A revers\u00e3o parcial da desonera\u00e7\u00e3o sobre a folha de pagamentos no fim do ano passado est\u00e1 contribuindo para que a arrecada\u00e7\u00e3o federal d\u00ea os primeiros sinais de estabiliza\u00e7\u00e3o, ainda que o recolhimento de tributos que dependem da atividade econ\u00f4mica continue a apresentar quedas muito intensas, de acordo com os pesquisadores Jos\u00e9 Roberto Afonso e Vilma Pinto, do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (Ibre\/FGV). Segundo levantamento feito com base nos dados do Tesouro Gerencial at\u00e9 o dia 13 de julho, a arrecada\u00e7\u00e3o administrada pela Receita Federal somou R$ 95,9 bilh\u00f5es no m\u00eas passado, uma queda de 7,1% na compara\u00e7\u00e3o com junho do ano passado, j\u00e1 descontada a infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo. Os dados do Tesouro Gerencial n\u00e3o reproduzem exatamente os n\u00fameros que devem ser divulgados pela Receita Federal nos pr\u00f3ximos dias, mas conseguem antecipar tend\u00eancias, explicam os pesquisadores.&nbsp;<\/p>\n<p> O n\u00famero ainda \u00e9 frustrante, dizem eles, mas \"parar de mergulhar\" j\u00e1 \u00e9 um avan\u00e7o relativo. Ao menos a arrecada\u00e7\u00e3o no curto prazo, afirmam Afonso e Vilma, come\u00e7a a mostrar um ritmo de queda levemente menor do que o observado em per\u00edodos mais longos: no acumulado do ano, a queda da receita administrada foi de 7,4%, enquanto em 12 meses o recolhimento de tributos encolheu 7,5%. Essa diferen\u00e7a \u00e9 at\u00e9 mais expressiva quando a compara\u00e7\u00e3o leva em conta a arrecada\u00e7\u00e3o total da Uni\u00e3o, que inclui royalties de petr\u00f3leo, por exemplo. Em junho, a queda tamb\u00e9m foi de 7,1%, mas no acumulado do ano a retra\u00e7\u00e3o \u00e9 de 7,9% e em doze meses, de \u00ac8,2%. \"\u00c9 uma mudan\u00e7a muito importante. Depois de mais de um ano, pela primeira vez a curva mensal passou a superar a acumulada em quatro meses, e ambas ficaram acima da anualizada\", afirmam. A expectativa, portanto, \u00e9 que ainda que a arrecada\u00e7\u00e3o continue em terreno negativo, os resultados devem come\u00e7ar a melhorar, na compara\u00e7\u00e3o em 12 meses, ao longo de 2016, at\u00e9 por causa da base de compara\u00e7\u00e3o muito fraca. O problema \u00e9 que essa aparente revers\u00e3o de tend\u00eancia parece estar associada ao aumento das al\u00edquotas de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria sobre o faturamento de empresas que no passado foram beneficiadas com a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos, j\u00e1 que a massa salarial continua diminuindo.&nbsp;<\/p>\n<p> A reonera\u00e7\u00e3o foi uma das medidas de ajuste fiscal propostas pelo ex\u00acministro da Fazenda, Joaquim Levy, aprovada em 2015. Em junho, a arrecada\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria encolheu \"apenas\" 3,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado, um ritmo de queda bem menos intenso do que em 12 meses (\u00ac8,7%). Essa \u00e9, por\u00e9m, uma ajuda pontual, alertam os especialistas, j\u00e1 que no ano que vem a recomposi\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas j\u00e1 n\u00e3o ser\u00e1 mais capaz de aumentar o recolhimento de tributos. \"Quanto mais a revers\u00e3o da desonera\u00e7\u00e3o da folha salarial explicar desse comportamento menos negativo da receita, mais preocupa a tend\u00eancia no longo prazo, porque ter\u00e1 desaparecido o efeito do corte daquele benef\u00edcio\", diz Roberto Afonso. Para Vilma, as desonera\u00e7\u00f5es precisam ser revistas, j\u00e1 que est\u00e3o em n\u00edvel muito elevado e sem an\u00e1lise espec\u00edfica de seu custo benef\u00edcio, mas n\u00e3o \u00e9 certeza que toda reonera\u00e7\u00e3o ampliaria a receita imediatamente. Para que a arrecada\u00e7\u00e3o de impostos e de contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias tenham rea\u00e7\u00e3o de fato, afirma ela, \u00e9 essencial que o mercado de trabalho pare de piorar e a atividade d\u00ea sinais mais concretos de retomada. Por enquanto, apesar dos sinais de certa melhora da ind\u00fastria, os impostos mais ligados \u00e0 atividade econ\u00f4mica ainda mostram comportamento bastante negativo. O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), por