{"id":11796,"date":"2023-04-19T20:06:16","date_gmt":"2023-04-19T20:06:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=11796"},"modified":"2023-04-19T20:13:12","modified_gmt":"2023-04-19T20:13:12","slug":"19-04-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/04\/19\/19-04-2023\/","title":{"rendered":"19\/04\/2023"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 19 de abril de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 17 - N\u00b0 3.884<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Leite\/Am\u00e9rica do Sul<\/b><\/p>\n<p>Contatos da regi\u00e3o dizem que os padr\u00f5es clim\u00e1ticos sazonais come\u00e7am a trazer chuvas necess\u00e1rias para diversas \u00e1reas do continente. Ainda assim, o outono \u00e9 um pouco mais quente do que o normal.&nbsp;<\/p>\n<p>O calor, no entanto, n\u00e3o \u00e9 suficiente para afetar o conforto animal. Agentes do setor esperam que as chuvas, apesar da temperatura mais elevada, possam fazer com que as pastagens cres\u00e7am na temporada outono\/inverno. A produ\u00e7\u00e3o de leite continua limitada, e as mudan\u00e7as n\u00e3o esperadas no curto prazo, para reverter os efeitos da seca prolongada e do calor persistente de v\u00e1rios anos, especialmente, em algumas \u00e1reas da Argentina e Uruguai. Muitos fazendeiros tiveram que vender suas f\u00e9rias para o mercado de carne diante da grave falta de pastagens e aumento dos custos da ra\u00e7\u00e3o que prevaleceram por tr\u00eas anos consecutivos.&nbsp;<\/p>\n<p>O interesse brasileiro por importa\u00e7\u00f5es \u00e9 voraz. Argentina e Uruguai continuam enviando commodities l\u00e1cteas para o grande vizinho. Contatos sul-americanos, tanto de fora como de dentro do Brasil, dizem que essa tend\u00eancia deve mostrar inflex\u00e3o em algum momento, mas, atualmente, as importa\u00e7\u00f5es s\u00e3o not\u00e1veis, m\u00eas ap\u00f3s m\u00eas, ano ap\u00f3s ano.<\/p>\n<p>Como as f\u00e1bricas de processamento do Mercosul continuam lutando com a oferta limitada de leite, n\u00e3o h\u00e1 expectativa de que os pre\u00e7os caiam t\u00e3o cedo, mesmo que outros mercados globais venham sofrendo press\u00e3o de baixa.<\/p>\n<p>Os esperados da safra de milho e soja continuavam caindo na Argentina. J\u00e1 o mercado global de gr\u00e3os espera uma produ\u00e7\u00e3o robusta do Brasil, enquanto seus vizinhos esperam uma das piores safras. As expectativas de rendimento dos gr\u00e3os uruguaios s\u00e3o semelhantes \u00e0s da Argentina, j\u00e1 que os padr\u00f5es clim\u00e1ticos, mesmo que tenham melhorado um pouco antes, n\u00e3o devem chegar a tempo de ter efeitos sobre os gr\u00e3os j\u00e1 plantados. (Fonte: Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/CwIU6bABF0378\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/CwIU6bABF0378\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/UFMGefABF0312\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/UFMGefABF0312\"><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div>\n<div><b>FAZENDA RAR: EMPREENDEDORISMO SOB TODOS OS \u00c2NGULOS<br \/>\n<\/b><br \/>\nA Fazenda RAR, localizada em Vacaria\/RS, traz em seu DNA a for\u00e7a empreendedora e o legado de seu fundador, produzindo leite de qualidade que resulta em um produto final de excel\u00eancia: o leg\u00edtimo queijo Grana.O que vem primeiro: o leite ou o queijo? Na Fazenda RAR, os queijos do tipo Grana chegaram muito antes da produ\u00e7\u00e3o de leite. Essa invers\u00e3o da l\u00f3gica foi o resultado da ousadia e vis\u00e3o empreendedora daquele que deu in\u00edcio ao grupo que leva a marca de seu nome e seu legado, o Sr. Raul Anselmo Randon.<\/p>\n<p>Os grandes bra\u00e7os do Grupo Randon requerem um pouco de hist\u00f3ria para serem compreendidos, j\u00e1 que cont\u00eam a for\u00e7a empreendedora marcada pela vida e legado do saudoso Sr. Raul Anselmo Randon. Quem nos ajuda a cont\u00e1-la \u00e9 \u00c2ngelo Lacerda Serrano, M\u00e9dico Veterin\u00e1rio e Gerente da Fazenda RAR h\u00e1 16 anos. \u201cVou tentar ser o mais fiel poss\u00edvel \u00e0 vers\u00e3o dos fatos\u201d, promete ele.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>\"Seu Raul Randon comprou essa fazenda em Vacaria, regi\u00e3o dos Campos de Cima da Serra Ga\u00facha, em 1976. Ele foi um pioneiro na regi\u00e3o ao plantar ma\u00e7\u00e3s. Naquela \u00e9poca, ningu\u00e9m conhecia, ningu\u00e9m cultivava ma\u00e7\u00e3s ainda. A ma\u00e7\u00e3 era toda importada para consumo no Brasil. Nessa \u00e9poca, a fazenda tinha apenas cavalos Puro-sangue e algumas vacas usadas para a produ\u00e7\u00e3o de leite destinado ao pessoal da fazenda, apenas para consumo interno\", explica ele.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1990, um amigo sugeriu que Seu Raul criasse um latic\u00ednio de queijo italiano na fazenda. A princ\u00edpio, relutou, pois sabia que muitos latic\u00ednios estavam falindo. Esse amigo o convenceu a visitar um latic\u00ednio na It\u00e1lia, que foi a inspira\u00e7\u00e3o para o neg\u00f3cio. Inicialmente, o Sr. Raul passou a importar o queijo, como uma esp\u00e9cie de teste para o mercado brasileiro. Com o sucesso das vendas, a constru\u00e7\u00e3o do latic\u00ednio na Fazenda RAR foi iniciada. A RAR \u00e9 a \u00fanica empresa fora da regi\u00e3o produtora de queijo Grana na It\u00e1lia que tem permiss\u00e3o para produzir esse tipo de queijo. \u201cSeu Raul comprou o direito de produzir o queijo Grana de um cons\u00f3rcio produtor na It\u00e1lia e importou algumas vacas da ra\u00e7a Holand\u00eas dos Estados Unidos para come\u00e7ar a produ\u00e7\u00e3o de leite\u201d, conta \u00c2ngelo. A not\u00edcia do avi\u00e3o que chegou com as vacas importadas ganhou destaque na imprensa local e internacional. \u201cImagina s\u00f3 a curiosidade das pessoas ao saberem de um carregamento de 65 vacas Holand\u00eas prenhes chegando ao Aeroporto Internacional de Porto Alegre em um voo proveniente dos Estados Unidos\u201d.<\/p>\n<p>O ciclo da produ\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/p>\n<p>A Fazenda RAR conta com um setor dedicado exclusivamente \u00e0 maternidade, que inclui tanto a fase pr\u00e9-parto, que ocorre cerca de 30 dias antes do nascimento do animal, quanto a pr\u00f3pria maternidade, onde ocorre o parto em si e o bezerreiro, onde os animais permanecem at\u00e9 atingirem cerca de 80-90 dias de idade, at\u00e9 que estejam prontos para serem transferidos para a pr\u00f3xima fase do ciclo de vida. Cada um dos tr\u00eas subsetores tem equipes de funcion\u00e1rios trabalhando em tr\u00eas turnos diferentes para garantir que os animais recebam os cuidados e aten\u00e7\u00e3o necess\u00e1rios em todas as fases de desenvolvimento.