exemplo, encolheu 20,7% em junho, em termos reais, mais do que a retra\u00e7\u00e3o de 16,7% no acumulado em 12 meses. O Imposto de Importa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m teve desempenho ruim, com recuo de 27,5% no m\u00eas passado, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior. Em 12 meses, a queda \u00e9 menos intensa, de 14,8%. O mesmo vale para contribui\u00e7\u00f5es como a Cofins, em que o setor de servi\u00e7os tem mais peso. Em junho, a retra\u00e7\u00e3o foi de 8,3%, mais do que os \u00ac6,4% no acumulado em 12 meses. Para sair do fundo do po\u00e7o, o cen\u00e1rio para a economia precisar\u00e1 mudar a ponto de inverter a trajet\u00f3ria do cr\u00e9dito, das importa\u00e7\u00f5es, da produ\u00e7\u00e3o e das vendas, concluem os pesquisadores. A quest\u00e3o, diz Vilma, \u00e9 que mesmo com recupera\u00e7\u00e3o da economia, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel saber se a retomada ter\u00e1 intensidade suficiente para ajudar no ajuste fiscal necess\u00e1rio. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> &nbsp;<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1862\" style=\"width: 600px; height: 355px;\" \/><\/p>\n<p> <strong>Ag\u00eancia dos EUA reduz probabilidade de forma\u00e7\u00e3o de La Ni\u00f1a at\u00e9 outubro<\/strong><\/p>\n<p> A NOAA, ag\u00eancia americana de pesquisas atmosf\u00e9ricas e oce\u00e2nicas, reduziu suas estimativas para a probabilidade de forma\u00e7\u00e3o do La Ni\u00f1a entre agosto e outubro deste ano. Segundo o \u00f3rg\u00e3o, as chances de o fen\u00f4meno se formar nos pr\u00f3ximos tr\u00eas meses s\u00e3o de 55% a 60%, ante uma probabilidade de 75% apontada no relat\u00f3rio anterior, divulgado no dia 11.<\/p>\n<p> De acordo com o \u00f3rg\u00e3o, os modelos estat\u00edsticos apontam para uma forma\u00e7\u00e3o mais tardia do fen\u00f4meno, enquanto os modelos de previs\u00e3o din\u00e2micos indicam um La Ni\u00f1a mais fraco. Por isso, a ag\u00eancia meteorol\u00f3gica reduziu as possibilidades de La Ni\u00f1a nos pr\u00f3ximos tr\u00eas meses.<\/p>\n<p> Patr\u00edcia Madeira, meteorologista da Climatempo, explica que a configura\u00e7\u00e3o de um La Ni\u00f1a depende de tr\u00eas meses consecutivos de temperaturas 0,5\u00baC abaixo da m\u00e9dia nas \u00e1guas superficiais do oceano Pac\u00edfico. Com as temperaturas apenas 0,4\u00baC abaixo da m\u00e9dia, o fen\u00f4meno deve se formar com leve atraso, de uma a duas semanas.<\/p>\n<p> \"A probabilidade foi reduzida porque julho est\u00e1 um pouco mais quente que o esperado. Mas o La Ni\u00f1a deve come\u00e7ar em outubro ou come\u00e7o de novembro\", destacou Patr\u00edcia. Com o atraso no in\u00edcio do fen\u00f4meno clim\u00e1tico, a meteorologista descarta impactos mais fortes na safra americana de gr\u00e3os, cuja colheita ganha for\u00e7a em setembro.<\/p>\n<p> Para o Brasil, onde o La Ni\u00f1a \u00e9 associado ao clima mais seco na regi\u00e3o sul do pa\u00eds, a meteorologista tamb\u00e9m descarta grandes impactos. \"Pode acontecer redu\u00e7\u00e3o de chuvas, mas n\u00e3o com gravidade suficiente para afetar a safra porque vai ter \u00e1gua\", destaca Madeira. Para as demais regi\u00f5es, \"o que pode ocorrer \u00e9 uma redu\u00e7\u00e3o das chuvas em fevereiro no Centro-Oeste e Sudeste do pa\u00eds, mas que n\u00e3o deve pegar a safra em um momento vulner\u00e1vel\", avalia a meteorologista. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Queijos\/AR&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Pelos primeiros dados do \"balan\u00e7o l\u00e1cteo\" publicado pela Subsecretaria de Lecher\u00eda, os estoques de queijos duros est\u00e3o reduzidos aos m\u00ednimos hist\u00f3ricos: os pre\u00e7os est\u00e3o t\u00e3o elevados que o produto j\u00e1 pode ser guardado em caixa forte. O pre\u00e7o na g\u00f4ndola de um queijo Parmes\u00e3o Conaprole nos supermercados de Montevid\u00e9u \u00e9 encontrado a US$ 16\/kg. Um produto similar de primeira marca, em Buenos Aires (Romano La Seren\u00edsima) \u00e9 vendido a US$ 21\/kg (31% mais). Boa parte dessa incr\u00edvel diferen\u00e7a se explica pela infla\u00e7\u00e3o inercial que vem se arrastadno do regime kirchnerista e a elevada