<\/p>\n<p>O respons\u00e1vel pelo setor realiza uma s\u00e9rie de procedimentos essenciais para garantir bem-estar dos animais, incluindo a identifica\u00e7\u00e3o da bezerra e a colostragem. Essa \u00faltima \u00e9 feita at\u00e9 uma hora ap\u00f3s o nascimento e repetida ap\u00f3s oito horas. Todo esse cuidado inicial \u00e9 fundamental para garantir um bom desenvolvimento das bezerras. Depois disso, o animal \u00e9 transferido para o bezerreiro, onde outra equipe assume a responsabilidade de cuidar dos animais at\u00e9 o desaleitamento. Na sequ\u00eancia, cada bezerra \u00e9 acomodada em uma casinha individual com cama de palha de trigo, al\u00e9m de ter \u00e1gua e ra\u00e7\u00e3o \u00e0 vontade desde o primeiro dia. Durante os primeiros 70 dias de vida, a bezerra \u00e9 alimentada com leite. Posteriormente, aos 80 ou 90 dias, o animal \u00e9 transferido para o setor de recria.&nbsp;<\/p>\n<p>Durante os primeiros seis meses de vida, s\u00e3o mantidos em lotes com cerca de 25 a 30 animais. Somente aqueles entre seis meses e um ano permanecem no pasto. Com um ano ou treze meses, os animais s\u00e3o transferidos para um lote maior, o lote de insemina\u00e7\u00e3o, em um galp\u00e3o com espa\u00e7o adequado para cada animal, mas sem as divis\u00f3rias de cama. Quando o animal \u00e9 diagnosticado como prenhe, segue para outro lote. Cerca de 25 dias antes do parto, os animais s\u00e3o levados para um setor de pr\u00e9-parto. Ap\u00f3s o parto, quando alojados em outro setor, os pelos do \u00fabere s\u00e3o removidos e a cauda \u00e9 tosada antes da ordenha.<br \/>\nO animal permanece no circuito de ordenha at\u00e9 cerca de 60 dias antes do pr\u00f3ximo parto, quando \u00e9 transferido de volta para o pr\u00e9-parto e o processo se repete. Na fazenda, s\u00e3o realizadas tr\u00eas ordenhas di\u00e1rias, com in\u00edcio nos intervalos de 7h30, 15h30 e 23h30. Trata-se de uma ordenha rotat\u00f3ria com 50 postos. Cada turno \u00e9 composto por um grupo de trabalho, que inclui ordenhadores, tratadores e respons\u00e1veis pela limpeza das instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No final, tudo vira queijo&nbsp;<\/p>\n<p>Todas as estrat\u00e9gias nutricionais e de infraestrutura foram adotadas com o objetivo de produzir o leite adequado para a fabrica\u00e7\u00e3o do queijo tipo Grana. \u201cPara garantir o bem-estar e conforto, os animais s\u00e3o confinados desde o pr\u00e9-parto at\u00e9 a lacta\u00e7\u00e3o. Durante o per\u00edodo de produ\u00e7\u00e3o, os animais n\u00e3o podem consumir alimentos que contenham clorofila ativa, j\u00e1 que isso afeta a cor da gordura do leite. Em vez disso, a alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho \u00e9 composta de silagem, pr\u00e9-secado ou feno, que ajudam a inativar a clorofila.\u201d, explica \u00c2ngelo.&nbsp;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de queijo na RAR acontece dentro da mesma \u00e1rea da fazenda, cerca de quinhentos metros do latic\u00ednio. O leite produzido no local passa por um sistema de resfriamento instant\u00e2neo e \u00e9 armazenado em tanques isot\u00e9rmicos de 20 mil litros, sendo que cada turno possui um tanque espec\u00edfico. Os tanques s\u00e3o levados em uma sequ\u00eancia espec\u00edfica para a f\u00e1brica de queijos todos os dias, e o processo de fabrica\u00e7\u00e3o acontece internamente, sem a necessidade de utilizar leite de terceiros. \u201cAtualmente, nossa produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 entre 45 a 47 mil litros, e nosso objetivo \u00e9 aument\u00e1-la para 60 mil litros. Para alcan\u00e7ar essa meta, estamos focados em manter a alta qualidade do nosso leite, com s\u00f3lidos e prote\u00ednas elevados. Al\u00e9m disso, nosso queijo \u00e9 produzido a partir de leite n\u00e3o pasteurizado, o que exige um alto padr\u00e3o de qualidade\u201d. De acordo com \u00c2ngelo, a produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 altamente dependente das pessoas envolvidas no processo, que t\u00eam um impacto significativo no resultado final, seja positivo ou negativo. \u201cComo o setor opera 24 horas por dia, 365 dias por ano, \u00e9 essencial que as pessoas envolvidas estejam altamente comprometidas e motivadas. Para garantir isso, \u00e9 necess\u00e1rio que essas pessoas sejam bem remuneradas e se sintam valorizadas pelo trabalho que realizam\u201d.<\/p>\n<p>Atualmente, a estrutura hier\u00e1rquica da fazenda \u00e9 composta pelos diretores e o CEO, o gerente e todo o time da fazenda, composto por um coordenador e um agr\u00f4nomo. Al\u00e9m disso, h\u00e1 um facilitador para cada setor da fazenda. \u201cPor exemplo, h\u00e1 um facilitador administrativo que lida com as quest\u00f5es de RH, controladoria e lan\u00e7amentos. Existe um facilitador da ordenha que gerencia os tr\u00eas turnos de ordenha e \u00e9 liderado por Rosa, uma profissional com mais de 20 anos de experi\u00eancia na fazenda, que come\u00e7ou como ordenhadora e agora \u00e9 respons\u00e1vel pelos tr\u00eas turnos de ordenha. Cada facilitador recebe um sal\u00e1rio diferenciado e tem possibilidades de crescimento diferentes, mas todos possuem conhecimentos pr\u00e1ticos sobre a opera\u00e7\u00e3o da fazenda\u201d, explica \u00c2ngelo.&nbsp;<\/p>\n<p>Futuro do leite&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c2ngelo entende que a produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 uma atividade feita de desafios e oportunidades. Segundo ele, o maior desafio est\u00e1 relacionado \u00e0 gest\u00e3o dos custos: \u201cN\u00f3s atuamos como um vendedor externo para a f\u00e1brica, que \u00e9 nosso \u00fanico cliente e nos paga o pre\u00e7o de mercado. Al\u00e9m disso, o crescimento \u00e9 outro desafio que demanda estabilidade. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil fazer crescer organicamente um rebanho Holand\u00eas\u201d. Apesar desses desafi os, \u00c2ngelo tem uma vis\u00e3o de futuro positiva. Ele acredita que o crescimento \u00e9 fundamental para o sucesso da produ\u00e7\u00e3o e afi rma que n\u00e3o v\u00e3o parar com a capacidade atual da infraestrutura, e prev\u00ea mais investimentos. Como diria Seu Raul \u201co c\u00e9u \u00e9 o limite\u201d. (Revista Leite integral)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uMV55dABF0414\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uMV55dABF0414\"><\/p>\n<p><b>Megaopera\u00e7\u00e3o do Vigifronteira apreende mais de 90 toneladas de produtos irregulares nos estados da regi\u00e3o sul do pa\u00eds<br \/>\n<\/b><br \/>\nA a\u00e7\u00e3o resultou em um preju\u00edzo aos infratores de aproximadamente R$ 6 milh\u00f5es em multas e apreens\u00f5es<\/p>\n<p>Para combater o tr\u00e2nsito irregular de alho, cebola, agrot\u00f3xicos, bovinos, produtos de origem animal e demais produtos e insumos agropecu\u00e1rios, o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) realizou em conjunto com ag\u00eancias estaduais e federais uma megaopera\u00e7\u00e3o nos estados do Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.&nbsp;<\/p>\n<p>A 35\u00aa Opera\u00e7\u00e3o Ronda Agro do Programa de Vigil\u00e2ncia em Defesa Agropecu\u00e1ria para Fronteiras Internacionais (Vigifronteira) apreendeu 90 toneladas de produtos de origem vegetal, incluindo alhos e cebolas, 2,8 toneladas de produtos de origem animal, 29.530 litros de bebidas contrabandeadas e clandestinas, 900 litros de agrot\u00f3xicos, 122 unidades de produtos veterin\u00e1rios e 37 bovinos em situa\u00e7\u00e3o irregular.