concetrna\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o (com cadeias de supermercados que aplicam margens gigantescas aos pre\u00e7os dos atacadistas de queijos). Mas esse fen\u00f4meno tamb\u00e9m ocorre diante dos baix\u00edssimos estoques de queijos de massa dura. Muitas ind\u00fastrias de latic\u00ednios n\u00e3o t\u00eam nenhuma pressa em vender essa mercadoria. Em abril deste ano - \u00faltimo dado da Subsecretaria de Lecher\u00eda - o estoque de queijos duros foi de 158.680 equivalentes litros de leite, versus 180506 e 210398 litros em mar\u00e7o e fevereiro passados. Em abril de 2015 o estoque era de 187.050 litros. Quedas tamb\u00e9m foram observadas nos estoques dos queijos de massa semidura.&nbsp;<\/p>\n<p> Em abril deste ano, devido ao desastre clim\u00e1tico que afetou mutias zonas produtivas de C\u00f3rdoba, Santa Fe e Entre Rios, a produ\u00e7\u00e3o nacional de leite - que j\u00e1 vinha caindo com o encerramento de muitas propriedades produtoras e redu\u00e7\u00e3o dos rebanhos - foi de apenas 658 milh\u00f5es de litros (20% menos que no mesmo m\u00eas de 2015). Nesse contexto de falta de leite - que provocou um aumento nominal significativo dos pre\u00e7os impulsionado por uma concorr\u00eancia acirrada - a maior parte das ind\u00fastrias passaram a liquidar os estoques de queijos e destinar o pouco leite dispon\u00edvel na elabora\u00e7\u00e3o de queijos frescos (leite em p\u00f3 continuando sendo um neg\u00f3cio horr\u00edvel). As autoridades da Subsecretaira da Lecheria do pa\u00eds - tal como antecipado - come\u00e7aram a publicar uma nova s\u00e9rie de indicadores (\"balan\u00e7o l\u00e1cteo\") por meio dos quais se promover\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o da assimetria de informa\u00e7\u00f5es sobre a cadeia de latic\u00ednios. O \"balan\u00e7o l\u00e1cteo\" permite observar que efetivamente no come\u00e7o deste ano a ind\u00fastria contava com um excesso gigantesco nos estoques de leite em p\u00f3, que apesar de continuar elevado, foi reduzido com as vendas realizadas para a Venezuela, pela SanCor, e pela menor oferta de leite dispon\u00edvel a partir de abril passado. (valorsoja - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Consumo per capita de margarina pelos americanos est\u00e1 menor que o de manteiga<\/strong><\/p>\n<p> Os dados sobre manteiga e margarina disponibilizados pelo Servi\u00e7o de Pesquisas Econ\u00f4micas (ERS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) - que fornece estimativas anuais sobre ofertas per capita dispon\u00edveis para os consumidores americanos e que serve como um indicador de consumo - podem ajudar a contar a hist\u00f3ria do consumo de manteiga e margarina no pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p> Na primeira metade do s\u00e9culo XX, a disponibilidade de manteiga nos Estados Unidos era maior do que a de margarina. A disponibilidade durante esse per\u00edodo era em m\u00e9dia de 7,26 quilos por pessoa por ano de manteiga, comparado com 1,27 quilos por pessoa de margarina. A escassez e o racionamento de manteiga durante a Segunda Guerra Mundial levou os consumidores e processadores de alimentos a buscarem substituir a manteiga por margarina.&nbsp;<\/p>\n<p> Ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial, muitas pol\u00edticas p\u00fablicas e restri\u00e7\u00f5es sobre a margarina (incluindo restri\u00e7\u00f5es na colora\u00e7\u00e3o) foram deixadas de lado. Al\u00e9m disso, alguns consumidores tinham se tornado mais acostumados ao sabor da margarina e o menor custo da mesma com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 manteiga tamb\u00e9m favoreceu a troca (US$ 0,51 por quilo para margarina comparado com US$ 1,57 por quilo para manteiga em 1946). Ao mesmo tempo, a margarina foi promovida como uma alternativa mais saud\u00e1vel \u00e0 manteiga, devido a seu menor teor de gordura saturada.<\/p>\n<p> O menor pre\u00e7o da margarina e as maiores ofertas nos anos ap\u00f3s a guerra derivaram de uma oferta cada vez mais crescente de \u00f3leo de soja, o que coincidiu com a maior demanda de farelo de soja para alimentar o gado. Originalmente, as margarinas eram preparadas com uma mistura de gorduras animais - como sebo e banha - com \u00f3leos de palma, semente de palma, entre outros. Nos anos trinta, a margarina era principalmente feita a partir de \u00f3leos vegetais produzidos domesticamente e parcialmente hidrogenados para converter os \u00f3leos l\u00edquidos em um produto cremoso semiss\u00f3lido em temperatura ambiente.