&nbsp;<\/p>\n<p>Ao todo, foram emitidos nove autos de infra\u00e7\u00e3o, 10 termos de apreens\u00e3o e 14 termos de inspe\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o que resultaram em um preju\u00edzo aos infratores de aproximadamente R$ 6 milh\u00f5es em multas e apreens\u00f5es. Tamb\u00e9m foram realizadas quatro pris\u00f5es em flagrante e tr\u00eas condu\u00e7\u00f5es para a delegacia de pol\u00edcia para investiga\u00e7\u00e3o de atividades il\u00edcitas relacionadas ao crime de contrabando.&nbsp;<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o ocorreu nos munic\u00edpios de Foz do Igua\u00e7u, Santo Ant\u00f4nio do Sudoeste, Barrac\u00e3o, Capanema, Flor da Serra do Sul, S\u00e3o Borja, Porto Xavier, Horizontina, Bossoroca, Porto Vera Cruz, Dion\u00edsio Cerqueira, S\u00e3o Miguel do Oeste e Cacoal.&nbsp;<\/p>\n<p>As equipes estiveram em um dep\u00f3sito de cebolas e alhos contrabandeados, tr\u00eas propriedades rurais, uma revenda de produtos veterin\u00e1rios, seis estabelecimentos importadores de produtos de origem vegetal, tr\u00eas f\u00e1bricas clandestinas de aguardente e cinco estabelecimentos comerciais de bebidas. Tamb\u00e9m foram fiscalizados 90 ve\u00edculos e uma aeronave.<\/p>\n<p>A importa\u00e7\u00e3o irregular de produtos de origem animal e vegetal, al\u00e9m de ser uma concorr\u00eancia extremamente desleal para os pequenos e m\u00e9dios produtores brasileiros, tamb\u00e9m constitui uma das principais formas de introdu\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de pragas e doen\u00e7as animais em \u00e1reas livres, o que pode prejudicar todo o agroneg\u00f3cio brasileiro.&nbsp;<\/p>\n<p>As opera\u00e7\u00f5es do Vigifronteira integram o Programa de Prote\u00e7\u00e3o Integrada de Fronteiras (PPIF). As a\u00e7\u00f5es s\u00e3o organizadas pelo Mapa de maneira integrada com \u00f3rg\u00e3os federais e estaduais. Participaram da 35\u00aa Opera\u00e7\u00e3o Ronda Agro, a Adapar, Cidasc, Seapi, Receita Federal do Brasil, Pol\u00edcia Federal, Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal e as Pol\u00edcias Civis e Militares nos Estados do Rio Grande do Sul, Paran\u00e1 e Santa Catarina.&nbsp; (MAPA)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Mapa, Fazenda, MMA e MDA alinham diretrizes do Plano Safra 2023\/2024, com foco na agricultura de baixo carbono<\/b><br \/>\nMinistro F\u00e1varo disse que as tecnologias agr\u00edcolas de baixa emiss\u00e3o de carbono dever\u00e3o nortear as pol\u00edticas de cr\u00e9dito rural do pa\u00eds Quatro ministros se reuniram nesta ter\u00e7a-feira (18) para debater mecanismos de est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel de alimentos dentro do Plano Safra 2023\/2024. Participaram do encontro os ministros da Agricultura e Pecu\u00e1ria, Carlos F\u00e1varo, da Fazenda, Fernando Haddad, do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima, Marina Silva, e do Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.