&nbsp;<\/p>\n<p> Entre 1942 e 1972, a disponibilidade de manteiga caiu de 7,44 para 2,27 quilos por pessoa\/ano. No mesmo per\u00edodo, a disponibilidade de margarina aumentou firmemente, ultrapassando a de manteiga em 1958, para 4,04 quilos por pessoa e alcan\u00e7ando o pico de 5,44 quilos por pessoa em 1976.<\/p>\n<p> Na segunda metade da d\u00e9cada de setenta, a disponibilidade de margarina come\u00e7ou a apresentar tend\u00eancia de queda, com o maior decl\u00ednio come\u00e7ando em 1994. Em 2005, o consumo de margarina caiu para menos que o consumo de manteiga, apesar do maior pre\u00e7o da manteiga (US$ 7,23\/kg) comparado com o de margarina (US$ 1,96\/kg).&nbsp;<\/p>\n<p> A disponibilidade de margarina continuou caindo para 1,59 quilos por pessoa em 2010. Em 2013, a disponibilidade per capita de manteiga era de 2,49 quilos. A manteiga deve parte do seu aumento no consumo \u00e0s preocupa\u00e7\u00f5es referentes \u00e0s gorduras trans na margarina e, mais recentemente, \u00e0s sugest\u00f5es de que a gordura saturada n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o prejudicial \u00e0 sa\u00fade como se pensava. Juntas, a disponibilidade de manteiga e margarina est\u00e3o perto da metade do que eram h\u00e1 25 anos, \u00e0 medida que os processadores de alimentos, restaurantes e consumidores se voltaram a saladas e \u00f3leos de cozinha para suprir suas demandas de gorduras e \u00f3leos. (Os dados s\u00e3o do ERS, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), traduzidos pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1864\" style=\"width: 500px; height: 404px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: center; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\"><\/span><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div>\n<div><em>19\u00ba Semin\u00e1rio Nacional e Internacional de Queijos e Leite ser\u00e1 junto com o 2\u00ba Curso de Ju\u00edzes e o 2\u00ba Concurso de Queijos<\/em><\/div>\n<div><em>O 19\u00ba Semin\u00e1rio Nacional e Internacional de Queijos e Leite acontece no pr\u00f3ximo dia 21 de julho, a partir das 8h30, no munic\u00edpio de Carlos Barbosa\/RS. A organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Laticinistas e Latic\u00ednios (AGL) que trar\u00e1 para o evento renomados especialistas na \u00e1rea. Al\u00e9m do Semin\u00e1rio, tamb\u00e9m ocorrer\u00e1 no local no dia 21 e 22 de julho o 2\u00ba Curso de Ju\u00edzes de Queijo e no dia 23 de julho o 2\u00ba Concurso Estadual de Queijos. Confira a programa\u00e7\u00e3o e inscreva-se! Para maiores informa\u00e7\u00f5es, <a href=\"http:\/\/www.agl.org.br\/agl\/18o-seminario-nacional-e-internacional-de-queijos-e-leite-sera-junto-com-o-1o-curso-de-juizes-e-o-1o-concurso-de-queijos\/\">CLIQUE AQUI!<\/a> (Assessoria de Imprensa AGL)<\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"line-height: 24px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px;\"><\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><a href=\"%__optout%\" target=\"_BLANK\" style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\">Descadastre-se <\/a> caso n\u00e3o queira receber mais e-mails.<\/span><\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 20&nbsp;de julho de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.313 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Conseleite\/PR A diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida em Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/07\/20\/20-07-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/07\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1180","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1180","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1180"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1180\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1180"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1180"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1180"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}