&nbsp; O ministro F\u00e1varo ressaltou que as tecnologias agr\u00edcolas de baixa emiss\u00e3o de carbono v\u00e3o nortear as pol\u00edticas de cr\u00e9dito rural. \u201cO Plano Safra 2023\/2024 ter\u00e1 a agricultura de baixo carbono como linha mestra. Tenho certeza de que faremos o melhor Plano Safra da hist\u00f3ria do Brasil\u201d, disse F\u00e1varo, que est\u00e1 em miss\u00e3o oficial em Londres e participou da reuni\u00e3o virtualmente. Segundo ele, o governo est\u00e1 totalmente comprometido com a transi\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. A ideia \u00e9 que o Plano Safra tenha condicionantes positivas, para que os produtores que aderirem \u00e0s pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis possam ter melhores condi\u00e7\u00f5es de financiamento. Segundo Haddad, o Minist\u00e9rio da Fazenda est\u00e1 imerso na agenda de transforma\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica do pa\u00eds. \u201cSe somarmos esfor\u00e7os, poderemos fazer da agenda ambiental a principal agenda de desenvolvimento do pa\u00eds\u201d, disse. O secret\u00e1rio-executivo em exerc\u00edcio do Mapa, Luiz Rodrigues, disse que as tecnologias de agricultura de baixo carbono tamb\u00e9m ajudam a criar resili\u00eancia para o produtor rural. \u201cTemos que construir uma agricultura contempor\u00e2nea, sustent\u00e1vel, com uso de agricultura digital e que tamb\u00e9m seja resiliente. E esse Plano Safra vai ajudar a aumentar a resili\u00eancia da agricultura\u201d. O Plano Safra 2023\/2024 ir\u00e1 aliar o financiamento das tecnologias agr\u00edcolas de diversas \u00e1reas com a sustentabilidade da produ\u00e7\u00e3o. O est\u00edmulo pode ser desde o acesso \u00e0s pr\u00e1ticas de assist\u00eancia t\u00e9cnica, at\u00e9 a concess\u00e3o de b\u00f4nus. \u201cEstamos definindo quais as formas de conceder esses benef\u00edcios\u201d, explicou o secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola em exerc\u00edcio do Mapa, Wilson Vaz. A ministra Marina Silva lembrou que a proposta de agricultura de baixo carbono para o Plano Safra surgiu de uma conversa entre ela e o ministro F\u00e1varo, ainda em janeiro, e afirmou que o Brasil pode ser ao mesmo tempo uma pot\u00eancia agr\u00edcola, florestal e h\u00eddrica. Segundo ela, o Plano Safra dever\u00e1 evoluir para que toda a agricultura seja de baixa emiss\u00e3o de carbono. \u201cPodemos chegar a um n\u00edvel em que os tomadores de recurso poder\u00e3o receber b\u00f4nus por esse cumprimento de normas de natureza sustent\u00e1vel para agricultura de baixo carbono\u201d.&nbsp; O uso de bioinsumos e o incentivo \u00e0 agricultura regenerativa devem estar presentes no Plano Safra, destacou o ministro Paulo Teixeira. \u201cA transi\u00e7\u00e3o para uma agricultura regenerativa \u00e9 um desafio que n\u00e3o podemos adiar, temos que responder imediatamente\u201d, disse.&nbsp; (MAPA)<\/i><\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 19 de abril de 2023&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 17 - N\u00b0 3.884 Leite\/Am\u00e9rica do Sul Contatos da regi\u00e3o dizem que os padr\u00f5es clim\u00e1ticos sazonais come\u00e7am a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2023\/04\/19\/19-04-2023\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/04\/2023\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-11796","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11796","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11796"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11796\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11800,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11796\/revisions\/11800"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11796"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11796"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11796"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}